Futebol
Alisson Santos ainda agora deixou o Sporting e já faz das suas no Nápoles
05 Fev 2026 | 10:42
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29 Set 2025 | 08:38 |
O Nápoles - Sporting, que se disputa na próxima quarta-feira, dia 1 de outubro, marca um encontro especial para... André Cruz, jogador brasileiro que jogou pelas duas formações. O antigo futebolista fez a sua antevisão ao encontro da segunda jornada da Liga dos Campeões, na qual acabou por revelar que considera favoritos os italianos - que estão atentos a Alvalade -, ainda que esteja do lado dos leões.
André Cruz: "O meu coração vai estar um bocadinho mais pintado de verde e branco"
"Será um jogo muito difícil para as duas equipas - e são duas equipas que estão no meu coração. O Sporting um bocadinho mais, porque ali consegui fazer tudo o que queria - grandes jogos, liderar, fazer golos e ganhar títulos. Claro que gostaria de ter vencido uma Champions, ter conquistado mais títulos em Portugal, mas infelizmente não aconteceu; no Nápoles, também sinto que deixei marca e sempre que sai alguma reportagem como - 'Os melhores defesas da história do clube' - enviam-me logo! É sinal que trabalhei muito, que me dediquei. O meu coração vai estar um bocadinho mais pintado de verde e branco, mas apenas porque consegui cumprir tudo aquilo a que me propus", começou por dizer, em declarações ao jornal Record.
André Cruz: "Sporting não deve temer o seu adversário"
Quando questionado sobre de que forma a equipa de Rui Borges se deve apresentar, André Cruz foi claro: "A jogar em casa o Nápoles é favorito. Não é a mesma equipa que eu conheci - e que acabou na Serie C, salva pelo senhor Aurelio de Laurentiis, que acabaria por trazer o clube de volta para a Serie A - e a ganhar títulos. São favoritos, mas o Sporting não deve, de maneira nenhuma, temer o seu adversário, ficar lá atrás; deve, sim, atacar, ser agressivo, mostrar garra e mostrar que também é uma equipa forte, que tem jogadores que fazem a diferença".
André Cruz: "O Sporting está a consolidar-se"
"O Sporting está a consolidar-se - foi isso que achei que devia ter feito logo após o título de 2020/21 e conseguiu. Está a assumir-se internamente como uma equipa vencedora; agora, precisa de transferir isso para a Champions. A pressão e a responsabilidade são grandes, mas acredito que o Sporting pode, claro, conseguir manter-se entre as grandes equipas do futebol europeu", atirou ainda.
"Um defesa com a minha técnica? Não há nenhum [risos]. Não tenho jogadores favoritos, porque também não há um Ronaldinho, um Fenómeno, um Messi, um Cristiano Ronaldo, um Zidane... Jogadores que fazem completamente a diferença, com uma classe extraordinária. Ainda assim, olhamos para o Sporting e percebemos que é uma equipa que joga um futebol simples mas eficaz. Quando vais ver o que importa, é fazer grandes jogos e ganhar. O Gyökeres acabou por fazer a diferença pelos golos... Claro que é preciso ter esse tipo de futebolistas, mas sobretudo um treinador ter um conjunto de futebolistas que lhe deem garantias. Vão levar o Sporting a voos maiores, sem dúvida", vincou André Cruz.
André Cruz: "Força Sporting - Sempre"
Por fim, o antigo jogador dos leões deixou uma mensagem diretamente para os adeptos: "Aos meus queridos sportinguistas, 'Força Sporting - Sempre!'. O Sporting está no meu coração e não veja a hora de voltar, até porque mudou muita coisa... Quero levar a minha família a conhecer um país espetacular - Portugal -, por isso fica o meu carinho gigantesco por esses adeptos maravilhosos; e também fica o meu carinho para a torcida do Nápoles, que também tem carinho por mim. Recebo muitas mensagens deles. Há muitos anos que não vou lá - à Europa de um modo geral".
Em análise do mesmo, relativamente à conferência de imprensa focada no jogo frente ao AFS, técnico leonino foi alvo de críticas face às suas declarações
05 Fev 2026 | 12:39 |
Com base na conferência de imprensa da passada quarta-feira, esta relativa ao jogo frente ao AFS para os quartos-de-final da Taça de Portugal, Rui Borges disse que "a sorte dá trabalho", ao abordar as últimas quatro vitórias do Sporting nos momentos finais de cada jogo. Contudo, apesar de Hugo Vasconcelos dar razão ao técnico leonino, o jornalista não deixa de parte que, por isso mesmo, o Clube "anda a viver sobre o arame".
"Este Sporting anda a viver sobre o arame"
"A sorte dá muito trabalho, e não se deve tirar o mérito à capacidade do leão de vencer jogos com golos na compensação. Mas não deixa de ser sorte. «Acabamos por ser felizes em marcar, mas a felicidade é tanta no início como no último minuto», disse também o treinador... e aí já não consigo concordar. Na verdade, este Sporting anda a viver sobre o arame — tem mostrado um equilíbrio tremendo para não cair, mas está muito menos seguro do que se tivesse os dois pés assentes na terra", destacou.
"Que a equipa de Rui Borges tenha conseguido chegar aos triunfos aos 90' ou depois disso é um ótimo sinal — dá conta da resiliência, da convicção, da força psicológica da equipa. Mas o que o treinador tem de questionar é: porque é que isso tem sido necessário?; porque é que o Sporting, nos últimos quatro jogos, chegou aos 89' sem estar a vencer?", sublinhou o jornalista.
"Em Arouca e frente ao Nacional a produção ofensiva terá ficado aquém das expetativas"
"E se contra PSG e Athletic Bilbao, atendendo à força dos adversários, não é difícil compreendê-lo (embora a qualidade, ou falta dela, da exibição na primeira parte no País Basco não deixe de ser preocupante), já em Arouca ou diante do Nacional a produção ofensiva do leão terá ficado bem aquém das expectativas, considerando as diferenças na classificação da Liga", disse Hugo Vasconcelos.
"Por isso, sim, tem havido mérito mas também sorte na forma como o Sporting tem conseguido ganhar ao cair do pano. Mas mais que isso: esse mérito, e essa sorte, não devem servir para esconder o que está menos bem", concluiu assim o jornalista, ao dizer que os leões não se devem debruçar tanto sobre a sorte.
Quase um mês depois do seu despedimento como treinador do Manchester United, surpreendendo as expetativas, timoneiro português opta por outra opção
05 Fev 2026 | 12:21 |
Praticamente um mês depois desde que Ruben Amorim foi demitido do comando técnico da equipa principal do Manchester United, na sequência de uma primeira metade de temporada aquém das expetativas, o antigo treinador do Sporting - que tem mais duas renovações na calha - surpreende ao fazer um 'voto de silêncio'.
Em Inglaterra, havia a expetativa de que o treinador português pudesse vir a público explicar, ao certo, o que aconteceu para que a relação entre ambas as partes se tivesse deteriorado de forma tão súbita, mas até ao momento, este nunca chegou a abordar o assunto. Nem o irá fazer, pelo menos, no futuro próximo, de acordo com informações veiculadas, esta quarta-feira, pelo jornal britânico Daily Mail.
A publicação cita uma "fonte bem colocada em Portugal" para garantir que o ribatejano não irá quebrar o silêncio, pelo menos, até ao final da presente época de 2025/26, com o propósito claro de não perturbar o trabalho que o sucessor no cargo, Michael Carrick, tem vindo de desenvolver, em Old Trafford.
As duas primeiras semanas do antigo internacional inglês no banco de suplentes dos red devils não podia ter corrido de melhor maneira, uma vez que somou por vitórias as três partidas já disputadas, perante Manchester City (em Old Trafford, por 2-0), Arsenal (no Emirates Stadium, por 2-3) e, mais recentemente, Fulham (em Old Trafford, por 3-2).
Como resultado, a equipa ascendeu à quarta posição da Premier League (a última que vale uma vaga na próxima edição da Liga dos Campeões), com 41 pontos conquistados ao cabo de 24 jornadas. À sua frente, encontram-se, apenas, o Arsenal (com 53 pontos), o Manchester City (com 47) e o Aston Villa (com 46).
Com o Clássico bastante próximo, que é exigente no que toca à conquista do tricampeonato, camisola 8 do Clube tem objetivo em mente
05 Fev 2026 | 11:44 |
Pote voltou a ser decisivo no último domingo, ao abrir caminho à vitória do Sporting frente ao Nacional (2-1). O golo apontado em Alvalade teve um significado especial, já que representou o 100.º tento da carreira sénior do camisola 8, sete deles apontados ao serviço do Famalicão, antes da chegada aos leões.
Com a confiança reforçada, o extremo já tem a mira apontada ao Clássico da 21.ª jornada da Liga, frente ao Porto, agendado para a próxima segunda-feira. O Sporting - que sofre reviravolta no que toca ao regresso de Ioannidis - desloca-se ao Dragão com a possibilidade de reduzir a diferença pontual para o líder do campeonato, atualmente fixada em quatro pontos, num encontro que poderá ter impacto direto na luta pelo primeiro lugar.
O encontro de domingo marcou também o regresso de Pote às opções iniciais, depois de uma paragem prolongada devido a lesão. O internacional português não era titular desde 5 de dezembro do ano passado, no empate frente ao Benfica, na Luz, jogo em que também marcou, então o 99.º golo da sua conta pessoal. Frente ao Nacional, confirmou a importância no momento em que voltou ao onze.
Rui Borges tem sublinhado publicamente o peso do camisola 8 do Clube no coletivo. Após o regresso do jogador à competição, o treinador foi claro na análise: "O Pote é claramente diferenciado, a música é outra [risos]. O Pote faz crescer toda a gente, ou fez crescer, neste caso".
Vale a pena recordar que antes do Clássico, o Sporting entra em campo nesta quinta-feira, dia 5 de fevereiro, frente ao AFS. O encontro, a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal, diante da turma liderada por João Henriques, jogar-se-á às 20h45, em Alvalade.