Futebol
Debast está fora, mas Rui Borges pode receber reforço de 21 milhões no Sporting
05 Out 2026 | 09:25
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26 Jun 2020 | 23:05 |
O Sporting CP venceu a Belenenses SAD, por 3-1, e regressou aos triunfos fora de portas. Na conferência de imprensa após a partida, Rúben Amorim estava satisfeito com a resposta da equipa ao golo sofrido, mas considerou que os jogadores têm de entrar melhor nos encontros.
“Já em Guimarães (2-2), não tínhamos entrado bem, é algo que temos de mudar. Jogar no Sporting CP é isto. Os adversários aparecem sempre super motivados e, se damos minutos de folga, vai chegar ao dia em que não vamos conseguir dar a volta. Neste conseguimos e agora é pensar já no próximo jogo”, referiu o técnico.
Quanto ao jogo, Rúben Amorim considerou que a equipa reagiu bastante bem ao golo sofrido e acabou por vencer com naturalidade: “Nós sabíamos que ia ser um jogo difícil, contra uma equipa que tem jogadores experientes do meio-campo para a frente. Não entrámos bem, sofremos um golo que nasce da pressão do Belenenses e é um preço de querer sair a jogar, mas depois reagimos bem. Começámos a perceber que havia espaço nas costas, começámos a empurrar o Belenenses e demos a volta ao resultado com naturalidade”.
Sobre a saída, ao intervalo, de Jovane Cabral, o treinador do Sporting CP esclareceu que o atleta “teve um traumatismo” e, por isso, preferiu não arriscar. No entanto, Rúben Amorim afirmou também que a equipa não está dependente de nenhum e que, apesar da boa forma de Jovane, “quatro jogos no Sporting CP não são nada”.
Por fim, sobre um eventual regresso de Jorge Jesus ao SL Benfica, Rúben Amorim preferiu não comentar e destacou que o importante é o Sporting CP: “É indiferente. Sou treinador do Sporting. Espero estar no Sporting para construir um Sporting forte. Desejoso de ter adeptos. Estamos a criar boa dinâmica, jovens estão a acreditar. Mesmo com lesões estamos a criar um ambiente que é importante e portanto o nosso foco é o Sporting. Não nos interessa muito os treinadores das outras equipas”.
Internacional uruguaio não esteve na Academia Cristiano Ronaldo nesta data FIFA e Rui Borges teve de se render a novas soluções
05 Out 2026 | 11:37 |
Pedro Lima pode estar perto de ganhar maior protagonismo no Sporting. Contratado ao AVS no último mercado de verão por cerca de 4 milhões de euros, o médio teve uma utilização bastante reduzida no arranque da temporada, mas tem aproveitado a pausa internacional para mostrar serviço a Rui Borges.
O brasileiro somou até agora apenas breves aparições, tendo sido lançado aos 88 minutos da vitória frente ao Alverca, por 3-1, e aos 86' no empate com o Arouca, a duas bolas. A ausência de vários internacionais abriu-lhe, porém, espaço para trabalhar de forma mais próxima com o treinador leonino.
Sem Issa Doumbia, ao serviço da seleção principal de Itália, e Silas Andersen, chamado aos sub-21 da Dinamarca, Pedro Lima beneficiou de maior atenção nos trabalhos em Alcochete. João Simões também continua a recuperar os índices físicos depois de uma longa paragem, deixando ainda mais espaço ao reforço para mostrar aquilo que pode oferecer.
A confiança de Rui Borges no médio mantém-se e ficou patente no jogo de preparação frente ao Atlético, que terminou com triunfo do Sporting por 1-0. Pedro Lima foi titular e apareceu numa posição mais adiantada, nas costas de Bidu, imediatamente à frente de Mateo Tanlongo e João Simões.
A função desempenhada pelo jogador chamou particularmente a atenção por ser uma zona onde Rodrigo Zalazar tem sido utilizado com frequência. O uruguaio encontra-se ao serviço da seleção e Pedro Lima aproveitou a oportunidade para dar indicadores positivos, mostrando estar cada vez mais identificado com as dinâmicas da equipa.
O aumento da utilização poderá tornar-se ainda mais provável devido ao calendário que espera o Sporting. Os leões retomam a competição frente ao Braga, no dia 9 de outubro, seguindo-se uma sequência muito exigente de jogos nacionais e europeus praticamente sem descanso.
Depois da Pedreira, a equipa de Rui Borges defrontará Lens, LASK Linz, Académico de Viseu, Marítimo, Casa Pia, Shakhtar Donetsk e Moreirense até à próxima pausa internacional. A elevada concentração de partidas obrigará o treinador a rodar jogadores e a encontrar alternativas dentro do plantel.
Em má fase, 'camisola 25' dos verdes e brancos não somou qualquer minuto ao serviço da seleção nacional às ordens de Jorge Jesus
05 Out 2026 | 11:00 |
Gonçalo Inácio regressa ao Sporting com a cabeça mais limpa antes da deslocação ao terreno do Braga. O central não somou qualquer minuto ao serviço da Seleção Nacional nesta pausa internacional e teve, assim, oportunidade para recuperar depois de uma fase menos positiva ao serviço dos leões, com a qual está frustrado.
Segundo a ‘CNN Portugal’, a ausência de utilização por Jorge Jesus acabou por proporcionar ao defesa um período de maior descanso e de alguma recuperação mental, numa altura em que o 'camisola 25' vinha de momentos complicados no Sporting, nomeadamente dois auto-golos e os recentes empates da equipa.
Inácio já tinha ficado fora das opções no primeiro encontro desta ronda da Liga das Nações, frente ao País de Gales. Nos jogos seguintes, diante da Noruega e da Dinamarca, esteve no banco de suplentes, mas acabou igualmente sem sair para o relvado. Agora, no Estádio do Dragão, ficou novamente de fora.
O internacional português regressa agora a Alcochete sem desgaste competitivo acumulado e com a visita à Pedreira no horizonte. A condição poderá ser importante para Rui Borges, sobretudo numa altura em que a defesa do Sporting apresenta várias limitações para o encontro da oitava jornada.
Nesta temporada, com a camisola do Sporting, Gonçalo Inácio - avaliado em 35 milhões de euros - tem sete jogos realizados: seis para a Liga Portugal Betclic e um para a Liga dos Campeões. Em 630 minutos dentro de campo, o capitão verde e branco soma um golo.
Verdes e brancos voltam a entrar em campo já nesta sexta-feira, dia 9 de outubro, em partida válida para a oitava jornada da Liga Portugal Betclic
05 Out 2026 | 10:31 |
O Sporting está atento à condição física de Maxi Araújo, Rodrigo Zalazar e Luis Suárez antes da deslocação ao terreno do Braga, marcada para sexta-feira, 9 de outubro. Os três internacionais sul-americanos terão viagens longas pela frente e deverão regressar a Alcochete já muito perto do reencontro com a competição de clubes.
Maxi Araújo e Rodrigo Zalazar entram ainda em ação na terça-feira, frente à Índia, em Calcutá, no último particular do Uruguai nesta pausa internacional. A dupla deverá acumular 25.806 quilómetros desde a saída de Lisboa rumo a Tóquio até ao regresso a Portugal, depois de passagens por Rifu, Seul e Calcutá.
A federação uruguaia procura ainda encontrar uma solução que permita acelerar o regresso dos jogadores que atuam na Europa, nomeadamente através de um voo fretado. O Sporting espera ter Maxi e Zalazar em Portugal até quarta-feira, embora a integração na última sessão antes da viagem ao Minho possa ser limitada.
A utilização de ambos frente à Índia será, por isso, determinante para as decisões de Rui Borges. Maxi Araújo e Zalazar continuam a ser peças importantes nas opções do treinador, mas o técnico tem alternativas caso entenda que o desgaste acumulado não permite lançar os dois de início diante do Braga.
Rodrigo Dias surge como uma das opções para substituir Maxi Araújo no corredor esquerdo. No meio-campo, a eventual ausência de Zalazar - que foi recente destaque - do onze pode abrir espaço para jogadores como Flávio Gonçalves ou Luís Guilherme, dependendo da estratégia definida para o encontro na Pedreira.
Luis Suárez representa um caso ainda mais delicado. O avançado colombiano regressará mais tarde a Alcochete e deverá percorrer um total de 14.435 quilómetros nesta janela internacional, circunstância que aumenta a preocupação do Sporting em relação à gestão física do 'camisola 97'.
A estrutura leonina já pediu às federações da Colômbia e do Uruguai alguma sensibilidade na utilização dos respetivos jogadores nos últimos compromissos desta pausa FIFA. No caso de Suárez, o pedido foi feito tendo em vista o particular frente ao Peru, enquanto Maxi e Zalazar dependem da gestão de Diego Forlán no encontro com a Índia.
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