Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
The Daily Ronaldo
10 Mai 2026 | 14:15 |
O Al Ittihad, de Sérgio Conceição, demitiu o diretor desportivo, Ramon Planes, na sequência de uma janela de transferências de inverno considerada "fraca" pela estrutura do clube. O espanhol, que antes passou pelo Barcelona, já foi informado da decisão e está de saída do cargo.
De acordo com o portal 'Winwin', o dirigente, que já passou pelo Barcelona, já foi afastado de todas as funções no emblema saudita e deixou de participar tanto nas operações diárias como nas atividades relacionadas com os jogos. A saída surge numa altura particularmente delicada para o Al Ittihad, que atravessa uma crise desportiva e administrativa.
A situação agravou-se no mercado de inverno, quando Sérgio Conceição viu Karim Benzema rumar ao rival Al Hilal e N’Golo Kanté seguir para o Fenerbahçe. Apesar das saídas de peso, o clube não conseguiu garantir reforços considerados capazes de colmatar essas ausências, algo que gerou enorme insatisfação dentro da estrutura.
A mesma fonte refere que Ramon Planes falhou inclusivamente a contratação de jogadores locais, apesar dos pedidos feitos pelo treinador português para reforçar o plantel. Enquanto isso, os principais rivais acabaram por atacar o mercado de forma mais eficaz, deixando o Al Ittihad em clara desvantagem competitiva.
Neste momento, o emblema saudita encontra-se sem diretor desportivo e sem uma estratégia definida para o futuro próximo. A crise interna chega numa fase decisiva da temporada, numa altura em que a equipa ainda luta por um lugar no play-off de acesso à Liga dos Campeões asiática.
Utilização do astro do futebol mundial foi um dos principais tópicos na apresentação do novo Selecionador Nacional e há novos dados sobre o tema
12 Jul 2026 | 16:34 |
A gestão de Cristiano Ronaldo foi um dos temas centrais da apresentação de Jorge Jesus como novo selecionador nacional. O treinador português garantiu que nunca teve dificuldades em lidar com o capitão da Seleção, mas os números da última temporada ao serviço do Al Nassr ajudam a perceber como geriu o avançado.
"Nunca vai ser um problema. É facílimo trabalhar com ele. Desde que ele perceba onde ele pode chegar e eu também, é uma relação entre treinador e jogador", afirmou Jorge Jesus, recordando ainda que substituiu Cristiano Ronaldo "16 vezes" durante a época. O técnico acrescentou que, quando entendia que o avançado não devia jogar, simplesmente não o convocava.
Contudo, os dados analisados pelo Mais Futebol mostram uma pequena diferença: Cristiano Ronaldo foi substituído em 17 ocasiões e não em 16. Doze dessas substituições aconteceram no campeonato saudita, uma na Supertaça e quatro na Champions 2 asiática, tornando esta na época em que mais vezes foi rendido ao longo da carreira.
Apesar disso, Jorge Jesus continuou a dar um papel determinante ao internacional português. CR7 participou em 37 dos 49 jogos possíveis, tendo ficado de fora sobretudo na Champions 2 por opção técnica. Nas primeiras 14 jornadas do campeonato foi sempre titular e cumpriu os 90 minutos, assinando um arranque de temporada de elevado nível com 14 golos e uma assistência.
Os números revelam ainda que Jorge Jesus geria Cristiano Ronaldo sobretudo quando os encontros estavam controlados. Em 14 das 17 substituições, o avançado deixou o relvado apenas no último quarto de hora e apenas numa ocasião saiu com o Al Nassr em desvantagem no marcador, demonstrando a confiança que o treinador continuava a depositar no capitão português.
Antigo internacional pela seleção francesa considera que equipa das quinas não soube potenciar as qualidades do seu capitão
10 Jul 2026 | 15:57 |
Youri Djorkaeff deixou duras críticas à campanha de Portugal no Campeonato do Mundo de 2026 e saiu em defesa de Cristiano Ronaldo. O antigo internacional francês considera que a Seleção Nacional não potenciou as qualidades do capitão e entende que a equipa falhou ao não adaptar o seu jogo ao avançado.
Y. Djorkaeff: “Se levas Cristiano Ronaldo, a equipa tem de jogar para ele, e isso não aconteceu"
Em declarações à RMC Sport, o campeão do Mundo de 1998 mostrou-se convicto de que o avançado acabou por ser prejudicado pelos próprios colegas: “Se levas Cristiano Ronaldo, a equipa tem de jogar para ele, e isso não aconteceu, de todo. Dá para ver que foi boicotado pela sua própria equipa. Não o assistiram, não o colocaram nas melhores condições”.
Djorkaeff prosseguiu a análise, defendendo que o estilo de jogo do capitão português é bem conhecido e que a responsabilidade de o potenciar cabia à equipa técnica e aos companheiros: “Todos conhecemos o Cristiano. Ele joga da mesma forma desde sempre. Estavam à espera de quê, que de repente mudasse? Ou não o convocas ou não o colocas em campo. Se o fazes, então tens de construir a equipa à volta dele”.
O antigo médio considerou que faltou personalidade para dividir responsabilidades ao longo da competição. Na sua opinião, vários jogadores esconderam-se em momentos decisivos e deixaram demasiado peso sobre Cristiano Ronaldo - que segue apenas quatro colegas nas redes sociais.
“O que não me agradou na seleção de Portugal, apesar de todo o talento que tem, foi ver todos a transferirem a responsabilidade para o Cristiano. A determinada altura, o Vitinha, o Bruno Fernandes e os restantes também tinham de assumir responsabilidades. Não se pode continuar à espera que seja sempre o Cristiano a resolver tudo. Não é o único que tem de fazer a diferença”, concluiu Djorkaeff.
Com a eliminação de Portugal do Campeonato do Mundo 2026, muitas são as justificações que os adeptos procuram para explicar o ocorrido
09 Jul 2026 | 14:43 |
Depois de Portugal ter sido eliminado dos oitavos de final do Campeonato do Mundo, as opiniões e críticas continuam a ser lidas e escritas nas redes sociais. Esta semana, um adepto português viralizou ao mostrar conexões entre os jogadores da seleção portuguesa no Instagram. O dado que mais surpreende envolve Cristiano Ronaldo.
O capitão da Seleção Nacional - que evitou o contacto com os adeptos portugueses - segue apenas quatro companheiros que também integraram a comitiva portuguesa: Diogo Dalot, João Cancelo, Rafael Leão e Bruno Fernandes.
Desta forma, o gráfico apresentado por este adepto releva, jogador a jogador, quem segue quem dentro do próprio grupo. Enquanto alguns jogadores fazem questão de seguir e acompanhar praticamente todos os colegas de equipa, Cristiano Ronaldo aparece na última posição deste ranking.
Em sentido inverso, Bruno Fernandes e José Sá são os totalistas nesta lista, sendo os únicos que seguem todos os outros 26 jogadores da seleção das quinas. No segundo posto, Nélson Semedo e Vitinha, seguem 24 companheiros cada um.
O dado surge num momento frágil para aquilo que é o ambiente da seleção nacional. Numa altura em que todos os jogadores são contestados e a relação de Cristiano Ronaldo com os restantes colegas é colocada em causa, o gráfico apresentado pelo adepto pode ser impulsionador de críticas e de contestação para os portugueses.