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Futebol
27 Dez 2019 | 15:00 |
No dia 4 de novembro de 2018, frente ao CD Santa Clara, Rodrigo Battaglia lesionou-se com bastante gravidade. Mais de um ano depois, o argentino voltou a um relvado de más memórias. “Foi especial regressar onde me lesionei, onde sofri tanto, mas são coisas que acontecem. Estou feliz por ter regressado à competição. Estava ansioso, mas desfrutei muito e tentei fazer o meu melhor com toda a naturalidade”, confessou o internacional argentino. Battaglia falou também sobre a lesão que sofreu frente ao Rio Ave FC, em setembro: “Percebi que não era assim tão grave, que não era a mesma dor que tinha sentido quando rompi o ligamento cruzado. Foi apenas o menisco e sabia que o tempo de recuperação iria ser menor”. Apesar disso, o médio leonino frisou que foi bastante difícil ultrapassar novo tempo de paragem: “foi duro, claro, tive de ter muita paciência. Não é fácil estar tanto tempo sem jogar e sem treinar, mas, infelizmente, são coisas que podem acontecer”. Já com os olhos postos no futuro, o argentino disse estar bem e aproveitou para agradecer o apoio da família leonina: “Agora estou bem, ainda posso melhorar um pouco mais, mas sinto-me bem e isso é o mais importante", referiu, agradecendo o apoio dos companheiros de equipa: "Somos uma verdadeira família. Todos me apoiaram e isso foi muito importante”. Relativamente a objetivos para a segunda metade da temporada, Rodrigo Battaglia afirmou que passam por “fazer o maior número de minutos possível” e ajudar “a equipa onde tiver de ser, mas todos querem jogar e eu, claro, vou lutar pelo meu lugar”. Sobre um possível regresso à seleção, o médio disse aguardar serenamente por esse momento. O argentino deixou ainda três desejos para 2020: “Espero que possamos conquistar títulos, que o Clube estabilize, assim como a relação com os adeptos”. Battaglia chegou ao Sporting CP na temporada de 2017/2018. Desde então, realizou 72 partidas e marcou três golos. O argentino chegou do Sporting CP e custou cerca de 4,5 milhões de euros. Confiante com o futuro, o argentino disse também esperar "com calma" o regresso à seleção da Argentina e para o Sporting CP deixou três desejos: "Espero que possamos conquistar títulos, que o Clube estabilize, assim como a relação com os adeptos também".
Fotografia Sporting CP
Com uma sequência negativa de resultados e com exibições da equipa muito contestadas, muitos são os adeptos que pedem a demissão do técnico leonino
21 Set 2026 | 17:32 |
Ricardo Monsanto, treinador de futebol, analisou n´A BOLA TV as palavras utilizadas por Rui Borges na conferência de impressa pós-jogo entre Sporting e Arouca, que terminou com um empate (2-2), a contar para a sétima jornada da Liga Portuguesa.
Ricardo Monsanto: "Quem obrigou a equipa a vir para trás foi o treinador"
“O Rui Borges não tem o dom da palavra. Ponto. Não tem o dom da palavra, não sabe acertar as justificações corretas, não sabe seguir em frente muitas vezes. O Rui Borges diz: “ficar com 10 obrigou-nos a vir para trás”. Quem obrigou a equipa a vir para trás foi o treinador, não foi ficar com 10. Com 10 é possível o Sporting continuar a fazer uma pressão um pouco mais alta".
Ricardo Monsanto: "É uma falta de humildade tremenda de Rui Borges"
"Apesar do Rui Borges não ter um português muito bom, a questão aqui é a seguinte: a humildade. Durante algum tempo, quando o Rui Borges ganhava, queria dar-se a entender como o rapaz de Mirandela, muito humilde. Não, falta muita humildade ao Rui Borges. Especialmente quando perde e este empate soube a derrota".
“É uma falta de humildade tremenda o que o Rui Borges acabou de ter na conferência de imprensa. A expulsão justifica tudo? Não, não justifica tudo. Muitas equipas acabam com 10 jogadores e não sofrem dois golos por causa disso. Uma coisa era se ele estivesse a jogar contra a Juventus, contra o Atlético de Madrid, contra o Manchester United, numa competição europeia, contra outro candidato ao título, percebe-se perfeitamente. Agora, está a jogar contra o Arouca e ele teve a atitude que era natural o Arouca ter se fosse ao contrário. Essa é a questão. O Rui Borges não tem o dom da palavra e não se sabe sequer justificar".
Recorde-se que com este empate, o terceiro nesta edição da prova, o Sporting ocupa a terceira posição do campeonato, com 15 pontos. Numa altura em que as exibições da equipa são cada vez mais contestadas, muitos são os adeptos verdes e brancos que, através de publicações nas redes sociais, demonstram o seu desejo relativamente à demissão de Rui Borges.
Antigo dirigente dos verdes e brancos foi chamado a comentar a fase de má resultados que os leões estão a passar, além da continuidade do técnico
21 Set 2026 | 17:00 |
Bruno Mascarenhas considera que o universo do Sporting está dividido quanto à continuidade de Rui Borges. O antigo dirigente leonino reconhece que existe uma fação que ainda apoia o treinador, enquanto outra perdeu a tolerância após os resultados mais recentes.
Bruno Mascarenhas: "Sócios estão um bocado divididos quanto à permanência do treinador"
Em declarações ao jornal Record, o atual vereador da Câmara Municipal de Lisboa explicou as razões para essa divisão. “Neste momento, os sócios estão um bocado divididos quanto à permanência do treinador. Há uns que apoiam a sua continuidade, porque gostam da personalidade de Rui Borges, da sua forma de comunicar e porque entendem que ele está a construir uma equipa praticamente nova".
Bruno Mascarenhas destacou também o peso das alterações feitas no plantel, sobretudo no meio-campo, mas reconheceu que parte dos adeptos continua marcada pela derrota na final da Taça de Portugal frente ao Torreense e pelos três empates desta temporada em jogos nos quais o Sporting esteve em vantagem.
“Depois, há outros sócios que não perdoam a forma como se perdeu a final da Taça da época passada e estão sem qualquer tipo de tolerância para estes resultados, três empates que resultam de jogos em que o Sporting até esteve em vantagem. E, para os sócios, é natural que a culpa seja do treinador”, referiu.
Questionado sobre a sua posição, o antigo dirigente mostrou-se favorável à continuidade: “Sou daqueles que entende que o treinador merece um voto de confiança, precisamente porque ele esteve sujeito às circunstâncias do mercado e viu-se obrigado a construir uma equipa praticamente nova".
Bruno Mascarenhas: "Obviamente que este início de campeonato tem sido dececionante"
Mascarenhas acredita, ainda, que o Sporting poderá apresentar uma versão melhor na Champions: “Acredito que na Liga dos Campeões a equipa se irá transfigurar para melhor”, afirmou, apesar de admitir que o arranque no campeonato não tem correspondido às expetativas: "Obviamente que este início de campeonato tem sido dececionante e que, no futebol, as opiniões mudam tão rapidamente que em apenas uma semana o treinador pode ver aumentar muito a pressão para a sua saída".
A pausa para as seleções é vista como uma oportunidade para Rui Borges trabalhar alguns dos problemas coletivos. “É bom para o treinador aprofundar os automatismos da equipa. Vai permitir acalmar e trabalhar de forma descontraída”, explicou.
Para Bruno Mascarenhas, a principal fragilidade está identificada. “Onde se notam maiores debilidades é nos apoios defensivos. É onde tem havido mais falhas. Tem exposto demasiado os defesas-centrais. Talvez por isso o Sporting não tenha acertado ainda na dupla base”, concluiu.
Apesar do empate dos leões na sétima jornada do campeonato, as bancadas do Estádio contaram com uma presença muito especial
21 Set 2026 | 16:46 |
Apesar de uma exibição muito pouco conseguida por parte da formação leonina no encontro frente ao Arouca, a contar para a sétima jornada da Liga Portuguesa, as bancadas do Estádio José de Alvalade contaram com uma presença muito especial.
Entre os 49.941 espectadores presentes nos vários setores do estádio, um deles era Geovany Quenda. O extremo formado em Alcochete, atualmente a atuar com as cores do Chelsea, aproveitou a ocasião para vir assistir à partida dos seus antigos colegas.
Depois de ter sido utilizado por 20 minutos na derrota do clube londrino diante do Brentford (3-0), na Premier League, Quenda esteve em Alvalade para matar saudades daquela que também já foi a sua casa durante os anos em que esteve com o leão ao peito.
O início de temporada do ex-camisola 7 dos verdes e brancos também tem sido muito atribulado. Nas cinco jornadas já disputadas da Premier League, apenas foi utilizado durante 28 minutos, tendo estado fora da equipa em duas ocasiões. Desta forma, terá de procurar afirmar-se nos blues.
Com a pausa para as seleções a começar, Quenda foi chamado para integrar os trabalhos da seleção sub-21. Também Rafael Nel, Eduardo Felicíssimo e Flávio Gonçalves integrarão os trabalhos de Luís Freire. Os sub-21 defrontarão a Bulgária a 25 de setembro, em Pazardzhik, Gibraltar no dia 30, em Ponta Delgada, e a República Checa em 6 de outubro, em Leiria, a contar para a fase de qualificação para o Europeu de categoria.