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Basquetebol
11 Dez 2019 | 14:22 |
Após o jogo no Dragão Arena, Luís Magalhães, treinador de basquetebol do Sporting CP, deixou algumas críticas ao modelo do campeonato português da modalidade, dizendo que o basquetebol é, ainda, uma modalidade de treino em Portugal.
“Há dois campeonatos e, fundamentalmente, poucos jogos. Neste momento, o basquetebol é uma modalidade de treino em Portugal. Fizemos um estudo e vimos que os iniciados da associação de Lisboa tinham mais jogos do que as equipas do campeonato. Temos de fazer mais jogos para passar a ser uma modalidade de treino e de jogo”, referiu.
Na temporada de 2019/2020 da LPB Placard, a fase regular tem 26 jogos, com as equipas que lutam pelo título a terem de fazer depois entre nove e 15 jogos para se sagrarem campeões. Se fizerem uns play-off perfeitos, precisam apenas de nove vitórias. Caso vençam as suas eliminatórias por 3-2, então serão necessários os 15 jogos. Resumindo, uma equipa em Portugal para ser campeã nacional da modalidade precisa de fazer entre 35 e 41 jogos.
Comparando com o escalão de iniciados de Lisboa, e fazendo contas com a temporada passada, uma equipa de iniciados masculinos da Associação de Basquetebol de Lisboa, para ser campeão nacional precisa de fazer um total de 39 a 41 jogos, 18 na fase distrital e 21 a 23 no nacional.
A conclusão que fica é que o treinador do Sporting CP pode ter razão no que diz, porque uma equipa profissional pode precisar de apenas 35 jogos para ser campeã, enquanto os iniciados precisam obrigatoriamente de 39 partidas.
É verdade que, depois, as equipas profissionais disputam a Taça de Portugal e as quatro primeiras da primeira volta da LPB Placard também a Taça Hugo Santos. Existem também as competições europeias, mas o que disse Luís Magalhães não deixa de ser verdade.
Resultado acabou por ficar para segundo plano perante confusão que marcou encontro entre verdes e brancos e rivais nortenhos
14 Set 2026 | 11:42 |
A equipa de basquetebol do Sporting perdeu a final do Torneio Internacional de Luanda frente ao Porto por 88-77, mas o resultado acabou por ficar para segundo plano perante a confusão que marcou o encontro. O momento aconteceu já no último período, numa altura em que a partida permanecia completamente em aberto (66-61).
Tudo começou num contra-ataque do rival, quando o reforço Trevor Baskin agarrou por trás os braços de Childe Dundão, impedindo o base portista de concluir o lançamento e provocando a sua queda. A falta desencadeou de imediato a reação de Tanner Omlid, que se dirigiu a Baskin e deu início a uma troca de empurrões entre elementos das duas equipas.
A situação rapidamente ganhou maiores proporções, com jogadores, treinadores e elementos do staff de ambos os lados a envolverem-se na confusão. Houve vários momentos de tensão e tentativas de separar os intervenientes, num episódio que acabou por manchar uma final que estava a ser disputada de forma equilibrada e intensa.
Do lado do Sporting, Trevor Baskin acabou expulso, enquanto João Fernandes também recebeu uma falta técnica no meio da confusão e viria posteriormente a deixar o jogo. Tanner Omlid, ex Sporting, foi o jogador do Porto a receber ordem de expulsão.
Após a confusão, o Porto garantiu a vitória por 88-77 e o troféu. O Sporting fica assim com o segundo lugar no torneio, mas terá pouco tempo para esperar por nova oportunidade de desforra: as duas equipas voltam a defrontar-se a 26 de setembro, na Supertaça, em Albufeira.
Presidente do Clube de Alvalade tem consciência de que a equipa leonina não está no mesmo patamar dos rivais, mas exige época competitiva
13 Set 2026 | 03:00 |
Frederico Varandas reconhece o fosso existente entre o Sporting e os principais rivais no basquetebol, mas tem objetivos bem definidos, sabe o Leonino. Apesar dessa diferença, o Presidente dos verdes e brancos pretende que a equipa mantenha um nível competitivo semelhante ao da última temporada e continue em condições de discutir troféus.
Ao que o nosso Jornal apurou, a Direção leonina tem consciência da realidade existente perante Benfica e Porto, mas não pretende utilizar esse cenário como justificação para baixar a fasquia. A temporada passada serve, precisamente, como exemplo daquilo que o Sporting procura repetir em termos de competitividade.
Em 2025/26, os leões conquistaram a Taça de Portugal e a Taça Hugo dos Santos, terminando a época com dois troféus. Na Liga Betclic, o percurso terminou nas meias-finais do playoff, diante do Porto, com uma derrota por 3-1. Os dragões acabariam posteriormente por conquistar o título nacional, vencendo o Benfica na final pelo mesmo resultado.
A diferença para os dois rivais voltou a ser testada durante esta pré-temporada. No Torneio Internacional Cidade de Viana do Castelo, o Sporting terminou na quarta posição, depois de perder frente ao Porto, por 84-80, nas meias-finais, e diante do Benfica, por 91-78, no encontro de atribuição do terceiro e quarto lugares.
O plantel leonino sofreu, entretanto, uma remodelação significativa, além da entrada de Bernardo Pires para o comando técnico, sucedendo a Luís Magalhães. Liam O’Reilly, Gabe Kalscheur, Javian Davis, Trevor Baskin, Brayden Carter, Gustavo Teixeira e João Embaló chegaram ao Sporting para reforçar as opções da equipa técnica em 2026/27. Em sentido contrário, deixaram Alvalade Robby Robinson, Malik Morgan, Dinis Cherepenko, Brandon Johns Jr., Stephan Swenson e Miguel Correia.
Leões entraram melhor no dérbi, mas acabaram por ver encarnados serem superiores e não conseguiram fechar competição com um triunfo
07 Set 2026 | 12:37 |
A equipa de basquetebol do Sporting terminou o Torneio Internacional Cidade de Viana do Castelo no quarto lugar, depois de perder frente ao Benfica por 91-78 no encontro de atribuição do terceiro posto. Os leões entraram melhor no dérbi, mas acabaram por permitir a reviravolta dos encarnados e não conseguiram fechar a competição com um triunfo.
A equipa leonina começou a partida com boas indicações e conseguiu terminar o primeiro período na frente do marcador, com uma vantagem de quatro pontos (26-22). No entanto, o segundo parcial revelou-se determinante para o desfecho do encontro, com o Benfica a aproveitar uma quebra do Sporting para passar para a frente e chegar ao intervalo a vencer por 50-40.
Após o descanso, os leões ainda procuraram reagir e conseguiram reduzir ligeiramente a diferença durante o terceiro período. O Sporting venceu esse parcial por 22-19, mas entrou nos últimos 10 minutos ainda a perder por sete pontos (69-62), ficando obrigado a uma recuperação que acabou por não acontecer.
No quarto período, a formação orientada por Bernardo Pires não encontrou argumentos para voltar a aproximar-se do rival. O Benfica voltou a controlar o ritmo da partida e venceu os últimos 10 minutos por 22-16, fixando o resultado final em 91-78.
Individualmente, Liam O'Reilly foi o principal destaque dos leões, com 26 pontos e duas assistências, enquanto Francisco Amarante somou 15 pontos. O Sporting não conseguiu, assim, repetir o resultado positivo que procurava depois de ter sido derrotado pelo Porto na meia-final, por 84-80. O torneio acabou por ser conquistado pelos dragões, que venceram o Oviedo na final por 78-68.