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A CLASSE
Formados em Alcochete, João Mário e João Palhinha têm sido os mestres a meio campo que dão o ritmo à música que se ouve dentro das quatro linhas.
Imagem de destaque08 Nov 2020, 11:00

A semana foi de novidades boas. Depois da vitória frente ao Tondela conseguimos garantir o primeiro posto da tabela classificativa, muito por mérito próprio. Ainda que o FC Porto e o Benfica tenham perdido, a verdade é que, o Sporting CP, atingiu o primeiro posto e se de lá sairmos, só podemos assumir a culpa.

Amorim percebeu que tem de entrar no jogo sem medos, no encontro com o Tondela apostou numa equipa com um ponta de lança de início e as mudanças foram evidentes, a entrada de João Mário também ajudou muito e a verdade é que o Sporting CP voltou a jogar um futebol que gostamos de ver.

Se de um lado temos um Pote cheio de golos, do outro estão antigas estrelas da companhia. Formados em Alcochete, João Mário e João Palhinha têm sido os mestres a meio campo que dão o ritmo à música que se ouve dentro das quatro linhas.

Na altura em que Palhinha foi emprestado ao Braga, muito se disse e se escreveu sobre o erro cometido por Sousa Cintra, mas, bem vistas as coisas, a diferença é notória. Palhinha cresceu, tornou-se um jogador inteligente, capaz de olhar para as jogadas com outra capacidade e até com veia de Capitão.

E se por um lado temos João Palhinha, do outro está João Mário, um homem que conhece bem os cantos à casa, que foi para Itália para mostrar o seu valor e que se foi apagando ao longo do tempo. O regresso de João Mário ao Reino do Leão agradou a todos, inclusivé ao próprio João. Veio com o objetivo de se poder mostrar a Fernando Santos, que desde o Euro 2016 que não o chama para a equipa das quinas, veio com o objectivo de mostrar que ainda consegue, que ainda pode e que ainda faz a diferença numa equipa, e a verdade é que até agora, está tudo a correr dentro do previsto. A classe e a experiência que o médio português traz ao meio campo do Sporting só vem provar que só temos de fazer valer a prata da casa para conseguirmos bons resultados.

Se acredito num título de Campeão Nacional este ano? Ainda é muito cedo para dizer, ainda muita àgua vai correr por baixo da ponte e muitas serão as tempestades, mas a verdade é que Amorim tem demonstrado que com trabalho, com espírito de sacrifício e com os olhos postos na conquista dos 3 pontos em cada jogo, as coisas podem acontecer.

Sonhar não custa nunca, o que custa é poder ver o sonho cair outra vez por erros que já foram cometidos anteriormente. Também náo desejo nenhuma derrota ao FC Porto e ao Benfica, porque sei que se o nosso trabalho, enquanto membros de um clube tão grande como o Sporting, for bem feito, não temos nada com que nos preocupar.

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