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GANHAR É O DESTINO DO SPORTING CLUBE DE PORTUGAL
Todos concordaremos que o plantel precisa de um ou dois reforços cirúrgicos, daqueles que acrescentam qualidade e entram na equipa de caras.
15 Jan 2021, 12:06

Está na génese do clube, está presente em tantos momentos da sua glória, está na atitude e mentalidade dos adeptos, está na massa de que somos feitos: ganhar é o destino do Sporting Clube de Portugal.

Este é um clube para campeões, só os que têm ambição, atitude, raça, capacidade de sacrifico, de trabalho e de entrega total podem representar e servir o Sporting, seja como atletas, seja como técnicos, dirigentes ou funcionários.

Só podemos pensar na vitória, o nosso objetivo é sempre a vitória. Mesmo quando não a alcançamos, mesmo depois de termos sofrido a primeira derrota doméstica, nas competições nacionais, não podemos senão pensar na vitória no jogo seguinte.

E o jogo seguinte é já hoje. Recebemos o Rio Ave e vamos ganhar. Qualquer outro pensamento é proibido. Vamos ganhar.

Seguimos na frente, seguimos juntos. Onde vai um, vão todos. Sem reservas. Sem desculpas.

Na Madeira, depois de um jogo extraordinário, em que conseguimos vencer, com um empenho notável, neste lamaçal que é o futebol português – isto depois de uma viagem atribulada, em pleno temporal -, soçobrámos pela primeira vez este ano nas competições internas.

Podemos tentar muitas explicações para esta primeira derrota, mas ninguém se irá lembrar delas daqui a umas semanas. A verdade é que fomos eliminados da Taça de Portugal e é isso que fica para a história.

Mas continuamos invencíveis na Liga. Hoje, temos mais um adversário difícil pela frente. O plantel voltou a ser afetado pela Covid e vamos dispor de uma defesa desfalcada relativamente ao onze habitualmente titular. É mais uma adversidade. Mas é nas adversidades que se vêm os campeões.

A seguir a nós, jogam os nossos principais rivais entre eles. Um deles, ou os dois, vão perder pontos. Não podemos perder esta oportunidade de aumentar um pouco mais a vantagem.

Nem sempre vai correr tudo bem. Vamos ter outros jogos menos conseguidos. Mas as vitórias fazem-se de raça, de querer leonino, de vontade indómita.

Tenho a certeza que dentro de campo a rapaziada vai dar tudo, tudo o que tem, e mais do que tem, se for necessário, para conquistar a vitória. Temos de ser, cada vez mais, o primeiro. E, nessa caminhada, o jogo de hoje é um passo que não podemos dar em falso.

Entretanto, estamos a meio de Janeiro, em plena janela de transferências de inverno.

Jogamos com os que temos e são esses que têm ido à luta por nós. É nos que jogam de leão ao peito que temos de acreditar.

Mas todos concordaremos que o plantel precisa de um ou dois reforços cirúrgicos, daqueles que acrescentam qualidade e entram na equipa de caras. A “estrutura” movimentou-me muito bem no mercado de verão, soube escolher e comprar.

Sabemos que não abunda em Alvalade aquilo de que os negócios são feitos: dinheiro. Mas, dentro das possibilidades, esta é a única oportunidade que vamos ter, até final da época, de reforçar um plantel que se quer campeão.

Acho que todos sabemos quais as prioridades em termos de reforço(s). O treinador e toda a estrutura também sabem, sabem melhor que nós. Veremos o que acontece nesta matéria.

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