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O DESPORTO, A POLÍTICA E A JUSTIÇA
Porque será que, das claques dos clubes de maior dimensão em Portugal, simplesmente as do Sporting CP sejam aquelas que mais têm sofrido com a justiça, com ou sem razão, pelas quais são apontadas?
Imagem de destaque10 Jun 2020, 20:00

O jogo do Sporting CP em Guimarães, com isto que vou falar não quer dizer que tivesse jogado mal: o Sporting teve CP boas intervenções dos jovens que fizeram parte da equipa, mas, quando se está a ganhar por duas vezes e se deixa empatar, alguma coisa não está bem.  Talvez falte maturidade. Até porque, nos últimos 15 minutos, o Vitória de Guimarães jogou apenas com 10 jogadores. E teve possibilidades de fazer mais do que isso.

Esperemos que os próximos jogos, que são 9 finais que temos pela frente, e para que o Sporting CP possa chegar ao terceiro lugar, têm que ser algo mais agressivo para que situações destas não voltem a acontecer. E, esperemos todos nós, Sportinguistas, que assim seja para que não se percam mais oportunidades como esta, a fim de chegar aos lugares da frente.

Porque será que, das claques dos clubes de maior dimensão em Portugal, simplesmente as do Sporting CP sejam aquelas que mais têm sofrido com a justiça, com ou sem razão, pelas quais são apontadas? E as outras claques que já maltrataram adeptos e claques do Sporting CP, tendo até provocado a morte de alguns Sportinguistas, onde nem o Estado português, nem a justiça, nem os órgãos desportivos, que eu tenha conhecimento, nada fizeram para que essas claques ou pessoas fossem responsabilizados pelos atos cometidos contra os Sportinguistas?!  Como atrás já disse, até assassinatos já houve!

Se as claques irregulares existem, os clubes não têm assumido a sua responsabilidade, já que, quando se deslocam a outros estádios, questiono porque é que vai a polícia fazer o seu acompanhamento, com tantos custos? Se elas são irregulares, por que motivo temos que suportar esse custo com a segurança delas, através dos nossos impostos?

No pensamento da lei, em que hoje, segundo notícias de algumas revistas portuguesas, o Ministério Público está proibido de investigar políticos e entidades oficiais!? Quer dizer que, na realidade, está a faltar democracia neste país que tanto fala no 25 de abril.

“Democracia, onde estás?”

Não só nós como também o próprio ex-presidente do sindicato dos magistrados do Ministério Público entende que este órgão “morreu como a magistratura”.

E assim vai o desporto, a política e a justiça neste país.

Agora, que estamos a atravessar uma pandemia com prejuízos incalculáveis para o país, para as famílias e para as empresas, os municípios que estão a lidar todos os dias nos seus concelhos com esta realidade, deveriam isentar todas aqueles que, com esta pandemia, tenham sofrido graves prejuízos dos quais muitos são irrecuperáveis. Entre várias ajudas, uma das quais os municípios podem e deveriam fazer, seria isentar as famílias e as empresas de IMI. Os montantes não são elevados para cada um dos munícipes e empresas, mas, nestes tempos que atravessamos, iriam matar a fome a muita gente cujas necessidades estão no seu dia-a-dia, infelizmente, a acontecer.

E assim, como por vezes o pouco é muito para essa famílias e empresas, e como já atrás mencionei, é através dos munícipes que se cria a riqueza de cada concelho, da região e do país.

Seria um gesto de grande apoio para quem tem necessidades.

E esperamos que estas palavras possam chegar a quem pode decidir. Gratos pela vossa atenção.

Esperamos ainda que se vá a tempo para que se possa devolver esse dinheiro já pago, que os portugueses tanto precisam, uma vez que a União Europeia não se esqueceu de apoiar os países que dela fazem parte. Esperamos que os responsáveis não esqueçam as famílias e as empresas. Por isso, como bons portugueses que somos vamos acreditar que assim venha a ser?!

O país perdeu um grande homem, com uma competência e isenção ímpar. À família do Dr. José Tavares Moreira, envio as mais sentidas condolências.

Que o desporto prevaleça!

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