Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!

WhatsApp Seguir

Futebol

Rui Silva entra na lista? Os 15 guarda-redes mais altos da história do Sporting

Altura é sinónimo de qualidade na proteção da baliza? Veja quem integra esta lista e recorde nomes importantes que defenderam o emblema verde e branco

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

17 Fev 2025 | 22:54 |

Icon Comentário0

O Sporting apostou em vários guarda-redes ao longo da sua história e a recém-chegada de Rui Silva, que esteve em destaque no último jogo dos leões frente ao Arouca, a Alvalade leva-nos a recordar os guardiões mais altos da história do Clube. Aqui estão os 15 guardiões que integram a lista:


1.º - Vladimir Stojkovic - 1.96m


O sérvio chegou ao Sporting em 2007, mas nunca se impôs como titular indiscutível, tendo realizado apenas 15 partidas. Depois de três empréstimos, acabou por sair em 2010, sem conquistar títulos.


2.º - Zoran Lemajić - 1.96m

O montenegrino chegou ao Sporting em 1993/1994, mas teve poucas oportunidades. Permaneceu duas épocas em Alvalade e venceu uma Taça de Portugal, antes de rumar ao Marítimo.


3.º - Bela Katzirz - 1.94m

O húngaro representou o Sporting entre 1983 e 1986. Conquistou a Taça de Honra de leão ao peito em 1984/1985

4.º - Diogo Pinto - 1.94m

Guarda-redes das camadas jovens, teve apenas três oportunidades na equipa principal na época de 2023/2024, em que o Sporting se sagrou campeão nacional.

5.º - Peter Schmeichel - 1.93m

O lendário dinamarquês chegou ao Sporting em 1999 e conquistou um campeonato nacional em 1999/2000 e uma Supertaça em 2000/2001, sendo uma peça fundamental na equipa em 69 jogos disputados com a camisola verde e branca.

6.º - Renan Ribeiro - 1.93m

Chegou em 2018 emprestado pelo Estoril Praia e teve um início promissor, conquistando a Taça de Portugal e a Taça da Liga, mas perdeu espaço e saiu em 2021.

7.º - Vladan Kovačević - 1.92m

O sérvio chegou no início da presente época, mas só realizou 10 jogos e acabou por ser emprestado ao Legia Varsóvia, em janeiro de 2025

8.º - João Virgínia - 1.92m

Chegou por empréstimo do Everton na época 2021/22, mas foi suplente na maioria dos jogos, com apenas oito partidas somadas.

9.º - Rui Silva - 1.91m

Chegou do Real Bétis no mercado de inverno de 2025 e tem sido o novo titular da baliza dos leões.

10.º - Marcelo Boeck - 1.91m

Esteve no Sporting entre 2011 e 2016, sendo suplente na maior parte do tempo. Conquistou a Taça de Portugal em 2014/15.

11.º - Franco Israel - 1.90m

Chegou ao Sporting em 2022, vindo dos sub-23 da Juventus. Suplente de Adán, conseguiu afirmar-se na baliza leonina, mas, com a chegada de Rui Silva, tem tido menos minutos.

12.º - Rui Patrício - 1.90m

Ícone do Sporting, esteve na equipa principal do clube entre 2006 e 2018, conquistando uma Taça da Liga, duas Taças de Portugal e duas Supertaças.

13.º - Antonio Adán - 1.90m

Chegou ao Sporting em 2020 e foi peça chave na conquista do campeonato de 2020/21 e depois no de 2023/2024, além de vencer duas Taças da Liga e uma Supertaça.

14.º - Luís Maximiano - 1.90m

Formado no Sporting, foi titular em 2019/20, somando 31 jogos pela equipa principal, mas acabou por sair para o Granada, em 2021, com uma Taça da Liga e um Campeonato Nacional em seu nome.

15.º - Tomislav Ivković - 1.89m

Foi titular indiscutível no Sporting durante quatro épocas, entre 1989 e 1993, realizando 157 jogos oficiais na baliza da equipa principal do Clube.


Futebol

SAD do Sporting reúne-se de urgência; Rui Borges com futuro em risco

Um dos pontos que mais preocupa está relacionado com a incapacidade demonstrada pela equipa para controlar partidas em que esteve em vantagem

Empate com o Arouca (2-2) deixou marcas no Sporting e aumentou a pressão sobre Rui Borges; Técnico sob forte contestação
Empate com o Arouca (2-2) deixou marcas no Sporting e aumentou a pressão sobre Rui Borges; Técnico sob forte contestação

20 Set 2026 | 09:46 |

Icon Comentário0

O empate com o Arouca deixou marcas no Sporting e aumentou a pressão sobre Rui Borges. Os leões chegaram a ter uma vantagem de dois golos, mas acabaram por permitir a reação do adversário e fecharam a sétima jornada da Liga com o terceiro empate da temporada.


A contestação fez-se sentir de forma evidente nas bancadas de Alvalade, onde surgiram lenços brancos e fortes críticas dirigidas à equipa. A administração leonina acompanha com atenção o cenário e prepara uma reunião para analisar a situação e discutir o futuro do treinador.


Um dos pontos que mais preocupa os responsáveis do Sporting está relacionado com a incapacidade demonstrada pela equipa para controlar partidas em que esteve em vantagem. Há também a perceção interna de que alguns elementos do plantel não estão a apresentar o rendimento esperado.


Depois do encontro, Rui Borges não escondeu a frustração pelo resultado: "O único sentimento que tenho é tristeza, porque empatei o jogo. De resto, a contestação é natural dos adeptos, é naturalíssimo. Estamos num grande clube onde a exigência é máxima, mesmo quando ganhamos, por isso entendo a contestação. É algo natural no futebol, temos de saber viver sobre isso e com isso nos momentos menos bons", explicou.

Apesar do ambiente de pressão, não existe, para já, qualquer indicação de uma decisão tomada pela SAD no sentido de afastar Rui Borges. O treinador continua a ter contrato válido até 2028, depois da renovação oficializada na reta final da época passada, ainda antes da derrota na final da Taça de Portugal diante do Torreense.



Futebol

Lenços brancos, expulsão e contestação; Tudo o que disse Rui Borges após empate do Sporting

Técnico fez rescaldo da igualdade com o Arouca, destacando sobretudo o vermelho a Zeno Debast, aos 54 minutos, como o momento que alterou rumo do jogo

Rui Borges fez o rescaldo do empate do Sporting frente ao Arouca (2-2), destacando sobretudo a expulsão de Zeno Debast
Rui Borges fez o rescaldo do empate do Sporting frente ao Arouca (2-2), destacando sobretudo a expulsão de Zeno Debast

20 Set 2026 | 09:34 |

Icon Comentário0

Rui Borges fez o rescaldo do empate frente ao Arouca (2-2), destacando sobretudo a expulsão de Zeno Debast, aos 54 minutos, como o momento que alterou completamente o rumo da partida. O treinador do Sporting sublinhou que a equipa estava por cima até ficar reduzida a 10 jogadores e abordou também a reação dos adeptos nas bancadas, incluindo os lenços brancos exibidos durante o encontro


Análise


"É simples: há um jogo até à expulsão. Um bom jogo da nossa parte, bem conseguido. Chegámos aos golos, podíamos ter feito mais, mesmo na primeira parte. Depois entrámos muito bem na segunda, muito bem mesmo, o Arouca nem conseguia sair do meio-campo defensivo deles e a expulsão muda tudo. Obriga-nos a ir para um momento defensivo onde fomos minimamente competentes até ao momento do penálti, que acaba por meter o Arouca no jogo e fá-los acreditar. Nós tínhamos de ser ainda mais agressivos naquilo que era a defesa da baliza, sabíamos que ia haver muitos cruzamentos, acabámos por sofrer golo num cruzamento... É uma equipa que toca bem a bola, que tem muita mobilidade no processo ofensivo e com mais um jogador, era natural que não consigamos ser tão pressionantes como fomos durante o tempo que estivemos com onze em campo, onde fomos e tentámos ser sempre pressionantes. Acabam por ser felizes..."


Sente ter condições para continuar à frente do Sporting? Gostava de ter Frederico Varandas aí ao seu lado neste momento para lhe transmitir um voto de confiança?

"O único sentimento que tenho é de tristeza, porque empatei o jogo. De resto, a contestação é natural dos adeptos, é naturalíssimo. Estamos num grande clube onde a exigência é máxima, mesmo quando ganhamos — já disse isso várias vezes —, por isso entendo a contestação. É algo natural no futebol, temos de saber viver sobre isso e com isso nos momentos menos bons".


Vasco Seabra admitiu que a equipa acabou por ser surpreendida um pouco pelo 4x3x3 do Sporting. O que é que o levou a implementar esta ligeira alteração?

"Não se trata de grandes adaptações, trata-se, sim, de uma ou outra dinâmica, não fugindo daquilo que somos, com jogadores diferentes, características diferentes. Tentámos ter dois homens de corredor, fortes no um para um, verticais, com o Geny e com o Irankunda. Tentar prender os dois médios do Arouca nos nossos dois médios ofensivos, digamos, os nossos interiores, e conseguirmos desbloquear a pressão deles num três para dois, num primeiro momento, e depois sim conseguirmos encaixar num espaço mais à frente, ter mais calma nesse sentido. Na primeira parte poderíamos ter tido aqui ou ali um bocadinho mais de calma e tranquilidade quando chegávamos às zonas do último terço. Queríamos acelerar a toda a hora, víamos sempre um colega livre, tentámos sempre... Fomos falhando ali um ou outro passe que não tínhamos essa necessidade, mas a equipa interpretou muito bem aquilo que tínhamos planeado. Uma primeira parte muito boa, um início de segunda parte fantástico, muito boa mesmo, a equipa muito dinâmica, muito ligada, a conseguir criar situações de finalização na baliza do Arouca. E a expulsão muda tudo...

Na segunda parte houve um momento em que falou com Gonçalo Inácio, ele estava com alguma debilidade física?

"Já disse que falta alguma maturidade, mas não se trata disso. Olhem para o jogo e olhem para o que acontece no jogo. Ficámos com dez, é impossível sermos pressionantes como somos. Por mais que sejamos uma grande equipa, por mais que tivéssemos maturidade, sabíamos que íamos ter de sofrer ali em alguns momentos, e fomos controlando até ao penálti. O penálti mete o Arouca no jogo, porque, sinceramente, acho que se não existisse o penálti não iríamos estar aqui a falar de um empate. Mesmo nós com um bloco mais baixo — o que é natural, porque tínhamos de defender a baliza —, é uma equipa que procura corredores, muitos cruzamentos, e tínhamos de saber defender a área. Acabaram por ser fortes num lance de cruzamento, de ataque à área, e fazer o 2-2. De resto, em relação ao Inácio: estava com algumas dificuldades, estava-lhe a perguntar se tinha de sair ou não e ele disse-me que aguentava".

É o terceiro erro consecutivo de um central do Sporting. Compreende estas desatenções dos jogadores do eixo central, que têm custado caro e pontos à equipa?

"Não se trata de compreender ou não, são coisas que acontecem no jogo. Tenho que saber lidar com elas: sou treinador, fazê-los crescer individualmente naquilo que é o seu comportamento e naquilo que são as decisões dentro de campo. Mas, jamais vou culpar aqui alguém pelo empate ou não. Em relação àquilo que foi o jogo e em relação ao afundamento: bloco mais baixo, natural. Jogámos contra uma equipa que com bola é muito dinâmica, tem muita mobilidade. Era impossível, como já disse. Sabemos naquilo que somos bons e em alguns momentos menos bons. Temos clara a visão daquilo que somos enquanto equipa. Não conseguimos ser pressionantes com dez como gostamos e como estávamos a ser, não conseguimos, tão simples quanto isso. Por mais que a tática que eu pusesse ali não íamos conseguir ser pressionantes nesse sentido e sabíamos que tínhamos de estar num bloco mais baixo. Faltou-nos alguma saída, é certo, em alguns momentos. Mas é algo que, lá está, é algo que não controlámos e temos de saber crescer também nesse sentido. Perdemos um elemento importante, obrigou-nos a mexer de forma diferente. Tentámos refrescar, ter gente que nos desse saída, que nos desse transporte".

Pedidos de demissão

"Não mudava nada em relação àquilo que foi a pré-época ou aquilo que foi a escolha de plantel, não mudava absolutamente nada, independentemente dos resultados ou dos três empates que temos até ao momento. Por isso, em relação aos adeptos, natural, já disse isso. Estou preocupado, sim, naquilo que é o nosso trabalho para crescer enquanto equipa do Sporting e conseguir dar uma resposta diferente, porque temos que a dar, porque estamos numa grande instituição, num grande clube onde a exigência, já disse, é máxima, mesmo quando ganhamos. Por isso, não ganhámos, a exigência ainda é maior." 

Não deve o Sporting, e com todo o respeito pelo Arouca, mesmo com 10, ser capaz de defender um pouco mais alto, de segurar esta vantagem, mesmo sofrendo um golo de penálti depois? Mostrou alguma preocupação na conferência de antevisão sobre o estado anímico da equipa

"Não mostrei nenhuma preocupação. Não mostrei preocupação, não digam coisas que eu disse. Eu disse que era importante ganhar para a equipa ir confiante para aquilo que era a pausa, não falei em preocupação nenhuma. Claro que nós temos sempre a obrigação de mais e melhor, seja com o primeiro classificado, seja o último. A nossa exigência é máxima e temos a obrigação sempre de fazer mais, por isso, é perceber as circunstâncias de cada jogo e de forma em que perdem todos os pontos e depois, sim, tirar as relações que pudermos tirar".


Futebol

Exclusivo Leonino – Lateral do Sporting leva 'travão' e terá menos oportunidades com Rui Borges

Ala vai continuar a trabalhar entre a equipa A e a equipa B, mas com menos espaço para aparecer nas escolhas do treinador principal

Exclusivo Leonino - Rodrigo Dias vai ter menos oportunidades na equipa A do Sporting, de Rui Borges, nos próximos tempos
Exclusivo Leonino - Rodrigo Dias vai ter menos oportunidades na equipa A do Sporting, de Rui Borges, nos próximos tempos

20 Set 2026 | 03:00 |

Icon Comentário0

Rodrigo Dias vai ter menos oportunidades na equipa A do Sporting nos próximos tempos, numa consequência direta da chegada de Moncef Zekri, sabe o Leonino. A chegada do lateral marroquino altera o cenário para o jogador de 21 anos, que deverá continuar a trabalhar entre a equipa A e a equipa B, mas com menos espaço para aparecer nas escolhas de Rui Borges.


A contratação do internacional sub-17 marroquino representa uma aposta de futuro por parte dos leões. O ala custou 3 milhões de euros, aos quais podem juntar-se bónus por objetivos, e assinou um contrato válido até 2029, ficando protegido por uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros.


O contexto acaba por retirar algum protagonismo a Rodrigo Dias. Zekri surge agora como alternativa direta a Maxi Araújo -  -, apresentando ainda uma margem de evolução particularmente elevada, tendo chegado a Alvalade depois de somar 20 jogos pela equipa principal do Mechelen.


Rodrigo Dias chegou ao Sporting em 2011, com apenas cinco anos, e percorreu todos os escalões de formação. Foi campeão nacional de sub-17 em 2021/22, passou pelos sub-19 e sub-23 e fixou-se na equipa B, tendo sido importante na campanha que permitiu aos leões manterem-se na Liga 2.

A estreia pela equipa principal chegou no Troféu Cinco Violinos, frente ao Mónaco, e pouco depois surgiu a oportunidade de ser titular oficialmente na Reboleira, num jogo em que cumpriu os 90 minutos, devido à ausência por castigo de Maxi Araújo.



envelope SUBSCREVER NEWSLETTER

envelopeSUBSCREVER NEWSLETTER


Segunda parte desastrosa dita novo tropeção do Sporting com o Arouca (Veja os golos)
Futebol

Segunda parte desastrosa dita novo tropeção do Sporting com o Arouca (Veja os golos)

19 Set 2026 | 22:33

Icon Comentário0
A jogar contra 10 durante quase 60 minutos, Sporting escorrega e empata em casa (1-1)
Futebol

A jogar contra 10 durante quase 60 minutos, Sporting escorrega e empata em casa (1-1)

19 Set 2026 | 17:26

Icon Comentário0
Mark van Bommel rendeu-se a jogador do Sporting e toma decisão com impacto em Alvalade
Futebol

Mark van Bommel rendeu-se a jogador do Sporting e toma decisão com impacto em Alvalade

19 Set 2026 | 16:29

Icon Comentário0