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Luis Suárez recusou pedido após derrota do Sporting na final da Taça: “Não, não dou”
30 Set 2026 | 12:53
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12 Jul 2023 | 09:20 |
Sérgio Krithinas, diretor adjunto do jornal ‘Record’, acredita que o Sporting aprendeu com os erros do passado, nomeadamente com a venda de Matheus Nunes. Num artigo de opinião no diário desportivo, o jornalista salienta o bom mercado que a turma de Alvalade está a realizr.
“Ao contrário do que aconteceu há um ano, quando a venda de Matheus Nunes já depois do arranque do campeonato furou os planos de Rúben Amorim, o Sporting chega a meados de julho e está praticamente a postos para a temporada – depois de Gyökeres, fica a faltar um médio e um lateral, após o chumbo de Carmona – para que o plantel fique dentro do desenho que foi feito na cabeça do treinador”, defende Sérgio Krithinas.
“Sem pré-eliminatórias europeias a colocar pressão extra no arranque e com os focos mediáticos mais dirigidos aos rivais, o Sporting parece ter aprendido com os erros do ano passado. É meio caminho andado para que os resultados sejam também bem melhores do que os do ano passado”, argumenta o diretor-adjunto do jornal ‘Record’.
“Oceano Cruz disse em voz alta aquilo que devia ser dito muito mais vezes em voz ainda mais alta: "É normal não haver um treinador negro na 1.ª Liga? O problema é esse, é que as pessoas acham normal." Quase não há treinadores negros em Portugal, da mesma forma que foram pouquíssimos os ministros, deputados ou gestores de topo na história do País. E quando há um anúncio da PSP com a imagem de um jovem agente negro, o ‘normal’ é uma chuva de insultos racistas. E não podemos normalizar”, finaliza Sérgio Krithinas.
Confira o artigo completo de Sérgio Krithinas:
Ao contrário do que aconteceu há um ano, quando a venda de Matheus Nunes já depois do arranque do campeonato furou os planos de Rúben Amorim, o Sporting chega a meados de julho e está praticamente a postos para a temporada – depois de Gyökeres, fica a faltar um médio e um lateral, após o chumbo de Carmona – para que o plantel fique dentro do desenho que foi feito na cabeça do treinador. Sem pré-eliminatórias europeias a colocar pressão extra no arranque e com os focos mediáticos mais dirigidos aos rivais, o Sporting parece ter aprendido com os erros do ano passado. É meio caminho andado para que os resultados sejam também bem melhores do que os do ano passado.
Oceano Cruz disse em voz alta aquilo que devia ser dito muito mais vezes em voz ainda mais alta: "É normal não haver um treinador negro na 1.ª Liga? O problema é esse, é que as pessoas acham normal." Quase não há treinadores negros em Portugal, da mesma forma que foram pouquíssimos os ministros, deputados ou gestores de topo na história do País. E quando há um anúncio da PSP com a imagem de um jovem agente negro, o ‘normal’ é uma chuva de insultos racistas. E não podemos normalizar.
Depois de ter representado a equipa dos verdes e brancos em 2022/2023, o jogador preferiu continuar a sua carreira dentro das quatro linhas
30 Set 2026 | 16:11 |
Héctor Bellerín teve a oportunidade de trocar os relvados pelo grande ecrã. Atualmente a representar o Betis, o jogador foi convidado para interpretar uma personagem no novo filme de Javier Ambrossi e Javier Calvo, La bola negra (A bola preta), mas acabou por não aceitar entrar no mundo do cinema. No entanto, esta recusa não foi por falta de vontade em representar, mas sim por uma questão de “intrusismo laboral”.
O papel de Rafael Rodríguez Rapún, escrito pelos argumentistas, foi especialmente pensado para o lateral espanhol, que chegou mesmo a ser contactado pela equipa responsável pelos castings. No entanto, Bellerín preferiu deixar o papel para quem faz da representação a sua profissão: “Tenho gente no meu entorno que são atores, atrizes... e sei que é uma indústria muito complicada”, explicou numa entrevista à Cadena SER, lembrando as condições de trabalho bastante difíceis dos atores.
“São trabalhos superprecários, é uma das indústrias com mais taxas de desemprego no nosso país e dedicam muitíssimas horas e continuam a ter uma vida superprecária”, afirmou. Para o jogador espanhol, aceitar este papel apenas por ser futebolista seria uma espécie de “intrusismo laboral”, comentou.
Apesar da sua recusa em integrar o projeto, Héctor Bellerín - que perdeu a corrida à seleção espanhola com Fresneda - não escondeu que ficou satisfeito por ver o filme a conseguir avançar mesmo sem contarem com a sua presença no elenco: “Olha, saiu-se muito bem sem mim, não? Talvez tenha sido uma muito boa decisão”, atirou.
Desta forma, Bellerín continua, portanto, mais focado com aquilo que pode fazer dentro das quatro linhas do que em frente a uma câmara. O lateral de 31 anos representou o Sporting em 2022/2023, na segunda metade da temporada, onde realizou 13 jogos e marcou um golo, antes de regressar a Espanha para continuar a carreira no clube andaluz.
Apesar das suas exibições não convencerem a totalidade dos adeptos leoninos, o internacional português tem sido a primeira escolha de Rui Borges
30 Set 2026 | 16:00 |
Em direto da Liga Now, Luís Pedro Sousa, chefe de redação de Record, analisou a luta pela titularidade na baliza do Benfica. No seu entender, considera difícil determinar, convictamente, quem é o melhor guarda-redes para assumir a baliza das águias.
“Eu não te sei dizer, muito sinceramente, quem é que é melhor, se é Samuel Soares ou Trubin. O Samuel Soares é um bocadinho melhor com os pés, mas quando um guarda-redes tem de sair da baliza, Samuel Soares sai mal, Trubin não sai. Não sei o que é que é pior”, começou por dizer.
Para Luís Pedro Sousa, a posição mais recuada do terreno de jogo é essencial que seja tida em atenção já na próxima janela de transferências: “Parece-me é que o Benfica precisa, não sei se é possível já em Janeiro, de um guarda-redes que dê garantias plenas. Não estou a ver um Diogo Costa, porque isso não é acessível, mas estou a ver um guarda-redes que de alguma forma dê mais garantias do que estes. Ambos têm-se revelado um bocadinho curtos.”
Relativamente a nomes para possíveis contratações, avança com um bastante ousado: “Atenção ao que eu vou dizer, é apenas um nome, não estou aqui a sugerir nada. Um David de Gea desta vida, por exemplo. Um guarda-redes que dê experiência, que garanta que cada vez que a bola rodeia a área do Benfica não seja um “ai, jesus”.”
Em discussão de ideias, Sérgio Krithinas acaba por falar dos donos da baliza do Sporting: “O Sporting foi campeão com quem na baliza? Foi com Rui Silva e antes foi com Adán. Não sei se são exemplos de guarda-redes de topo que é preciso”, sendo que Luís Pedro Sousa não teve qualquer dúvida na sua resposta: “O Rui Silva - que tem vindo a ser contestado pelas suas exibições - é bem melhor do que o Trubin e o Samuel Soares juntos”.
Futebolista em questão esteve na mira dos verdes e brancos no último defeso e agora falou sobre a possibilidade que teve que envolvia quantia absurda
30 Set 2026 | 15:43 |
Gustavo Sá, médio que esteve referenciado pelo Sporting no último mercado de verão, confirmou ter recusado uma proposta milionária para rumar à Arábia Saudita. O antigo jogador do Famalicão tinha em mãos um contrato superior a 17,5 milhões de euros por três temporadas no Al Ittihad, na altura orientado por Sérgio Conceição.
Gustavo Sá: "Não era por me darem muito dinheiro que ia imaginar essa mudança"
Em entrevista à Liga Portugal, o atual jogador do Olympiakos confirmou que o emblema minhoto até tinha aceitado a proposta. “Houve uma proposta e o Famalicão aceitou. Contudo, sempre estive de pé atrás, porque não era um passo que imaginava na minha carreira. Não era por me darem muito dinheiro que ia imaginar essa mudança”.
O jogador de 21 anos explicou que a vertente financeira nunca foi suficiente para o convencer. “Não é por me darem mais um milhão ou menos um milhão - e estamos a falar de milhões como se fossem euros. Claro que às vezes penso que podia ser diferente, mas não me tira o sono. Creio que foi o melhor para mim”, afirmou.
Gustavo Sá também esteve na órbita do Sporting durante o verão de 2026. Os leões acompanhavam o médio há algum tempo e voltaram a analisar o seu nome, numa altura em que a eventual saída de Francisco Trincão podia abrir espaço para uma investida pelo então jogador do Famalicão.
As exigências dos minhotos acabaram, porém, por dificultar qualquer avanço. O Famalicão pretendia um encaixe entre 20 e 25 milhões de euros, além de uma percentagem de uma futura venda, e o Sporting acabou por seguir outros caminhos na reformulação do meio-campo.
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30 Set 2026 | 12:53
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30 Set 2026 | 15:08
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30 Set 2026 | 11:36