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08 Jan 2026 | 16:13
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26 Dez 2022 | 17:01 |
Marco Aurélio, jogador do Sporting entre 1994/95 e 1997/98, elogiou o atual momento do Sporting, Rúben Amorim e afirmou que seria difícil jogar, atualmente, pelo Clube de Alvalade. Numa entrevista ao jornal ‘A Bola’ o defesa-central abriu ainda o livro sobre a sua chegada aos leões, admitindo que ser “Sportinguista de coração”.
Chegado do União da Madeira, o canarinho recorda que a transferência para Alvalade “não foi complicada. Porque era uma espécie de voltar a casa. Estava a voltar para um clube grande, não era um jovem brasileiro que nunca tinha jogado numa equipa grande. Estava numa equipa grande, o Vasco, fui para uma mais pequena e estava a voltar para um clube fantástico como o Sporting”.
Relembrando o interesse de Benfica e Porto, Marco Aurélio admite que depois de assinar pelos leões ficou “Sportinguista de coração! Para a vida. Acompanho tudo sempre que posso. Acompanho tudo através de ‘A Bola’, Twitter, tudo o que for informação do Sporting”.
Atualmente com 55 anos, o brasileiro admite que “se pudesse voltar atrás e correr mais um quilómetro por cada treino ou jogo em troca de um título de Campeão Nacional”, não hesitaria.
Depois de assumir gostar muito de Rúben Amorim e de ficar “muito feliz” com a renovação do técnico, o ex-leão, entre risos acredita não ter lugar no plantel atual: “eles são melhores. Não sou capaz de dizer isso (que jogava atualmente). Como ex-jogadores olhamos sempre com nostalgia e de fora somos todos treinadores, mas não seria capaz de dizer que hoje jogaria no Sporting.
Marco Aurélio terminou, avaliando os defesas do Sporting, desde Coates, apelidado de ‘patrão’, a Ricardo Esgaio que acredita que as redes sociais o “pregaram como Cristo na Cruz” e que com a camisola do Sporting “todos têm de ser apoiados”.
Nas quatro épocas e meia ao serviço dos verdes e brancos, o brasileiro disputou 172 partidas, onde marcou três golos e fez uma assistência. No caminho, venceu uma Taça de Portugal e uma Supertaça.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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