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Patrícia Mamona confirmou, esta sexta-feira, dia 28 de junho, através de comunicado, que vai falhar os Jogos Olímpicos de Paris devido a lesão. A atleta do Sporting não escondeu a desilusão por falhar a competição internacional e diz que o foco está agora na definição dos próximos passos no tratamento da lesão no joelho, com o objetivo de voltar a treinar a 100% para conseguir competir ao mais alto nível”.
"É com um aperto no coração que venho comunicar que, infelizmente, não vou poder participar nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Nos Europeus de Pista Coberta 2023 em Istambul, em representação da nossa seleção, contraí uma lesão na qualificação. Contudo, a vontade de lutar pelo pódio falou mais alto e consequentemente, saí de medalha ao peito mas bastante debilitada", começou por escrever.
"Desde então recupero. Nunca parei de treinar mesmo condicionada mas, mais recentemente, tive uma lesão do joelho impedindo de reunir as melhores condições para me qualificar para os Jogos. Fiz todos os esforços possíveis e submeti-me a todo o tipo de tratamentos. Trabalhei com diferentes especialistas, nacionais e internacionais à procura de soluções para o problema, sempre com o apoio incrível".
"Apesar de tudo o que foi feito, a recuperação não foi suficiente. Agora, estou focada em definir os próximos passos no tratamento, com mais calma, de forma a voltar a treinar a 100% e competir novamente. Agradeço de coração o apoio de todos os portugueses, dos meus patrocinadores e das pessoas que incansavelmente estiveram comigo durante este período tão difícil da minha carreira".
"Continuo determinada, com energia e confiante na minha recuperação. Não vou a Paris mas mesmo não estando fisicamente presente com a nossa equipa olímpica, estou deste lado a enviar energia positiva, muita força e desejo a todo os nossos super atletas todo sucesso do mundo. Não se esqueçam: Somos todos Portugal! Obrigada por estarem sempre comigo!", concluiu a atleta do Sporting.
Num duelo de emoções fortes, equipa verde e branca voltou a superiorizar-se ao eterno rival e conquistou mais um troféu para o Museu
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O Pavilhão de Matosinhos assistiu a um espetáculo memorável. A equipa de futsal do Sporting voltou a erguer a Taça de Portugal, batendo o Benfica por 4-3, numa final carregada de emoção. Rúben Freire sublinha que a crença inabalável da equipa fez a diferença.
“Por ser uma final, a tensão é sempre maior”, afirmou o ala de 26 anos em entrevista a O JOGO. “Sabíamos que seria equilibrado e que os detalhes fariam a diferença. Mas, quando o jogo começa, a mente esvazia-se de tudo o resto. Só existe o plano de jogo, a concentração em cada instante. Nada mais importa.”
A equipa de Nuno Dias mostrou mais uma vez porque é referência no futsal nacional. Frente ao eterno rival, os leões souberam gerir a intensidade e foram eficazes no momento certo. “O foco está no que podemos controlar. Desde o primeiro minuto, soubemos o que tínhamos de fazer. Fomos competentes a anular os pontos fortes do Benfica e, mesmo nos momentos difíceis, esta equipa acredita sempre até ao último segundo”, explica Freire, reforçando a mentalidade vencedora do grupo.
O jogador, que somou o segundo título pelo Sporting, não esconde a satisfação pelo que já conquistou, mas a ambição fala mais alto. “Muito feliz com o meu início aqui”, confessou. “Dois títulos já são um ótimo arranque, mas queremos mais. Ainda temos duas competições pela frente e os nossos objetivos estão bem definidos.”
A mudança do Eléctrico para o Sporting representou um desafio enorme, mas Rúben Freire nunca hesitou. “Foi um passo importante. Estava consciente das dificuldades, mas também sabia o que podia acrescentar. Trabalho todos os dias para estar mais preparado, porque sinto sempre que posso dar mais”, admitiu. “Cresci muito desde que cheguei. A exigência aqui é diferente e foi algo que percebi logo no primeiro dia. Essa mentalidade competitiva é primária para o sucesso.”
Agora, com a Taça já no museu, os leões viram-se para a Europa. A Liga dos Campeões surge no horizonte e Freire já sonha com outro troféu para a coleção. “Sinto-me privilegiado por ter esta responsabilidade. A pressão de jogar no Sporting e lutar por títulos é algo que me motiva e queremos erguer a próxima taça. A cobiça está lá: conquistar a Liga dos Campeões”, rematou o ala leonino.
Equipa verde e branca já sabe quem vai ser o rival na próxima fase da prova milionária, depois do embate desta quarta feira, dia 2 de abril
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Já é oficial! A equipa de andebol do Sporting, que realizou uma campanha épica na Liga dos Campeões da modalidade, já sabe quem será o adversário na próxima fase da competição: o Nantes, equipa francesa que eliminou o Wisla Plock.
Jogou-se, esta quarta feira, dia 2 de abril, a segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. O embate entre Wisla Plock e Nantes iria decidir o próximo adversário do Sporting na competição. Na primeira mão, o conjunto polaco tinha levado a melhor, em casa, por 28-25, mas tinha deixado a eliminatória em aberto para a segunda mão.
Em Franca, a jogar em casa, o Nantes não deu qualquer hipótese aos polacos. Apoiados numa primeira parte que venceram por 17-8, os franceses geriram a vantagem no segundo tempo e garantiram o passaporte para os quartos de final da prova. Foi com o resultado final de 29-24 na segunda mão do embate com os polacos que asseguraram o confronto com o Sporting na próxima eliminatória.
Os franceses assumem-se como um adversário de dificuldade máxima para o Sporting. Estão em segundo lugar no campeonato francês, a apenas três pontos do líder PSG. Na Liga dos Campeões, terminaram o grupo B no terceiro lugar, a apenas um ponto do segundo posto, que daria qualificação direta para os quartos de final da prova.
Relembrar que o Sporting tem alguma ligação com o Nantes. No plantel verde e branco joga Pedro Portela, jogador internacional português que entre 2021 e 2023 representou o Nantes, e se mudou de França diretamente para Alvalade, onde estava desde 2007 e deu os primeiros passos como profissional.
Pilar da equipa verde e branca está muito descontente com as condições que teve no Clube esta temporada, e já fez saber que vai repensar tudo no fim da época
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Luís Magalhães estará muito descontente com as condições que lhe foram apresentadas no Sporting esta temporada. O Leonino sabe, em Exclusivo, que o treinador português da equipa de basquetebol dos leões deverá repensar o fim da carreira no término da temporada, caso a situação não mude de forma drástica em Alvalade.
A época do Basquetebol verde e branco correu muito longe da perfeição em 24/25. Ainda com o campeonato nacional por disputar, já se vai fazendo contas à vida, depois da eliminação precoce nas competições europeias, da derrota com o Porto na final da Taça de Portugal, e do atual terceiro lugar na Liga nacional. Os leões continuam em prova na Taça Hugo dos Santos, e vão defrontar os azuis e brancos na próxima fase - confrontos que não têm corrido bem aos leões.
Luís Magalhães é um histórico da modalidade em Portugal. O treinador orientou o Sporting entre 2019 e 2022, antes de anunciar a reforma. No início desta temporada, voltou a assumir o comando técnico dos leões, com 66 anos, para ajudar a recuperar a secção de basquetebol verde e branca. Mas as coisas não têm saído como esperado e o treinador já terá feito saber, como contamos neste Exclusivo Leonino, que quer uma revolução no plantel para se manter no Clube.
O período pré reforma até tinha sido de algum sucesso. Venceu o campeonato nacional em 20/21, a Taça de Portugal em 20/21 e 21/22, a Taça da Liga em 21/22, e a Supertaça em 21/22. Mas desde que regressou, Luís Magalhães vê a tarefa muito complicada.
O treinador não será da opinião que o Sporting tem, no momento, condições para competir com Porto e Benfica, grandes rivais da modalidade. Por isso, já terá feito saber à Direção verde e branca que espera uma revolução no plantel que adicione qualidade e torne a equipa numa favorita a títulos, ou poderá voltar a deixar o Clube de Alvalade no final da época.