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Exclusivo Leonino confirmado... em dobro! Sporting prepara mão cheia de reforços para 26/27
11 Jun 2026 | 13:34
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29 Jun 2024 | 18:13 |
Patrícia Mamona confirmou, esta sexta-feira, dia 28 de junho, através de comunicado, que vai falhar os Jogos Olímpicos de Paris devido a lesão. A atleta do Sporting não escondeu a desilusão por falhar a competição internacional e diz que o foco está agora na definição dos próximos passos no tratamento da lesão no joelho, com o objetivo de voltar a treinar a 100% para conseguir competir ao mais alto nível”.
"É com um aperto no coração que venho comunicar que, infelizmente, não vou poder participar nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Nos Europeus de Pista Coberta 2023 em Istambul, em representação da nossa seleção, contraí uma lesão na qualificação. Contudo, a vontade de lutar pelo pódio falou mais alto e consequentemente, saí de medalha ao peito mas bastante debilitada", começou por escrever.
"Desde então recupero. Nunca parei de treinar mesmo condicionada mas, mais recentemente, tive uma lesão do joelho impedindo de reunir as melhores condições para me qualificar para os Jogos. Fiz todos os esforços possíveis e submeti-me a todo o tipo de tratamentos. Trabalhei com diferentes especialistas, nacionais e internacionais à procura de soluções para o problema, sempre com o apoio incrível".
"Apesar de tudo o que foi feito, a recuperação não foi suficiente. Agora, estou focada em definir os próximos passos no tratamento, com mais calma, de forma a voltar a treinar a 100% e competir novamente. Agradeço de coração o apoio de todos os portugueses, dos meus patrocinadores e das pessoas que incansavelmente estiveram comigo durante este período tão difícil da minha carreira".
"Continuo determinada, com energia e confiante na minha recuperação. Não vou a Paris mas mesmo não estando fisicamente presente com a nossa equipa olímpica, estou deste lado a enviar energia positiva, muita força e desejo a todo os nossos super atletas todo sucesso do mundo. Não se esqueçam: Somos todos Portugal! Obrigada por estarem sempre comigo!", concluiu a atleta do Sporting.
Treinador da equipa masculina de futsal lamentou derrota no primeiro jogo da final do campeonato frente ao rival encarnado
13 Jun 2026 | 12:20 |
Nuno Dias, treinador do Sporting, lamentou a falta de eficácia da sua equipa na derrota, por 2-1, frente ao Benfica, no primeiro jogo da final da Liga de futsal. O técnico sublinhou de forma crua que a sua equipa dispôs de mais ocasiões de golo no duelo com o Benfica, mas pecou na finalização.
N. Dias: "Falta de competência"
"Não foi pouca sorte na finalização, foi falta de competência na hora de finalizar. O Sporting teve o dobro das ocasiões do Benfica. Em 44 finalizações, acertar apenas nove vezes na baliza acho que é demasiado curto para uma equipa que quer ser campeã nacional", começou por dizer.
O técnico reforçou a sua análise. "Temos de ser mais eficazes, de obrigar o guarda-redes a defender mais e de finalizar melhor frente ao guarda-redes. O Benfica foi melhor do que nós na eficácia, finalizou metade das vezes e acertou mais do que nós. Não há milagres. Defendemos bem, criámos muito, mas não marcámos. Levamos coisas positivas daqui, mas temos de melhorar na finalização. Espero que a equipa melhore no próximo jogo", falou.
N. Dias: "Há coisas impossíveis de treinar"
Nuno Dias afirmou que a equipa vai trabalhar neste capítulo, apesar de haver aspetos que não é possível melhorar. "Cabe-nos treinar. Neste momento, não há muito mais a fazer, mas o treino não reflete tudo. Não reflete o estado emocional, o cansaço (algo que o técnico tinha desvalorizado na antevisão), o adversário. Mas, enfim, temos de melhorar e relembrar que este é o aspecto mais importante do jogo. Tentaremos ao máximo que, em treino, os atletas melhorem os gestos, mas há coisas impossíveis de treinar. Temos de continuar a trabalhar, a criar e a aumentar o aproveitamento", desabafou.
Para finalizar, o treinador do Sporting sabe que não há tempo para fazer muitas mudanças e é preciso ser pragmático. "Cada vez menos. Há sempre um aspecto que podemos ajustar, mas não há muito tempo para estar a fazer mudanças, criar coisas novas e fazer magia. Temos é de ser eficazes. Os números falam por si", concluiu.
Com pouco investimento por parte da estrutura do Clube de Alvalade, os verdes e brancos decidiram fechar mais uma secção que vai tomando proporções
12 Jun 2026 | 17:06 |
Apesar de vários escalões ainda estarem a competir e com as atletas de andebol feminino sub-18 qualificado para a próxima temporada, o Sporting está a contactar as atletas transmitindo-lhes que irá acabar com todos os escalões da formação feminina na modalidade, que conta com dezenas de jovens inscritas.
Segundo apurou o Jornal de Notícias, uma das razões alegadas para este fim prende-se, “com o facto de não haver uma equipa sénior na qual as atletas possam prosseguir na modalidade”. Até ao momento, não existe qualquer anúncio ou comunicado oficial do Clube a dar conta desta decisão.
Com andebolistas espalhadas pelos diferentes escalões de formação, o Sporting marcava presença com equipas nos Minis, sub-14, sub-16 e sub-18, dividindo-se entre campeonatos nacionais e regionais. Com esta decisão, as jovens atletas veem a sua etapa de formação a ser interrompida. Assim, em sentido inverso ao andebol masculino - que tem tido um forte investimento - o setor feminino irá encerrar.
A 7 de junho, no momento da conquista do triplete nacional pela equipa sénior do Benfica, sob a direção de Luís Monteiro, o técnico lamentou a ausência de aposta na modalidade por parte dos maiores clubes nacionais. “Falta o FC Porto e o Sporting terem andebol feminino, com todo o respeito pelos outros clubes. É uma realidade incontornável”, referiu.
“Sabemos que as modalidades crescem quando Benfica, Porto e Sporting participam nas competições. E contra mim falo, que se for treinador do Benfica e tiver o Porto e o Sporting, se calhar, fico com a vida mais complicada, mas penso numa visão mais holística. É importante que os clubes que conseguem investir mais possam ter andebol feminino para a modalidade conseguir crescer”, concluiu.
Técnico dos verdes e brancos reconhece que os seus comandados terão de dar uma resposta em campo que reflita a qualidade da equipa
12 Jun 2026 | 13:22 |
Nuno Dias, treinador da equipa de futsal do Sporting - que já procura reforços para a próxima temporada-, desvalorizou a sobrecarga dos seus atletas, que nas meias-finais da Liga Placard tiveram de realizar mais uma partida do que o Benfica, frente à equipa do Braga, para garantir uma vaga na final, que arranca hoje à noite no Pavilhão da Luz diante dos encarnados.
Nuno Dias: "Toda a gente quer jogar as finais e estar nos limites"
“O Benfica, além de ter feito menos jogos, ainda jogou um dia antes, portanto já não joga desde quarta-feira. Teve, por isso, mais dias para preparar este jogo do que nós, mas nesta fase da época, isso é um dado a que nós não damos grande importância. Toda a gente quer jogar as finais e estar nos limites e, por isso, às vezes, esse desgaste físico é ultrapassado pela disponibilidade com que os jogadores querem jogar e querem aparecer neste tipo de jogos também”, assegurou.
“Mas quero acreditar que esse fator não vai ser decisivo, que os jogadores estão mais do que habituados a fazer jogos em pouco tempo, que toda a planificação e a forma como nos preparámos e ajustámos os nossos comportamentos vão ter um impacto muito mais positivo do que propriamente esse desgaste físico”, acrescentou Nuno Dias.
Ainda assim, o técnico deixa o aviso: “Em termos emocionais, temos de alertar para os perigos de sairmos do jogo, de nos desfocarmos e temos de perceber que neste tipo de jogos, por vezes, a emoção leva-nos a comportamentos que se calhar não são os mais adequados e que precisamos".
O técnico frisa ainda que, seja em casa ou fora, os verdes e brancos terão de mostrar máxima competência. “No ano passado começámos em casa e perdemos, depois fomos ganhar um jogo à Luz, voltámos a ganhar em casa, depois perdemos na Luz e perdemos a negra em nossa casa. Já nos aconteceu ser campeões lá e em casa, já aconteceu perder na Luz e perder no João Rocha. Independentemente de jogarmos fora ou em casa, temos de fazer o nosso trabalho dentro de campo”, concluiu.