The Daily Ronaldo
Cristianinho resolve no Al Nassr com um bis, imita o pai e Cristiano Ronaldo não deixa passar
21 Set 2026 | 13:10
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The Daily Ronaldo
05 Fev 2025 | 09:31 |
Ao longo de 23 anos de carreira, Cristiano Ronaldo atravessou diferentes clubes, ligas, países e culturas, vivendo experiências inigualáveis que lhe permitiram bater recordes e consolidar um estatuto de renome mundial ao lado de grandes estrelas. Quase nos 1.000 golos, importa recordar a marca deixada em cada equipa na qual jogou.
A sua primeira experiência competitiva deu-se em Portugal, ao serviço do Sporting, onde se estreou na equipa principal com apenas 17 anos. Durante a temporada de 2002/2003, disputou 31 jogos oficiais e marcou cinco golos, registando uma média de 0,16 tentos por partida.
No ano seguinte, rumou a Inglaterra para vestir a camisola do Manchester United. Sob o comando de Alex Ferguson, brilhou ao longo de seis temporadas, somando 118 golos em 292 jogos. Mais tarde, regressaria a Old Trafford, entre 2021 e 2022, período em que acrescentou mais 27 golos em 54 encontros. Contudo, esta segunda passagem revelou-se menos feliz, culminando na saída do clube sem renovação de contrato.
Foi entre 2009 e 2018, ao serviço do Real Madrid, que Ronaldo atingiu o auge da carreira. Venceu todos os títulos possíveis e tornou-se no melhor marcador da história do emblema espanhol, com impressionantes 450 golos em 438 partidas. A sua jornada na La Liga terminou no momento em que recebeu uma proposta da Juventus, em 2018, e passou a disputar a Serie A italiana.
Durante três anos em Turim, manteve a veia goleadora e apontou 101 golos, alcançando uma média de 0,75 tentos por jogo na Serie A. Atualmente, brilha ao serviço do Al Nassr, onde já soma 87 golos em 95 partidas, sendo uma peça-chave - CR7 foi imprescindível na última vitória do emblema de Riade para a Champions League Asiática. Ao nível de seleções, Ronaldo é, também, o maior goleador da história da equipa das quinas, com 135 golos em 217 internacionalizações desde 2003, reforçando a sua marca como uma das maiores lendas do futebol mundial.
Numa retrospetiva realizada por um jornal espanhol pela carreira do ex internacional português, relação com atacante do Al Nassr não passou despercebida
24 Set 2026 | 12:55 |
O jornal espanhol Sport publica um artigo dedicado a Ricardo Quaresma. Entre testemunhos a propósito da contratação do português pelo Barcelona, no verão de 2003, por uma verba de 6 milhões, o intuito foi perceber o motivo para não ter corrido como esperado para nenhuma das partes.
Em Barcelona, Quaresma esteve às ordens de Frank Rijkaard e foi opção em apenas 28 partidas, tendo marcado em apenas uma ocasião. Um ano depois, regressou a Portugal para jogar pelo Porto, no âmbito das negociações por Deco.
Um dos entrevistados foi Toñito, com quem partilhou balneário, no Estádio José Alvalade, e que não esquece a parceria que formou com Cristiano Ronaldo - que continua nos convocados da seleção nacional: "Os dois recebiam muitos raspanetes e queixas dos veteranos, devido às barbaridades que faziam, no um contra um".
"É vantajoso dizer, hoje em dia, que já sabia que iriam conseguir o que conseguiram, mas era óbvio que seriam profissionais. A diferença entre um e outro era a capacidade mental. O Cristiano tinha uma mentalidade diferente, e o Quaresma uma qualidade técnica infinita. No final, os dois demonstraram que deixaram marca, e o Cristiano continua a deixar", acrescentou.
Já Jaume Langa, na altura, fisioterapeuta do "No Sporting, havia muitas queixas de Cristiano Ronaldo e Quaresma", levou as explicações sobre Ricardo Quaresma para outro plano: "Era um tipo de jogador com um físico ao estilo do de Cristiano, um extremo muito explosivo, com uma mudança de ritmo que deixava o lateral sentado. Se começava a jogada, quase sempre a concluía ele próprio".
Em Camp Nou, o antigo internacional português travou amizade com Óscar López, que explica a união entre ambos: "Sentaram-nos próximos, no balneário, e tivemos uma ligação. Nas concentrações, passávamos muito tempo juntos". Destacou também a “fome” do português: “Ele chegou com muita vontade de triunfar, mas calhou-lhe uma temporada dura e cheia de dificuldades”
Finalmente, Rafa Cabeleira, colunista do El País que acompanhou com particular atenção o ocaso de Ricardo Quaresma, lembrou: "Para mim, é um jogador absolutamente fetiche, por várias razões. A primeira, porque é português, que, para mim, é uma variedade de galego, mas com o orgulho de pertença muito exacerbado. A segunda, devido à sua forma de entender o jogo. Parece-me totalmente subversiva, totalmente excessiva e carente de sentido. O que nos leva à terceira. Eu penso que é um daqueles futebolistas que se dedicam a fazer coisas que, na realidade, não servem para nada, a não ser para se divertir", refletiu.
Questionado sobre críticas de quem considera que transferência teve apenas dinheiro como motivação, jogador não procurou esconder essa componente
23 Set 2026 | 13:20 |
Tijjani Reijnders não esconde que a componente financeira teve um peso decisivo na mudança para o Al Qadisiyah. Aos 28 anos, o internacional neerlandês deixou Inglaterra para abraçar um novo desafio na liga de Cristiano Ronaldo (que prepara uma nova campanha por Portugal), numa decisão que, segundo o próprio, lhe permitirá garantir a estabilidade financeira da família para o futuro.
O atleta explicou que existiram outras possibilidades para deixar o Manchester City, mas nenhuma acabou por se concretizar. O Al Qadisiyah foi o clube que avançou e aceitou pagar o montante exigido pelos ingleses, num negócio avaliado em cerca de 60 milhões de euros.
Questionado sobre as críticas de quem considera que a transferência teve apenas o dinheiro como motivação, Reijnders não procurou esconder essa componente: "Não dá para negar isso", reconheceu o jogador, em entrevista à estação televisiva "NOS", dos Países Baixos.
O contrato assinado pelo neerlandês terá a duração de cinco anos e poderá representar um encaixe de aproximadamente 100 milhões de euros para o jogador. A segurança financeira proporcionada pelo acordo acabou, assim, por assumir um papel central na escolha.
T. Reijnders: "Depois de a minha carreira no futebol terminar, não quero voltar a trabalhar"
"Depois de a minha carreira no futebol terminar, não quero voltar a trabalhar", afirmou Reijnders. O internacional neerlandês acrescentou ainda: "Escolhi a segurança. Não vou mentir sobre isso: se os meus netos puderem viver disto, porque é que não o faria?".
Aos 41 anos, o astro português continua a ser presença assídua nas convocatórias para as fases de qualificação da equipa das quinas
22 Set 2026 | 14:03 |
Cristiano Ronaldo volta a marcar presença nos convocados da Seleção Nacional, desta vez pela mão de Jorge Jesus. Aos 41 anos e com 23 anos ao serviço da formação lusa, o astro português apenas por uma vez falhou uma fase de qualificação para uma prova.
É preciso recuar até o Euro2004 para encontrar a primeira grande competição que CR7 disputou ao serviço da equipa das “quinas”. Portugal não esteve na fase qualificação por ser o organizador, mas nas restantes o dianteiro esteve sempre presente.
No que toca a Campeonatos do Mundo foram seis as fases de qualificação que disputou, enquanto para Campeonatos da Europa esteve em cinco e para a Liga das Nações em três. No currículo conta com os três principais títulos conseguidos pela seleção portuguesa, com o Euro2016 no topo, seguindo-se as duas edições da Liga das Nações, em 2019 e 2025, os dois primeiros sob a orientação de Fernando Santos e o último com o espanhol Roberto Martínez, antecessor de Jorge Jesus.
Recordista mundial de jogos, com 233 internacionalizações 'AA', e de golos, com 146 tentos, Cristiano Ronaldo - que começa a ver o seu filho a seguir os seus passos - esteve também em seis fases finais de Mundiais, seis fases finais de Europeus e duas fases finais da Liga das Nações.
Nesta primeira 'janela' de qualificação, a seleção nacional defronta o País de Gales, dia 24 de setembro, por duas vezes a Noruega, em 27 de setembro, em Oslo, e em 04 de outubro, no Estádio do Dragão, no Porto, e, pelo meio, em 01 de outubro, joga em Copenhaga com a Dinamarca.