Futebol
Desastre total! Sporting perde em casa com o Académico de Viseu e está a 9 pontos da liderança
25 Out 2026 | 22:37
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03 Set 2023 | 14:00 |
Depois de ver as primeiras investidas por Mohamed Salah serem recusadas, o Al-Ittihad Jeddah, de Nuno Espírito Santo, vai voltar à carga pelo egípcio, oferecendo qualquer coisa como 233 milhões de euros pelo extremo, que, recorde-se, termina contrato com o Liverpool no final da temporada.
Jurgen Klopp já percebeu que será muito complicado segurar Mohamed Salah e, de acordo com a imprensa britânica, o treinador alemão terá pedido à direção dos reds para ficar com o jogador até ao final da época, algo que terá o 'apoio' de Cristiano Ronaldo, uma vez que assim o rival do Al-Nassr não seria reforçado.
"Parece-me uma verdadeira ameaça. Não vejo como podemos negá-lo. O que é que podemos fazer? Os contratos são grandes e isso provoca problemas. Claramente. A 100%. Temos de garantir que os campeonatos europeus permanecem tão fortes quanto estão. Talvez possamos mudar algumas regras ou leis ligeiramente? Todos estamos surpreendidos com a atividade da Arábia Saudita. Muitos jogadores foram para lá", atirou Klopp, quando questionado sobre a eventual saída de Salah.
Na temporada passada, 2022/23, ao serviço do Liverpool, Mohamed Salah – avaliado em 65 milhões de euros – realizou 51 encontros, marcou 30 golos e fez 16 assistências, sendo uma das principais estrelas do conjunto orientado por Jurgen Klopp, que terminou a Premier League no quinto lugar.
Ao todo, desde que chegou ao Liverpool, em 2017, oriundo da Roma a troco de 42 milhões de euros, Salah realizou 308 encontros, marcou 187 golos e fez 74 assistências, tendo conquistado diversos títulos, dos quais se destaca a conquista de uma Liga dos Campeões (2018/19) e uma Premier League (2019/20).
Com a segunda derrota consecutiva na época, o técnico leonino está em risco de sair do Clube, onde chegou em dezembro de 2024
26 Out 2026 | 09:47 |
A continuidade de Rui Borges no comando técnico do Sporting encontra-se seriamente ameaçada, estando o treinador sob forte contestação após a derrota caseira por 2-1 frente ao Académico de Viseu. O futuro do técnico será desenhado muito brevemente.
Esta segunda-feira, a Academia Cristiano Ronaldo será o palco, esta segunda-feira, de uma reunião crucial entre o presidente leonino, Frederico Varandas, e Rui Borges. Em cima da mesa estará a discussão em torno do futuro do comando técnico e a definição da continuidade do treinador em Alvalade.
Após o encontro com o Académico de Viseu, Rui Borges não procurou desvalorizar a reação dos adeptos, reconhecendo que a pressão faz parte da realidade de um clube como o Sporting. "É natural, compreendo-a (insatisfação), mas lido bem com ela. Mau era se não houvesse insatisfação", disse, na sala de imprensa.
Embora admita legitimidade no desagrado, o técnico evitou alimentar a discussão sobre a sua continuidade. Questionado diretamente sobre se ainda sente ter condições para permanecer no comando técnico, voltou a apontar ao trabalho imediato. "Estou focado no treino de amanhã (hoje) porque tenho jogo com o Marítimo", respondeu, focando-se na partida da Taça da Liga.
À pergunta direta sobre se colocaria o seu lugar à disposição, o treinador, que recusa sair pelo próprio pé, foi igualmente evasivo: "Vou treinar às 11h30 porque há jogo na terça-feira (amanhã). E acredito sempre. Por isso é que cheguei ao Sporting", falou.
Treinador reconheceu que a equipa não está satisfeita por estar a nove pontos da liderança da Liga e compreendeu assobios e lenços brancos dos adeptos
26 Out 2026 | 09:25 |
Rui Borges atribuiu a derrota do Sporting frente ao Académico de Viseu (2-1) à intranquilidade e à falta de capacidade de finalização. O treinador reconheceu que a equipa não está satisfeita por estar a nove pontos da liderança da Liga e compreendeu os assobios e os lenços brancos dos adeptos. Apesar da pressão e dos resultados negativos, garantiu estar focado no próximo encontro.
Foi um daqueles jogos em que tudo o que podia correr mal correu. O que podia ter sido diferente?
"A intranquilidade, acima de tudo. Entrámos num jogo em que o Académico vinha defender. Sabíamos que era perigoso em bolas longas, segundas bolas e em ser eficaz com os três homens da frente. Na única aproximação que tiveram, acabaram por fazer o 1-0 e a equipa ficou um pouco intranquila, naturalmente. Porque vínhamos de um jogo menos conseguido na Liga dos Campeões, porque no último jogo em casa empatámos... Dois resultados não positivos em Alvalade, o que acabou por criar alguma desconfiança nas tomadas de decisão, principalmente no último terço. Mesmo assim, a equipa foi tentando, foi abusando dos corredores laterais, porque sabíamos que em zonas centrais eles iam estar bastante fechados. Fomos tentando várias aproximações, às vezes com mérito do adversário em conseguir tapar e defender a baliza, outras vezes com demérito nosso, que não finalizamos da melhor forma e saímos penalizados. Na segunda parte, o Académico volta à única aproximação que tem a fazer o 2-1, e é natural que haja intranquilidade. Mas não posso apontar falta de vontade à equipa, mas infelizmente não foi possível".
Sporting já está a nove pontos da liderança, está a chegar ao final da linha no Sporting?
"Estou aqui para falar do jogo, que não foi muito bem conseguido. Não foi por falta de energia, foi por falta de capacidade de finalização. Infelizmente, estamos a nove pontos, não queríamos estar, mas estamos. Não temos sido capazes, em alguns jogos, de sair vitoriosos, que é isso que queremos. E uma equipa como o Sporting, obviamente, não está satisfeita por estar a nove pontos do líder do campeonato".
Depois do resultado, dos assobios e dos lenços brancos, sente que os adeptos mereciam um pedido de desculpas?
"A insatisfação dos adeptos é natural. Estamos num grande clube. Perdemos em casa e há três jogos que não vencemos em Alvalade. A insatisfação faz parte".
Continua a sentir que tem forças e condições para continuar?
"Estou focado no treino de amanhã já, porque tenho jogo terça-feira. A insatisfação é natural, compreendo-a, mas vivo bem com ela".
Vai colocar o seu lugar à disposição? Acredita, ainda, que o Sporting pode ser campeão?
"Vou treinar às 11h30 da manhã, porque temos jogo na terça-feira. Em relação à segunda parte, acredito sempre. Por isso é que cheguei ao Sporting".
Dois jogos seguidos em que o Sporting era favorito à vitória e não vence. Entende que a equipa possa ter subestimado os adversários?
"Não. Hoje, não foi esse o caso. Foi alguma intranquilidade, é compreensível. Enquanto treinador, o que posso fazer é passar e tentar ao máximo passar tranquilidade. É o que tentamos fazer. É natural que com o desenrolar do jogo, com golos que não estávamos à espera quando estávamos por cima do jogo, com os resultados menos positivos que tivemos em Alvalade nos últimos dois jogos, essa intranquilidade fosse aparecendo e nos levasse a tomar as piores decisões".
Ainda se sente solução e porquê?
"Estou focado no próximo jogo, em trabalhar, que é isso que eu faço. Foi isso que me trouxe até ao Sporting, o meu trabalho, e é nisso que me foco. Vai haver fases boas, vai haver fases menos boas. Faz parte da vida".
Situação do camisola 6 do emblema verde branco tem merecido particular atenção por parte dos responsáveis do Clube de Alvalade
26 Out 2026 | 03:00 |
O Sporting está muito preocupado com os sucessivos problemas físicos de Zeno Debast, sabe o Leonino, numa altura em que o defesa central continua afastado da competição e sem data certa para regressar. A situação do camisola 6 merece atenção, tendo em conta a sequência de lesões que tem condicionado a sua utilização.
Os problemas começaram a ganhar expressão em outubro de 2025, quando o atleta sofreu uma lesão no joelho esquerdo frente ao Marselha, para a Liga dos Campeões. A recuperação acabou por ser mais demorada do que inicialmente previsto, com o internacional belga a ficar afastado dos relvados durante vários meses.
Já em janeiro de 2026, voltou a enfrentar problemas físicos, antes de sofrer, em maio, uma lesão muscular na zona do fémur da perna esquerda, que o afastou das decisões finais da época. Essa última lesão teve também consequências ao nível da seleção. Apesar de ter integrado a convocatória da Bélgica para o Mundial de 2026, não conseguiu somar qualquer minuto.
O arranque da nova temporada também não correu como desejado. Debast falhou as duas primeiras jornadas do campeonato e, depois de recuperar espaço nas opções, voltou a parar após sentir um desconforto muscular na sequência dos compromissos internacionais. A última partida do central pelo Sporting aconteceu a 19 de setembro, frente ao Arouca, tendo falhado os encontros seguintes (Lens, LASK Linz e Ac. de Viseu).
Perante este historial, a condição física de Debast tornou-se um tema de particular atenção para a estrutura. A sucessão de paragens tem limitado a sua continuidade competitiva. Em Alvalade, a prioridade passa por garantir uma recuperação segura e perceber se o defesa conseguirá ultrapassar este ciclo de problemas físicos.
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