MAGUI CORCEIRO, CONHECIDA ADEPTA DO SPORTING, FALA DA PARTE MÁ DE SER FAMOSA: "TIVE MUITO MEDO"
Jovem atriz e influencer foi a cabeça de lista dos mais influentes do Instagram em Portugal, segundo a revista Forbes
Redação Leonino
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14 de Janeiro 2024, 18:02

A cabeça de lista dos mais influentes do Instagram em Portugal é a protagonista e autora da primeira capa digital de 2024. O crescimento mediático de Margarida Corceiro é incontestável, seja pelo trabalho nas redes sociais ou pelos projetos como atriz. A influenciadora, atriz e adepta leonina reflete sobre a sua trajetória no digital.

“Este meu caminho até aqui tem sido muito rápido e tem-me dado oportunidades inacreditáveis. Graças ao meu trabalho e exposição, já viajei por dezenas de países, já conheci pessoas incríveis, estive por dentro de novos lançamentos de marcas, já tenho a minha própria marca, já esgotei produtos em minutos, já foram websites abaixo pelo tráfego repentino que gerei com uma publicação, e tantas mais coisas. Tem sido um caminho muito feliz para mim.”

“E a parte má? Que é o que me perguntam sempre e o que querem sempre saber. Eu acho mesmo, sem falsas modéstias, que não sou a pessoa mais indicada para falar do lado negativo das coisas porque, à medida que fui crescendo enquanto pessoa e profissional, fui criando alguns mecanismos de defesa que me permitem distanciar deste lado das críticas, do escrutínio, dos rumores, das notícias completamente falsas que saem todos os dias sobre mim.”

“Fui aprendendo a ver esse lado como a ponta de um novelo que eu não posso controlar e que, se alguém puxar para tecer uma “camisola”, não é um problema meu. Ter uma família sempre pronta para me receber e apoiar também tem sido fundamental em todas as fases do meu caminho, e a equipa da Central Models que me ajuda a lidar com todas estas situações também.”

“É claro que há dias mais complicados do que outros, porque há dias em que me apetece ir ler o que saiu ou ver o que disseram sobre mim na televisão, mas, além de serem raros – até porque não tenho mesmo tempo –, já não me afetam como me afetavam quando tinha 17 anos, por exemplo.”

“Com esta idade, consigo recordar um acontecimento que me marcou bastante, que foi o de um paparazzi que me fotografou à porta da minha casa. Era uma miúda, estava na escola e essa fotografia podia ter dado azo a muitos disparates. Se para uma pessoa sem reconhecimento público já é perigoso revelar onde vive, imaginem para uma pessoa com uma profissão “pública”. Tive a minha casa nas revistas”, contou.

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