Futebol
Sporting empata com o Braga (2-2), mas tem mais 11 pontos do que o Benfica
08 Nov 2026 | 15:55
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Futebol
11 Dez 2024 | 17:43 | Por Redação
A UEFA anunciou, através do Comité de Controlo, Ética e Disciplina, que multou o Sporting num valor correspondente a 20 mil euros. Ordenou ainda o encerramento do setor A14 - onde normalmente estão os elementos da claque afeta aos leões, Juventude Leonina. O castigo vem na sequência dos acontecimentos do último jogo em casa, para a Liga dos Campeões.
Na receção ao Arsenal, no passado dia 26 de novembro, foi lançada pirotecnia pelos adeptos do Sporting: ao minuto 14 da partida, a Juve Leo ateou várias tochas, mostrando uma faixa onde se podia ler: "A14, The Lion's Heart [o coração do leão]". 10 minutos depois, e no lado oposto, o Directivo Ultras XXI disparou fogo de artifício no setor A17.
Depois do aviso que a UEFA já tinha deixado no mês passado, sobre exatamente a mesma temática, a decisão do organismo terá sido avançar com consequências, e já para o próximo jogo - a receção aos italianos do Bolonha, marcada para dia 29 de janeiro.
Confirma-se, então, o fecho parcial de Alvalade, na zona já mencionada - o setor A14 - no jogo a contar para a prova milionária europeia, sendo que o setor A17 fica, desde já, com pena suspensa de dois anos. Aguardam-se, agora, novos desenvolvimentos depois de em Brugges, na Bélgica, no fim do jogo que opôs o Sporting ao Club Brugges, os adeptos afetos ao Sporting não só terem mandado uma tocha para perto dos jogadores, mas terem disparado petardos que viriam a deixar inconsciente uma assistente do recinto belga.
Relembrar que a UEFA costuma ter mão pesada no que toca ao uso de pirotecnia e desordem de adeptos. O organismo europeu já tinha avisado o Sporting várias vezes sobre o comportamento dos seus adeptos que persistiu, e aplica agora, de facto, um castigo ao Clube. Os leões vão, agora, ter de se preocupar em que a consequência não se estenda por mais jogos.
Consultor de comunicação sugeriu que insatisfação da massa associativa passou a ter uma origem diferente desde chegada de Paulo Fonseca
08 Nov 2026 | 17:46 | Por Redação
Luís Paixão Martins recorreu à ironia para comentar a estreia de Paulo Fonseca no comando técnico do Sporting. Depois do triunfo frente ao Moreirense (1-0), o consultor de comunicação deixou uma publicação nas redes sociais na qual estabeleceu uma comparação provocadora entre a reação dos adeptos durante a passagem de Rui Borges por Alvalade e aquilo que aconteceu no primeiro encontro do novo treinador.
O adepto dos leões brincou com a mudança no motivo dos assobios ouvidos nas bancadas, sugerindo que a insatisfação dos adeptos passou a ter uma origem diferente desde a chegada do técnico português. A mensagem foi deixada num tom claramente irónico.
L. Paixão Martins: "O povo assobiava ao velho mister por causa daquilo que faziam os jogadores. Ontem foi diferente: o povo assobiava aos jogadores por causa daquilo que o novo mister lhes mandou fazer"
"Já se notam mudanças no Sporting. Nos últimos jogos, o povo assobiava ao velho mister por causa daquilo que faziam os jogadores. Ontem foi diferente: o povo assobiava aos jogadores por causa daquilo que o novo mister lhes mandou fazer", escreveu na rede social 'X'.
A publicação surgiu após uma partida em que os leões sentiram dificuldades para manter a produção ofensiva depois de chegarem à vantagem, por Luis Suárez, aos 61 minutos. Apesar de terem conquistado os três pontos, os jogadores do Sporting ouviram assobios em alguns momentos do encontro.
O emblema leonino volta a entrar em campo no sábado, dia 21 de novembro, frente ao União da Serra. O encontro, a contar para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, diante da turma do Campeonato de Portugal, jogar-se-á às 18h00, no Estádio José Alvalade.
Jornalista considera que a estreia do novo técnico não apresentou diferenças muito significativas em relação ao que a equipa vinha fazendo com Rui Borges
08 Nov 2026 | 16:52 | Por Redação
António Tadeia considera que a estreia de Paulo Fonseca no comando técnico do Sporting não apresentou diferenças muito significativas em relação ao que a equipa vinha fazendo com Rui Borges. Na análise ao triunfo frente ao Moreirense (1-0), o comentador aponta a excessiva dependência dos corredores laterais e dos cruzamentos para criar situações de perigo.
A. Tadeia: "A equipa parou de produzir jogo ofensivo depois de marcar o seu golo, aos 61’"
"O primeiro jogo do Sporting de Paulo Fonseca não mostrou assim tantas diferenças para os últimos desafios com Rui Borges. Não só o onze inicial foi um misto entre as que eram as escolhas habituais do técnico anterior com a opção mais marcante feita pelo interino Tiago Fernandes na partida de Londres contra o Shakhtar Donetsk – o trio de médios mais musculosos... –, como as primeiras substituições vieram após o inevitável minuto 60 e, tão dominadora até então, a equipa parou de produzir jogo ofensivo depois de marcar o seu golo, aos 61’", escreveu nas redes sociais.
O analista considerou que, apesar de o Moreirense não ter criado grandes oportunidades para marcar, a equipa leonina voltou a deixar os adeptos apreensivos nos instantes finais. Na sua perspetiva, as recentes perdas de vantagem continuam a influenciar a forma como os espectadores vivem os últimos minutos dos encontros.
"Sendo verdade que o Moreirense não chegou a ter uma grande ocasião de golo, as experiências traumáticas recentes, que lhes falam da perda de vantagens com uma frequência inusitada, levaram os espectadores ao sofrimento do costume em cima do apito final", observou.
António Tadeia também comentou as declarações de Paulo Fonseca sobre a pressão exercida pelos jogadores, considerando que esse não foi o melhor desempenho da temporada nesse capítulo: "Depois do jogo, Paulo Fonseca elogiou a pressão – e tem razão, que o Sporting fez um jogo muito válido na reação à perda. Mas não só não foi o mais válido da época como o próprio treinador também reconheceu que, com bola, há ainda muito a melhorar, tão evidentes voltaram as ser as dificuldades para criar a não ser nas arrancadas pelas alas e no um-para-um seguido de cruzamentos que tão pouco convêm a Suárez ou aos extremos de pé trocado que utiliza", concluiu.
Apesar de já ter deixado o comando técnico dos leões, técnico continua sem chegar a acordo quanto aos termos da rescisão do contrato
08 Nov 2026 | 16:17 | Por Diogo Nóbrega
Rui Borges marcou presença este domingo nas bancadas do Estádio do Tirsense para acompanhar o encontro frente ao Montalegre, referente à oitava jornada da Série 1 do Campeonato de Portugal. O antigo treinador do Sporting aproveitou o primeiro domingo livre desde que deixou Alvalade para ver o filho, Mário Borges, que representa a equipa visitante.
O técnico transmontano aproveitou para apoiar o futebolista, num momento em que a situação do filho também tem estado em destaque. A presença nas bancadas permitiu-lhe acompanhar de perto mais um compromisso de Mário ao serviço do Montalegre.
Recorde-se que o jogador foi recentemente alvo de insultos durante uma partida, num episódio que motivou uma reação de Rui Borges. As ofensas estiveram relacionadas com o facto de Mário ser filho do antigo treinador dos leões, situação que gerou indignação junto da família.
Na altura, o técnico não escondeu o desagrado com o sucedido e deixou uma mensagem contundente sobre o tratamento dado: "O meu filho foi enxovalhado no último jogo de futebol por ser filho de quem é, e isso não admito" (Recorde AQUI).
Apesar de já ter deixado o comando técnico do Sporting, Rui Borges continua sem chegar a acordo com os leões quanto aos termos da rescisão do contrato, que era válido até junho de 2028. Entretanto, o treinador foi substituído no cargo por Paulo Fonseca.
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