Futebol
Miguel Mendes deixa aviso a Rui Borges no Sporting: “Vai ter a corda ao pescoço”
22 Set 2026 | 14:40
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18 Mar 2025 | 11:12 |
António Dionísio, uma das vítimas do acidente que resultou na queda do varandim que vitimou mortalmente dois adeptos e feriu mais de uma dezena, mostrou, de forma pública, bastante desagrado com a atitude de Frederico Varandas, Presidente do Sporting - que foi muito elogiado por Dias Ferreira.
O líder da SAD leonina deu ordem para suspender o apoio financeiro às vitimas da queda da varanda ainda no antigo Estádio, no ano de 1995. Esta posição desagradou muito Dionísio, que considera um desrespeito da Direção verde e branca para com as vítimas do trágico acidente e respetivas famílias.
O Sporting de Frederico Varandas responde dizendo que o apoio foi prestado na altura devida, sendo que, atualmente, o Clube de Alvalade considera já não ser necessário a atribuição de qualquer compensação financeira por um acidente que aconteceu há já 30 anos.
"O Presidente, no ano passado, disse que o meu processo no Sporting estava fechado, que eu dali não levava mais nada", disse, à equipa do Acontece aos Melhores, da TVI, citado pela CNN. João Guerreiro, amigo de António Dionísio, recorda o momento, explicando que "Quando surge o autocarro do Porto, há uma ação-reação de se aproximar tudo do varandim".
"Sofri várias lesões, desde fratura de dedos do pé esquerdo, fémur esquerdo, costelas, ombro, crânio, punho direito... Em 2020, cerca de 20 anos depois, os joelhos começam a dar de si. Ou seja, neste caso, o joelho direito porque andou a suportar o lado esquerdo todo, porque foi o lado que eu parti praticamente todo... Entretanto, mais um ano passou, novamente no 7 de maio, voltei a abordar o assunto. Foi quando o presidente, agora o ano passado, me disse que o meu processo no Sporting estava fechado, que dali não levava mais nada", termina o lesado.
Rita Garcia Pereira, advogada e adepta dos leões afirma que "o Sporting à época, era obrigado a custear os tratamentos por força de ser responsabilizado por um evento que resultou de más condições estruturais do próprio estádio. Aos dias de hoje, o Sporting tem de pagar a este homem, única e exclusivamente, os tratamentos que decorram dos danos que foram produzidos em 1995".
'Camisola 25' dos verdes e brancos foi o escolhido de Rui Borges para utilizar a braçadeira nesta temporada, mas não é consensual em Alvalade
22 Set 2026 | 16:44 |
Carlos Pereira mostrou-se preocupado com a liderança existente no Sporting e deixou reparos ao perfil dos capitães da equipa, numa crítica que incide sobretudo sobre Gonçalo Inácio, atual principal portador da braçadeira leonina.
Carlos Pereira: "Jogadores são responsáveis também por alguns desaires"
Em declarações ao jornal A Bola, o antigo treinador e dirigente dos leões começou por afastar a ideia de que Rui Borges deve carregar sozinho a responsabilidade pelos últimos resultados. “A via mais fácil é apontar o dedo ao treinador, mas os jogadores são responsáveis também por alguns desaires. Têm de se unir".
Carlos Pereira: "São algo imaturos para terem o peso da braçadeira"
É na liderança dentro das quatro linhas que Carlos Pereira identifica uma das maiores fragilidades do Sporting. “Há pouca liderança dentro do campo. Na figura dos capitães também, de certa forma, são algo imaturos para terem o peso da braçadeira, querem é jogar, têm pouca experiência em termos de liderança".
Gonçalo Inácio assume atualmente um papel central na hierarquia de capitães dos verdes e brancos, depois das alterações profundas realizadas no plantel durante o último mercado. Apesar dos vários anos de ligação ao Sporting, Carlos Pereira entende que a antiguidade, por si só, não chega para garantir capacidade de comando.
“Não é que não mereçam, pela permanência no clube ao longo dos anos, o facto é que são muito jovens e, às vezes, se tiverem de dar uma dura, no bom sentido, em algum mais velho, isso não acontece”, acrescentou o antigo responsável leonino.
Insatisfeito por ser suplente na equipa inglesa, o ex-avançado dos leões está disposto a procurar um novo rumo para a sua carreira
22 Set 2026 | 16:11 |
Viktor Gyökeres está descontente com o papel de suplente que tem assumido no Arsenal e pode abandonar o emblema de Londres numas das próximas janelas de transferências. De acordo com o Caught Offside, o internacional sueco está disposto a aceitar uma proposta de empréstimo, de modo a conseguir somar mais minutos.
Esta mesma fonte indica que o Al Ittihad, o Al Ahli, a Juventus e o Milan, orientado por Ruben Amorim, se encontram a acompanhar a situação do ex-Sporting - prestes a ser ultrapassado por Luis Suárez - e podem avançar com propostas já em janeiro. Viktor Gyökeres assinou um contrato válido até 2030 e foi comprado pelo Arsenal por 66,9 milhões de euros em 2025.
Com oito partidas já disputadas pelo Arsenal, o jogador de 28 anos ainda não se estreou a marcar esta temporada, tendo sido titular em apenas em duas ocasiões. Dado os minutos de utilização, Kai Havertz tem sido o homem de confiança de Mikel Arteta no posto mais avançado do terreno de jogo.
Na Premier League, com cinco jornadas realizadas, Viktor Gyökeres disputou apenas 29 minutos divididos por dois encontros. Ressaltar que os gunners se encontram na segunda posição da competição, com 12 pontos, atrás do líder Manchester City.
Recorde-se que, na época passada, apesar da difícil adaptação do sueco ao campeonato inglês, o jogador realizou 55 partidas pelos gunners onde faturou por 21 ocasiões, tendo ajudado o Arsenal a vencer a Premier League a chegar à Final da Liga dos Campeões.
Comentador e conhecido adepto dos verdes e brancos também acabou por dar a sua opinião sobre o tema do momento: continuidade do técnico
22 Set 2026 | 15:52 |
João Maria Jonet deixou duras críticas a Rui Borges e à forma como o Sporting geriu o projeto desportivo nos últimos tempos. O conhecido adepto leonino considera que o treinador nunca teve capacidade para responder às exigências do cargo, mas entende também que está agora a servir de “bode expiatório” para erros superiores.
“Sem unhas para a guitarra desde que entrou, acaba bode expiatório de quem não soube ver isso e deixou um projeto dominante definhar na mediocridade”, escreveu João Maria Jonet, numa apreciação particularmente crítica ao momento vivido em Alvalade.
A mensagem não aponta, por isso, apenas ao treinador. Jonet responsabiliza igualmente quem decidiu manter Rui Borges e conduzir o processo desportivo, entendendo que os sinais de fragilidade já estavam presentes e não foram devidamente interpretados.
“O início fez prever este fim deprimente para quem ia sempre ficar tempo demais e sair quando fazia menos sentido e era mais tóxico”, acrescentou, numa altura em que a pressão em torno do comando técnico do Sporting aumentou depois dos últimos resultados.
Rui Borges recebeu recentemente um voto de confiança de Frederico Varandas e continua no cargo, apesar da contestação crescente entre vários setores do universo leonino. O Presidente garantiu mesmo que o lugar do treinador nunca esteve em causa.
Confira a publicação:
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