Futebol
Jornalista do Record atira: "Rui Borges tem de perceber que Varandas não é seu amigo"
26 Out 2026 | 13:52
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Futebol
12 Mar 2021 | 17:47 | Por Redação
Ao longo da temporada, muito se tem falado da ‘estrelinha’ de Rúben Amorim, sendo essa esfera luminosa de plasma atribuída a vários atletas ao longo da temporada, desde Seba Coates a Matheus Nunes. Tal comparação não pode ser feita, pois ambos os atletas conhecem o sabor do empate, ao contrário de Daniel Bragança, que só sabe vencer. Sendo o sol a estrela mais próxima da Terra, o mesmo pode ser dito de Daniel Bragança em relação ao Sporting. Durante a noite podem ser vistas da terra várias estrelas, mas quando o sol brilha as outras desaparecem, algo que também se aplica ao médio português, que, quando entra em campo, atrai para si todas as energias, podendo ser considerado a maior estrela da constelação ao dispor de Rúben Amorim. De Almeirim para o mundo, a magia de Daniel Bragança continua a ser espalhada pelos relvados na Liga NOS. Lançado por Rúben Amorim, Dani, como é tratado pelos que lhe são mais próximos, está a aproveitar todas as oportunidades que lhe dão, com o técnico leonino a admitir que o médio “merece jogar mais”, uma vez que tem mostrado em campo o efeito que tem nos jogos. Efeito Bragança O médio português aparenta ser o verdadeiro talismã de Rúben Amorim, sendo que em todos os jogos que participou, os leões venceram. Nestes encontros existe uma correlação quase direta entre a presença de Bragança em campo com os tentos leoninos, conseguindo dar uma nova vida à turma de Alvalade, criando talvez um ‘Efeito Bragança’. Passemos então às ‘provas’ deste efeito: Prova 1: A primeira prova foi dada em Alvalade, em outubro de 2020. Na receção ao Gil Vicente, os leões estavam a perder desde o minuto 52’, até que Rúben Amorim colocou em campo o número 68 dos leões. Ao minuto 71’ pisou o relvado pela primeira vez, com os leões a chegarem ao empate ao minuto 82’, conseguindo a reviravolta, fruto de uma assistência de Bragança para Tiago Tomás, terminando o encontro com um triunfo, por 3-1. Prova 2: Avançando até janeiro de 2021, os leões encontram-se em Leira, a disputar a meia-final da Taça da Liga, diante do Porto. Corre o minuto 85’, com a turma leonina em desvantagem, e parecendo não existir solução, até que Amorim se lembra do mágico que está em aquecimento, lançando-o de imediato para o encontro. Aí se dá o ‘Efeito Bragança’, com o Sporting a faturar no minuto seguinte, conseguindo chegar à vantagem aos 90+4’, alcançando dessa forma uma presença na final da Taça da Liga. Prova 3: Chegava o dérbi eterno, marcado para o primeiro dia do mês de fevereiro, com a receção ao Benfica. O encontro estava bloqueado, sendo que nenhuma das equipas conseguia alcançar o fundo das redes adversárias, até que ao minuto 90+1’, o técnico leonino lançou para o relvado Daniel Bragança, que viu no minuto seguinte Matheus Nunes a colocar a bola no fundo das redes encarnadas, dando a vitória aos leões. Prova 4: Passados oito dias, numa noite chuvosa em Barcelos e com o relvado com algumas imperfeições, corria o minuto 55’ e o marcador dava a vantagem ao Gil Vicente, por uma bola a zero. Recordando-se do que havia acontecido na primeira volta, Amorim lançou o médio português para o relvado, tendo sido este o encontro que mais demorou para o ‘Efeito Bragança’ dar resultado, podendo ser a chuva uma espécie de inibidor desta fórmula de Almeirim. A precipitação não impediu o bis de Coates nos minutos finais, sendo que o médio português assistiu de perto ao segundo golo do capitão leonino. Prova 5: Rúben Amorim precisou de menos de um mês para voltar a recorrer à fórmula mágica dos leões. Desta feita, a entrada de Bragança ocorreu ainda com a vantagem dos leões, e assim sendo, o médio assistiu ao empate já no relvado. Para outros, este acontecimento poderia ser um contrassenso nesta teoria científica, mas certo é que, mesmo em campo no momento do desaire, a presença do médio português fez a diferença, com o capitão leonino, Seba Coates, a devolver a vantagem aos leões, conquistando o triunfo, por 2-1. Com 21 anos, o médio do conjunto leonino vai realizando a sua primeira temporada de leão ao peito. O jovem leão soma catorze aparições com a listada verde e branca, e apesar de somar apenas uma titularidade, diante do Mafra, o médio português mantém um registo 100% vitorioso.
Fotografia de Sporting
Antigo candidato à presidência dos leões entende que mudanças foram feitas em excesso e não atira a tolha para o chão na luta pelo campeonato
26 Out 2026 | 16:52 | Por Redação
Bruno Sá responsabiliza Frederico Varandas pelo desempenho do Sporting na atual temporada. Em conversa com o Leonino, o antigo candidato à presidência do Clube apontou o atual líder e o técnico Rui Borges como os principais culpados pelos maus resultados.
B. Sá: "É impossível resistir a tantas mudanças"
"Rui Borges devia sair? Obviamente que isso não é uma decisão minha, mas na minha visão ele não é o único culpado por esta situação que está a passar-se no Sporting. Temos de descobrir quem tomou esta série de decisões e promoveu todas estas mudanças. O Rui Borges não é o único culpado porque é impossível resistir a tantas mudanças numa equipa que vinha de ganhar títulos nos últimos tempos" , começou por dizer.
O empresário defende que as alterações no plantel deviam ter sido feitas gradualmente. "Eu acho que nos mercados anteriores, até porque tínhamos uma série de lesões de jogadores que não foram substituídos e o próprio Rui Borges na altura encontrou soluções para conseguirmos ganhar a dobradinha, estas mudanças deviam ter sido todas feitas noutros mercados. Acho que é muita coisa de uma só vez. Não só o mercado, as mudanças deviam ter sido feitas progressivamente", falou.
B. Sá: Novo treinador? Não vou decidir isso"
Acerca da possibilidade de um novo técnico, Bruno Sá não quis alongar com especulações. "Não sou eu que vou decidir isso e nesta altura não vale a pena estar a discutir isso, até porque o presidente decidiu renovar com o Rui Borges cinco meses antes do Jamor. Eu acho que o que tem que ser explicado é as razões do que é que aconteceu no Jamor e quem é que tomou estas decisões para haver tantas mudanças", opinou.
Na sua conclusão, o conhecido adepto leonino não desiste da luta pelo título. "Como qualquer Sportinguista, nós acreditamos sempre, mas já temos um atraso pontual acentuado. Vai ser difícil, mas é importante continuarmos a apoiar e a acreditar que pode haver aqui uma série de mudanças. Ainda vamos jogar com o Benfica e com o Porto e, vencendo esses jogos, podemos aproximar-nos e passar para a frente", finalizou.
Duelo da nona jornada da Liga Portugal Betclic continua a dar que falar; Antigo juiz internacional avaliou encontro entre leões e viritatos
26 Out 2026 | 16:21 | Por Redação
A arbitragem do encontro entre Sporting e Académico de Viseu continua a dar que falar. Miguel Nogueira assinalou uma grande penalidade a favor da equipa leonina aos 45 minutos, acompanhada de cartão amarelo ao guarda-redes Ewerton, mas acabou por reverter a decisão depois de ser chamado pelo VAR, Luís Ferreira, para rever o lance.
Iturralde González, antigo árbitro internacional espanhol, considera que a decisão inicial deveria ter sido mantida. O especialista entende que a intervenção do guarda-redes do Académico de Viseu foi demasiado perigosa, apesar de este ter tocado primeiro na bola.
"Ainda que o guarda-redes toque a bola, para mim, é penálti e cartão amarelo para o guarda-redes, porque uma coisa é tocar a bola na sequência de uma saída normal. Sais de entre os postes de uma forma normal, tocas a bola e, de seguida, derrubas o avançado, não é penálti. Mas, aqui, ele sai com os joelhos para a frente, à altura da cabeça do avançado e acaba por acertar-lhe. A entrada é temerária. Apesar de ter tocado primeiro na bola, não deixa de ser uma entrada temerária", explicou.
O antigo juiz considerou que o VAR não deveria ter interferido. Na sua perspetiva, a forma como Ewerton saiu dos postes e colocou os joelhos na direção do adversário foi determinante para justificar a grande penalidade e a advertência disciplinar.
I. González: "É penálti"
"Mas, na minha opinião, é uma jogada muito temerária do guarda-redes, por sair com os joelhos para a frente, quando tal não era necessário. Pode sair, afastar a bola e chocar de forma natural com o avançado, que não é penálti. Mas, a forma como disputa a bola, para mim, é penálti, porque é demasiado temerária", reforçou Iturralde González.
Desaire com o Académico de Viseu aumentou a contestação dos adeptos, que assobiaram treinador e exibiram lenços brancos ao técnico
26 Out 2026 | 15:26 | Por Redação
Rui Borges orientou o treino do Sporting em Alcochete esta segunda-feira, mas atravessa uma fase delicada no comando técnico dos leões. O desaire com o Académico de Viseu aumentou a contestação dos adeptos, que assobiaram o treinador e exibiram lenços brancos ao técnico.
Com a continuidade do treinador a ser cada vez mais discutida, o mercado de técnicos sem clube ganha particular interesse. Apesar de várias opções estarem atualmente comprometidas com outras equipas, existe uma lista alargada de treinadores disponíveis, entre portugueses com experiência no futebol nacional.
Entre os portugueses, Sérgio Conceição é um dos nomes mais mediáticos. O treinador deixou o Al Ittihad em junho de 2026 e reúne o apoio de alguns adeptos leoninos, embora não faça parte dos planos de Frederico Varandas, tendo em conta a tensão entre ambos durante o período em que orientou o Porto. Vítor Pereira também está livre, depois de deixar o Nottingham Forest no final da última temporada. Luís Castro é outra possibilidade disponível, após ter sido despedido do Grémio em setembro, depois de passagens por clubes como Shakhtar Donetsk, Botafogo e Al Nassr.
A lista inclui ainda treinadores com passado em Alvalade. Paulo Bento esteve quatro temporadas e meia à frente da equipa principal leonina, conquistando duas Taças de Portugal e duas Supertaças, antes de assumir o comando da Seleção. Também Carlos Carvalhal, que treinou os leões em 2009/10, está sem clube após deixar o Famalicão. Entre os restantes técnicos portugueses disponíveis estão Rui Faria, antigo adjunto de José Mourinho, e Pedro Caixinha, que construiu grande parte da carreira no estrangeiro, sobretudo no México.
No panorama internacional, as alternativas também são numerosas. Thomas Frank, antigo treinador do Tottenham, Thiago Motta, que passou pela Juventus, Kasper Hjulmand, ex-Bayer Leverkusen, Marcelino Toral, Ernesto Valverde, Stefano Pioli e Domenico Tedesco figuram entre os nomes referidos. Há ainda antigos selecionadores como Didier Deschamps, Gareth Southgate e Vincenzo Montella.