Futebol
Imprensa espanhola vai à loucura com imprescindível do Sporting: "Uma locomotiva"
22 Set 2026 | 15:13
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17 Dez 2024 | 19:02 |
André Geraldes relembrou os falhanços de Frederico Varandas ao contratar Marcel Keizer ou Silas, como treinadores principais do Sporting. O antigo homem forte de Bruno de Carvalho em Alvalade acredita que as recentes conquistas dos leões se deveram a Ruben Amorim.
“O projeto de sucesso do Sporting, que teve uma equipa tremenda com jogadores fantásticos, estava muito assente no trabalho do treinador [Ruben Amorim]”, começou por afirmar André Geraldes.
“Quando me perguntas isto [responsabilidade dos triunfos dos leões nos últimos anos], sou obrigado a falar disto: o que era o projeto do Sporting antes da chegada de Ruben Amorim?”, argumentou André Geraldes.
“Quantos treinadores passaram por aquela casa? As pessoas pensam nisto e tiram as suas conclusões. Efetivamente, houve uma aposta, bem-sucedida, que acaba por abafar aquilo que tinha acontecido com a gestão do Sporting até esse momento”, finalizou André Geraldes, numa crítica implícita a Frederico Varandas.
Recentemente, Frederico Varandas teve oportunidade de deixar resposta a esta linha de raciocínio: "Confesso que me rio para mim quando ouço: “agora é que vamos ver o que vale esta administração sem o treinador e o diretor desportivo”. Mas digam-me uma coisa: esta administração herdou Rúben Amorim e Hugo Viana? Já cá estavam? Alguém por acaso os recomendou publicamente? Não só não estavam cá, não só ninguém os recomendou como toda a comunidade do futebol criticou esta administração pela contratação do Rúben Amorim".
Relembre-se que André Geraldes foi diretor desportivo do Sporting entre 2013 e 2018. Nesses cinco anos de leão ao peito, o antigo dirigente venceu uma Taça de Portugal (14/15), uma Supertaça (15/16), e uma Taça da Liga (17/18). Depois de sair de Alvalade, Geraldes exerceu funções semelhantes no Farense, onde conseguiu a subida à primeira divisão; no Estrela da Amadora, onde conseguiu a subida à segunda divisão; e no Varzim, cargo que abandonou no fim de 2023. Está sem clube desde então.
Insatisfeito por ser suplente na equipa inglesa, o ex-avançado dos leões está disposto a procurar um novo rumo para a sua carreira
22 Set 2026 | 16:11 |
Viktor Gyökeres está descontente com o papel de suplente que tem assumido no Arsenal e pode abandonar o emblema de Londres numas das próximas janelas de transferências. De acordo com o Caught Offside, o internacional sueco está disposto a aceitar uma proposta de empréstimo, de modo a conseguir somar mais minutos.
Esta mesma fonte indica que o Al Ittihad, o Al Ahli, a Juventus e o Milan, orientado por Ruben Amorim, se encontram a acompanhar a situação do ex-Sporting - prestes a ser ultrapassado por Luis Suárez - e podem avançar com propostas já em janeiro. Viktor Gyökeres assinou um contrato válido até 2030 e foi comprado pelo Arsenal por 66,9 milhões de euros em 2025.
Com oito partidas já disputadas pelo Arsenal, o jogador de 28 anos ainda não se estreou a marcar esta temporada, tendo sido titular em apenas em duas ocasiões. Dado os minutos de utilização, Kai Havertz tem sido o homem de confiança de Mikel Arteta no posto mais avançado do terreno de jogo.
Na Premier League, com cinco jornadas realizadas, Viktor Gyökeres disputou apenas 29 minutos divididos por dois encontros. Ressaltar que os gunners se encontram na segunda posição da competição, com 12 pontos, atrás do líder Manchester City.
Recorde-se que, na época passada, apesar da difícil adaptação do sueco ao campeonato inglês, o jogador realizou 55 partidas pelos gunners onde faturou por 21 ocasiões, tendo ajudado o Arsenal a vencer a Premier League a chegar à Final da Liga dos Campeões.
Comentador e conhecido adepto dos verdes e brancos também acabou por dar a sua opinião sobre o tema do momento: continuidade do técnico
22 Set 2026 | 15:52 |
João Maria Jonet deixou duras críticas a Rui Borges e à forma como o Sporting geriu o projeto desportivo nos últimos tempos. O conhecido adepto leonino considera que o treinador nunca teve capacidade para responder às exigências do cargo, mas entende também que está agora a servir de “bode expiatório” para erros superiores.
“Sem unhas para a guitarra desde que entrou, acaba bode expiatório de quem não soube ver isso e deixou um projeto dominante definhar na mediocridade”, escreveu João Maria Jonet, numa apreciação particularmente crítica ao momento vivido em Alvalade.
A mensagem não aponta, por isso, apenas ao treinador. Jonet responsabiliza igualmente quem decidiu manter Rui Borges e conduzir o processo desportivo, entendendo que os sinais de fragilidade já estavam presentes e não foram devidamente interpretados.
“O início fez prever este fim deprimente para quem ia sempre ficar tempo demais e sair quando fazia menos sentido e era mais tóxico”, acrescentou, numa altura em que a pressão em torno do comando técnico do Sporting aumentou depois dos últimos resultados.
Rui Borges recebeu recentemente um voto de confiança de Frederico Varandas e continua no cargo, apesar da contestação crescente entre vários setores do universo leonino. O Presidente garantiu mesmo que o lugar do treinador nunca esteve em causa.
Confira a publicação:
Depois dos dois empates nas últimas jornadas da Liga Portuguesa, o nome do técnico português tem sido alvo de grande contestação por parte dos adeptos
22 Set 2026 | 15:29 |
Miguel Mendes esteve em estúdio a analisar a situação de Rui Borges e o momento que a equipa dos leões atravessa. Para o jornalista do jornal A Bola, "o maior voto de confiança dado a Rui Borges foi, há uns meses, quando renovou contrato e lhe foi proposto uma mudança de ciclo gigantesco no Sporting".
Miguel Mendes: "Rui Borges é claramente uma escolha de Frederico Varandas"
"Acho que esta decisão vem no enquadramento da aposta firme de Frederico Varandas há uns meses e que uma saída nesta altura seria o assumir de um erro gigantesco por parte do Presidente. Acho que isso é um fator que pesa, porque Rui Borges é claramente uma escolha de Frederico Varandas e acho que é um treinador em quem o Presidente confia, mesmo que não seja unânime para todas as pessoas", esclareceu.
Miguel Mendes: "Vai ter a 'corda ao pescoço' em todos os jogos"
No que toca aos próximos encontros, Miguel Mendes considera que a vida do técnico não será fácil: "Se me perguntas se Rui Borges terá a vida difícil daqui para a frente? Vai ter, certamente. Vai ter a “corda ao pescoço” em todos os jogos, vai passar por um ciclo complicado. Uma derrota, um desaire, qualquer coisa que possa acontecer vai ser muito complicado.
"Era impossível mudar tudo e ficar tudo como estava. O Sporting acaba por trocar toda a espinha dorsal de uma equipa que era ganhadora e que tinha rotinas com muitos anos, muitas referências no plantel e tudo isso demora tempo a criar e, ao que tudo indica, vai ser dado mais algum tempo a Rui Borges - que terá na pausa para seleções um desafio - para que consiga solidificar algumas dinâmicas", comentou, relativamente a esta oportunidade dado ao treinador português.
Miguel Mendes considera que a saída mais pesada para o plantel foi a de Diomande. "Em todo este processo de transformação do Sporting, creio que o maior erro foi Diomande, que era peça-chave. Era aquele jogador que o Sporting não poderia deixar sair nesta altura, era um jogador rotinado, com características diferentes de todos os outros".
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22 Set 2026 | 15:13
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22 Set 2026 | 12:19
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22 Set 2026 | 11:54