Futebol
Liverpool está louco com um intocável do Sporting e há um dado que ajuda a perceber porquê
25 Out 2026 | 16:37
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futebol
06 Jun 2023 | 10:10 | Por Redação
Bruno Mascarenhas, antigo membro do Conselho Diretivo do Sporting, não vê grandes vantagens quanto a uma eventual entrada de um acionista, mesmo que minoritário, no capital social da SAD do Sporting.
Em declarações exclusivas ao nosso Jornal, Bruno Mascarenhas comentou as notícias vindas a público sobre o alegado interesse de Todd Boehly, dono do Chelsea, e deixou alguns avisos sobre os perigos que esta situação pode trazer.
“Ter dinheiro não é a solução”
“É preciso ter uma estrutura e um scouting competentes para ter sucesso. O exemplo está no próprio Chelsea, que teve uma época desastrosa, apesar das centenas de milhões investidos”, afirmou.
Recorde-se que, na temporada de 2022/23, segundo o portal ‘Transfermarkt’, o emblema londrino gastou 611 milhões de euros. Este valor serviu de pouco ou nada, sendo que os blues acabaram a temporada sem qualquer troféu e ainda falharam a qualificação para as competições europeias, tendo terminado na 12.ª posição do campeonato inglês.
“O futebol português não está preparado para o investimento”
O antigo dirigente afirmou, ainda, que o investimento poderia trazer mais-valias para o Sporting, mas, ao mesmo tempo, referiu que o futebol português não estaria preparado para justificar a injeção de capital: “Admito que a tendência do futebol profissional seja essa [dinheiro trazer mais-valias]. Tenho, no entanto, sérias dúvidas que o futebol português cresça assim tão rápido para justificar o aumento significativo de receitas reais que cumpram com regras do fair-play financeiro impostas pela UEFA”, revelou.
“Não sou adepto do Sporting se tornar num clube satélite”
Do outro lado da moeda, o possível investimento pode trazer alguns pontos negativos. Para Bruno Mascarenhas, o facto de os leões se poderem tornar num Clube que fornece outros é algo impensável e daí afirmar que preferia que, se houvesse mesmo um investimento, que fosse por alguém que não estivesse ligado a outro projeto.
“Mesmo admitindo que a participação do parceiro acionista [Todd Boehly] fosse minoritária, não sou adepto que o Sporting possa ser satélite de qualquer outro clube. Mal por mal, preferia que fosse um investidor que tivesse a SAD como o seu clube estruturante”, admitiu.
“A Assembleia Geral vai continuar a ter poder”
A discussão da compra da SAD leonina, levantou a possibilidade de AG acabar por desaparecer, ‘retirando a voz’ aos sportinguistas. Contudo, o antigo dirigente do Conselho Diretivo do Sporting, assegurou que estes não têm de se preocupar.
“A Assembleia Geral da SAD teria sempre de existir, por códigos das sociedades comerciais. Além de que há muitos acionista individuais com direito a voto e poderem intervir. Basta deterem 100 ações”, disse, explicando o ponto de vista legal da situação.
“Não precisamos de investimento para competir com o Benfica”
Questionado se um eventual boost nas finanças dos leões poderiam ajudar os mesmos a alcançar os níveis estabelecidos pelo Benfica – que gastaram nas últimas três temporadas mais de 150 milhões de euros que o Sporting em transferências – o antigo dirigente revela que não é obrigatório o investimento, revelando que a prioridade está no melhoramento da marca e no marketing, de modo a conseguir melhores contratos de patrocínios.
“Um Sporting forte, numa espiral ascendente, com um marketing relacional eficaz pode competir com as receitas do Benfica. Veja-se o contrato de venda dos direitos televisivos feito com a NOS pela direção da qual fiz parte em 2015: a perceção da nossa marca, à data da celebração desse contrato, era de grande futuro e valorização que o mercado lhe dava, sendo que suplantou a dos nossos rivais”, vincou.
“A decisão está nas mãos do Conselho Diretivo”
Num tom de conclusão, Bruno Mascarenhas não quis adiantar muito sobre o futuro do Sporting e sobre a decisão final da venda da SAD, passando o peso da decisão para os atuais dirigentes.
“Compete ao atual Conselho Diretivo tomar a decisão. Para isso foram eleitos pelos associados”, concluiu.
Recorde este golo que Matheus Nunes marcou ao Chelsea de Todd Boehly:
Treinador reconheceu que a equipa não está satisfeita por estar a nove pontos da liderança da Liga e compreendeu assobios e lenços brancos dos adeptos
26 Out 2026 | 09:25 | Por Redação
Rui Borges atribuiu a derrota do Sporting frente ao Académico de Viseu (2-1) à intranquilidade e à falta de capacidade de finalização. O treinador reconheceu que a equipa não está satisfeita por estar a nove pontos da liderança da Liga e compreendeu os assobios e os lenços brancos dos adeptos. Apesar da pressão e dos resultados negativos, garantiu estar focado no próximo encontro.
Foi um daqueles jogos em que tudo o que podia correr mal correu. O que podia ter sido diferente?
"A intranquilidade, acima de tudo. Entrámos num jogo em que o Académico vinha defender. Sabíamos que era perigoso em bolas longas, segundas bolas e em ser eficaz com os três homens da frente. Na única aproximação que tiveram, acabaram por fazer o 1-0 e a equipa ficou um pouco intranquila, naturalmente. Porque vínhamos de um jogo menos conseguido na Liga dos Campeões, porque no último jogo em casa empatámos... Dois resultados não positivos em Alvalade, o que acabou por criar alguma desconfiança nas tomadas de decisão, principalmente no último terço. Mesmo assim, a equipa foi tentando, foi abusando dos corredores laterais, porque sabíamos que em zonas centrais eles iam estar bastante fechados. Fomos tentando várias aproximações, às vezes com mérito do adversário em conseguir tapar e defender a baliza, outras vezes com demérito nosso, que não finalizamos da melhor forma e saímos penalizados. Na segunda parte, o Académico volta à única aproximação que tem a fazer o 2-1, e é natural que haja intranquilidade. Mas não posso apontar falta de vontade à equipa, mas infelizmente não foi possível".
Sporting já está a nove pontos da liderança, está a chegar ao final da linha no Sporting?
"Estou aqui para falar do jogo, que não foi muito bem conseguido. Não foi por falta de energia, foi por falta de capacidade de finalização. Infelizmente, estamos a nove pontos, não queríamos estar, mas estamos. Não temos sido capazes, em alguns jogos, de sair vitoriosos, que é isso que queremos. E uma equipa como o Sporting, obviamente, não está satisfeita por estar a nove pontos do líder do campeonato".
Depois do resultado, dos assobios e dos lenços brancos, sente que os adeptos mereciam um pedido de desculpas?
"A insatisfação dos adeptos é natural. Estamos num grande clube. Perdemos em casa e há três jogos que não vencemos em Alvalade. A insatisfação faz parte".
Continua a sentir que tem forças e condições para continuar?
"Estou focado no treino de amanhã já, porque tenho jogo terça-feira. A insatisfação é natural, compreendo-a, mas vivo bem com ela".
Vai colocar o seu lugar à disposição? Acredita, ainda, que o Sporting pode ser campeão?
"Vou treinar às 11h30 da manhã, porque temos jogo na terça-feira. Em relação à segunda parte, acredito sempre. Por isso é que cheguei ao Sporting".
Dois jogos seguidos em que o Sporting era favorito à vitória e não vence. Entende que a equipa possa ter subestimado os adversários?
"Não. Hoje, não foi esse o caso. Foi alguma intranquilidade, é compreensível. Enquanto treinador, o que posso fazer é passar e tentar ao máximo passar tranquilidade. É o que tentamos fazer. É natural que com o desenrolar do jogo, com golos que não estávamos à espera quando estávamos por cima do jogo, com os resultados menos positivos que tivemos em Alvalade nos últimos dois jogos, essa intranquilidade fosse aparecendo e nos levasse a tomar as piores decisões".
Ainda se sente solução e porquê?
"Estou focado no próximo jogo, em trabalhar, que é isso que eu faço. Foi isso que me trouxe até ao Sporting, o meu trabalho, e é nisso que me foco. Vai haver fases boas, vai haver fases menos boas. Faz parte da vida".
Situação do camisola 6 do emblema verde branco tem merecido particular atenção por parte dos responsáveis do Clube de Alvalade
26 Out 2026 | 03:00 | Por Redação
O Sporting está muito preocupado com os sucessivos problemas físicos de Zeno Debast, sabe o Leonino, numa altura em que o defesa central continua afastado da competição e sem data certa para regressar. A situação do camisola 6 merece atenção, tendo em conta a sequência de lesões que tem condicionado a sua utilização.
Os problemas começaram a ganhar expressão em outubro de 2025, quando o atleta sofreu uma lesão no joelho esquerdo frente ao Marselha, para a Liga dos Campeões. A recuperação acabou por ser mais demorada do que inicialmente previsto, com o internacional belga a ficar afastado dos relvados durante vários meses.
Já em janeiro de 2026, voltou a enfrentar problemas físicos, antes de sofrer, em maio, uma lesão muscular na zona do fémur da perna esquerda, que o afastou das decisões finais da época. Essa última lesão teve também consequências ao nível da seleção. Apesar de ter integrado a convocatória da Bélgica para o Mundial de 2026, não conseguiu somar qualquer minuto.
O arranque da nova temporada também não correu como desejado. Debast falhou as duas primeiras jornadas do campeonato e, depois de recuperar espaço nas opções, voltou a parar após sentir um desconforto muscular na sequência dos compromissos internacionais. A última partida do central pelo Sporting aconteceu a 19 de setembro, frente ao Arouca, tendo falhado os encontros seguintes (Lens, LASK Linz e Ac. de Viseu).
Perante este historial, a condição física de Debast tornou-se um tema de particular atenção para a estrutura. A sucessão de paragens tem limitado a sua continuidade competitiva. Em Alvalade, a prioridade passa por garantir uma recuperação segura e perceber se o defesa conseguirá ultrapassar este ciclo de problemas físicos.
Depois do desaire diante do LASK Linz, para a Liga dos Campeões, leões não conseguiram reagir e somaram novo resultado negativo
25 Out 2026 | 22:37 | Por Redação
O Sporting voltou a sofrer uma derrota em casa, desta vez frente ao Académico de Viseu, por 2-1, na nona jornada da Liga. Depois do desaire diante do LASK Linz, para a Liga dos Campeões, os leões não conseguiram reagir e somaram novo resultado negativo.
A equipa de Rui Borges entrou com vontade de assumir o controlo da partida, mas teve dificuldades em ultrapassar a organização defensiva dos visitantes. Aos 24 minutos, João Guilherme inaugurou o marcador, depois de Robinho progredir pela esquerda e cruzar rasteiro para a área.
Na segunda parte, o Sporting aumentou a pressão e chegou ao empate aos 62 minutos, por intermédio de Luis Suárez, que desviou de primeira um cruzamento de Iván Fresneda. Contudo, a igualdade durou apenas 12 minutos: João Guilherme voltou a marcar, aproveitando uma nova falha defensiva dos leões, após um cruzamento de Soufiane Messeguem.
Até ao apito final, o Sporting ainda procurou evitar a derrota, com Maxi Araújo a destacar-se pelas oportunidades criadas. O uruguaio acertou no poste e obrigou Ewerton a uma defesa importante, mas os esforços da equipa leonina não foram suficientes. Com este resultado, o Sporting está no terceiro lugar, com 18 pontos, a nove do Porto (28), que lidera o campeonato.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo na próxima terça-feira, dia 27 de outubro, frente ao Marítimo. O encontro, a contar para os quartos de final da Taça da Liga, diante da turma orientada por Mitchell van der Gaag, jogar-se-á às 20h15, em Alvalade.
Veja os golos:
1-0:
1-1:
2-1:
Liverpool está louco com um intocável do Sporting e há um dado que ajuda a perceber porquê
25 Out 2026 | 16:37
6 meses depois, Luís Maximiano volta a jogar; Ex guarda redes do Sporting vital no triunfo
25 Out 2026 | 15:44
Andrea Cambiaso pode rumar ao Barcelona por 30M e gerar efeito dominó no Sporting
25 Out 2026 | 12:46