Futebol
Melhor do mês fica fora do Moreirense - Sporting e a culpa é... dos leões
18 Fev 2026 | 11:21
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Futebol
02 Fev 2024 | 13:07 |
O Sporting vai visitar o Famalicão ao Estádio Municipal 22 de Junho, num confronto a contar para a Liga Portugal Betclic. Na conferência de antevisão à partida, o técnico Rúben Amorim fez um balanço do mercado de transferências e falou da aquisição de um extremo por parte dos leões.
"Nunca disse que íamos buscar um extremo. O que disse é que queríamos ir buscar um jogador para o presente e para o futuro, mas não conseguimos. Apresentámos as coisas ao jogador, mostrámos como era viver em Lisboa, todo esse trabalho foi feito", começou por afirmar o técnico verde e branco.
"Não tínhamos uma segunda opção tão boa como ele. Não desistimos de nada. Temos alvos. Conseguimos ou não conseguimos. Conseguimos os que estão a crescer e que vão dar frutos no futuro. Não vou dizer o nome do jogador", concluiU Amorim.
Já sobre os restantes reforços de inverno, rematou: "O Koba é aquilo que fizemos com o Rafael. Já chegámos a uma fase do clube... Quando chegámos aqui comprámos o Nuno Santos pelo mesmo valor para ser o nosso titular. O que estamos a fazer agora é preparar o futuro, sabendo que quando olhamos para o Koba estamos a olhar para o jogador que é e para aquele jogador que poderá vir a ser".
"Daqui a um ou dois anos teríamos que pagar muito mais por um jogador como ele. Portanto, foi essa observação. Não conseguimos certos jogadores que seriam reforços já. O Koba é para já, mas é a pensar muito naquilo que pode dar. Exatamente na mesma condição do Rafa. São jogadores que acreditamos e que juntamos aos talentos da formação para eles lutarem entre si e sermos mais fortes", terminou.
No próximo sábado, dia 3 de fevereiro, às 18h00, a equipa verde e branca desloca-se a Famalicão e prepara-se para correr pela conquista de mais três pontos, na luta pela manutenção da liderança do campeonato e pela possibilidade de estabelecerem um novo recorde de vitórias na presente época.
Jogador brasileiro chegou ao Clube de Alvalade no último mercado de transferências, oriundo do West Ham, e começa a ser aposta fixa de Rui Borges
18 Fev 2026 | 12:14 |
Há um nome em clara afirmação no plantel do Sporting. Luís Guilherme, reforço de inverno proveniente do West Ham por 14 milhões de euros fixos (mais 3 milhões em objetivos), tem demonstrado, em pouco mais de um mês, que não chegou a Alvalade apenas para compor o plantel, e os números provam isso mesmo.
Entre a 18.ª jornada - na receção ao Casa Pia - e a 22.ª ronda da Liga, o extremo brasileiro registou uma evolução significativa em indicadores determinantes para a sua posição. A percentagem de acerto no passe subiu de 89% para 95%, enquanto o número de passes direcionados para o último terço do terreno aumentou de nove para 27, mais do que o triplo.
A mensagem transmitida por Rui Borges, que lançou o jovem de 20 anos pela primeira vez na Allianz Cup frente ao Vitória de Guimarães, tem sido clara: o técnico quer um jogador destemido, capaz de enfrentar os adversários no um para um e criar desequilíbrios perante equipas cada vez mais organizadas frente ao bicampeão nacional.
Mesmo numa amostra ainda curta - sete jogos com a Listada verde e branca - os sinais de crescimento são evidentes, também ao nível dos cruzamentos e da influência ofensiva. “É para o imediato, mas sobretudo para o futuro”, afirmou Rui Borges no mês passado, sublinhando a aposta em Luis Guilherme, que já começa a dar retorno desportivo e que, agora, procura traduzir essa evolução em assistências e golos.
Como já noticiado, o extremo tem correspondido às exigências do treinador com dedicação total. Fica na Academia para sessões extra de trabalho físico e tático e, em casa, revê as próprias exibições, numa demonstração clara de compromisso com a evolução e com a afirmação no Sporting.
Rui Borges continua a deixar a sua marca no Clube de Alvalade com resultados que reforçam a confiança da equipa a jogar no seu terreno
18 Fev 2026 | 11:58 |
O Sporting continua a demonstrar consistência em Alvalade, onde conquistou a 13.ª vitória consecutiva em todas as competições, incluindo Liga Portugal, Taça de Portugal, Taça da Liga e Liga dos Campeões. A série começou a 22 de outubro, com o triunfo por 2-1 frente ao Marselha, e desde então a equipa tem mostrado grande solidez em casa.
O desempenho da equipa não se reflete apenas nos golos marcados, mas também na capacidade defensiva. Rui Borges tem implementado um trabalho contínuo de consolidação defensiva que permite ao Sporting controlar os jogos e manter adversários em cheque. Esta abordagem tem sido determinante para manter a série de vitórias e reforçar a confiança dos jogadores. O técnico tem olhado também para as bolas paradas ofensivas.
Só na Liga, o Sporting registou oito jogos sem sofrer golos em Alvalade nesta temporada, superando as seis “clean sheets” da época passada. Ao longo de 18 jogos caseiros, a equipa ganhou 16, empatou um e perdeu apenas outro, mantendo uma média defensiva impressionante de 0,56 golos sofridos por partida.
O alcance da série histórica é ainda mais relevante face à concorrência. Nos últimos quatro meses, o Sporting venceu todos os jogos em casa, incluindo um triunfo frente ao campeão europeu PSG, mostrando que Alvalade se tornou um verdadeiro bastião da equipa de Rui Borges.
Historicamente, a última vez que um treinador do Sporting alcançou 13 vitórias consecutivas em casa foi há 52 anos. Rui Borges aproxima-se agora de marcas de lendas como Mário Lino, que conseguiu 16 vitórias na temporada 1973/1974, e Joseph Szabo, que alcançou 15 em 1953/1954, consolidando a sua importância na história do clube.
Jogador do Clube de Alvalade continua a ser tema de conversa depois de evento recente no Estádio José Alvalade, para o Campeonato Nacional
18 Fev 2026 | 11:43 |
O golo que valeu a Daniel Bragança o título de herói do jogo no encontro frente ao Famalicão - que os leões venceram por 1-0, no Estádio José Alvalade - foi, na análise de Pedro Moreira, fruto da “perceção” e da “inteligência” do médio do Sporting.
"Foi um bom gesto técnico"
"O Daniel percebeu que havia ali um espaço em que poderia finalizar de cabeça. Não foi um cabeceamento em altura. Foi um bom gesto técnico, naquilo em que, aparentemente, nem é especialista", descreveu o treinador de 50 anos ao jornal Record, que trabalhou com o camisola 23 na transição do futebol de 7 para o futebol de 11.
Pedro Moreira considera que o momento ganha ainda mais relevo pelo contexto em que surgiu, já numa fase adiantada do jogo e após várias substituições operadas pela equipa leonina. Para o técnico, Bragança demonstrou capacidade para “ver os espaços vitais a atacar”, dentro do que é trabalhado nas bolas paradas.
"É um prémio justo"
"É um prémio justo para quem passou um período difícil na sua carreira. Eu, como alguém que passou pela vida desportiva dele, fiquei muito feliz", confessou o antigo treinador também de Torreense e Casa Pia, atualmente sem clube.
O técnico destacou ainda o perfil humano e o percurso formativo do médio: "O Daniel Bragança é uma pessoa excelente, um miúdo muito forte, em termos de balneário, que carrega a mística do Clube, que tem valores e dedicou toda uma vida ao Sporting", afirmou, sublinhando também o papel determinante da família no seu crescimento.
"Numa fase inicial, não era um dos principais jogadores da sua geração, mas foi ganhando espaço e estatuto, em especial pelo empenho e pela forma como trabalhava", recordou Pedro Moreira, que deixou de acompanhar o jogador quando este ingressou na Academia Cristiano Ronaldo. "Aí, já não foi comigo, mas a mudança para a Academia também foi um momento importante na carreira dele. Sair da família e passar a viver quase em exclusivo para o futebol fê-lo crescer. Aí, sim, passou a ser a referência das equipas", acrescentou.
Por fim, o treinador analisou a evolução do médio após o regresso de uma lesão que o afastou da competição durante 11 meses. "Depois do tempo que passou fora, o Daniel surge nos espaços de forma mais agressiva, mais adiantado no terreno, tirando também partido da forma como o Sporting tem jogado nos momentos finais dos jogos. Com mais jogadores em zonas de finalização e mais oportunidades de golo", observou, sugerindo que esta dinâmica coletiva também terá contribuído para o primeiro golo de cabeça do médio em jogos oficiais.