Futebol
Barcelona muda de ideias e futuro de Iván Fresneda no Sporting pode sofrer reviravolta
28 Out 2026 | 12:12
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29 Out 2024 | 09:18 | Por Redação
Fabrizio Romano, jornalista especialista no mercado de transferências, comentou a possível saída de Rúben Amorim do Sporting rumo ao Manchester United. O italiano confirma que o técnico é o favorito ao lugar de Erik ten Hag e que as negociações estão "em andamento".
"Rúben Amorim deu sinal verde inicial ao Man United. Ele está interessado em juntar-se ao clube, aceitando o projeto e os termos discutidos. Amorim respeita o Sporting... e por isso agora depende da negociação clube a clube. A cláusula de saída para os principais clubes é de cerca de 10 milhões", pode ler-se na rede social 'X'.
Erik ten Hag não resistiu à derrota neste domingo com o West Ham (2-1), em Londres, que empurrou o histórico clube de Manchester para o 14.º lugar da Premier League. O neerlandês estava no cargo desde abril de 2022. Desde então, venceu dois troféu - a Taça da Liga em 2023 e a Taça de Inglaterra na época passada.
Em 2022/23 ainda obteve um terceiro lugar, mas na temporada passada não foi além do oitavo posto a 31 pontos do campeão Manchester City. Ruud van Nistelrooy, até agora adjunto de Ten Hag, vai ficar como treinador interino até à escolha de um novo timoneiro.
Já Rúben Amorim conquistou cinco títulos ao serviço do Sporting: dois Campeonatos Nacionais (2020/21 e 2023/24), duas Taças da Liga (2020/21 e 2021/22) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2021). O treinador tem contrato com o Clube de Alvalade até junho de 2026 e uma cláusula de rescisão de 20 milhões para emblemas estrangeiros e 30 para clubes nacionais.
Veja a publicação de Fabrizio Romano:
Antigo administrador da SAD verde e branca analisou ao pormenor a fase vivida pelos verdes e brancos no seu mais recente artigo de opinião
28 Out 2026 | 14:39 | Por Redação
Nuno Correia da Silva saiu em defesa de Rui Borges e colocou Frederico Varandas no centro das responsabilidades pelo atual momento do Sporting. O antigo administrador da SAD leonina entende que os lenços brancos vistos em Alvalade não devem ser interpretados apenas como contestação ao treinador, mas também como um aviso dirigido à estratégia definida pela administração.
Nuno Correia da Silva: "11 jogadores que não conseguem funcionar"
Num artigo de opinião publicado no jornal O Jogo, Nuno Correia da Silva considera que a equipa apresenta problemas evidentes. “No último jogo do campeonato, frente ao brilhante estreante Académico de Viseu, a equipa voltou a evidenciar fragilidades recorrentes, nomeadamente a falta de ligação entre setores, a ausência de liderança e a falta de espírito de grupo. São 11 jogadores que não conseguem funcionar como uma verdadeira equipa”.
Nuno Correia da Silva: "Treinador e presidente partilham a responsabilidade"
O antigo dirigente recorda ainda a ligação entre Rui Borges e Frederico Varandas na construção do atual projeto. “O treinador não pode ser responsabilizado isoladamente quando se limitou a seguir as orientações da Direção da SAD. Isto significa que treinador e presidente partilham a responsabilidade pelas decisões tomadas”, escreveu, apontando também à política seguida no último mercado.
Nuno Correia da Silva relaciona a saída de vários jogadores influentes com a estratégia financeira da SAD. “A saída de jogadores considerados essenciais permitiu à SAD um encaixe financeiro superior a 150 milhões de euros. Este montante contribuiu para resultados financeiros positivos e, consequentemente, para que os administradores da SAD, incluindo o seu presidente, beneficiassem de remunerações avultadas”, escreveu no mesmo texto.
O antigo administrador deixa ainda uma crítica direta à política remuneratória. “Curiosamente, na assembleia realizada há dois dias, o Sporting, representado pelo seu presidente, decidiu aumentar em mais 18% as remunerações dos administradores, após uma época sem qualquer conquista desportiva. Por isso, quando a prioridade parece ser o resultado financeiro, em detrimento do sucesso desportivo, o treinador não pode ser apontado como o principal responsável".
Para Nuno Correia da Silva, os sinais enviados pelas bancadas devem, por isso, ser lidos num sentido mais amplo. “Os lenços brancos que voltaram a surgir em Alvalade não podem, por isso, ser interpretados apenas como um sinal de contestação ao treinador. São também um alerta dirigido a quem define a estratégia do clube e tomou decisões que determinaram o seu desempenho desportivo”.
Internacional português havia perdido a titularidade por três jogos consecutivos para Kaique, mas voltou a defender a baliza leonina na Allianz Cup
28 Out 2026 | 13:52 | Por Redação
Rui Silva regressou à titularidade na baliza do Sporting depois de três encontros consecutivos no banco, período em que Kaique assumiu o lugar entre os postes. O internacional português voltou às escolhas iniciais de Rui Borges, mas a primeira parte ficou também marcada por sinais claros de frustração com o estado do relvado de Alvalade.
O momento mais evidente aconteceu já depois de uma defesa a remate de Igor Julião. Na sequência da jogada, Rui Silva preparou-se para executar um pontapé de baliza e mostrou-se visivelmente irritado com as condições do terreno, sobretudo na zona da grande área.
O relvado do Estádio José Alvalade tem sido alvo de cuidados especiais depois dos problemas provocados por um ataque de fungos. Apesar dos trabalhos realizados para recuperar o tapete, continuam a ser visíveis zonas de maior desgaste, precisamente junto das balizas.
A situação ganha ainda mais destaque por acontecer numa noite em que Rui Silva procurava recuperar espaço na hierarquia do Sporting. O guarda-redes de 32 anos tinha perdido a titularidade para Kaique nas últimas três partidas e voltou agora a ter uma oportunidade entre os postes, à qual respondeu bem ao 'salvar' os leões nos descontos.
Rui Silva procurou responder dentro de campo, mas não conseguiu esconder o desagrado com as condições encontradas na área que defendia. O episódio voltou, assim, a colocar o relvado de Alvalade no centro das atenções, depois de várias semanas de tratamento para melhorar o estado do piso.
Comentador desportivo deixou vários elogios ao brasileiro, que marcou um bis na sua estreia a titular pela equipa dos verdes e brancos
28 Out 2026 | 13:24 | Por Redação
Pedro Lima aproveitou em cheio a primeira titularidade pelo Sporting, ao marcar os dois golos da vitória por 2-1 frente ao Marítimo, nos quartos de final da Taça da Liga. A exibição do médio brasileiro mereceu elogios de Tomás da Cunha, que considera que o jogador está a dar argumentos claros para ter mais espaço nas escolhas de Rui Borges.
Tomás da Cunha: "Seja em que posição for, Pedro Lima reclama mais minutos"
Nas redes sociais, o comentador destacou sobretudo aquilo que Pedro Lima pode acrescentar à construção leonina, entendendo que o brasileiro não deve ser limitado a uma função demasiado próxima da área adversária. “Seja em que posição for, Pedro Lima reclama mais minutos. Borges entende-o como entendia Bragança, mas o funcionamento do meio campo não melhora se o brasileiro só participar no último terço. Por mais que exista potencial goleador, pode dar o que outros não conseguem na ligação”.
Tomás da Cunha: "Pedro Lima = novo Bragança"
Tomás da Cunha estabeleceu mesmo uma comparação direta com Daniel Bragança, antigo médio dos verdes e brancos, apontando semelhanças na capacidade de ligar os diferentes setores da equipa. “Pedro Lima = novo Bragança. Um dos médios capazes de ligar a equipa toca de vez em quando na bola e fica para atacar intervalos na linha defensiva. Geny Catamo precisa disso”.
A análise surge precisamente depois de Pedro Lima ter sido decisivo numa noite em que Rui Borges promoveu uma forte rotação no onze. O brasileiro respondeu à oportunidade com um bis e mostrou argumentos não apenas na chegada à área, mas também para assumir uma participação mais relevante na circulação e ligação do jogo do Sporting.
Até aqui com poucos minutos na equipa principal, Pedro Lima poderá ter ganho terreno nas opções do treinador leonino num altura em que o calendário aperta. Para Tomás da Cunha, porém, o passo seguinte passa também por alterar a forma como Rui Borges utiliza o médio, dando-lhe maior influência na construção e não apenas liberdade para aparecer em zonas de finalização.
Confira a publicação:
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