The Daily Ronaldo
Médio rumou à liga de Cristiano Ronaldo por 60M e admite: "Não quero voltar a trabalhar"
23 Set 2026 | 13:20
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The Daily Ronaldo
20 Fev 2025 | 16:30 |
Kylian Mbappé chegou ao Real Madrid na presente temporada desportiva, 2024/25, clube que foi durante muitos anos representado pelo seu ídolo Cristiano Ronaldo. Após assinar os três golos que marcaram a eliminação do Manchester City da Liga dos Campeões, no dia 19 de fevereiro, o internacional francês mostrou-se atento ao passado de CR7, que foi ultrapassado por Mohamed Salah.
Além de se ter tornado no jogador mais novo a atingir 500 contribuições para golo, com 26 anos e 61 dias, colocando Cristiano Ronaldo no terceiro lugar do ranking, Mbappé também festejou a rigor e fez uma das celebrações do camisola 7 quando representava o emblema merengue, em que parece estar a pedir calma aos adeptos.
Sendo uma das grandes figuras da turma liderada por Carlo Ancelotti, o próprio treinador teceu alguns elogios ao camisola 9 na conferência de imprensa pós jogo, acabando por compará-lo a Cristiano Ronaldo: "O Mbappé tem a qualidade para alcançar os números dele, mas tem de trabalhar, porque Cristiano Ronaldo tem a fasquia elevada, mas o Mbappé está muito entusiasmado por jogar aqui, ele consegue alcançar o nível do Cristiano Ronaldo".
Com 11 anos de carreira profissional no desporto rei, e passagem por clubes como o Monaco, Paris Saint-Germain e Real Madrid, o 'camisola 9' leva na sua lista pessoal de 358 remates certeiros e fez o último passe para golo de companheiros de equipa em 142 ocasiões diferentes.
Durante a presente temporada desportiva, ao serviço do Real Madrid, Kylian Mbappé já marcou presença em 38 encontros oficiais. Nos 3.106 minutos em que esteve dentro de campo, o francês marcou 28 golos e fez quatro assistências.
Confira, abaixo, a publicação realizada pela La Liga a dar conta do festejo:
Capitão português foi titular, mas acabou substituído aos 67 minutos por Gonçalo Ramos, deixando o relvado sob uma forte ovação dos adeptos
26 Set 2026 | 12:47 |
Portugal começou a defesa do título da Liga das Nações com uma vitória por 1-0 frente ao País de Gales, em Alvalade. João Félix marcou o único golo da partida, aos 22 minutos, num encontro que ficou também marcado pela estreia de Jorge Jesus no comando da Seleção e por uma exibição que gerou críticas a Cristiano Ronaldo.
O capitão português foi titular, mas acabou substituído aos 67 minutos por Gonçalo Ramos, deixando o relvado sob uma forte ovação dos adeptos. Apesar do apoio recebido, a prestação do avançado não passou despercebida e foi alvo de várias bocas.
Craig Burley, antigo internacional escocês e ex-jogador do Chelsea, foi particularmente duro na análise. O comentador da ESPN entende que Portugal está a cometer um erro ao manter o avançado no onze inicial e questionou também as escolhas da equipa técnica.
C. Burley: "Eles são humilhados e vão para casa mais cedo. É o que merecem por serem tão cegos sobre Cristiano Ronaldo"
"A única coisa que tenho a dizer, e estou com isto atravessado, é que os portugueses são ridículos. Hoje em dia, recebem o que merecem em todos os grandes torneios. Eles são humilhados e vão para casa mais cedo. É o que merecem por serem tão cegos sobre Cristiano Ronaldo", começou por dizer Burley, que depois voltou a criticar a presença do capitão português na equipa.
"Se tivessem feito um Campeonato do Mundo espetacular aqui na América do Norte e tivessem chegado à final, ou o tivessem ganho, ou simplesmente estivessem perto de ganhar, eu até poderia comprar isso e aceitar. Mas não foi o caso. Foram novamente desastrosos, tal como tinha acontecido na última vez, e Cristiano Ronaldo esteve envolvido em todas. Portanto, é uma situação absurda e ridícula. Eles agora têm mais um fantoche (Jorge Jesus) no comando. Parabéns, Portugal. Continuem a ser os participantes que não ganham", concluiu.
Na estreia de Jorge Jesus no comando técnico da seleção nacional, o astro português foi a escolha titular para a frente de ataque
25 Set 2026 | 15:55 |
Portugal iniciou, esta quinta-feira, a fase de grupos da Liga das Nações com uma vitória, ao levar a melhor sobre o País de Gales, no Estádio José Alvalade, por 1-0. João Félix foi o autor do único golo, aos 22 minutos. Na estreia, Jorge Jesus entregou a titularidade a Cristiano Ronaldo na frente de ataque, acabando por ser substituído por Gonçalo Ramos ao minuto 67, sob um tremendo aplauso por parte dos milhares de adeptos presentes.
A imprensa internacional esteve atenta à sua prestação e não deixou escapar o nome de Cristiano Ronaldo. O jornal britânico Daily Mail, reforçou a "noite de frustração" que o avançado viveu num palco que já foi seu, aquando da passagem pelo Sporting, com “uma oportunidade de ouro” desperdiçada e um “golo anulado” por posição irregular.
A estação televisiva Sky Sports, por seu lado, enumerou os seis únicos momentos de destaque do astro português. Mais concretamente, um pontapé-livre "direito à barreira", aos 36 minutos, um remate "em volley" que saiu ao lado, aos 37, a "defesa confortável" que permitiu a Danny Ward, aos 40, o falhanço, aos 49, o golo anulado, aos 59 e, por fim, a saída, aos 67.
O canal francês RMC Sport também mencionou "uma noite dececionante" do capitão da equipa das quinas, que "jogou durante mais de uma hora, em Lisboa, ao cabo da qual desperdiçou uma oportunidade de ouro e, depois, marcou um golo que foi, no final, anulado, por fora de jogo".
O portal gaulês FootMercato vai mais longe, e adjetiva a exibição de Cristiano Ronaldo de "naufrágio", que desfrutou de "um grande número de ocasiões" que não foi capaz de concretizar", depois de, na véspera, "não ter hesitado em criticar a imprensa portuguesa" - pela forma como utilizam o seu nome.
Apesar da crítica internacional, Jorge Jesus garantiu que a substituição foi meramente tática e que não esteve relacionada com a prestação de CR7 dentro das quatro linhas. "Tirei o Ronaldo quando faltavam 25 minutos porque achei que era importante ter um jogador fresco e pressionante a defender, que não deixasse que os centrais adversários construíssem com facilidade, e sabia que o Gonçalo faria isso, mesmo que perdesse alguma técnica em relação ao Cris. O Cris podia ficar mais cinco ou dez minutos", esclareceu.
Numa retrospetiva realizada por um jornal espanhol pela carreira do ex internacional português, relação com atacante do Al Nassr não passou despercebida
24 Set 2026 | 12:55 |
O jornal espanhol Sport publica um artigo dedicado a Ricardo Quaresma. Entre testemunhos a propósito da contratação do português pelo Barcelona, no verão de 2003, por uma verba de 6 milhões, o intuito foi perceber o motivo para não ter corrido como esperado para nenhuma das partes.
Em Barcelona, Quaresma esteve às ordens de Frank Rijkaard e foi opção em apenas 28 partidas, tendo marcado em apenas uma ocasião. Um ano depois, regressou a Portugal para jogar pelo Porto, no âmbito das negociações por Deco.
Um dos entrevistados foi Toñito, com quem partilhou balneário, no Estádio José Alvalade, e que não esquece a parceria que formou com Cristiano Ronaldo - que continua nos convocados da seleção nacional: "Os dois recebiam muitos raspanetes e queixas dos veteranos, devido às barbaridades que faziam, no um contra um".
"É vantajoso dizer, hoje em dia, que já sabia que iriam conseguir o que conseguiram, mas era óbvio que seriam profissionais. A diferença entre um e outro era a capacidade mental. O Cristiano tinha uma mentalidade diferente, e o Quaresma uma qualidade técnica infinita. No final, os dois demonstraram que deixaram marca, e o Cristiano continua a deixar", acrescentou.
Já Jaume Langa, na altura, fisioterapeuta do "No Sporting, havia muitas queixas de Cristiano Ronaldo e Quaresma", levou as explicações sobre Ricardo Quaresma para outro plano: "Era um tipo de jogador com um físico ao estilo do de Cristiano, um extremo muito explosivo, com uma mudança de ritmo que deixava o lateral sentado. Se começava a jogada, quase sempre a concluía ele próprio".
Em Camp Nou, o antigo internacional português travou amizade com Óscar López, que explica a união entre ambos: "Sentaram-nos próximos, no balneário, e tivemos uma ligação. Nas concentrações, passávamos muito tempo juntos". Destacou também a “fome” do português: “Ele chegou com muita vontade de triunfar, mas calhou-lhe uma temporada dura e cheia de dificuldades”
Finalmente, Rafa Cabeleira, colunista do El País que acompanhou com particular atenção o ocaso de Ricardo Quaresma, lembrou: "Para mim, é um jogador absolutamente fetiche, por várias razões. A primeira, porque é português, que, para mim, é uma variedade de galego, mas com o orgulho de pertença muito exacerbado. A segunda, devido à sua forma de entender o jogo. Parece-me totalmente subversiva, totalmente excessiva e carente de sentido. O que nos leva à terceira. Eu penso que é um daqueles futebolistas que se dedicam a fazer coisas que, na realidade, não servem para nada, a não ser para se divertir", refletiu.
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