Futebol
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08 Jan 2026 | 16:13
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09 Jan 2020 | 11:00 |
João Mário esteve ontem (terça-feira) no programa Futebol Total, do Canal 11, tendo aproveitado a ocasião para recordar o período em que vestiu a camisola do leão rampante.
Sobre a temporada de 2015/2016, o internacional português considerou que “não perdemos o campeonato naquele lance do Bryan Ruiz, até porque depois perdemos pontos com Tondela, Vitória de Guimarães, União da Madeira. Mas foi um ano frustrante. O Sporting CP fez tudo bem, mas não chegou”. Nessa época, recorde-se, os leões até bateram o recorde de pontos até então da Liga NOS, tendo feito 86 pontos, mas o SL Benfica sagrou-se campeão, com 88.
O médio formado em Alvalade falou, ainda, sobre como foi trabalhar com Jorge Jesus: “Ele potenciou todo o meu talento e não é à toa que custei €40 milhões. Aprendi muito com ele, tanto que quando cheguei ao campeonato italiano, em que tens que estar muito preparado taticamente e nunca me apontaram essa falha”. No entanto, João Mário confessou que os primeiros tempos não foram fáceis: “Ele gosta que as equipas joguem de olhos fechados, e no início não entendíamos muito bem, porque vínhamos de uma filosofia diferente, com o Marco Silva que gostam de atacar muito. O Jorge Jesus gosta de atacar bem e nós queríamos atacar sempre, mas depois percebemos a questão das compensações e as coisas correram bem”.
Relativamente ao momento que o Sporting CP hoje atravessa, o jogador português afirmou que “acho que toda a gente precisa de remar para todo o lado. Se isso acontecer, o Sporting pode voltar a ser competitivo, fazer um ano com qualidade, lutar pelo segundo lugar e ir à Liga dos Campeões. As pessoas dizem que não há qualidade no plantel, mas no ano do Leonardo Jardim também eram só jogadores desconhecidos e acabou por ser fazer uma boa época. A qualidade faz-se internamente, trabalhando”.
João Mário ingressou nas camadas jovens verdes e brancas em 2003. A estreia na equipa principal aconteceu no dia 14 de dezembro de 2011, frente à SS Lazio. Desde então, representou o Sporting CP em 92 ocasiões, tendo marcado 14 golos. No final da temporada de 2015/2016, transferiu-se para o FC Inter, por uma verba a rondar os 40 milhões de euros.
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08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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