Futebol
Exclusivo Leonino - Sporting prepara-se para avançar com renovação de futebolista belga
30 Out 2026 | 13:03
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13 Jun 2023 | 13:00 | Por Redação
Nuno Santos vai ter um aumento salarial, passando dos atuais 750 mil euros, para perto de um milhão de euros, tornando-se um dos mais bem pagos no plantel do Sporting.
O jogador de 28 anos é visto como um dos imprescindíveis para Rúben Amorim e André Pinotes Batista concorda com a subida do vencimento, explicando que o jogador merece "cada um destes euros".
No programa Liga D'Ouro, da CMTV, o comentador verde e branco diz mesmo que são jogadores como Nuno Santos e Pedro Gonçalves que colocam os leões ao nível de Benfica e Porto.
"Merece cada um destes euros. O que ele tem dado é algo que merece recompensa. É um insubstituível. Ele e o Pedro Gonçalves. A raça que ele traz é imensa e é pagar-lhe cada euro que ele merece", explica.
"Pelo percurso que tem feito de Leão ao peito, pela garra que tem, pela qualidade técnica, merece cada euro que não está a receber. Acho mesmo que ele e Pote colocam o Sporting ao nível de Benfica e Porto", concluiu André Pinotes Batista.
Conversações ganharam intensidade nos últimos dias e o processo poderá conhecer desenvolvimentos durante próximas semanas
31 Out 2026 | 10:32 | Por Redação
Paulo Fonseca, atual treinador do Lyon, está no topo das preferências do Sporting para assumir o comando técnico da equipa, numa altura em que Rui Borges continua fragilizado. Já decorrem contactos entre os responsáveis leoninos, o clube francês e o representante do técnico português, de 53 anos.
As conversações ganharam intensidade nos últimos dias e o processo poderá conhecer desenvolvimentos nas próximas semanas. A pausa para os compromissos das seleções, que se segue à jornada da Liga agendada entre 6 e 8 de novembro, poderá ser aproveitada pela estrutura para tomar uma decisão sobre o futuro do treinador.
Apesar de estar ligado ao Lyon até ao final da presente temporada, Paulo Fonseca estará recetivo a regressar ao futebol português, 10 anos depois de ter deixado o comando técnico do Braga. O perfil do treinador agrada à administração leonina, sobretudo pela aposta na formação e valorização de jovens jogadores, pelo conhecimento do futebol nacional e pela experiência acumulada em clubes habituados a disputar competições europeias.
Ao longo da carreira, o técnico orientou emblemas como Paços de Ferreira, Braga e Porto, em Portugal, tendo passado também por Roma, Shakhtar Donetsk, Milan, Lille e, mais recentemente, Lyon. O percurso é visto como um fator favorável à sua eventual chegada a Alvalade.
Há ainda uma questão financeira que poderá facilitar o entendimento entre os dois clubes. Quando vendeu Afonso Moreira ao Lyon, em 2025, por 2 milhões de euros, o Sporting assegurou 20% de uma futura mais-valia. A transferência do extremo para o Bayer Leverkusen, no último verão, por 32 milhões de euros, terá gerado para os leões um direito a receber mais de 5,5 milhões, verba que, continua por liquidar. O montante poderá ser considerado nas negociações.
Antes da deslocação ao reduto do emblema azul e branco, Clube de Alvalade recebe o Moreirense, em Alvalade, num encontro que poderá ser determinante
31 Out 2026 | 10:01 | Por Redação
Luis Suárez está em risco de falhar o clássico entre Sporting e Porto, agendado para 29 de novembro, no Estádio do Dragão. O avançado colombiano integra o lote de jogadores leoninos que se encontram à beira de cumprir um jogo de suspensão por acumulação de cartões amarelos.
A situação ganha particular relevância depois de Maxi Araújo também ter ficado em risco de castigo. O lateral uruguaio viu cartão amarelo já no período de compensação do encontro frente ao Casa Pia (2-0), na sequência de uma falta sobre João Rego, aos 90’+3.
Com esta admoestação, o camisola 20 da equipa leonina fica obrigado a ter cautela no próximo compromisso do campeonato. Caso volte a ser advertido diante do Moreirense, no dia 7 de novembro, falhará a deslocação ao terreno dos dragões.
Luis Suárez encontra-se na mesma situação disciplinar e também terá de evitar receber novo cartão amarelo antes do duelo com os dragões. O avançado é, assim, mais uma preocupação para Rui Borges na gestão do plantel durante os próximos encontros da Liga.
Antes da deslocação ao reduto do emblema azul e branco, o Sporting recebe o Moreirense, em Alvalade, num encontro que poderá ser determinante para perceber se os leões chegam ao embate com os azuis e brancos com todos os jogadores disponíveis.
Emblema verde e branco regressou aos triunfos na Liga ao vencer gansos por 2-0, em Rio Maior, num encontro referente à 10.ª jornada
31 Out 2026 | 09:31 | Por Redação
O Sporting regressou aos triunfos na Liga ao vencer o Casa Pia por 2-0, em Rio Maior, num encontro referente à 10.ª jornada. No final da partida, Rui Borges mostrou-se satisfeito tanto com o resultado como com a prestação da equipa, agradeceu o apoio dos adeptos e reforçou que mantém a tranquilidade e o foco no trabalho desde que chegou a Alvalade.
Balanço do jogo e vitória?
"Foi um jogo muito competente da nossa parte. Com qualidade ofensiva em alguns momentos, apesar de termos pecado um pouco na finalização. Estamos naquela fase em que é difícil fazer os golos, mas faz parte. O importante é chegar à área e criar. Em termos defensivos também estivemos muito coesos, nesta parte final defendemos muito bem com um bloco mais baixo. Não deixámos o Casa Pia criar qualquer oportunidade de golo, apesar do ímpeto. É natural que o Casa Pia fosse acreditando até ao fim, mas acho que podíamos e merecíamos ter feito o segundo golo mais cedo. Mas senti sempre a equipa coesa, tranquila, competitiva e ligada do início ao fim, a saber que qualquer segundo é importante. A vitória acaba por ser mais do que justa. Em relação ao Pedro [Lima], mérito dele e do trabalho. Assim como de todos os outros. O Silas também fez um belíssimo jogo e saiu pelo amarelo que tinha, o jogo estava a entrar em muitos contatos. Feliz pela resposta que eles dão, mas também pelo que demonstram diariamente ao treinador".
Sentiu que em algum momento a equipa esteve mais contida atendendo ao facto de vir aí um jogo europeu importante?
"Sinceramente, não. Senti a equipa sempre ligada. Apesar de termos ganho ao Marítimo, vínhamos de dois jogos com derrotas e existe sempre aquele desconfiança em algum momento, é natural. Numa perda de bola, num passe ou numa receção. Nos últimos 15 minutos falhámos passes que não tínhamos necessidade de falhar, mas mesmo assim senti a equipa sempre a perceber o que tinha de fazer. Mesmo em bloco baixo, o Casa Pia não nos criou perigo".
Tendo em conta o ambiente nas últimas semanas, achava importante alguém da estrutura do Sporting acabar de uma vez por todas com estas dúvidas? Isso daria mais segurança aos adeptos, à equipa e ao próprio Rui Borges?
"A minha segurança é desde o primeiro dia que entrei no Sporting. A confiança é bem demonstrada diariamente, logo à cabeça pelo presidente. Não acho necessidade de nada. Sei bem o que é o nosso dia a dia, o dia a dia na Academia, e estamos, sim, à procura de melhorarmos. Vínhamos de um resultado negativo, já estamos a muitos pontos do primeiro classificado, o que não queríamos, e por tudo isso era importante regressar às vitórias".
Considera que o resultado foi melhor do que a exibição? Esta vitória alivia a pressão à sua volta? Dá-lhe outro balão de oxigénio?
"Felizmente, estou bem de saúde. Em relação ao que é ruído, não estou preocupado. Em relação ao jogo, foi uma boa vitória, uma exibição competente da nossa parte. Defendemos bem quando tínhamos de defender, atacámos com qualidade e saímos muito bem em transição quando tínhamos de sair. Foi um bom jogo, dentro do que era esperado. Não viemos para aqui tocar ópera, viemos jogar futebol diante de uma equipa competitiva e foi uma boa vitória e mais do que merecida".
Os adeptos apoiaram a equipa do início ao fim. Isso foi importante para si?
"É importante para os jogadores, acima de tudo. A energia de fora para dentro é positiva e foi importante para os jogadores ouvirem isso. Eu também ouvi e fiquei feliz, isso ajuda a equipa a ter uma energia extra. Agradeço-lhes o apoio, tal como sempre fazem".
O Silas Andersen jogou como médio de ligação, à frente do Altimira. Que tranquilidade é que isso dá à equipa quando perde bola?
"Tem muito a ver com a estratégia para o jogo. O Casa Pia tem optado por um bloco muito baixo, muito coeso, e sabíamos que até na bola parada seria importante. E ganhámos esse poder. Dentro do que era a estratégia, em alguns momentos ter um duplo pivô poderia ajudar. O Silas fez um belíssimo jogo, tal como o Pedro".
O que vê agora em Pedro Lima para ser opção?
"Eu vi no início, por isso é que fomos buscá-lo. Já foi visto há mais tempo e não apenas em outubro. Tem trabalhado muito bem à espera da sua oportunidade e mostrou presente no jogo com o Marítimo. Hoje voltou a fazer o mesmo, mas mais do que os jogos é o trabalho diário. Tem uma boa leitura de jogo, vê muito mais à frente. É mérito dele. Já o tínhamos visto antes, por isso é que está no Sporting".
Sente que os jogadores estão consigo?
"Eu não estou preocupado se há ou não ruído, estou preocupado com a minha equipa. Era importante a equipa sentir esse carinho que os adeptos nos têm dado. É natural que quando as coisas não correm bem os adeptos sintam, isso faz parte. Em relação a mim, não estou preocupado se o ruído diminui ou aumenta. Estou preocupado, sim, em ajudar os jogadores e que a equipa cresça. Estou focado em ajudá-los diariamente e sinto diariamente que eles querem dar sempre uma resposta para que o Sporting seja sempre mais forte".
Com o Irankunda à esquerda, o Maxi Araújo não explora tanto o corredor como noutras ocasiões. O que dá isto à equipa em termos de equilíbrios e o que retira sem tanto Maxi no último terço?
"Precisamos de ganhar esse conhecimento mais rápido e é natural que em determinadas situações os jogadores não se conheçam tão bem, estão numa fase de conhecimento mútuo, como nesse caso. O Irankunda é um jogador mais de corredor, muito vertical, mas o Maxi também faz muitos movimentos interiores, tem bons tempos de rotura. Temos vindo a tentar que esses movimentos cresçam para tirarmos o melhor rendimento de um e de outro".
Acredita que é desta vez que vai conseguir arrancar para uma série de vitórias que permita uma pacificação em torno da equipa? Deu um grande abraço ao Flávio Gonçalves depois daquele golo falhado. O que é que lhe disse?
"Só lhe passei confiança. Teve um compromisso muito bom, entrou com ações diferentes do Irankunda. O lance da finalização é o que é, às vezes vai fazer, outras não. Eu nunca criticarei um jogador por causa disso. Momento certo para a sequência de vitórias? O momento certo é para pensar no próximo jogo, em Londres, com o Shakhtar. Queremos fazer um bom jogo e conseguir os três pontos nesta Liga dos Campeões".
O Doumbia hoje foi para o banco. Sente que ele está a ter dificuldades de adaptação?
"Tem muito que ver com os adversários e com as estratégias. O Doumbia foi sempre titular desde que chegou ao Sporting, hoje foi a primeira vez que não foi titular. Temos uma confiança inabalável no que nos pode dar, é um jogador extraordinário. Tem um potencial enorme e está longe de tudo o que pode dar. Acreditamos muito que no futuro seja um jogador maduro. Mas estamos muito felizes com o que ele tem dado até agora".
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