Futebol
Cotação de craque do Sporting dispara quase 600% no Transfermarkt, mas há um titular em queda livre
29 Set 2026 | 15:12
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07 Abr 2025 | 07:33 |
O Sporting de Rui Borges entra em campo esta segunda feira, dia 7 de abril, para defrontar a formação do Braga, em Alvalade, em jogo a contar para a 28ª jornada da Liga Portugal Betclic. O treinador verde e branco deve contar com dois regressos de peso ao 11 titulas: Gonçalo Inácio e Geovany Quenda.
Segundo o jornal A Bola, estes devem ser duas das mudanças em relação ao último onze de Rui Borges. Relembrar que o Sporting ainda não estará na máxima força - Pote e Morita continuam de fora, por exemplo - mas que o treinador verde e branca já vai poder contar com mais opções no banco de suplentes.
Sendo assim, o jornal português aponta para um 11 com poucas alterações: Rui Silva deverá manter o lugar na baliza, e no eixo defensivo, a única troca será a entrada de Gonçalo Inácio e a saída de St. Juste - com Diomande e Quaresma a manterem-se na equipa.
No centro do terreno, como já mencionado, Pote e Morita continuam de fora. Sendo assim, Rui Borges deverá ver-se obrigado a lançar, de novo, a dupla composta por Zeno Debast e Morten Hjulmand, que jogam juntos de início do meio campo pela sexta vez. Nas alas, devem estar Iván Fresneda, à direita, e Maxi Araújo, à esquerda.
Por último, o periódico nacional aponta para um trio ofensivo onde a única mudança deverá ser a entrada de Geovany Quenda, e a saída de Geny Catamo, que foi titular no último jogo. Francisco Trincão e Viktor Gyokeres devem completar a frente de ataque dos leões para a partida contra o Braga.
Continuidade do técnico dos verdes e brancos foi novamente tema de conversa, assim como a possibilidade do seu sucessor ser Sérgio Conceição
29 Set 2026 | 17:33 |
Vítor Almeida Gonçalves, diretor executivo do Record, entende que Varandas nunca iria contratar Sérgio Conceição devido ao passado entre ambos. Na Liga NOW, José Nunes segue a mesma visão e, mesmo com a má sequência de resultados de Rui Borges - que tem tido problemas no setor defensivo -, não acredita que o ex-treinador dos dragões seja uma opção.
Vítor Almeida Gonçalves: "Vejo com muita dificuldade que Sérgio Conceição possa um dia ser elegível"
“Não me parece. Percebendo-se como é Frederico Varandas, vejo com muita dificuldade que Sérgio Conceição possa um dia ser elegível para treinador do Sporting. Acho mesmo que Sérgio Conceição já deve ter pensado várias vezes em posições que tomou e que não deveria ter tomado e que de alguma forma está a sofrer as consequências dessas posições que tomo”, começou por dizer.
“Não tem nada a ver com a sua qualidade como treinador, mas ele tem as portas fechadas com Frederico Varandas. Não está relacionado com a qualidade técnica, mas sim com algum posicionamento de Sérgio Conceição. Na verdade, eu acho que com Frederico Varandas, não vejo mesmo como é que Sérgio Conceição poderia entrar no Sporting”, concluiu José Nunes.
Mário Figueiredo esclarece que Sérgio Conceição é um nome que surge através dos adeptos: “O nome de Conceição só entra nesta equação por uma razão muito simples: os adeptos pediram. Os adeptos do Sporting é que estão a pedir Sérgio Conceição. Sérgio Conceição encaixa no Sporting apenas pelo desejo dos adeptos de terem um treinador mais interventivo".
Mário Figueiredo: "Qual é o limite para despedir o treinador?"
Relativamente a Rui Borges, Mário Figueiredo acredita que Varandas deveria de esclarecer o futuro do técnico dos leões: “Eu gostava que varandas respondesse a esta pergunta: Qual é o limite para despedir o treinador? Só quando tiver a nove, a doze, a quinze, a vinte? Qual é o limite que ele tem para achar que tem de trocar de treinador? Não tem limite, o treinador fica independentemente do resultado. Também é uma coisa que ele pode dizer".
Equipa orientada por Rui Borges tem passado por alguns problemas disciplinares neste arranque de temporada e números não enganam
29 Set 2026 | 16:54 |
O Sporting tem revelado alguns problemas disciplinares neste arranque de temporada. Ao fim de sete jornadas da Liga, os leões contabilizam 19 cartões e são a segunda equipa mais castigada da competição, com particular destaque para as sanções decorrentes de protestos e desentendimentos.
No total, a formação orientada por Rui Borges recebeu 18 amarelos e um vermelho. Apenas o Académico de Viseu apresenta um registo superior, com 20 cartões, enquanto Moreirense e Arouca estão empatados com o Sporting, também com 19.
O dado que mais chama a atenção está, porém, nos chamados cartões ‘escusados’. Seis das admoestações dos verdes e brancos resultaram de protestos ou desentendimentos, o número mais elevado entre todos os clubes da Liga. Académico de Viseu, Vitória de Guimarães e Alverca aparecem de seguida, com quatro.
Gonçalo Inácio é o jogador do Sporting que mais vezes foi castigado por protestar, tendo recebido dois amarelos nestas circunstâncias. Maxi Araújo e Iván Fresneda também foram admoestados por protestos, enquanto Jesse Derry e Luis Suárez viram cartão na sequência de desentendimentos.
O número global representa também um crescimento em comparação com o início das últimas temporadas. Os leões tinham 13 cartões ao fim de sete jornadas em 2025/26 e apenas cinco em 2024/25. Em 2023/24 eram 21 e, em 2022/23, chegaram aos 23 no mesmo período.
Apesar dos números, a posição pública do Sporting em relação à arbitragem mantém-se inalterada. “Elogio muito o meu treinador, peço-lhe para não falar de arbitragem e ele não fala. Entendemos que este é o caminho para onde o futebol português deve ir. É fácil? Não. É justo? Não”, afirmou recentemente Frederico Varandas.
A disciplina terá já consequências na deslocação a Braga, marcada para 9 de outubro. Zeno Debast vai cumprir um jogo de suspensão depois da expulsão frente ao Arouca, enquanto Luis Suárez chega à Pedreira com quatro amarelos e fica a apenas um cartão de cumprir castigo.
O Sporting comete, em média, 11,9 faltas por encontro e recebe 2,4 cartões. Rui Borges terá, assim, mais um dado para trabalhar num momento em que os leões procuram regressar às vitórias depois do empate a duas bolas diante do Arouca.
Antigo jogador dos verdes e brancos optou por comentar aquela que considera ser uma das lacunas do plantel leonino nesta temporada
29 Set 2026 | 15:46 |
André Cruz, antigo defesa-central do Sporting e um dos grandes especialistas de livres diretos que passaram por Alvalade, analisou uma lacuna que Rui Borges procura corrigir esta temporada. O brasileiro acredita que a escassez de golos neste tipo de lance tem uma explicação muito simples: falta de treino específico.
André Cruz: "É porque não treinam diariamente"
Em declarações ao jornal A Bola, o antigo internacional brasileiro não teve dúvidas quando questionado sobre a diminuição dos golos de livre. “É porque não treinam diariamente. Esse é um trabalho que precisa de ser feito desde que se é garoto”, afirmou.
Rui Borges tem procurado precisamente alterar esse cenário no Sporting e definiu uma nova hierarquia de potenciais executantes, na qual surgem Rodrigo Zalazar, Nestory Irankunda, Geny Catamo, Flávio Gonçalves e Zeno Debast. O uruguaio é, até ao momento, o único a ter marcado de livre pelos leões esta temporada, diante do Galatasaray, na Liga dos Campeões.
André Cruz sabe bem o impacto que um especialista pode ter. O antigo central chegou ao Sporting durante a época 1999/2000 e teve papel decisivo na conquista do campeonato que terminou um jejum de 18 anos. Um dos momentos mais recordados aconteceu diante do Porto, quando bateu Vítor Baía de livre numa vitória por 2-0 que colocou os verdes e brancos isolados na liderança. “Foi espetacular, modéstia à parte [risos]”, recordou.
O brasileiro voltou a ser decisivo na derradeira jornada dessa temporada, na goleada por 4-0 frente ao Salgueiros, ao marcar o primeiro e o último golos do Sporting, ambos de livre direto. “Ter no plantel um especialista na cobrança de livres faz a diferença. Ter jogadores com essa qualidade ajuda muito, desde 2000 que faz a diferença [risos]. É preciso fazer um trabalho diário tanto na cobrança de livres como de pontapé de canto”, reforçou.
Além das bolas paradas, André Cruz mostrou acompanhar também outro dos problemas que têm afetado a equipa de Rui Borges: os golos sofridos em fases tardias dos encontros. O antigo defesa considera que a explicação deve ser procurada sobretudo no comportamento coletivo.
“Normalmente, isso é um problema da equipa quando se defende, a não ser que haja algum erro individual”, analisou André Cruz, que confessou ainda sentir saudades de Portugal e continuar atento, sempre que possível, aos jogos do Sporting.
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