Futebol
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08 Jan 2026 | 16:13
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02 Nov 2024 | 13:15 |
Ficou confirmada a mudança de Rúben Amorim para Manchester United em dia de jogo do Sporting contra o Estrela da Amadora. Rui Calafate deixou alguns comentários sobre o tema na sua coluna de opinião no jornal Record e equacionou a hipótese do técnico rumar, futuramente, ao Benfica.
“O Manchester United é um colosso, um dos maiores clubes do mundo, só que desde a saída do mítico Alex Ferguson é um cemitério de treinadores (foram oito e nem José Mourinho com uma Liga Europa sobreviveu) com gastos faraónicos de mais 2,1 mil milhões de euros em jogadores. É um desafio tremendo para qualquer um, mas não menor ao nível do prestígio”, começou por dizer.
"No Sporting (há) um a.r.a. e um d.r.a. (Antes e Depois de Ruben Amorim). É assim a sua saída uma prova de fogo também para Frederico Varandas. Teremos uma fase débil como a de Marcel Keizer, Leonel Pontes e Silas ou a continuação auspiciosa do homem que veio de Braga?”, prosseguiu.
Por último, reservou algumas palavras para a relação dos Sportinguistas com Rúben Amorim, afirmando que “com esta cláusula de rescisão batida, o despeito misturou-se na veneração e gratidão que existia. Já a ida para conversações com o West Ham caiu mal, por isso compreendo a amargura de muitos associados. Com ele havia confiança total, agora instala-se um mar de dúvidas”.
"Foi o treinador que deu dois campeonatos e outros títulos, uma fase áurea que a história não esquecerá. No Sporting havia uma dependência de Ruben Amorim, hoje vive-se uma dura ressaca (...) Os seus títulos ficam no museu, as transferências dos jogadores que valorizou encheram os cofres da SAD, porém, o amor dos sportinguistas é sempre o símbolo. (...) Ruben Amorim serviu bem. Mas o dia da sua saída é também aquele que o deixa mais próximo de um dia voltar ao Benfica. Quando isso acontecer, aí, podem chamá-lo de traidor”, concluiu.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:44 |
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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