Futebol
Escândalo! Luís Godinho leva nota 2 por prejudicar Sporting em lance vergonhoso
14 Set 2026 | 10:32
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Futebol
13 Jun 2026 | 15:01 |
O Sporting não contratou Rodrigo Zalazar apenas por ser uma oportunidade de mercado. Pelo contrário, a estrutura leonina trabalhou durante vários meses na identificação de um perfil que encaixasse perfeitamente nas necessidades futuras da equipa, avançando depois para um investimento recorde de 30 milhões de euros.
Em Alvalade, existe a convicção de que o internacional uruguaio reúne características únicas para assumir um papel de enorme relevância no modelo de jogo dos leões. A capacidade de transporte de bola, a criatividade em zonas ofensivas, a intensidade competitiva e a facilidade em chegar a zonas de finalização foram fatores decisivos para convencer os responsáveis verdes e brancos.
A operação foi igualmente conduzida numa lógica de antecipação. O Sporting quis fechar rapidamente o negócio antes da participação de Zalazar no Mundial, evitando uma valorização ainda maior do jogador numa das maiores montras do futebol internacional. Além disso, o conhecimento profundo que o médio possui do futebol português foi visto como uma garantia adicional de adaptação imediata.
Outro dos aspetos que mais agradou à SAD leonina foi a versatilidade do jogador. Zalazar pode atuar como médio ofensivo, desempenhar funções em zonas interiores ou até surgir mais próximo do ataque, oferecendo várias soluções táticas ao treinador e aumentando significativamente as opções do plantel.
Por trás desta aposta milionária está ainda uma visão estratégica para o futuro da equipa. Em Alvalade acreditam que Zalazar tem qualidade suficiente para assumir um papel de protagonista e tornar-se uma das grandes referências criativas do Sporting nas próximas temporadas. A chegada do uruguaio é vista internamente como um passo fundamental para garantir que a equipa continua preparada para enfrentar qualquer cenário que o mercado possa trazer nos próximos meses.
Capitão de Abril e conhecido adepto leonino teve uma análise crítica à arbitragem de Luís Godinho e à falta de eficácia da equipa verde e branca
14 Set 2026 | 11:27 |
O Sporting não foi além de um empate a uma bola frente ao Famalicão e acabou por perder terreno para Porto e Benfica na luta pelo campeonato. Após o encontro, alguns adeptos leoninos analisaram a exibição e o resultado no reduto da turma minhota.
Sousa Cintra, antigo presidente do Sporting, lamentou os dois pontos deixados pelo caminho: "O Sporting não podia ter perdido dois pontos como perdeu em Famalicão. Quer ser campeão mas só vai sê-lo se ganhar os jogos. Faltou dinâmica, podíamos ter feito mais mas o campeonato é longo. Vamos acreditar", disse ao jornal 'Record'.
V. Lourenço: "Insuficiência de arbitragem, com um penálti que ficou por assinalar e um golo anulado duvidoso"
Vasco Lourenço, capitão de Abril e conhecido adepto leonino, teve uma análise mais crítica à arbitragem e à falta de eficácia da equipa: "Correu tudo mal! Foi o normal que temos visto. Insuficiência de arbitragem, com um penálti que ficou por assinalar e um golo anulado duvidoso. O Sporting dominou mas não conseguiu mostrar a eficácia necessária".
Já Rita Garcia Pereira, advogada e também adepta do Sporting, considerou que faltou capacidade para transformar o controlo do encontro em golos: "O Sporting dominou mas não foi eficaz. O Famalicão fez o que se esperava: bloco compacto, espaços fechados e explorar transições. Tínhamos obrigação de assumir mais o jogo. Sporting sempre!".
O emblema leonino volta a entrar em campo no próximo sábado, dia 19 de setembro, frente ao Arouca. O encontro, a contar para a sétima jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por Vasco Seabra, jogar-se-á às 20h30, no Estádio José Alvalade.
Atuação do juiz principal e do VAR Bruno Esteves no empate entre minhotos e leões mereceu nota 2, depois de lapso no duelo da sexta jornada
14 Set 2026 | 11:15 |
A atuação de Luís Godinho e do VAR Bruno Esteves no empate entre Famalicão e Sporting (1-1) mereceu nota 2 por parte de Tiago Antunes, considerando que ficou por assinalar uma grande penalidade a favor dos leões, num lance ocorrido aos 7 minutos.
O comentador da Renascença entende que a equipa de arbitragem falhou numa situação em que a decisão deveria ter sido clara. "No lance que seria mais lógico de acertar, foi o lance em que o árbitro e o VAR falharam", afirmou o ex árbitro.
O lance aconteceu quando Rodrigo Pinheiro tentou impedir Maxi Araújo de prosseguir dentro da área do Famalicão. Para o especialista, o jogador minhoto não conseguiu tocar na bola antes de entrar em deslize e atingir o defesa uruguaio do Sporting, provocando a sua queda.
"A dúvida era se o jogador do Famalicão teria conseguido tocar a bola para canto, mas não consegue, nem sequer se aproxima. Não há qualquer toque na bola de Rodrigo Pinheiro, que entra em deslize e derruba Maxi Araújo. Fica grande penalidade por assinalar para o Sporting. Luís Godinho está mal posicionado e fica demasiado estático e a sua visão depois é tapada por dois jogadores", analisou.
T. Antunes: "Um erro grave e óbvio que justificava uma chamada ao VAR"
O comentador aponta ainda responsabilidades ao VAR Bruno Esteves por não ter recomendado a revisão do lance: "O que me custa mais compreender é a intervenção do VAR Bruno Esteves, que optou por não recomendar uma revisão da jogada. Um erro grave e óbvio que justificava uma chamada ao VAR", concluiu.
Situação aconteceu aos 7 minutos, quando Rodrigo Pinheiro entrou em contacto com o ala esquerdo dos leões dentro da área dos minhotos
14 Set 2026 | 10:44 |
Pedro Henriques analisou os principais lances polémicos do Famalicão - Sporting e considera que Luís Godinho falhou ao não assinalar uma grande penalidade a favor dos leões no início da partida, por derrube sobre Maxi Araújo na grande área minhota.
A situação aconteceu aos 7 minutos, quando Rodrigo Pinheiro entrou em contacto com o ala dentro da área. Para o especialista, o defesa dos minhotos atingiu o jogador leonino no tornozelo e acabou por provocar a sua queda, pelo que o VAR deveria ter recomendado a revisão do lance.
P. Henriques: "Castigo máximo claro e óbvio"
"Rodrigo Pinheiro, já no interior da área, dá dois toques com o pé direito no tornozelo de Maxi Araújo. Houve causa e efeito. Ou seja, rasteirou e com isso derrubou o defesa uruguaio dos leões. O VAR devia ter chamado o juiz ao monitor. Castigo máximo claro e óbvio", escreveu no jornal 'A Bola.
Já aos 78 minutos, Pedro Henriques analisou uma sequência de três contactos dentro da área e considerou correta a decisão da equipa de arbitragem. Em primeiro lugar, entendeu que Suárez não cometeu falta sobre Peña, uma vez que tocou na bola, e afastou também a existência de infração de Irankunda sobre Bondo, além de referir que o angolano cometeu falta sobre Fotis Ioannidis.
"Três momentos de análise: Suárez não faz falta sobre Peña, toca na bola com o pé esquerdo; depois, não há empurrão de Irankunda sobre Bondo, que cai porque tropeça no jogador leonino; e finalmente Bondo pisa com o pé direito Ioannidis. A decisão final foi correta".
Escândalo! Luís Godinho leva nota 2 por prejudicar Sporting em lance vergonhoso
14 Set 2026 | 10:32
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14 Set 2026 | 09:51
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13 Set 2026 | 15:11