Futebol
Penálti de Doumbia no Braga - Sporting? Faustino e Marco Ferreira dão resposta brilhante
10 Out 2026 | 11:11
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10 Out 2026 | 12:40 |
A vitória do Sporting por 3-1 frente ao Braga, na 8.ª jornada da Liga Betclic, deixou os adeptos leoninos satisfeitos, mas também trouxe críticas e alertas para o que ainda falta melhorar. Francisco Rodrigues dos Santos, Carlos Xavier e Rita Garcia Pereira analisaram o triunfo dos verdes e brancos.
Francisco Rodrigues dos Santos destacou a capacidade de reação da equipa de Rui Borges, recorrendo a uma metáfora musical para descrever a transformação do jogo. "Foi uma reviravolta com alma de leão. Com os melhores músicos, a orquestra mudou de tom", afirmou ao jornal 'Record'.
F. Rodrigues dos Santos: "O Sporting pode prometer muitas alegrias, mas precisa que o Natal traga um guarda-redes à medida da nossa ambição"
Apesar dos elogios à vitória, o adepto leonino deixou um aviso sobre uma posição que considera precisar de reforço. "O Sporting pode prometer muitas alegrias, mas precisa que o Natal traga um guarda-redes à medida da nossa ambição", alertou.
Carlos Xavier também considerou o resultado expressivo, mas lembrou que a primeira parte ficou aquém do esperado: "É uma vitória categórica. O Sporting teve uma 1ª parte menos conseguida, mas quando entraram os melhores viu-se logo uma diferença na forma de jogar. Para os jogos futuros precisamos de rematar muito mais à baliza".
Já Rita Garcia Pereira valorizou a entrega demonstrada pela equipa perante as dificuldades: "Apesar das dificuldades impostas pelo Braga, é importante destacar a atitude e a determinação dos jogadores. Como adepta do Sporting, é um orgulho ver que a equipa lutou até ao fim".
Na análise, comentador destacou mudanças promovidas pelo treinador leonino, que permitiram dar a volta às dificuldades táticas sentidas durante o encontro
10 Out 2026 | 12:13 |
Luís Freitas Lobo elogiou a intervenção de Rui Borges na vitória do Sporting frente ao Braga, mas também deixou uma descrição curiosa de Nestory Irakunda, que considerou ter sido um verdadeiro "diabo à solta". Na análise, o comentador destacou as mudanças promovidas pelo treinador leonino, que permitiram dar a volta às dificuldades táticas sentidas durante o encontro.
"Tudo começou com a tentativa de dividir o relvado como se fosse papel quadriculado, nas marcações "homem a homem" que o Sporting fez pelo campo todo, mas que implicaram a perda de autodeterminação dos seus médios, que, em vez de correrem, por onde podiam criar espaços, corriam por onde estavam os jogadores do Braga, marcando-os: Altimira com Pau Víctor (até fazer uma linha de cinco entre os centrais, em organização defensiva), Anderson com Moutinho e Doumbia a olhar para Gorby".
O comentador do jornal 'O Jogo' identificou ainda Huseinbasic como uma das peças que permitiram ao Braga explorar as fragilidades do encaixe tático leonino: "Feito o encaixe do 4-3-3 leonino no 3-4-3 do Braga com bola, esse "jogo de pares" foi desfeito quando um falso segundo avançado, na meia-direita, Huseinbasic, recuava/fletia para ser o terceiro médio "por dentro". Nesse momento, ele era o único jogador... "sem par"! Só dessa forma seria possível estar liberto naquele espaço interior no momento do remate para o 1-0".
L. Freitas Lobo: "Maxi Araújo redimensionou a largura e as subidas pela esquerda, onde Irakunda soube ser "diabo" à solta"
A reação de Rui Borges chegou a partir dos 60 minutos: "A solução verde surgiu na meia hora final, em que Rui Borges mudou a face criativa do 4-3-3, com outro tipo de médio, Zalazar, no lugar de Anderson, mais vocacionado para a contenção. Passou a ter o setor que lhe faltava na ligação desde trás, combinando o jogo até chegar à área bracarense. Suárez deu outro aroma à zona de finalização (à área, em vez da mobilidade agressiva de Ioannidis), e Maxi Araújo redimensionou a largura e as subidas pela esquerda, onde Irakunda soube ser "diabo" à solta".
Na conclusão, o analista considerou que a capacidade de intervenção do treinador foi determinante: "O treinador tinha sido o melhor a intervir no jogo. Existia um condicionalismo físico na utilização dos jogadores regressados das seleções, mas, além disso, existia um plano de marcações que estava a amarrar a equipa. Zalazar (e as alterações nas dinâmicas ofensivas que provocou) rasgaram todos os papéis aos quadradinhos dos "jogos de pares" e escreveram numa longa página verde (cor do relvado e da equipa) a mudança do jogo e do resultado".
Aos 49 minutos do encontro, arsenalistas reclamaram uma grande penalidade por alegada mão na bola do internacional italiano
10 Out 2026 | 11:46 |
Aos 49 minutos do encontro entre Braga e Sporting, os arsenalistas reclamaram uma grande penalidade por alegada mão na bola de Doumbia. O lance foi analisado por vários especialistas em arbitragem que foram unânimes na avaliação: João Pinheiro esteve bem ao não assinalar penálti.
Jorge Coroado considerou que o contacto não justificava a marcação de uma infração, tendo em conta a posição do braço do jogador leonino e o movimento que realizava no momento do remate: "A bola rematada forte encontrou o antebraço direito, que estava em posição natural, no movimento de rotação que Doumbia efetuava", explicou no jornal 'O Jogo'
José Leirós também concordou com a decisão do árbitro, destacando a proximidade do remate e a forma como Issa Doumbia movimentou o corpo para se proteger. Na sua análise, o braço do italiano não foi utilizado para intercetar a bola.
"Doumbia tem o braço encostado ao corpo e, em remate forte do adversário, de perto, saltou, rodando o corpo em proteção e, em recolha total do braço para dentro, a bola vai à mão, não movimentada para intercetar. Esteve bem o árbitro ao não assinalar penálti", afirmou.
Fortunato Azevedo partilhou a mesma interpretação, sublinhando que a posição do braço era natural e estava relacionada com o movimento corporal de Doumbia: "A bola bate no braço de Doumbia, que está encostado ao corpo de forma natural, justificável com a sua movimentação corporal. Boa decisão, uma vez mais".
Adepto leonino recorreu ao Twitter para manifestar a sua discordância em relação à falta assinalada por João Pinheiro aos 15 minutos
10 Out 2026 | 11:32 |
O lance entre Fotis Ioannidis e Vítor Carvalho, aos 15 minutos do Braga - Sporting, continua a dar que falar, com Eduardo Garcia, filho de Eduardo Barroso, a contestar a decisão de João Pinheiro. O adepto leonino recorreu ao Twitter para manifestar a sua discordância em relação à falta assinalada ao avançado grego.
Na publicação, defendeu que o contacto entre os dois jogadores foi perfeitamente legal e que Ioannidis tinha condições para prosseguir isolado em direção à baliza de Bernardo Fontes. A reação incluiu ainda críticas duras a Luís Freitas Lobo, comentador que considerou existir infração no lance.
E. Garcia: "Não há falta nenhuma. Carga de ombro e seguia sozinho para a baliza. Só o atrasado mental do Freitas Lobo para dizer que é"
"Não há falta nenhuma. Carga de ombro e seguia sozinho para a baliza. Só o atrasado mental do Freitas Lobo para dizer que é", escreveu Eduardo Garcia na rede social, deixando clara a sua posição sobre um dos momentos discutidos da partida.
Marco Ferreira, especialista em arbitragem, também considerou que não existiu qualquer infração por parte do avançado do Sporting. Na sua análise, Ioannidis utilizou o corpo numa disputa de posição com Vítor Carvalho, num contacto que considerou normal e permitido pelas regras do jogo.
"Ioannidis usa o corpo, ombro a ombro, na disputa de posição com Vítor Carvalho com este a cair sem qualquer tipo de infração. Contacto correto em zona permitida numa disputa de posição normal. Livre direto mal assinalado", explicou o ex árbitro no jornal 'Record'.
Penálti de Doumbia no Braga - Sporting? Faustino e Marco Ferreira dão resposta brilhante
10 Out 2026 | 11:11
Dono do Milan mete 50M nos rossoneri e vai atacar titular do Sporting em janeiro
10 Out 2026 | 10:32
Situação de Zalazar e resposta aos críticos; Tudo o que disse Rui Borges após Braga - Sporting
10 Out 2026 | 10:16