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Exclusivo Leonino - Bayern? Há novidades sobre Rui Silva e possível saída do Sporting
13 Out 2026 | 12:36
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14 Out 2026 | 10:29 |
Rui Borges deixou um recado a Bernardo Ribeiro depois de o diretor do jornal 'Record' ter comentado a postura do treinador do Sporting nas conferências de imprensa. O técnico leonino, que venceu o Lens por 2-0, em França, para a Liga dos Campeões, aproveitou a análise à vitória para responder aos críticos e defender o mérito do percurso que tem construído no futebol.
A polémica começou antes do encontro com os franceses, quando Bernardo Ribeiro analisou a comunicação do treinador no programa 'Record na Hora', transmitido pela NOW. O responsável editorial comentou a forma como Rui Borges se expressa perante os jornalistas e fez uma observação irónica sobre a evolução do técnico desde que chegou a Alvalade.
"Vá lá que não veio com Mirandela", afirmou Bernardo Ribeiro, numa referência ao percurso do treinador. Além do mais, comparou ainda a aprendizagem de Rui Borges à de Ruben Amorim, considerando que ambos tiveram de crescer enquanto treinadores de um clube grande.
"Ao Rui Borges não aconteceu isso e nada lhe foi oferecido de mão beijada. O Rui Borges tem conquistado o seu percurso", afirmou. Ainda assim, considerou que a aprendizagem nas conferências de imprensa estava a demorar mais do que seria desejável e defendeu que o treinador deveria concentrar-se primeiro nas questões desportivas, nomeadamente em evitar jogar para o empate.
R. Borges: "Estou aqui por muita competência, muito trabalho. Não caí de paraquedas e é um bocadinho para esses Bernardos da vida"
Foi neste contexto que Rui Borges deixou uma mensagem dirigida aos críticos, reforçando que o seu trajeto resulta de competência e trabalho: "Estou aqui por muita competência, muito trabalho. Não caí de paraquedas e é um bocadinho para esses Bernardos da vida", declarou o treinador após o triunfo frente ao Lens.
Jovem futebolista foi questionado se o Clube de Alvalade tem condições para ser vencedor da Liga e resposta foi surpreendente
14 Out 2026 | 10:13 |
Após a derrota na segunda jornada da Champions League, Franjo Ivanovic, avançado cedido pelo Benfica ao Lens, torce para que os encarnados vençam a Liga, rejeitando pensar no Sporting campeão nacional.
F. Ivanovic: "Só uma equipa pode ganhar o campeonato: o Benfica"
Considera que o Sporting, neste nível, pode ser campeão em Portugal? "Não (risos). Só uma equipa pode ganhar o campeonato: o Benfica", disse, em zona de entrevistas rápidas à SportTV, rogando pragas contra o Clube de Alvalade.
Acerca do jogo, o ponta de lança croata admitiu que a sua equipa não conseguiu impedir o controlo dos leões. "Tivemos uma boa prestação na primeira parte, mas não conseguimos marcar. Faltou alguma sorte no último remate. Em contra-ataque, eles fizeram o 0-1. Depois ficou difícil, porque isto é a elite e eles controlaram mais o jogo. Para nós é melhor quando o jogo é mais caótico, quando há mais duelos e é mais agressivo. Controlaram mais o jogo, o que tornou tudo mais difícil para nós", falou.
F. Ivanovic: "Quando perdíamos a bola as transições eram muito difíceis"
Rui Borges apostou no contra-ataque, algo que deu frutos e foi destacado por Ivanovic. "Sobretudo no contra-ataque. Quando perdíamos a bola as transições eram muito difíceis", analisou, mostrando que o Sporting conseguiu comprometer o vice-campeão francês.
O emblema leonino volta a entrar em campo na próxima quarta-feira, dia 21 de outubro, frente ao LASK Linz, novamente para a prova milionária. O encontro, a contar para a terceira jornada da Liga dos Campeões, diante da turma austríaca, jogar-se-á às 20h00, no Estádio José Alvalade.
Jovem guarda-redes brasileiro fez a sua estreia de leão ao peito e mostrou serviço na segunda jornada da Liga dos Campeões
14 Out 2026 | 09:58 |
A titularidade de Kaique no encontro entre o Sporting e o Lens, para a segunda jornada da Liga dos Campeões, foi a grande surpresa do onze de Rui Borges. O guardião não desiludiu, mostrou segurança no território francês e já bateu recordes.
Aos 23 anos e cinco meses, o antigo atleta do Nacional tornou-se no quarto guarda-redes brasileiro mais jovem a disputar um jogo na prova europeia, atrás de Kauã Santos (Eintracht Frankfrut), Ederson (Benfica) e Carlos Coronel (Salzburgo).
O futebolista formado no Palmeiras terminou o jogo com seis defesas e tornou-se ainda no quarto guardião dos leões a não sofrer qualquer golo na estreia na Liga dos Campeões, juntando-se a Vítor Damas (5-0 ao Floriana, em 1970), Filip De Wilde (3-0 ao Mónaco, em 1997) e Tiago Ferreira.
A qualidade demonstrada pelo guardião promete "estremecer" a titularidade de Rui Silva. O guarda-redes internacional português tem sido alvo de críticas, bate recordes pela negativa e tem sido associado a uma saída para o Bayern Munique.
Vale lembrar que Kaique foi oficializado no Sporting no final de agosto. O guarda-redes brasileiro, de 23 anos, chegou proveniente do Palmeiras e assinou um contrato válido até 2031, ficando protegido por uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros.
Técnico analisou, na sala de imprensa, a vitória do Sporting por 2-0, em França, na segunda jornada da fase de liga da Liga dos Campeões
14 Out 2026 | 09:55 |
Rui Borges analisou, na sala de imprensa do estádio Félix-Bollaert, a vitória do Sporting por 2-0 frente ao Lens, em França, na segunda jornada da fase de liga da Liga dos Campeões. O técnico mostrou-se muito satisfeito com o triunfo dos leões.
Plano de jogo do Sporting correu na perfeição e que a equipa estava preparada para sofrer e tirar proveito de saídas rápidas?
"Sabíamos que ia ser um início de jogo muito difícil, intenso, competitivo. O Lens, de forma coletiva, é uma equipa muito intensa. Tivemos essa dificuldade numa fase inicial, mas acima de tudo estávamos cientes daquilo que era o adversário e daquilo que íamos passar em alguns momentos pela qualidade deles, pelo ambiente, pela dificuldade do jogo. Estamos a disputar Champions League, logo aí dita a dificuldade dos adversários. A equipa estava ciente disso, manteve sempre essa tranquilidade. Hoje era preciso ter coragem, ambição e humildade e durante 93 minutos nunca lhes faltou isso e foi importantíssimo. Depois sabíamos os espaços que davam e que em momentos até de transição poderíamos ferir muitas vezes o Lens. Acho que em alguns momentos poderíamos ter feito mais golos e em outros poderíamos ter tido mais qualidade daquela que tivemos nas saídas. Mesmo o Luís [Suárez], o Geny hoje com uma primeira parte difícil na toma de decisão. São dois jogadores que fazem claramente a diferença e que se tivessem no seu normal em alguns momentos de ligação poderíamos ter ferido ainda mais vezes o Lens. Em alguns momentos também conseguimos abrandar o jogo, respirar com bola e obrigar o Lens a baixar um bocadinho. Acima de tudo estou feliz porque cumpriram à risca com aquilo que era pedido. e e souberam perceber o que o jogo ia proporcionar e mantiveram-se fiéis a isso".
Igualou Ruben Amorim como o técnico do Sporting com mais vitórias na Champions. É um sentimento de mais responsabilidade ou dever cumprido?
"Sentimento de felicidade por ter ganho um jogo na Champions League. Sei bem a dificuldade de ganhar este jogos, principalmente fora de casa. Num grupo com muitos miúdos novos, que nunca jogaram esta competição, conseguirmos manter esta competitividade é fantástico. Para mim, enquanto treinador deixa-me feliz, deixa-me satisfeito por ver o rigor e o foco deles. Em termos individuais, fico feliz, se Deus quiser hei de bater outras coisas pelo meu caminho. Feliz, acima de tudo feliz pelo que tem sido o meu trajeto. Estou aqui por muita competência, muito trabalho. Não caí de paraquedas e é um bocadinho para esses Bernardos da vida".
Indicações a João Simões
"O Simões tem características muito próprias. Nós sabíamos que era um jogo em que os médios iam ser muito importantes, fosse em transporte quando ganhássemos espaço mais à frente com as segundas linhas, fosse a romper a linha defensiva do Lens como aconteceu no segundo golo, do Doumbia. Mostrámos isso ao intervalo, porque o Lens acompanhava muito a referência do Luís, e tem alguns problemas de profundidade. Conseguimos ganhar essa profundidade com as segundas linhas, o Doumbia fez isso muito bem. O Simões também tentou fazer isso algumas vezes. O Simões dá-nos isso, essa capacidade de rotura e de condução que aconteceu no primeiro golo. É um puto, um miúdo cheio de energia e que passa essa energia para os colegas, tanto lhe faz jogar com o Lens ou contra uma equipa da distrital para a Taça de Portugal. Ele vai ter a mesma entrega, a mesma vontade, a mesma energia, a mesma vontade de ganhar, a mesma mesma humildade e e cai no que lhe pedi hoje: coragem, humildade e muita ambição, é um miúdo cheio disso. Fico feliz por vê-lo voltar a este nível".
Para quem é que foi a camisola que o João Simões lhe deu no final e foi entregar à bancada?
"Foi para um primo meu que está aqui em França e que infelizmente não vejo muitas vezes. Sou muito ligado à minha família e sempre serei, por isso fico feliz por tê-lo visto aqui. Fez o sacrifício de vir aqui e deixou-e muito feliz por isso o mínimo que eu podia fazer era oferecer uma camisola. do Sporting. O Simões foi o primeiro que apanhei à minha frente. Foi para um familiar".
No último jogo Zalazar e Suárez saltam do banco e marcam. Agora Derry e o Silas Andersen saltam do banco e criam a jogada do segundo golo, poucos minutos depois. Do ponto de vista pessoal, tem um sabor especial ver que estas mudanças que implementa durante o jogo conseguem surtir efeito?
"Os jogadores dão sinais que estão ligados e que estão aqui para ajudar e dar resposta quando o treinador precisar. Hoje fiquei muito feliz porque toda a gente que entrou, mesmo o Luís Guilherme entrou com um espírito muito bom, o Fotis na parte final, o Pedro Lima, entraram todos com espírito enorme de querer ajudar a equipa, sabendo que é difícil ganhar estes jogos e o quanto temos que trabalhar para os ganhamos. A equipa está ligada e isso dá-nos sinais de que o grupo é forte, é bom, é unido. Temo de perceber que hoje vão ser importantes uns, amanhã vão ser importantes outros e isso tem sido bem demonstrativo na nossa equipa. Vão tendo mais ou menos oportunidades e vão respondendo. Não vai sair sempre tudo bem. O Silas não fez um grande jogo em Braga com bola, mas sem bola foi tentando ajudar a equipa. É um miúdo que veio da primeira divisão a Suécia, vai ter dificuldades, vai errar. Vai fazer um grande jogo e a seguir faz o jogo menos conseguido e temos de ter essa paciência, essa capacidade de perceber que isso vai acontecer e temos que de ser equilibrados nas tomadas de decisão. leituras. Estou feliz porque mesmo quando as coisas não saem bem eles estão lá e querem querem jogar outra vez, isso é que me deixa muito feliz. Ganháos hoje, ganhámos em Braga, dois grandes jogos, mas vai haver um jogo em que não vamos estar tão bem e não deixamos de ser uma grande equipa. Agora, quando não correr tão bem que a gente ganhe na mesma, isso é que é importante".
Deu um grande abraço ao Irankunda no final do jogo. A boa fase recente coincide com a aposta nele a titular. O que é o extremo dá de diferente à equipa?
"Tem feito bons jogos e hoje fez um bom jogo. É um miúdo que vem da segunda liga inglesa. Por mais competitiva que seja, não estava habituado a jogar Champions. É um miúdo muito liberto, dei-lhe um abraço porque ele me abraçou, estava-se a rir, é um palhaço no sentido de ser brincalhão, gosta de se rir, está sempre a rir. Fico feliz por vê-lo feliz e por sentir que ele tomou a melhor decisão ao vir para o Sporting e fazer parte deste grupo. Estamos felizes por ter um miúdo cheio de potencial, que está feliz connosco e tem muito para crescer. Não tenho dúvidas nenhumas que no futuro terá cada vez mais impacto nas decisões da equipa".
Esta já é a versão do Sporting que quer ou ainda pode melhorar dentro da versão nova no 4x3x3?
"Podemos sempre melhorar. A nível do sistema, jogámos sempre em 4x3x3. Mudam é as dinâmicas conforme as características dos jogadores que estão em campo. Podem dizer, 'Jogava em 4x3x3, mas com dois médios'. Ok. Invertemos o triângulo, mas não deixa de ser um 4x3x3. Metemos um ala mais aberto e às vezes o nosso ala vinha mais para dentro. São características de de jogadores e que vamos moldando perante a estratégia contra os próximos adversários. Já defendemos assim com o Geny, estamos a defender assim com o Sergi, podemos voltar ao Geny. São coisas estratégicas, tentamos buscar o melhor de cada um dentro de um coletivo. Às vezes nem sempre é possível, mas temos tentado isso de de melhor forma. Acho que a equipa se tem adaptado bem a essa alternância de comportamentos dentro do sistema e eles estão preparados,. Estão no Sporting, são jogadores que têm de ter capacidade mental e de inteligência para perceber que aqui ou ali pode-se mudar pequenas coisas que podem fazer a diferença no jogo. Nestes jogos eles têm percebido isso, têm-se focado naquilo que podemos fazer para ferir o adversário e têm tentado fazer isso mais vezes. É assim que conseguimos ganhar".
O Sporting chegou muitas vezes à grande área adversária na primeira e segunda parte, mas faltou definir melhor. Como é que se trabalha isto?
"A treinar, a insistir. No jogo com o Braga, em lances em que não conseguimos tirar partido essas oportunidade. Como equipa grande que somos, com a qualidade que temos no último terço, temos de definir melhor. É treinar. Não há outro remédio senão treinar e repetir para torná-los melhores. Claro que não crescem num dia, numa semana, mas com o tempo eles vão crescendo e vão-se tornando cada vez mais maduros. Hoje deram uma demonstração de grande maturidade, apesar de serem uma equipa jovem. É insistir, é treinar e acreditarem sempre neles, independentemente de falharem em alguns momentos".
Relativamente à baliza. E agora?
"Tenho quatro guarda-redes bons, todos eles diferentes. O Kaique deu uma boa resposta dentro daquilo que era esperado e as característica do jogo. Mais do que olharem para a mudança, é certo que teve a ver com o momento, mas também muito a ver com as características do jogo. Sabíamos de antemão que poderíamos andar em alguns momentos num bloco mais baixo devido à dificuldade destes jogos, principalmente fora de casa. É inevitável porque estamos a jogar Champions League. E o Kaique tem mais as características para estes jogos porque é um guarda-redes que sai mais dos postes do que o Rui. E na defesa da área era importante também termos alguém com essa segurança em alguns momentos. No futuro logo se verá. Apesar de tudo, tanto um como outro darão sempre resposta quando forem chamados".
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