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Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
11 Out 2026 | 22:35
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25 Jun 2020 | 11:02 | Por Redação
O Conselho Fiscal e Disciplinar (CFD) do Sporting CP anunciou, esta quarta-feira, 24 de junho, a decisão relativamente aos invasores de Alcochete. O CFD decidiu expulsar 26 Sócios dos leões, entre os quais Fernando Mendes, antigo presidente da Juventude Leonina. Quanto ao processo de Bruno Jacinto, antigo oficial de ligação aos adeptos (OLA), foi arquivado.
Para lá dos 26 Associados que foram expulsos, nota ainda para Samuel Teixeira, que foi punido com suspensão de um ano, Tiago Rodrigues (seis meses), Tomás Fernandes (três meses) e Guilherme Oliveira (três meses).
Em comunicado, o CFD justifica a decisão com os danos causados pelos Associados em causa ao Sporting CP: “Os Sócios visados a quem foram aplicadas as referidas penas, agiram de forma livre e deliberada, de comum acordo, em comunhão de esforços, sob a égide de um plano comum e previamente traçado, com o propósito concretizado de invadir a Academia e intimidar, ofender e agredir os jogadores do SCP e respetiva equipa técnica, provocando, com a sua atuação, graves prejuízos para o SCP, tanto patrimoniais (direta e indiretamente) como morais, uma vez que este incidente desprestigiou o Clube em termos nacionais e internacionais”.
Recorde-se que o processo disciplinar em causa estava suspenso desde maio de 2019, visto que o CFD decidiu aguardar pela decisão final do julgamento que decorreu nos tribunais.
Os Sócios em causa já foram notificados da decisão e terão agora oportunidade de recorrer da mesma para a Assembleia Geral.
Conheça os sócios expulsos:
Fernando (Mendes) Barata, Guilherme Gata de Sousa, Luís Almeida, Tiago Silva, Jorge Almeida, Pedro Lara, João Gomes, Bruno Monteiro, Gustavo Tavares, Nuno Alves, Filipe Ferreira, João Pedro Montez, António Catarino, João Gonçalves, Eduardo Nicodemes, Joaquim Costa, Alano Silva, Nuno Torres, Hugo Ribeiro, Emanuel Calças, Valter Semedo, Ricardo Neves, Tiago Neves, Afonso Ferreira, Filipe Alegria, Paulo Patarra,
Conheça os sócios suspensos:
Samuel Teixeira (um ano), Tiago Rodrigues (seis meses), Tomás Fernandes (três meses) e Guilherme Oliveira (três meses).
Confira o comunicado na íntegra:
O Conselho Fiscal e Disciplinar do Sporting Clube de Portugal vem comunicar aos sócios ter sido proferida decisão final no âmbito do processo disciplinar número 6/18, relativo aos incidentes de Alcochete, ocorridos no dia 15 de maio de 2018. Este processo disciplinar foi iniciado pela Comissão de Fiscalização, no dia 17 de julho de 2018, sendo alvo deste processo 16 sócios. Com os actos de instrução desenvolvidos pelo actual Conselho Fiscal e Disciplinar, através da recolha de múltiplos elementos probatórios com vista ao apuramento de todas as responsabilidades, vieram a excluir-se seis sócios que não participaram na invasão, nem se encontravam na Academia, e a incluir-se mais 21 sócios na nota de culpa aperfeiçoada, num total de 31 sócios visados. No dia 10 de maio de 2019, com o início da fase de Instrução do processo criminal que decorria sobre os mesmos incidentes, o Conselho Fiscal e Disciplinar entendeu prudente aguardar os resultados dessas fase judicial, como forma de garantir a alocação individual de responsabilidades de forma estrita e rigorosa, pelo que, nos termos do n.º 2 do artigo 8.º do Regulamento Disciplinar, decidiu suspender o procedimento em curso até à conclusão da referida Instrução. Contudo, o Despacho da Decisão Instrutória não esclareceu, de forma suficiente, o que precisava ser esclarecido, pelo que, no dia 18 de novembro de 2019, foi decidido manter a suspensão do presente processo disciplinar, no limite, até ao trânsito em julgado do referido processo criminal, devendo ser aferida a necessidade de manutenção dessa suspensão na altura da Decisão de Primeira Instância, que veio a acontecer no passado dia 28 de maio. Depois da análise do conteúdo do correspondente Acórdão, foi possível esclarecer as dúvidas que ainda persistiam, mesmo apesar de se ter presente que as decisões judiciais condenatórias não transitaram ainda em julgado. Assim, ficaram criadas as necessárias condições para tomar a decisão de levantar a suspensão do processo disciplinar 6/18, por forma a poder concluir o mesmo, o que aconteceu no passado dia 12 de junho p.p. No âmbito deste processo disciplinar estavam envolvidos 31 sócios - todos os que estiveram na Academia de Alcochete no dia 15 de maio de 2018. Assim, foi deliberado pelo Conselho Fiscal e Disciplinar aplicar as seguintes sanções: - 26 sócios visados foram punidos com a sanção de Expulsão; - 1 sócio visado foi punido com a sanção de Suspensão por um ano; - 1 sócio visado foi punido com a sanção de Suspensão por seis meses; - 2 sócios visados foram punidos com a sanção de Suspensão por três meses; Mais foi deliberado arquivar os autos quanto a 1 outro sócio visado, por não se ter provado o seu envolvimento no caso. Os sócios visados a quem foram aplicadas as referidas penas, agiram de forma livre e deliberada, de comum acordo, em comunhão de esforços, sob a égide de um plano comum e previamente traçado, com o propósito concretizado de invadir a Academia e intimidar, ofender e agredir os jogadores do SCP e respectiva equipa técnica, provocando, com a sua atuação, graves prejuízos para o SCP, tanto patrimoniais (direta e indiretamente) como morais, uma vez que este incidente desprestigiou o Clube em termos nacionais e internacionais. No relatório final está discriminada a responsabilidade individual de cada um daqueles sócios visados, sendo certo que aquele violento incidente só foi possível pela actuação dos mesmos em grupo. O Conselho Fiscal e Disciplinar anexa a listagem dos sócios visados envolvidos com a indicação individual das penas que foram aplicadas. A extrema gravidade dos comportamentos dos sócios visados naquela tarde na Academia de Alcochete, e os prejuízos patrimoniais e não patrimoniais que provocou ao Sporting Clube de Portugal, revelaram um total desrespeito pelo Clube, pelos seus Estatutos, pelos seus funcionários, pelos seus atletas e pelos seus sócios. As infrações disciplinares cometidas são especialmente graves, e, para a maior parte dos sócios visados, consubstanciam uma quebra da relação de confiança irremediável, absoluta e inultrapassável, entre o visado e o Clube, pelo que não restou alternativa ao Conselho Fiscal e Disciplinar do que aplicar penas de expulsão a 26 dos 31 sócios visados. Os sócios visados foram notificados da decisão final, tendo sido comunicado que das decisões de expulsão e de suspensão cabe recurso para a Assembleia Geral, com efeito suspensivo e devolutivo respectivamente.
Líder do Porto fez questão de voltar a 'picar' o Presidente do Clube de Alvalade no mais recente editorial da revista ‘Dragões', publicada esta terça-feira
27 Out 2026 | 15:25 | Por Redação
André Villas-Boas voltou a atacar Frederico Varandas, desta vez através do editorial da revista ‘Dragões’ relativo ao mês de outubro. O presidente do Porto recuperou a recente troca de palavras entre o líder do Sporting e Luís Montenegro e deixou várias críticas ao dirigente leonino, incluindo uma referência à remuneração aprovada pelos acionistas da SAD.
Villas-Boas: "Varandas regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva"
“Na mesma tónica, surge Frederico Varandas, que regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva, nas quais o Sporting e o seu Presidente habitam o Olimpo da ética e dos valores, sempre impolutos e intocáveis, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu Clube no passado”, começou por escrever André Villas-Boas.
O presidente dos dragões prosseguiu, recuperando a polémica que começou com uma intervenção do primeiro-ministro. “À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional. O presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político”.
Villas-Boas aproveitou ainda para ironizar com os valores recebidos pelo Presidente do Sporting. “Os seus associados avaliarão se esta nova versão do seu presidente justifica a remuneração choruda que lhe atribuem. Nós registamos o regresso das lições públicas de moralidade que até ao primeiro-ministro chegam. Confessemos que já tínhamos saudades”, acrescentou.
No mesmo editorial, o líder máximo do Porto abordou ainda outros temas relacionados com o futebol português, incluindo arbitragem e decisões do Conselho de Arbitragem. Villas-Boas recuperou também o polémico lance de alegada mão de Issa Doumbia no Braga - Sporting, considerando que existia motivo para grande penalidade contra os leões e criticando as explicações posteriores sobre o episódio.
Assembleia Geral da SAD dos verdes e brancos terminou pela madrugada com todas as propostas a receberem luz verde por “larguíssima maioria”
27 Out 2026 | 10:08 | Por Redação
Terminou já pela madrugada a Assembleia Geral da SAD do Sporting, que arrancou às 18h00 de segunda-feira e decorreu no Business Hub do Estádio José Alvalade. A reunião juntou 33 acionistas e, depois de várias horas de discussão, todos os 12 pontos que constavam da ordem de trabalhos acabaram aprovados, depois de algumas explicações.
Bernardo Ayala, presidente da Mesa da Assembleia Geral e responsável pela condução dos trabalhos, revelou que todas as propostas receberam luz verde por “larguíssima maioria”. Entre os assuntos em discussão encontravam-se as contas da sociedade, a política de remunerações dos órgãos sociais e a possibilidade de nova emissão de dívida.
Um dos pontos de maior destaque prende-se precisamente com a nova política remuneratória, que representa um aumento de quase 19% para Frederico Varandas e restantes administradores relativamente ao período homólogo. O Presidente do Sporting passa de 300 para 354 mil euros fixos no exercício de 2026/27, podendo chegar aos 534 mil euros com a componente variável, quando anteriormente o limite máximo estava fixado nos 450 mil.
Também recebeu aprovação a autorização para a SAD poder avançar para o mercado com uma ou mais emissões obrigacionistas até um montante máximo global de 150 milhões de euros. A autorização ficará válida durante cinco anos, até 26 de outubro de 2031, dando à administração mais uma ferramenta financeira para a estratégia de investimento e renovação delineada pelos responsáveis verdes e brancos.
Sem contestação relevante passou igualmente o relatório e contas relativo a 2025/26, temporada na qual a SAD do Sporting apresentou um lucro próximo dos 35 milhões de euros. Tratou-se do quinto exercício anual consecutivo com resultados positivos, num ponto que abriu a reunião magna e que acabou aprovado com apenas quatro votos contra e quatro abstenções.
Eis o comunicado do Sporting:
"A SPORTING CLUBE DE PORTUGAL – FUTEBOL, SAD (adiante designada por Sociedade) informa, nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que decorre do disposto no artigo 17.º do Regulamento (UE) n.º 596/2014, do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril, que a Assembleia Geral da Sociedade de 26 de Outubro de 2026 tomou as seguintes deliberações:
1. Deliberar sobre o relatório de gestão e as contas relativos ao exercício findo em 30 de Junho de 2026. A proposta apresentada no ponto 1 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.732 votos a favor, 4 votos contra e 4 abstenções;
2. Deliberar sobre a proposta de aplicação de resultados relativos ao exercício findo em 30 de Junho de 2026. A proposta apresentada no ponto 2 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido1.777.731 votos a favor, 4 votos contra e 5 abstenções;
3. Proceder à apreciação geral da administração e fiscalização da Sociedade. A proposta apresentada no ponto 3 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.713 votos a favor, 17 votos contra e 10 abstenções;
4. Apreciar, nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 26º-G, n.º 4 do Código dos Valores Mobiliários, o relatório sobre remunerações elaborado pelo Conselho de Administração, respeitante ao exercício 2025/2026. A proposta apresentada no ponto 4 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.668 votos a favor, 60 votos contra e 13 abstenções;
5. Apreciar e aprovar a proposta de remuneração variável a atribuir aos membros executivos do Conselho de Administração da Sociedade elaborada pela Comissão de Acionistas relativa ao exercício de 2025/2026. A proposta apresentada no ponto 5 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.639 votos a favor, 80 votos contra e 22 abstenções.
6. Apreciar e aprovar a proposta da Comissão de Acionistas referente à remuneração devida dos titulares dos órgãos sociais da Sociedade até que a nova Comissão de Acionistas, que vier a ser eleita ao abrigo do ponto 10 da presente Ordem de Trabalhos, delibere e proponha à Assembleia Geral da Sociedade uma nova política de remuneração dos titulares dos órgãos sociais da mesma. A proposta apresentada no ponto 6 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.664 votos a favor, 71 votos contra e 6 abstenções.
7. Deliberar sobre a eleição dos membros da Mesa da Assembleia Geral para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 7 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.714 votos a favor, 5 votos contra e 1 abstenção.
8. Deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho de Administração para o quadriénio 2026/2030. . A proposta apresentada no ponto 8 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.672 votos a favor, 9 votos contra e 41 abstenções.
9. Deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho Fiscal para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 9 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.684 votos a favor, 6 votos contra e 1 abstenção.
10. Deliberar sobre a eleição da Sociedade de Revisores Oficiais de Contas para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 10 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.687 votos a favor, 33 votos contra e 1 abstenção.
11. Deliberar sobre a eleição da Comissão de Acionistas, prevista no artigo 18.º dos Estatutos da Sociedade, para o quadriénio 2026/2030. A proposta apresentada no ponto 11 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.625 votos a favor, 30 votos contra e 24 abstenções.
12. Deliberar sobre a autorização a conceder ao Conselho de Administração, nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 8º dos Estatutos, para proceder à emissão de um ou mais empréstimos obrigacionistas, até ao montante nominal máximo global de € 150.000.000 (cento e cinquenta milhões de euros), com uma maturidade não superior a 10 (dez) anos, através de (i) ofertas públicas de subscrição e/ou (ii) ofertas públicas de troca tendo por objeto as obrigações representativas dos empréstimos obrigacionistas “Sporting SAD 2024-2027” e “Sporting SAD 2024-2028” ou de outros empréstimos obrigacionistas que venham a ser emitidos ao abrigo da presente autorização, podendo o Conselho de Administração definir os demais termos e condições de cada emissão, incluindo, designadamente, taxa de juro, preço de subscrição ou troca, período de oferta, datas de emissão e reembolso, admissão à negociação e demais condições aplicáveis. A presente autorização será válida pelo prazo de 5 (cinco) anos a contar da data da presente deliberação, devendo as referidas emissões ocorrer até 26 de Outubro de 2031. A proposta apresentada no ponto 12 da ordem do dia foi aprovada, por maioria, tendo obtido 1.777.670 votos a favor, 20 votos contra e 31 abstenções".
Números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com leões a destacar-se pelo montante pago ao Presidente
25 Out 2026 | 17:32 | Por Redação
Frederico Varandas recebeu 776.500 euros brutos na época 2025/26, entre remuneração fixa e variável, superando o valor atribuído a toda a administração do Porto. Os números revelam diferenças significativas entre as quatro principais sociedades desportivas, com o Sporting a destacar-se pelo montante pago ao Presidente.
O dirigente máximo leonino recebeu 300 mil euros de remuneração fixa e 476 500 euros de componente variável. Face a 2021/22, o valor representa um aumento de 252,2%, equivalente a mais 556 mil euros. Só no último exercício, a remuneração de Varandas cresceu 99,1%, ficando perto do total pago a todos os administradores da Benfica SAD.
No Benfica, o conjunto da administração recebeu 790.975 euros, apenas mais 14.475 euros do que Varandas auferiu individualmente. Rui Costa prescinde de remuneração da sociedade, tal como André Villas Boas no Porto. No Dragão, os encargos com a administração diminuíram 74,9% face a 2022, quando Pinto da Costa liderava o clube. Em 2022/23, o antigo presidente recebeu 1,152 milhões de euros, incluindo 480 mil euros em gratificações.
Já em Braga, a administração recebeu 1.625.697 euros, um aumento de 140,9% face ao exercício anterior. A Comissão Executiva concentrou 1 594 347 euros, contra 596 936 euros no ano precedente. No entanto, o relatório não discrimina os montantes recebidos por cada administrador nem distingue as componentes fixas e variáveis, pelo que não é possível apurar quanto recebeu individualmente António Salvador.
A comparação evidencia diferenças na transparência dos relatórios e nos modelos de remuneração das administrações. O Sporting apresenta informação individualizada sobre salários e prémios, enquanto Benfica e Porto incluem incentivos ligados ao desempenho desportivo e financeiro sem o mesmo nível de detalhe. No caso do Braga, a ausência de discriminação individual impede uma comparação direta entre o vencimento de Salvador e o dos restantes presidentes.
Conhecidos resultados oficiais da AG do Sporting: Adepto castigado 20 meses
11 Out 2026 | 22:35
Varandas esteve com Obama e conta que achou que podia ficar apenas 6 meses no Sporting
11 Out 2026 | 10:43
Varandas dá estouro em Montenegro; Líder do Sporting mete primeiro-ministro no bolso e arrasa Porto
10 Out 2026 | 09:47