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Eleições Sporting: Frases marcantes de Frederico Varandas no debate contra Bruno Sá

Atual Presidente e recandidato às eleições verdes e brancos deixou bem claras quais ideias e mudanças que quer implementar em Alvalade

A cerca de 48 horas das eleições do Sporting, Frederico Varandas realizou o derradeiro debate eleitoral contra o candidato Bruno Sá
A cerca de 48 horas das eleições do Sporting, Frederico Varandas realizou o derradeiro debate eleitoral contra o candidato Bruno Sá

13 Mar 2026 | 11:56 |

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A dois dias das eleições, que visam a Presidência do Sporting, Frederico Varandas esteve frente-a-frente com Bruno Sá. Confira de seguida as frases que marcaram a intervenção do Líder dos verdes e brancos, que procura renovar o seu mandato como dirigente máximo do Clube de Alvalade.


Quais as prioridades num possível novo mandato?


“Quero dar uma nota... Não tenho como não mostrar o incómodo de fazermos o debate a 36 horas de abrir as urnas para as eleições. Não pelo facto de ter chegado às 6h30 da Noruega e ter um dia de trabalho pela frente. Estou de direta em cima. Estamos aqui a debater e cerca de 25 mil sócios já votaram ou não por correspondência. Houve falta de sensibilidade para não haver data. O candidato Bruno disse que tinha agenda sobrecarregada. Mas era de evitar e lamentável.


Os sócios conhecem o que foi feito desde 2018. Lançámos um plano a 10 anos, que o Sporting siga para lá deste mandato. Vem desde o primeiro dia de 2018 e neste debate vamos poder analisar várias áreas com pormenor. Queremos continuar a missão de servir o Sporting. E sem esquecer o ponto de partida, um clube que não ganhava há 17 anos, que estava numa situação económica frágil, numa situação social nunca antes vista. O Sporting é agora o que qualquer adepto quer ver no seu clube. Que é liderar o desporto em Portugal. Ninguém ganhou mais do que o Sporting desde 2018 e fizemos com estabilidade financeira e respeitando os valores do Sporting, dignidade, ética e integridade. Era um gigante adormecido, um 4.º aspirante a grande a morder os calcanhares. E passámos a lutar por títulos".

De que forma o clube pode ser sustentável sem receitas de Champions? É possível?


“Em relação às finanças e dados, foi mais um ano de resultado líquido positivo, o quarto ano consecutivo. O Bruno acusou de auto elogio. Falo de factos e trabalho feito ao longo de oito anos. Se foi bem feito ou mal feito, daqui 34 horas dirão de sua justiça. Nas seis épocas que esta direção planeou do princípio ao fim, em cinco tivemos lucro. Não tivemos numa época, que foi o ano da pandemia. Esta é a nossa linha. É muito importante, independentemente dos resultados desportivos, garantir a sustentabilidade do Sporting. Que nunca coloquemos em perigo o Sporting por uma conquista no futuro. Apresentámos lucro com um resultado de 80 milhões de euros em quatro exercícios. De facto aumentámos o passivo. De forma estratégica, achámos que era o momento de o fazer. Tínhamos duas vias para governar o Sporting. Nos últimos 16 anos antes de chegarmos, houve zero investimento e degradação de todo o património do clube e SAD. A partir de 2018, tentando reequilibrar as contas primeiro, fizemos investimento com capitais próprios, com investimentos na Academia, no polo universitário e no último mandato no Estádio José Alvalade. Os resultados estão à vista. Para poder continuar a investir, ou continuamos nós próprios - somos nós que temos de criar receita através de receitas operacionais ou venda de jogadores – ou então podemos financiar-nos. Gozamos de uma credibilidade financeira, daí ser um clube altamente credível do ponto de vista financeiro. Fazemos o financiamento de 225 M€ e investimentos para outra dimensão. O mercado deu razão ao Sporting, que estava na altura ideal de o fazer. Tivemos procura de nove vezes mais. Dois mil milhões quiseram investir no Sporting. Falamos de investidores internacionais de referência. Tivemos a assessoria da JP Morgan e o crédito de risco foi avaliado em 'credit investment rate'. Os próprios investidores queriam que o Sporting fizesse ainda mais dívida. O projeto está claro no plano que apresentámos num documento com mais de 100 páginas. Em 10 anos, o Sporting vai dobrar as suas receitas. Vamos promover um espaço José Alvalade, aberto de 15 em 15 dias, quando jogamos em casa e daí fazemos receitas. Esse espaço vai permitir meter o Sporting noutro patamar. Lojas online, físicas, um museu de última geração, o espaço da Alvaláxia e museu... e surpresas que vão ser detalhadas brevemente. Estamos completamente confortáveis. A receita desse investimento vai pagar confortavelmente o empréstimo".

Boletins de voto

"Não faço ideia como é o boletim de voto. De há 7 ou 4 anos. O responsável pelo processo eleitoral é o Doutor João Palma e a MAG. É a terceira vez que vou e nunca vi qualquer boletim. Os órgãos são independentes. A Mesa da Assembleia Geral organiza o ato eleitoral e só soube que ia ser a lista B, soube do dia das eleições e soube do dia de debate das eleições. Com todo o respeito, não sei qual é a sua lista"

Resposta a Bruno Sá sobre o aumento do passivo e dívida a fornecedores (segundo o outro candidato)

"O Bruno disse que em 2018 tínhamos um passivo de 200 milhões e agora está em 500 milhões. A diferença é que quando chegámos em 2018 o Sporting tinha em incumprimento 50 M€, 42 desses a clubes e jogadores. Agora temos 500 M€, temos 100 M€ de fundo de maneio. Dívida é só dívida. Existe dívida corrente, dívida incumprida e dívida a longo prazo. O Bruno é um grande sportinguista, é empreendedor, mas tem de ter a humildade de ver que quem faz estas agência de rating – das melhores do Mundo – considera o projeto do Sporting sólido. Não é a mesma coisa ter 200 milhões de dívida com incumprimento e insolvência. O Sporting agora cumpre com todos. O passivo aumentou para duplicar as receitas. Onde aumentou a dívida de fornecedores? Sabe quais estamos a falar? Deve-se à compra de jogadores, investimento. O que interessa no balanço de uma empresa é o passivo versus ativo. O Sporting aumentou o passivo, investindo. Sabe qual era o valor do plantel em 2018? Estava avaliado em 140M€. Ativo do Sporting. Hoje o ativo é de 470M€. O ativo triplicou".

Projeto financeiro

"Fizemos um projeto a 10 anos do Sporting e entendemos que deve seguir aquele rumo. Existe uma plataforma que é a Football Benchmark. Está a fazer sinais a sua equipa. É para continuar? Está tudo bem? A plataforma disse que o Sporting era uma referência em termos mundiais a nível financeiro de clubes. Isto deve orgulhar".

Auto-aumentos?

“É mentira. Não é por dizer uma mentira muitas vezes... essa tática é utilizada por alguém mas não copie isso. Em 2018, as receitas de negócios eram de 42 milhões. Sabe quanto é hoje? 75 milhões. Crescemos 78%. Mas diz que comercialmente não estamos muito bem. Em 2018 faturávamos 5 M€ em merchandising. Agora 17 M€. Quero agradecer a sua candidatura porque obriga-me a debater. Isto não é um debate. Isto é uma entrevista à esquerda e à direita. Devia estar mais bem preparado nas questões que levanta. A dívida a fornecedores aumentou três vezes. Sabe porquê? Quando não se paga, encontra-se em incumprimento. Quando cheguei ao Sporting era isso. Agora não. Dívida a fornecedores é dívida a clubes. Vou explicar algo que o meu filho de 6 anos percebe. Se fazia 120 M€ e agora faço 275 M€, o que vou fazer? Se calhar vou investir mais, porque quero ser campeão nacional".

Investimento externo da SAD

“É falso que tenha dito que o Chelsea iria entrar no Sporting. No nosso plano estratégico a 10 anos – e foi dito isto a partir de 2022 - é referido que temos previsto a entrada de um parceiro num capital minoritário que ajude a alavancar o clube e sempre nos valores desportivos. Não há algo neste momento. Garantido a maioria do capital da SAD. Deve e vai manter-se no clube. No Sporting, como afirmámos já em 2022 e até antes, temos prevista a possibilidade de entrada de um parceiro na minoria do capital da SAD, mas deve ser um parceiro que promova uma sinergia e fazer crescer o clube. Essa decisão será sempre levada à Assembleia Geral do clube. Como também foi a compra do Alvaláxia. Sabe qual era a média de participantes nas AGs antes eu chegar? 300 a 400 pessoas por AG. Sabe qual é agora? Seis mil. A AG antes devia ser com uma minoria que achava que controlava o clube. Agora são abertas em dias de jogo. E vão lá falar. O Bruno é que gostava do modelo de AG para 200 pessoas. Participam mais de 6 mil pessoas, existem dois tempos de perguntas aos órgãos sociais. Quem quiser inscreve-se. Os sócios estão muito contentes com o Sporting. Eu acho que eles estão contentes".

Concorda com a crítica do distanciamento com os sócios?

“De todo. E basta agarrar nos factos, que são os números. O Sporting tinha 74 mil sócios com quotas em dia, hoje tem 125 mil. O Bruno insiste que o sócio é mal-tratado, então o sócio deve ser masoquista e atrasado mental, porque há mais sócios hoje. Não admito que há pessoas que se acham os donos morais do amor ao clube e que só eles sentem o clube. Há pessoas que gostam de ser presidentes do Sporting e não fazem noção do que é estar neste cargo. Fala sempre no Sporting dos sócios e que sentia ao ir ao pavilhão. Ser presidente do Sporting não é bater no peito. Sou sócio desde que nasci, o meu avó era dos mais antigos, o meu pai, o meu irmão, a minha mãe... A minha tia avó trabalhou na ginástica, colega do professor Reis Pinto. A minha sobrinha professora da ginástica. Não me ensina o que é ser Sporting. Sofri a minha vida toda a ver o Sporting e ver Benfica e FC Porto lá em cima. A minha geração, que é a sua, é a mesma. O sócio é feliz no Sporting porque ganha e vê os rivais abaixo. Coisa que eu nunca vi. Coisa que o meu pai que tem 71 anos também nunca viu".

"Temos 30 mil Gamebox, 16 mil em espera. Não só nos preocupamos mas sabemos o grau de satisfação deles. Todos os jogos fazemos um inquérito de satisfação e a média é de 8 numa escala de 1 a 10. Temos um fosso fechado, mudámos as cadeiras, pintámos o estádio, tirámos os azulejos".

Há possível entendimento com os Grupo Organizados de Adeptos?

"Estou no Sporting com missão... O Sporting não está melhor. Está 100 vezes melhor. Quero lá saber do nome de Frederico Varandas. Interessa-me o Sporting. Não quero o meu nome em lado nenhum. O que quero são os títulos do Sporting e que gerações continuem a ser Sporting".

"GOA, Leões de Portugal, Grupo Stromp, Centenários... respeito todos. Estes grupos estão para servir o Sporting e não o contrário. O Sporting não tem problema com qualquer GOA, não quer extinção com GOA ou qualquer grupo. Mas a política é clara: estes grupos existem porque existem o Sporting. A prioridade é o Sporting. O Sporting respeita os grupos - só há um que aceitou ser um grupo oficial, que é a Brigada. O Directivo, Juventude Leonina, Torcida não querem estar nas ZCEAP. Respeitamos e agradecemos. Estamos gratos pelo apoio que dão no estádio e pavilhão. Fundamentais pelos inúmeros títulos que conquistámos. Gostaríamos de dar melhores condições. Já perguntámos à UEFA como colocar zona de ‘safety standing’ em Alvalade. Mas os grupos recusam-se a ir para as ZCEAP porque não querem ser identificados. Querem estar ou ter uma zona de ‘safety stand’, mas têm de ir para a ZCEAP. Falar da casinha ou sedes... Acabámos com o bilhar e tirámos o ténis de mesa, porque precisamos do espaço".

"A prioridade é Sporting Clube de Portugal, enquanto estivermos aqui. O ténis de mesa está a treinar fora do Estádio José Alvalade, uma modalidade que nos dá títulos. A resposta é simples: Sporting Clube de Portugal. Bilhar? A resposta é simples: ou era bilhar ou era fechar o fosso".

Varandas sobre a acusação de clínica

“Agarrando nessa fotografia... é do tempo em que era diretor clínico. Os jogadores faziam os exames de borla. Eu era diretor clínico do Sporting, abri as clínicas em 2015 e tinham melhores condições de 2015 a 2019 e faziam os exames lá de borla. Não houve um euro pago entre o Sporting e a clínica. Fui eleito em 2018, em 2019 reorganizei a unidade de performance e houve só acordo com a CUF para exames e operações. De 2002 a 2018 houve zero investimento. Eu era diretor clínico e, de borla, os jogadores usavam a clínica para tratamento. Não há nenhum atleta hoje lá. Porque o Sporting tem condições de luxo”.

Futebol principal

"O Bruno apresenta-se sem dar um único nome. É uma forma de se apresentar. Toca no assunto Ruben Amorim. Como aparece? Já estava no Sporting? Ele veio, chegou esta direção e eu estive quietinho. O Ruben Amorim foi contratado por esta direção. O Bruno foi a favor na altura? Pronto, era uma minoria. Hoje é fácil dizer que o Sporting ganha. Todo o universo sportinguista viu que o estado do Sporting era crítico, ia demorar anos para reerguer. Queriam que o Sporting fosse logo campeão de setembro de 2018 a maio de 2019. Achavam que era possível um clube que estava como estava chegar e passar a ganhar logo os títulos. Ninguém no seu perfeito juízo acharia isso. O Ruben Amorim liga-me e decide que vem para aqui. Foi contratado por esta direção contra a opinião de 99% dos adeptos do Sporting. O Bruno era a favor, fico contente. Amorim entra e dizerem bem de Amorim é dizer bem da minha direção. Mas quem o escolheu? Vem a história que fizemos um all in".

"Sabem quanto investimentos na segunda época desportiva? 42 M€. Terminámos no 4º lugar e investimentos 32 M€. É traçar o caminho e não mudar o rumo quando mudamos os resultados. Nos últimos 20 anos os quatro treinadores mais vencedores foram Ruben Amorim, desta direção, Rui Borges, desta direção, Paulo Bento, e Marcel Keizer, essa ‘desgraça’ que teve mais títulos do que dos 20 anos anteriores. Fim de ciclo? Como hei de sentir? O Sporting é bicampeão nacional. A dobradinha conquistou Rui Borges".

"À data de hoje, temos mais 3 pontos do que no ano passado que fomos campeões, na taça estamos nas meias-finais, e na Liga dos Campeões entre as 16 melhores equipas da Europa. Pela segunda vez em quatro épocas. Orgulho-me de ter escolhido Ruben Amorim e de um treinador que está na história do Sporting e será respeitado neste clube para sempre".

Unidade de Performance?

"Esta direção foi buscar o doutor Francisco Tavares, coordenador da Unidade de Performance. Foi convidado para ser diretor num clube que está no top 4 da Premier League. O diretor clínico, João Pedro Araújo, teve convite para ir para diretor clínico de clubes na Arábia Saudita (no top 5). Tenho orgulho nos meus colaboradores".

"Seja Ruben Amorim ou Rui Borges, nenhum treinador escolhe coordenadores no Sporting. Não escolhem. Ficámos a saber que foi Ruben Amorim que escolheu Flávio Costa. Diz que não há estratégia. Tem razão: não dou as mesmas condições. Porque Rui Cos... Borges teve o maior investimento da história do Sporting".

"São 100 M€ esta época, coisa que Ruben Amorim nunca teve. O Bruno enganou-se mais uma vez. Temos de falar e em títulos de futebol profissional esta direção conquistou 9. É a mais titulado da história do clube. Pela primeira vez na história o Sporting está abaixo do top-20 no ranking da UEFA. Estamos em 18º. Pelo segundo ano consecutivo o Sporting tem o plantel mais valioso de todas as ligas a seguir ao top-5 europeu"

Renovação de Rui Borges

"Isto é sobre o projeto desportivo do Sporting. O Sporting hoje é o atual bicampeão, está a lutar pelo tri, na meia-final da Taça, terminou a fase regular da Champions como 7ª equipa da Europa. Tem um treinador que a decisão [da renovação] está tomada e jamais irei utilizar em campanhas eleitorais. Não prometo títulos nem venho com nomes de jogadores e treinadores".

Investimento na Academia

"Mudámos os oito relvados, gastámos mais de 2 milhões este ano nos relvados, na requalificação dos quartos dos miúdos, na ala profissional, transformámos um campo em ginásio aberto. Formar jogadores para chegar à equipa A. Este é o objetivo da formação"

Projeto para modalidades

"Temos 7 anos de modalidades e mais de 140 títulos. Tínhamos título europeu no hóquei antes da nossa chegada e ganhámos mais 3 Champions League nas modalidades. Sobre o crescimento das modalidades, batemos recordes nos participantes no multidesportivo. Mais de 7 mil atletas, recorde na história do Sporting. O financiamento das modalidades é alavancado pela quotização. Tínhamos quotização de 9M€ em 2018 e agora de 15 M€. Isso permitiu fazer esse investimento nas modalidades. Porque qualquer modalidade por si só não é sustentável"

Desporto no feminino

“No futebol feminino tivemos não um título, mas três. Temos uma estratégia transversal a todo o clube. Promovemos a questão do futebol ou voleibol feminino com uma base forte da formação. Não podemos caminhar de uma forma perigosa. Tenho de defender o Sporting e garantir a sustentabilidade. Depois do futebol profissional, o futebol feminino é onde mais investimos. Mais do que o futsal. Era fácil colocar 400 mil euros numa modalidade feminina, contratar miúdas e ganhar. Queremos modalidades que venham de baixo da formação. Está muito longe de ser sustentável. A procura de patrocínios está muito aquém. E o mercado de transferências é irrisório. Não vou investir de uma forma irracional porque o futebol feminino está na SAD. Não cedo a pressão, política ou populismo. O presidente do Sporting, quando uma equipa ou modalidade ganha, vai embora. Não é o meu estilo estar no meio da quadra. O presidente do Sporting é trabalhar e dar o apoio aos meus treinadores e jogadores. Muito mais quando eles perdem e precisam”

Mensagem final

"Durante décadas fomos o terceiro, o Sporting era achincalhado, era o amiguinho confortável. Hoje vemos o Sporting ser o alvo número 1 dos rivais, um clube com valores, que não está em caso de tribunais ou suspeição. Entre 2018 e 2026 ninguém ganhou mais do que o Sporting. Passámos a ser o número 1. Sabe o quanto isto magoa os rivais e vizinhos. Não há maior alegria de um sócio que ver um Sporting bicampeão e a ir aos oitavos da Champions. Cresci traumatizado e ainda não me chegam estes títulos. Vamos ganhar sempre? Não. Mas hoje muito sócio estranha se não competirmos ou lutarmos. Estamos habituados a ganhar. A ganhar!"


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Eleições Sporting: Reveja o debate entre Frederico Varandas e Bruno Sá

Dois dias antes do ato eleitoral, Leonino faz acompanhamento da troca de ideias entre dois candidatos à presidência dos leões

Siga no Leonino o debate entre Frederico Varandas e Bruno Sá que visa as eleições do Sporting, a 14 de março
Siga no Leonino o debate entre Frederico Varandas e Bruno Sá que visa as eleições do Sporting, a 14 de março

12 Mar 2026 | 20:55 |

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23h56 - Terminou o debate.


Mensagem final de Bruno Sá: "O meu debate era esclarecer, apresentar propostas. Obviamente nunca temos oportunidade de debater no Sporting. O Sporting tornou-se num clube fechado. Era muito importante apelar ao voto. Ganhe o doutor Frederico Varandas ou eu, é muito importante não dar carta branca a esta direção. O doutor fala no passado, o importante é o presente e o futuro. Acredito que posso ganhar, tratar bem toda a gente, voltar a recuperar os sócios que estão tristes, que não se sentem parte da família. O doutor quer um clube para todos mas quer liderar só alguns. O doutor quer um clube de clientes, ele quer de sócios. Eu sou altruísta, ele está a revelar altivez. Ele quer um hub de entertainment, eu quero um clube desportivo. Eu espero tomar posse, e se não for agora, quero ser vigilante nos próximos quatro anos. Acredito que posso ganhar, estou preparado e espero ganhar na segunda-feira. Espero terça-feira já ser presidente, dar a volta à eliminatória com o Bodo/Glimt e depois abraçar todos os sócios e ser o presidente de todos os sócios do Sporting Clube de Portugal".


Mensagem final de Frederico Varandas: "Durante décadas fomos o terceiro, o Sporting era achincalhado, era o amiguinho confortável. Hoje vemos o Sporting ser o alvo número 1 dos rivais, um clube com valores, que não está em caso de tribunais ou suspeição. Entre 2018 e 2026 ninguém ganhou mais do que o Sporting. Passámos a ser o número 1. Sabe o quanto isto magoa os rivais e vizinhos. Não há maior alegria de um sócio que ver um Sporting bicampeão e a ir aos oitavos da Champions. Cresci traumatizado e ainda não me chegam estes títulos. Vamos ganhar sempre? Não. Mas hoje muito sócio estranha se não competirmos ou lutarmos. Estamos habituados a ganhar. A ganhar!"


23h55 - Candidatos deixam as suas mensagens finais.

23h53 - Frederico Varandas responde: "Esta direção inverteu um ciclo de ir vendendo património. Não só não vendemos, como comprámos. Fizemos a aquisição da Alvaláxia por 17 milhões de euros. Comprámos a empresa que detinha o espaço. Conseguimos negociar o pagamento a prazo. Isto será extraordinário para o futuro do Sporting. Ainda sobre o património, hoje temos um estádio que orgulha toda a gente, mas custou muito dinheiro, mais de 30 milhões. O ponto fraco são as casas de banho e os bares, vai ser feito até 2028. Não se pode mudar tudo de um dia para o outro. Vamos continuar a requalificar a Academia. Sobre o digital, o Sporting revolucionou a maneira de comunicar. Criámos uma nova vaga de comunicação, os rivais e a FPF vieram atrás. Críamos a loja verde online e o sistema cash back. Ainda há muito para fazer, queremos uma aplicação nova. Quando chegámos, as gameboxes eram comprados fisicamente, hoje, são online. Bilhetes para jogos fora, a mesma coisa. O site ainda não é o que nós queremos, porque a utilização aumentou. Estamos com sistemas informáticos com 20 anos, estamos a mudar devagarinho. Vamos mudar para a shopify dentro de 2 meses. Este é o caminho".


23h50 - Plano de Bruno Sá para as restantes vertentes: "Património. Primeiro gostava de pedir explicação sobre a questão do Alvaláxia. O meu plano? Já falei sobre isso. Transparência essencial, investir na Academia das modalidades. Acho que o site é essencial, a aplicação é essencial. Não faz grande sentido termos 9 camisolas. Isto é um clube de futebol, não é a Zara nem uma marca de roupa. Era importante dinamizar os núcleos, merchandising nos núcleos. Desenvolver a Sporting TV, plataformas de opinião livre. Voltar a haver debate, diálogo. Mas, para mim, o debate é essencial".

"Posso só fazer uma pergunta? Gostava que esclarecesse a questão do Alvaláxia e do sub aluguer de 35 anos que fizemos no parque. 35 anos, 6 milhões de euros. Invoco a transparência que não passou pelos sócios".

23h45 - Frederico Varandas: "Não quero estar nos holofotes, não é o meu estilo. O Bruno acha que ser presidente é estar na tribuna. O presidente tem de trabalhar e apoiar os treinadores e jogadores quando eles precisam".

23h40 - Seguimos para o desporto feminino.

Bruno Sá: "Passámos de ser pioneiros, para ter um título. Gostaria de saber o plano. Temos de estruturar a formação e procurar apoios. Não há projeto. Terá de haver um diretor-desportivo".

Frederico Varandas: "Tivemos três títulos, não um. O Sporting promove o desporto feminino tendo uma base forte na formação. Tenho de garantir a sustentabilidade do Sporting. A seguir ao futebol profissional, o futebol feminino é onde o Sporting mais investe. Mas não é por alguns investirem mais, que eu vou atrás. Queremos ter jogadoras que venham da formação. O futebol feminino está longe de ser sustentável e temos de ir com prudência. Não vou investir de forma irracional. Não cedo à pressão".

23h37 - Frederico Varandas e os 'auto-aumentos': "Está mal informado. Estes órgãos sociais não seu autoaumentaram seis vezes. O que fez a Comissão de Remunerações da SAD? Fizeram um ajuste salarial, em 2018, ajustado à prática de clubes da dimensão do Sporting e fizeram um aumento. No segundo mandato, contrataram uma consultora e fizeram um estudo exaustivo para avaliaram as melhores práticas salariais para os órgãos sociais. A SAD tem um processo transparente, como não há em Portugal, de forma a defender o Sporting. Se o clube não der lucro, não há prémio. Anualmente, a remuneração da SAD é aprovada em AG. Está tudo claro, coisa que não acontece nos rivais. A Comissão de Remunerações é transparente. Se quisesse, por dinheiro, tinha feito outro percurso".

Bruno Sá reage: "O primeiro aumento foi feito depois de um despedimento coletivo de 140 pessoas, é só o que quero dizer".

23h35 - Modalidades é o assunto que se segue.

Bruno Sá: "Estarmos a falar de modalidade quando o Dr. Varandas raramente lá aparece. Parece que está a fazer um frete. O meu projeto é liderar pela presença. Temos de desenvolver o ecletismo, desenvolver uma Academia das modalidade e investir no departamento comercial. A Academia será um apoio à formação e aos atletas. O valor gasto em casas para jogadores dava para construir uma Academia. Não posso revelar com quem falei, mas o Dr. Varandas sabe das pessoas que estou a falar, ele é que tem de abrir o clube. Tem de haver rigor. Temos de angariar patrocínios".

Frederico Varandas: "Mais de 140 títulos. Tínhamos um título europeu no hóquei, ganhámos três mais um título de campeão do mundo. Futsal tínhamos zero, hoje tínhamos duas. Batemos o recorde de números de participantes no gimnodesportivo. Hoje, todos têm contratos de trabalho. O financiamento é alavancado pela quotização. O Sporting tinha uma quotização de nove milhões, hoje está acima dos 15 milhões".

23h30 - Agora o tema é a formação.

Bruno Sá: "Temos de avaliar as infraestruturas. Não é normal perdermos o Pólo EUL, os sub-16 treinarem em meio-campo na Academia".

Frederico Varandas: "Duas mentiras".

Bruno Sá: "É verdade que os sub-15 fazem jogos no Seixal?"

Frederico Varandas: "Sub-16? Treinam em campo inteiro. Sub-15? Fazem jogos contra as as melhores equipas. Pólo EUL? Mentira, o Benfica não tem mais espaço do que o Sporting. O Sporting tinha determinadas condições quando entrámos, hoje temos mais. Não só não perdemos como temos mais campos do que o Benfica e mais exposição. Vamos fazer um investimento de 3 milhões para aumentarmos o que temos. Futebol formação? Desde que temos a Academia, 88 jogadores chegaram à equipa A, em 24 anos. 43 foram em sete anos. Este é o grande objetivo. Desses 43, muitos foram vendidos".

Bruno Sá: "Temos de melhorar as infraestruturas. Acabou de dizer mentiras, os sub-16 treinam em meio-campo. Que investimento fez na Academia?"

Frederico Varandas: "Mudámos oito relvados. Gastámos mais de dois milhões de euros este ano. Requalificámos os quartos dos miúdos e a aula profissional. Melhorámos um sintético e fizemos um ginásio aberto. Além de 43 jogadores em sete anos, encaixamos 230 milhões em jogadores formados na Academia".

Bruno Sá: "É estranho os jogadores crescerem a perderem. Prefiro o modelo Aurélio, um modelo livre".

Frederico Varandas: "Aurélio Pereira que apoiou esta direção".

23h25 - Bruno Sá sobre o investimento no futebol: "É possível investir já este verão. Para mim seria para reforçar já neste mercado de inverno, que foi uma desilusão".

23h23 - Lesões voltam a ser tema.

Frederico Varandas: "Quando se tem 12 lesões, nove traumáticas, não prevenção possível, Vejamos como está o City, o Real Madrid... É somar as grandes equipas e ver as lesões que há. O Sporting joga duas vezes por semana. As únicas lesões que se conseguem prevenir são as musculares e, este ano, tivemos o Diomande, o Pote e o Mangas. O resto são lesões imprevisíveis, de quem joga futebol".

Bruno Sá: "O Ioannidis voltou e lesionou-se. O Debast também. O Nuno Santos demorou o dobro do tempo. Há aqui algum problema. É o segundo mercado de inverno em que temos 10 lesionados".

23h20 - Frederico Varandas sobre Rui Borges e renovação: "Os resultados falam pelo rumo do Sporting. O Sporting tem um treinador chamado Rui Borges, mudou a tática, e está na luta pelo tricampeonato. Cresci a ver os outros conseguirem tetras e pentas. Só em sonhos pensávamos no tri. Vai renovar com Rui Borges? A decisão já está tomada e não a vou utilizar em campanha eleitoral. Não prometo títulos nem com nomes de jogadores ou treinadores. Venho com um rumo. Os sócios depois decidem".

23h15 - Frederico Varandas: "Desde 2018, o Sporting investiu 440 milhões. Vendemos 750 milhões. 310 milhões de lucros. Tivemos sucesso desportivo e financeiro. Não conheço nenhum clube que tenha assertividade de 100%, mas são poucos com a percentagem de sucesso do Sporting".

Bruno Sá: "Tudo escolhido pelo Amorim".

Frederico Varandas: "O Amorim não escolhia um jogador. Era parte do processo. Era diretor-desportivo, de scouting e treinador. É apresentada uma lista e o treinador decide. Assim foi com Amorim e é com Rui Borges".

Bruno Sá: "Foi você responsável pelo Biel, pelo Jota ter chegado atrasado? Só joga o Suárez?"

Frederico Varandas: "O Sporting foi campeão e perdeu um titular. Foi buscar um titular para substituir um titular".

Bruno Sá: "Você sabia que Rui Borges ia mudar a tática e não se preparou. O pós-Amorim não tem rumo".

23h10 - Equipa principal mantém o debate bastante aceso.

Frederico Varandas: "Bruno diz que não há estratégia. Admito que não dou as mesmas condições a Rui Borges que dei a Amorim, porque Rui Borges teve o maior investimento da história do Sporting. 100 milhões de euros, coisa que Ruben Amorim nunca teve. Tem toda a razão".

Bruno Sá: "Só fala do passado".

Frederico Varandas: "Em títulos de futebol, conquistámos nove, a direção mais titulada da história do Sporting. Em seis épocas, quatro vezes na Champions. Pela primeira vez, estamos abaixo do número 20 do ranking da UEFA. Pelo segundo ano seguido, o Sporting tem o plantel mais valioso das ligas fora do top-5. Desde que Amorim saiu, fomos bicampeões e ganhámos a Taça".

Bruno Sá: "Até o Suárez foi escolhido pelo Ruben Amorim".

23h05 - Continua a discussão sobre o futebol.

Frederico Varandas: "O Sporting é bicampeão. Quem conquistou? Rui Borges. A dobradinha? Rui Borges".

Bruno Sá: "Quero que dê as mesmas condições ao Rui Borges que deu ao Ruben Amorim".

Frederico Varandas: "Hoje, o Sporting tem mais três pontos do que no ano passado. Na Taça estamos nas meias finais. Na Liga dos Campeões estamos nas 16 melhores equipas da Europa".

"Orgulho-me de ter escolhido Ruben Amorim, um treinador respeitado e adorado neste clube. Sabe quantas pessoas ele escolheu na estrutura?"

Bruno Sá: "Treinador da equipa B e diretor desportivo invisível. A tática da formação foi ele que escolheu..."

Frederico Varandas: "Esta direção foi buscar Dr. Francisco Tavares, coordenador da unidade de performance, que foi convidado para ser o diretor de um clube top 4 da Premier League. O diretor clínico, Dr. João Pedro Araújo, foi convidado para ir para um clube da Arábia Saudita. Bruno, tenha orgulho nos seus colaboradores".

Bruno Sá: "Mas temos que os manter. Não é mandá-los embora".

Frederico Varandas: "Seja Amorim, seja Rui Borges, nenhum treinador escolhe um coordenador do staff do Sporting".

23h00 - Chegamos à 1h30 de debate, que promete continuar.

22h57 - Frederico Varandas sobre o futebol: "O Bruno apresenta-se sem dizer nomes. Tocou no assunto Ruben Amorim. Como aparece Amorim? Já estava no Sporting? Ele chegou e eu estive a assistir quieto às conquistas dele? Não foi. Ele foi contratado por esta direção. O Bruno foi a favor?"

Bruno Sá: "Sim"

Frederico Varandas: "Era uma minoria. Hoje é fácil dizer que o Sporting ganha, mas os primeiros dois anos foram um desastre. Em 2018, o estado do Sporting era crítico. Ia demorar anos a reerguer o Sporting. As pessoas achavam que era possível, como o clube estava, ganhar logo títulos? Ninguém achava isso. Como se fosse possível ganhar logo. O Amorim foi contratado por esta direção, contra a opinião de 99% dos adeptos - o Bruno não. Das coisas que tenho mais orgulho é que dizerem bem de Ruben Amorim é dizer bem desta direção. Depois, dizem que o presidente fez um all-in. Na segunda época, o Sporting terminou em quarto e investiu 43 milhões. A seguir, faço um all-in e invisto 38 milhões. A dificuldade é traçar o caminho e não mudar o rumo quando se perde. Esse Sporting ficou em quarto e mantivemos o rumo, até investimos menos. Quando falam em all-in, rio-me. Sabe quais foram os quatro treinadores com mais vitórias no Sporting nos últimos 20 anos? Ruben Amorim, Rui Borges, Paulo Bento e a desgraça que foi Marcel Keizer. Dos quatro treinadores mais bem sucedidos, três foram escolhidos por esta direção".

22h55 - Frederico Varandas responde: "Quando era diretor clínico, as minhas clínicas estavam melhor equipadas do que as instalações do Sporting. Os jogadores faziam exames de borla. Fui eleito em 2018 e em 2019, reorganizei o departamento médico e não foi preciso recursos externos. O departamento clínico não tinha as condições que hoje tem. De 2002 a 2018, não se investiu no departamento clínico. Usavam as minhas clínicas de borla. Hoje, o Sporting tem condições de luxo".

22h50 - Bruno Sá questiona lesões e mercado: "Quero jogadores que cheguem e entrem no onze. Perdemos o Alisson e fomos buscar jogadores que não sabemos o que vão dar. Face às lesões e ao cansaço, estamos a ter as dificuldades que se previam, face à falta de investimento. No ano passado 12 lesões, este ano 10. Bragança operado fora de clube, Trincão trata-se fora do clube, Pote também, Ioannidis volta e lesiona-se. Andamos aqui nisto. Temos de ir buscar os melhores profissionais e um departamento do Sporting, não como o Frederico Varandas fazia, na sua clínica".

22h45 - Bruno Sá fala sobre o projeto da equipa principal de futebol: "Percebe-se que o mentor do futebol da era Varandas foi Ruben Amorim. Em 2022, disse que não era obrigatório vencer o Marselha e a Atalanta. Perdemos com o Bodo, chegámos ao limite, não se pode ir mais longe. Há um pré-Ruben Amorim, uma série de treinadores contratados e despedidos. Há a era Amorim, que escolheu tudo, teve as chaves da casa. Criou um modelo de Sporting vencedor. Depois, há um pós-Ruben Amorim. Período João Pereira e depois o Rui Borges, que é uma pessoa com caráter, mas nota-se que a corda vai partir por Rui Borges. A cartilha de Frederico Varandas já começa a falar nesse sentido. Disse que queria ser campeão. Assistimos a um mercado vergonhoso em janeiro. É a ausência de um rumo. O Sporting tem de ter um modelo e o treinador é apenas mais uma pessoa desse rumo. Em vez de desenvolver estruturas de corporate, investir em instalações do clube, e depois investir no departamento médico de excelência. Ganhar mais, sem maltratar as pessoas. Rui Borges? Quando chegar lá, vê-se. Tenho de analisar e ver se se enquadra no nosso modelo. Nunca disse que entrava e renovava. Na altura, não teria escolhido o Rui Borges. Se tivesse o guarda-redes lesionado e lhe disse o Biel, teria de agradecer o caráter e o que conseguiu, sem jogadores e teria renovado com o treinador. Mas é pelo Rui Borges que vai partir a corda. Já se ouve as pessoas que trabalham para o Frederico Varandas a falar disso. Diretor Desportivo? Está identificado. Estou preparado para entrar já, se não ganhar, estarei vigilante para que nenhum presidente ou treinador tenha carta branca".

22h40 - Bruno Sá responde sobre o mesmo tema: "Os grupos fazem parte da história. Este senhor se, a ganhar, não quer falar com ninguém, imagine-se quando não se ganhar. Não há diálogo com os GOA. Bilhar sai, Directivo sai, Leões de Portugal saem. Você não quer saber das pessoas, só quer saber do negócio".

22h35 - Frederico Varandas fala sobre relação com as claques: "O Bruno afirmou que acho que sou maior que o Sporting. Estou aqui por missão e entregarei o Sporting muito melhor do que o encontrei. Não quer saber do nome Frederico Varandas. Não quero o meu nome em lado nenhum. Quero os títulos e que as gerações mais novas continuem a ser Sporting. Em relação aos GOAs, todos importantes. Enquanto estivermos aqui, estes grupos estão para servir o Sporting e não o contrário. O Sporting não quer extinção de nenhum GOA, nenhum. Agora, a nossa política é clara. A prioridade é o Sporting. O Sporting respeita os grupos. Só houve um grupo que aceitou ser grupo oficial - a Brigada -, o Directivo, a Juve Leo, a Torcida, não querem ser. Nós respeitamos e agradecemos o apoio nos inúmeros títulos que conquistámos. Nós gostaríamos de dar melhores condições. Perguntámos à UEFA as condições de uma bancada de pé. Eles não querem ser identificados, eu defendo que todos os adeptos têm de ser identificados. Querem ter uma safety stand, e o Sporting quer isso, têm de ir para a zona especial, a lei diz isso. Casinha? O Sporting tirou o ténis de mesa, porque precisamos do espaço. A prioridade é o Sporting. Não é o Directivo, o Grupo Stromp,... O ténis de mesa e o bilhar estão a treinar fora do estádio. O que faço aos Leões de Portugal? Vou tratá-los de forma diferente? Não".

Bruno Sá: "Manda modalidades históricas embora? Você é o maior populista que passou pelo Sporting".

22h30 - Frederico Varandas responde: "Basta agarrar nos factos. O Sporting tinha 74 mil sócios com quotas em dia, hoje tem 125 mil. O Bruno insiste que o sócio é mal-tratado, então o sócio deve ser masoquista e atrasado mental, porque há mais sócios hoje. Há pessoas que acham que são os donos morais do amor ao clube. As pessoas não têm a noção do que é estar neste cargo, da pressão e do estofo que é preciso ter. Ser presidente do Sporting não é bater no peito. Sou sócio desde que nasci, o meu avô, quando morreu, era o sócio mais antigo, o meu pai também é sócio. Do lado da minha mãe também. O Bruno não me ensina o que é ser Sporting. Sofri a minha vida toda a ver Benfica e Porto lá em cima. Sabe porque o sócio é feliz? Porque ganha e vê os rivais em baixo. Coisa que eu nunca vi".

Bruno Sá: "Quem um Sporting de sócios ou clientes? Quer tratar bem os sócios? Está sempre no camarote, olha as pessoas de cima, tem de olhar olhos nos olhos. Você descalçou os sócios. Acabou de lhes chamar ignorantes..."

Frederico Varandas: "Hoje, o sócio tem orgulho do Sporting. Tem valores e tem títulos. Na escola do meu filho, dois terços são do Sporting. O estádio tem 50 mil lugares e temos 125 mil sócios com quotas em dia. Quem me dera ter um estádio com125 mil lugares. Temos 13 mil gameboxes, 16 mil em espera. É porque gostam de ser maltratados... "

Bruno Sá: "Ninguém pode ficar de fora. Todos os sócios são importantes. Quem tinha lugar há mais de 20 anos, não pode ser excluído. Devia haver uma bancada para todos, com bilhetes a 10 euros. O Sporting está virado para o corporate e tem de haver um equilíbrio. Aqueles dois mil lugares novos para instagramers. O que interessa isso quando se tem a família cá fora?"

22h25 - Bruno Sá fala de relação do Sporting com os adeptos: "Parece óbvio, menos para o Frederico Varandas, que os sócios não têm direitos. Diga-me onde é que o número de sócios aumentou? O lema de campanha era unir o Sporting, agora não lhe interessa dizer isso. Tinha membros das claques na direção, agora já não. É estranho que os lion seats tenham prioridade sobre sócios com gamebox há mais de 25 anos. Fala de sócios, mas nãoo temos um site. Toda a gente sabe que este é um Sporting de clientes. Prefere ter uma green list e fazer obras nas centrais, esquecendo os outros sócios. Esta direção é alérgica a pessoas"

"As pessoas com gamebox foram obrigadas a sair dos sítios para pôr uma claque lá em cima. O clube está fechado. Entrar na porta 10 e não há revista, nas portas 8 e 9 entram a meio do jogo devido à revista. As pessoas não se sentem em casa. Soluções? Tem de haver reuniões com os núcleos, com os Grupos Organizados e ter um site em condições"

22h20 - Frederico Varandas sobre a entrada de capital externo: "É falso que tenha dito que o Chelsea iria entrar na SAD. No nosso plano a 10 anos, temos previsto entrada de um parceiro estratégico, com uma participação minoritária. A maioria do capital da SAD vai manter-se no clube. Como afirmámos em 2022, temos previsto a entrada de um parceiro minoritário, mas terá de ser um parceiro que promova uma sinergia de continuar este rumo de crescer o clube. Esta decisão será levada AG, como também foi a compra da Alvaláxia, não sei se o Bruno estava lá".

22h17 - Bruno Sá sobre a entrada de capital externo: "Tem de passar pelos sócios. Falou na possibilidade do Chelsea, mas não voltou a falar disso. Para mim é claro, nunca vender a maioria da SAD. Admito a entrada de capital, mas tem de passar pelos sócios. Como Varandas não é transparente, não desmente aquilo que eu disse: o aumento da dívida significa que vai entrar capital externo. Quero que os sócios sejam esclarecidos. Serei presidente da SAD, se for eleito".

22h15 - Bruno Sá sobre as AG's: "As nossas AGs não têm maneira de discutir. Este debate serve para isto. Tenho receiro que eu tenha de ser a Troika do Sporting. É essa a minha preocupação. Não desmentiu os factos. Exijo transparência e que não engane os sócios. Não conseguiu desmentir os aumentos do passivo e da dívida a fornecedores. Não conseguiu justificar a compra da Alvaláxia".

22h12 - Bruno Sá atira: "Com o que investiu neste mercado, não quer ser campeão nacional, com certeza".

22h12 - Frederico Varandas responde: Varandas responde: "O Bruno disse que o Sporting tem de crescer no comercial. Em 2018, as receitas eram de 42 milhões. Hoje são de 75 milhões. Mas o Bruno diz que não estamos bem. Merchadising, o Sporting faturava 5 milhões, hoje 17. Loja verde online, de 500 mil para 4 milhões. Agradeço a sua candidatura, porque me dá oportunidade de explicar, mas isto não é um debate, é uma entrevista. Dívida a fornecedores aumento, verdade. Antes, estávamos em incumprimento, hoje está tudo em dia. A dívida é a clubes. O SPorting tinha um volume de negócio de 120 milhões, hoje 265. Isso permite investir mais para sermos campeões nacionais".

22h10 - Bruno Sá sobre o plano financeiro: "Não será a contrair empréstimos de 225 milhões. Sabemos que o Sporting se fechou a toda a gente e temos de investir no departamento comercial. Temos de discutir as seis vezes que o presidente se auto-aumentou".

Bruno Sá: "Exijo transparência. Algum dia teremos de pagar estas dívidas. Claro que é bom investir, mas o que interessa é o futuro do Sporting. Temos de saber como vai ser pago".

Frederico Varandas: "Já expliquei. Entendemos que, a 10 anos, o Sporting tem de seguir um rumo. Existe uma plataforma Football Bench Market, da KPMG, e o Sporting foi exemplo de gestão a nível europeu. Isto deveria orgulhá-lo".

Frederico Varandas: "Quando chegámos, o Sporting tinha em incumprimento 50 milhões de euros. 42 desses a clubes e jogadores. O Sporting hoje tem 500 milhões de dívida, 225 feitos agora, 100 de fundo de maneio. As agências de rating consideram que o projeto do Sporting é sólido".

Frederico Bruno Sá: "Passámos de 200 para 500 milhões de euros de dívida...".

Frederico Varandas: "O Sporting cumpre com todos. O passivo aumentou de forma estratégica, para aumentar as receitas. Onde aumentou a dívida dos fornecedores? O aumento deve-se à compra de jogadores. O que interessa no balanço de uma empresa é ativo vs passivo. Sabe quanto é o ativo do Sporting? 470 milhões. Antes, era 148. O ativo triplicou".

Bruno Sá: "Mas é verdade as dívidas aos fornecedores? Você fica muito incomodado quando é confrontado com a verdade".

22h00 - Frederico Varandas e Bruno Sá entram em pergunta-resposta.

21h56 - Bruno Sá fala sobre o empréstimo: "A primeira vez que conheci Frederico Varandas, mostrou a preocupação com o passivo. Agora está maior. Falou de uma herança pesada na dívida a fornecedores, de 35 milhões. Agora estamos nos 119. É de louvar o investimento, mas gostava de saber como vai ser pago e como vai ser utilizado. É importante saber isso. Sobre o investimento na Academia, dá-me vontade de rir, sabendo que os sub-17 treinam em meio-campo. E quem manda no Pólo EUL é o Benfica. É bom o investimento, mas temos uma dívida a crescer e ninguém está preocupado. É estranho o presidente continuar a autoaumentar-se e o Sporting estar com um passivo de 500 milhões".

21h55 - Varandas responde: "Não sei como será o boletim de voto. Confio na seriedade de quem o decide. Os órgãos são independentes. A MAG é quem organiza o ato eleitoral".

21h52 - Bruno Sá atira-se a Varandas: "Recebi esta carta e queria que me esclarecessem se o boletim de voto tem um código para mostrar em quem cada atleta vota. Falam com os atletas e dizem para terem atenção em quem votar".

21h50 - Frederico Varandas dá a sua resposta sobre a situação financeira do Clube: "Foi mais um ano com resultados positivos, o quarto consecutivo. O Bruno acusou-me de autoelogio. São factos e resultados. Não posso deixar de os dizer. Se foi bem ou mal feito, os sócios dirão. Nas seis épocas desta direção, cinco tivemos lucro. Não tivemos no ano da pandemia. Esta é a nossa linha. É importante para nós garantir a sustentabilidade, que não se ponha em perigo o Sporting por um título. Apresentámos lucros de 82 milhões de euro, no acumulado. Em relação ao passivo, aumentámos de uma forma estratégica. Achámos que era o momento de o fazer. Porquê? Tínhamos duas vias de poder governar. Nos últimos 16 anos, nunca mais houve investimento e viu-se o resultado disso - degradação do património do Sporting. A partir de 2018, da forma possível, fizemos um investimento com capitais próprios, na Academia, no Pólo e no Estádio. Os resultados estão à vista. Chegámos a um ponto onde, para continuar a investir, ou continuamos a investir com capitais próprios ou podemos nos financiar. O Sporting hoje goza de uma credibilidade financeira. Fizemos um acordo de 225 milhões, empréstimo. Investimos para outra dimensão e achámos ser o momento ideal para o fazer. E podia ter sido nove vezes mais. Quiseram investir 2 mil milhões de euros no Sporting. A procura significa que os próprios investidores queriam que o Sporting pusesse mais dívida à venda. Apresentámos um documento com 100 milhões, onde detalhámos como, em 10 anos, o Sporting irá dobrar as receitas - através da Alvaláxia, com o espaço José Alvalade, que irá pôr o Sporting noutro patamar. Espaço de restauração, lojas, um museu de última geração e uma integração de todo o espaço do estádio. Estamos confortáveis coma receita que será gerada com estes 225 milhões e que irão pagar os custos do empréstimos"

21h42 - Bruno Sá explica motivo da candidatura: "Candidato-me pela democracia, com uma ideia diferente da atual - baseada nos clientes. Para o Dr. Varandas, o Sporting é clube de entretenimento. Para mim, é um clube de sócios e virado para as pessoas. Tenho andados pelos núcleos e as pessoas sentem-se esquecidas. As AGs não têm pessoas. Há muita coisa a melhoras. Não interessa só ganhar, interessa ter as pessoas presentes. Há dúvidas a esclarecer e é por isso que estou aqui".

21h40 - Bruno Sá responde a Varandas: "Falei com o Dr. João Palma e perguntei se haveria debate. Não me foi respondido nada. Mais tarde, fui contactado para uma data. Eu tenho de me dar a conhecer aos núcleos. O presidente fez isso quando se candidatou e nunca mais apareceu lá. Propus dia 12. O respeito que o Dr. Varandas diz que tem pelos sócios, nem se dignou a fazer um programa, a visitar os núcleos e a fazer entrevistas. Eu quis sempre fazer um debate. Tenho pena que venha cansado, mas era a única data disponível".

21h36 - Frederico Varandas traças objetivos e deixa 'achega' sobre a data do debate: "Não tenho como não demonstrar o meu incómodo por estarmos a fazer este debate a 36 horas das eleições. Estamos a debater quando 25 mil sócios, que podem votar por correspondência, já votaram. Era evitável. Em relação à questão, os sócios do Sporting conhecem-nos e o que foi feito desde 2018. Lançámos um plano a 10 anos, que recomendamos que o Sporting siga até depois deste mandato. A decisão da recandidatura tem que ver com continuarmos o que começámos, sem esquecer o ponto de partida, um clube que não vencia um título há 17 anos, numa situação financeira frágil e, passados sete anos, o Sporting é o que os adeptos querem: a liderar o desporto em Portugal. Desde 2018, ninguém ganhou mais no futebol e nas modalidades. Sempre cumprindo os valores da fundação: dignidade, ética e integridade. Passámos de um gigante adormecido, o quarto grande, a número um".

21h32 - Os dois candidatos foram apresentados. A primeira intervenção será de Frederico Varandas e a última de Bruno Sá, segundo sorteio.

21h30 - Arranca o debate.

21h00 - Bruno Sá é o candidato da lista A e Frederico Varandas da lista B.

21h00 - Vale a pena recordar que este é o primeiro e único debate desta campanha eleitoral. Depois do debate, que acontecerá no Museu o Clube, os candidatos ainda irão responder às perguntas dos jornalistas no Hall VIP.

21h00 - O debate terá início às 21h30, com transmissão na Sporting TV, com o Leonino a fazer o seu acompanhamento.

21h00 - Realiza-se hoje o debate que vai colocar frente a frente os dois candidatos à Presidência do Sporting: Frederico Varandas e Bruno Sá.


Clube

Eleições Sporting: Frederico Varandas detalha pilares para o próximo mandato

Atual Presidente do Clube de Alvalade divulgou, esta quinta-feira, tudo aquilo que no seu entendimento deve orientar os leões no próximo mandato

Eleições Sporting: Frederico Varandas divulgou os seis pilares que, na sua visão, devem orientar o Clube no ciclo estratégico entre 2026 e 2030
Eleições Sporting: Frederico Varandas divulgou os seis pilares que, na sua visão, devem orientar o Clube no ciclo estratégico entre 2026 e 2030

12 Mar 2026 | 11:52 |

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Frederico Varandas, Presidente do Sporting e candidato às eleições do próximo sábado, divulgou esta quinta-feira, 12 de março, no Jornal Sporting, os seis pilares que, na sua visão, devem orientar o Clube no ciclo estratégico entre 2026 e 2030.


Segundo o dirigente leonino, estes eixos de atuação pretendem garantir “estabilidade institucional” e “crescimento responsável”, permitindo ao Sporting afirmar-se como uma instituição cada vez mais forte em Portugal e no panorama internacional.


A mensagem foi publicada na íntegra no órgão oficial do Clube de Alvalade e enquadra o programa de ação que Frederico Varandas apresenta aos Sócios para o próximo mandato. Vale lembrar que tal é publicado no mesmo dia do único debate que este terá com Bruno Sá.


Mensagem de Frederico Varandas no Jornal Sporting:

"PILARES DE EXECUÇÃO: ESTABILIDADE INSTITUCIONAL E CRESCIMENTO RESPONSÁVEL


A concretização do Programa de Acção 2026–2030 do Sporting Clube de Portugal assenta numa arquitetura de seis pilares de desenvolvimento que garantem capacidade de execução, estabilidade institucional e crescimento sustentável: Pessoas, Tecnológico, Infra-estruturas, Plataformas de Interacção, Estatutária e Financeira.

O pilar Pessoas reconhece atletas, Sócios, colaboradores e parceiros como principal activo estratégico. O Clube continuará a investir na atracção e retenção de talento, na formação contínua e na promoção de ambientes de alto desempenho baseados em confiança, exigência e bem-estar. A cultura organizacional sustenta-se em responsabilidade, inclusão e espírito de equipa.

O pilar Tecnológico assume a inovação como factor crítico de competitividade. A integração de sistemas, a digitalização de processos e o recurso à análise de dados reforçam a eficiência operacional e apoiam a decisão estratégica. Esta transformação permite melhorar a performance desportiva e personalizar a relação com os Sócios, fortalecendo o ecossistema digital do Clube.

No domínio das Infraestruturas, a modernização e valorização dos activos físicos são prioridades. A excelência das condições de treino e competição é acompanhada pela transformação do Estádio José Alvalade num activo multifuncional, capaz de gerar novas receitas e experiências diferenciadas. A eficiência energética e a integração urbana reforçam a sustentabilidade.

As Plataformas de Interacção aprofundam a proximidade com Sócios e adeptos, promovendo comunicação bidirecional, experiências integradas e desenvolvimento de comunidades globais em torno da marca Sporting. O Clube afirma-se, assim, como plataforma viva 365 dias por ano.

O pilar Estatutária assegura solidez institucional, clareza de regras e equilíbrio de poderes, promovendo participação democrática e confiança. A estabilidade é condição essencial para o crescimento sustentado.

Por fim, o pilar Financeira garante disciplina orçamental, controlo de risco e diversificação de receitas. A gestão responsável visa proteger a maioria do Clube na SAD, optimizar a estrutura de capital e assegurar capacidade de investimento estratégico no longo prazo.

Em conjunto, estes pilares sustentam uma estratégia coerente que articula ambição competitiva, rigor financeiro e responsabilidade social.

O ciclo 2026–2030 será marcado por execução consistente, prestação de contas e compromisso com resultados duradouros.

Com identidade reforçada e visão clara, o Sporting CP prepara-se para consolidar o seu percurso de crescimento e afirmar-se, cada vez mais, como instituição de referência em Portugal e no Mundo"


Clube

Eleições Sporting: Todas as informações sobre o ato eleitoral

Sócios do Clube de Alvalade vão a votos neste sábado, dia 14, no Pavilhão João Rocha, para decidir quem será o presidente leonino nos próximos anos

Entre as 9h e as 20h os Sócios do Sporting poderão votar nas eleições presidenciais, no Pavilhão João Rocha, neste sábado
Entre as 9h e as 20h os Sócios do Sporting poderão votar nas eleições presidenciais, no Pavilhão João Rocha, neste sábado

11 Mar 2026 | 16:33 |

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O Sporting divulgou os detalhes relativos ao ato eleitoral que terá lugar no próximo sábado, 14 de março, e que vai decidir quem liderará o Clube nos próximos anos. A votação está marcada para o Pavilhão João Rocha, onde os associados poderão exercer o seu direito ao longo do dia.


De acordo com as informações reveladas pelo emblema de Alvalade, as urnas irão abrir às 9h00 e encerrar às 20h00, período durante o qual os Sócios leoninos poderão deslocar-se ao recinto para participar na escolha do próximo Presidente.


A corrida eleitoral conta com dois candidatos. Bruno Sá encabeça a lista A, enquanto o atual presidente, Frederico Varandas, avança pela lista B, procurando conquistar um terceiro mandato à frente dos destinos do clube verde e branco.


Para poderem participar no processo eleitoral, os associados terão de ter a quota relativa a fevereiro de 2026 devidamente regularizada, condição obrigatória para exercer o direito de voto neste ato. O último ato foi em 2022 entre Varandas, Nuno Sousa e Ricardo Oliveira.

Antes das eleições, os dois candidatos ainda irão marcar presença num único debate, agendado para quinta-feira, às 21h30, no Museu Sporting, em Alvalade. A sessão será transmitida na Sporting TV e, no final, ambos os concorrentes estarão disponíveis para responder a perguntas de outros órgãos de comunicação social.



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