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Eleições Sporting: Frases marcantes de Bruno Sá no debate contra Frederico Varandas

Empresário e candidato às eleições verdes e brancos expôs as suas ideias e deixou várias questões ao atual Presidente leonino

A cerca de 48 horas das eleições do Sporting, Bruno Sá realizou o derradeiro debate eleitoral contra o candidato Frederico Varandas
A cerca de 48 horas das eleições do Sporting, Bruno Sá realizou o derradeiro debate eleitoral contra o candidato Frederico Varandas

13 Mar 2026 | 12:33 |

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A dois dias das eleições, que visam a Presidência do Sporting, Bruno Sá esteve frente-a-frente com Frederico Varandas. Confira de seguida as frases que marcaram a intervenção do candidato dos verdes e brancos, o único a bater-se com o líder dos leões nesta corrida.


Apresentação aos sócios. Por que razão se candidatou?


"Boa noite Frederico, Sérgio e todos os sportinguistas. Queria primeiro esclarecer uma questão. Da primeira vez que me desloquei ao Estádio do Sporting, falei com o doutor João Palma e perguntei logo se haveria debate. Não me foi respondido nada. Alguns dias mais tarde, e só para repor a verdade, já que começámos desta forma, perguntei se haveria debate, não me foi respondido. Mais tarde fui contactado, neste caso a minha mulher, para uma data: dia 4. Sei que o atual presidente não vai muito aos núcleos e não precisa de se dar a conhecer, já fez isso da primeira vez e nunca mais passou por lá. Tenho de me dar a conhecer. Propus dia 12. Noto grande preocupação em relação aos votos correspondentes, que é uma das questões que quero abordar. Esse tal respeito que o doutor Frederico Varandas diz ter pelos sócios. Se pensasse em descentralizar o voto e permitir a essas pessoas votar, ele que tanto respeito tem pelos sócios... Nem se dignou a fazer um programa, as visitas aos núcleos, e a fazer entrevistas. Este foi o único debate a que se propôs. Eu quis sempre fazer um debate. Tenho pena que venha cansado, obviamente, mas era a única data disponível. Tinha que me dar a conhecer. Falando da candidatura: é óbvio que não me candidato contra ninguém, candidato-me pela democracia, pelos sócios, com uma ideia muito diferente da atual, baseada nos clientes, neste elogio constante. Eu estou aqui para falar sobre o presente e futuro. O doutor Frederico Varandas é um Sporting de 'entertainment', eu um Sporting virado para as pessoas".


E por que razão se candidata nesta altura?

"O Sporting vive atualmente um grande distanciamento das pessoas. É difícil participar na vida ativa do clube. As AG não têm pessoas e é por isso que estou aqui. Para trocar ideias com o presidente. Acho que há muita coisa a melhorar. Não interessa só ganhar, interessa ter as pessoas presentes. Há várias ideias que quero discutir neste debate e aproveito e estou aqui frente a frente com o doutor".


Quais são as suas dúvidas em relação à Sporting Entertainment?

"A minha questão é 'quem paga?'. Hoje de manhã recebi esta carta em relação ao respeito pelos sócios. Está aqui quem enviou. 'Senhor Bruno Sá'... Como sabe tenho muitos amigos e vivo junto a alguns jogadores. Queria só esclarecer isto, o Frederico tem várias experiências. Gostava que me esclarecessem isto. Se o boletim de voto tem um código que identifica em quem é que cada atleta vota. Gostava de esclarecer. Se o Frederico me puder esclarecer se isto é verdade. Este é o respeito pelos sócios. Saber em quem é que cada pessoa vota, falar com os atletas e dizer 'tenham atenção em quem votam'. Nunca estive em nenhuma eleição...".

Em relação ao empréstimo de 225 milhões

"A primeira vez que conheci o presidente foi numa AG, quando entrou e ganhou as eleições. Foi mostrada uma grande preocupação em haver um passivo de cerca de 200 milhões na altura. Obviamente que agora, com cerca de 500 milhões, é muito maior. Na altura falou numa herança pesada. Na altura a dívida a fornecedores era de 35 milhões. Agora é de 119 M€. Há aqui alguma coisa que não estou a perceber. Claro que é de louvar o investimento, mas gostava de saber como vai ser pago e no que é que vai ser utilizado. Claro que é muito bom, mas é muito importante saber quem o paga e como o paga. O investimento na Academia dá-me vontade de rir. Os sub-16 treinam em meio-campo. São todos estes termos técnicos que para mim é muito difícil perceber. O rating, o 'outra dimensão'. Para mim é muito estranho. Claro que é bom investimento, mas passar de um momento para o outro de 36 M€ para 119 M€ de dívidas a fornecedores... Houve alguns exercícios positivos pelo meio e isso auto-premeia os administradores. Para mim é estranho continuar a aumentar-se a auto-premiar. Já vamos na sexta vez e o Sporting tem um passivo de 500 M€ e dívidas de 119 M€...".

Qual o seu projeto financeiro para o Sporting?

"O que exijo... Quem lá está, claro que tem de tomar decisões. O que exijo é transparência. Algum dia teremos de pagar estas dívidas. Nem contabilizei os juros que vamos pagar a 28 anos. Claro que o Frederico disse a verdade numa série de coisas, mas temos de saber. O que me interessa é a transparência e o futuro do Sporting, não é empurrar com a barriga para a frente. Você [Frederico Varandas] nem sabe se estará cá no futuro... Você tem o triplo do tempo que tenho, desculpe lá".

Pretende reduzir a dependência financeira do clube face à SAD. Que plano é esse?

"Não será a contrair empréstimos de 225 milhões. Todos sabemos que o Sporting fechou muito o clube a toda a gente. Temos de investir no departamento comercial, novas fontes de receitas... Mas queria falar noutra coisa. Podíamos também falar sobre as seis vezes que o presidente se auto-aumentou".

Quem serão os seus responsáveis por esta pasta?

"Diogo Pinto Sousa, diretor financeiro da Microsoft Suécia. Uma pessoa com larga experiência nas finanças. Obviamente que neste momento não estou lá. A minha preocupação, e o Frederico diz bem, as nossas AG não têm formas de discutir, trocar ideias, debater. Isto é uma forma de eu debater ideias. O que eu exijo neste momento é preocupação. Tenho receio que eu tenha de ser a Troika do Sporting. O Frederico faz-me lembrar uma pessoa que esteve no Governo, que empurrava sempre de barriga para a frente e depois tivemos de chamar a Troika. Não desmentiu os factos. O que exijo é transparência, que não engane os sócios. Se formos contabilizar os juros, estamos a falar de um passivo de mais de 900 milhões. Continue a ofender-me. É a forma que encontra para reagir a quem diz o que você não quer. Não conseguiu justificar os 19 milhões do Alvaláxia. Se comprou uma empresa com dívida, se vai ter de indemnizar as pessoas que lá estão. Estas questões...".

Entrada de capital externo na SAD

"É outra coisa que gostaria de esclarecer. É a oportunidade que tenho de estar com Frederico Varandas. Tenho inúmeras imagens e posso trazer. Como posso estar a falar numa AG com uma pessoa que está assim [mostra imagem de Varandas numa AG]. Tem de passar sempre tudo pelos sócios. Você não esclareceu isto. Falou na possibilidade do Chelsea, disse que ia voltar a falar, não fala, não esclarece. Para mim é claro: nunca vender a maioria da SAD. Entrada de capital tem de passar sempre pelos sócios. Gostava que o Frederico esclarecesse. Se admito entrada de capital? Obviamente. Mas isso tem de passar pelos sócios. Outra coisa: como não esclarece, não é transparente e não responde ao que disse, é óbvio que a dívida cada vez maior do clube à SAD significa que vai entrar capital estrangeiro. Não disseram quem era nem se era a maioria. Queria esclarecer isto".

No seu manifesto, diz que esta é uma candidatura a favor de um Sporting de sócios e não de clientes...

"Parece óbvio para toda a gente, menos para o doutor Frederico Varandas, que os sócios hoje no Sporting não têm direitos. Fala de aumentos, aumentos. Ele que diga quantos sócios aumentou. Com um Sporting bicampeão... Ele raramente vai ao pavilhão. Há um desligar com esta direção. O doutor que até tinha o lema 'Unir os sócios'. Agora já não convém dizer. Aliás, tinha membros das claques dentro da sua direção. Depois chateou-se e afastou-se das pessoas. Para mim é estranho falar em sócios quando os critérios de bilhética são o que são. Fala em sócios, raramente vai aos núcleos. Marca jogos para horários em que as pessoas não podem vir. Fala em sócios, tem o site que tem. Fala-se muito em futuro, em termos ingleses... É óbvio para toda a gente. Cria uma bancada para as pessoas tiraram selfies. O doutor diz o que quiser. Prefere ter uma green list com lista de espera, fazer obras só na central e abandonar os outros sócios. Os 300 que está sempre com o trauma, os tais notáveis. Esta direção é alérgica a pessoas e essa é das minhas grandes preocupações".

E como pretende equilibrar isto?

"A parte comercial já está criada. O ideal será haver um meio-termo. Recorda-se o que acontecia a adeptos que tinham gamebox há mais de 20 anos? Além de serem descalços para entrarem no estádio... Chegou ao ponto de meter as claques lá em cima. O clube está fechado, as pessoas não conseguem adquirir bilhetes. Entrar na porta 10 do Estádio não há revista, porta 8 e porta 9 as pessoas entram a meio do jogo. As pessoas, os sócios não se sentem em casa. Eu respeito o caminho da alegria das pessoas...".

Qual é para si a melhor forma de gerir todas estas expectativas e tudo isto?

"O que acho é que ninguém pode ficar de fora. Todos os sócios são importantes. Um dos critérios tem de ter 'quem tinha lugar há mais de 20 anos não pode ser agora excluído'. Há pessoas que não podem pagar tanto por ano. Tem de haver uma bancada comum, para todos. Todos têm direito de estar no Estádio. Claro que o meio-termo é difícil alcançar, mas o Sporting está muito virado para o Corporate. Aqueles lugares novos são muito virados para o Corporate, para os Instagrammers, influencers... Mas o que é que isso interessa? Ganhar e ter a família toda de fora?".

Sporting de sócios ou clientes?

"Você está sempre no camarote a olhar as pessoas de cima. Você descalçou os sócios do Sporting. Está a chamar-lhes ignorantes. Já chamou estúpidos...".

"Você tem de ser verdadeiro. Está farto de falar, basta olhar para o cronómetro. Tem o dobro do tempo... Você quer ser o presidente de alguns. Eu quero ser o presidente de todos. Até já antecipou que daqui a 36 horas vai ganhar outra vez. Você é maior do que o Sporting, esse é que é o seu grande problema, falta de humildade".

"Manda uma modalidade com 30 anos de história... Manda todos embora? Você é o maior populista que passou pelo Sporting. Chama de tudo às pessoas. Diga mais. Você está com mais 20 minutos do que eu... Mandou toda a gente embora, não arranjou alternativa. Nem para o Diretivo, nem para a Brigada, bilhar...".

Sobre os GOA

"Fazem parte da história do clube. Este senhor se não quer falar com ninguém quando ganha, imaginem quando não ganhamos... Evidente que não podemos ganhar sempre. Então não há diálogo com os GOA. Assuma aqui perante as câmaras. Bilhar, sai. Brigada, sai. Tira-se a sala. Leões de Portugal, sai. Você não quer saber das pessoas, só pensa em negócio".

Em relação ao percurso do Sporting na época. O Bruno fala em fim de ciclo...

"O grande mentor do projeto Frederico Varandas foi o Ruben Amorim. Há um pré e um pós. Em relação à Champions, recordo-me do que o doutor disse. Que não era obrigatório o Sporting vencer o Marselha e a Atalanta. Então não era obrigatório ganhar ao Bodo/Glimt... Há um pré-Amorim, uma série de treinadores contratados e despedidos, depois há a época Ruben Amorim, um pouco 'entregar' a chave na mão do clube ao Ruben. Escolheu as pessoas da Academia, o sistema tático, ele e os seus familiares criaram um Sporting vencedor, e agora nota-se. A derrapagem João Pereira, e agora já se nota que a corda vai partir com o Rui Borges. Os cartilheiros de Frederico Varandas já falam da questão. Basta olhar para os mercados na altura do Ruben Amorim e o pós... Tivemos Biel e Rui Silva, com 12 lesionados. E gostava de falar com as lesões, penso que está relacionado com o projeto futebol Frederico Varandas. Mercado de dezembro, após a entrada do Rui Borges, temos o Biel e o Rui Silva. Este ano no verão substituímos dois grandes jogadores, Harder e Gyökeres, com dois jogadores da lista de Ruben Amorim, Suárez e Ioannidis. E agora assistimos a mais um mercado vergonhoso. Estamos nas três frentes, mas o doutor fala tanto em vitórias e nota-se a ausência de um rumo".

E como vai dar início a esse novo ciclo?

"O Sporting tem de ter um modelo de clube e o treinador é só mais uma pessoa que integra a estrutura. Um scouting de referência, uma formação de excelência, investir nas instalações... Será que os 225 milhões, em vez de serem para o Corporate, vamos desenvolver o futebol, investir no scouting, formação e instalações? E depois o departamento médico, que é aqui com o doutor Frederico Varandas, acho que também deveríamos investir".

E voltado para resultados imediatos?

"Ganhar mais, mas tratar sempre bem as pessoas. O modelo nunca com chave na mão para um treinador e depois passar para outro que não decide nada".

Rui Borges é o seu treinador?

"Isso quando lá chegarmos... Falo mais uma vez do doutor Frederico Varandas, uma pessoa que gostas muito de pessoas e de tratar bem toda a gente. O que disse foi: tendo em conta o que o doutor dá ao Rui Borges e o que ele nos deu, eu já teria renovado no caso de estar lá no Sporting. Chegando, tenho de analisar, ver resultados e ver se se enquadra no modelo. Numa coluna de opinião, quando Amorim saiu, disse que não se percebe passar de um projeto chave na mão para passar para o Rui Borges. Eu não teria escolhido Rui Borges. Se eu tivesse 12 lesionados e tivesse trazido Biel e um guarda-redes... Mas é por lá que vai partir a corda. Basta ouvir o que as pessoas que trabalham para o doutor Frederico Varandas e estão na televisão já disseram".

Estrutura para o futebol...

"Os quatro pilares que já referi e um diretor-desportivo que não vale a pena referir. Está identificado, mas não vale a pena entrar num leilão de nomes. Como o doutor Frederico Varandas fala, as pessoas vivem muito no passado. E estão a entender que com os recentes resultados não há um rumo. Estou preparado para entrar já, mas se não entrar já terei de estar vigilante. No caso de ganhar, também quero que haja vigilância. Nenhum treinador ou presidente podem ter carta branca".

Qual teria sido a sua postura no mercado de janeiro?

"Sabendo que estamos em três frentes, os jogadores que vamos buscar em dezembro têm de conhecer o campeonato e entrar logo no 11. Perdemos o Alisson, vieram jogadores que não sabemos no que vão dar. Face às lesões e cansaço dos jogadores, estamos a ter as dificuldades previstas face à falta de soluções e investimento".

E de que forma pretende inovar a Unidade de Performance?

"Isto era uma bandeira para 2018 de Frederico Varandas, mas não resultou. No ano passado 12 lesões, este ano vamos em 10. Bragança operado fora do clube, Trincão e Pote tratam-se fora do clube, Ioannidis lesiona-se, Nuno Santos, Debast... Temos de ir buscar os melhores profissionais. Até hoje não consigo esclarecer se continuamos a recrutar serviços de fora... É um processo dúbio. Mas quando entrar, terei de ir buscar profissionais de excelência e um departamento do Sporting. Não como o doutor fazia no início do mandato com a sua clínica".

Manter a Unidade de Performance é o seu objetivo?

"Claro, mas com outros especialistas. Tenho aqui uma foto do tempo do Jesé. Sei que há um comentador que falou sobre isto...".

Projeto para a formação

"É outra das bandeiras aqui do doutor Frederico Varandas. Temos de avaliar, primeiro que tudo, as infraestruturas. Não é normal ter perdido o polo, os sub-16 treinarem em meio-campo... O doutor ri-se, chama nomes às pessoas. Você que não interrompe ou ninguém. É verdade que os sub-16 treinam em meio-campo? Mentira, ok. É verdade que perdeu o polo? Mentira, ok. É verdade que os sub-15 fazem jogos-treino no Seixal? Verdade ou mentira? É verdade que os sub-16 treinam na Academia a meio-campo? Têm um campo inteiro ou só treinam a meio-campo. Os sub-15 fazem jogos-treino no Seixal com o Benfica? Nunca aconteceu no Sporting e basta olhar para a equipa no Mundial dos sub-17. Havia um jogador do Sporting. Hoje em dia, os jogadores de Sporting e Benfica de sub-15 fazem jogos-treino no Seixal. Sim ou não? O que pensa fazer no polo EUL? O Benfica tem o dobro do espaço para treinar. Verdade ou mentira? Pronto, é tudo mentiras e invenções. Hoje temos dois jornalistas (risos). Tem de ser, você não esclarece ninguém...".

O modelo centrado no jogador para si não faz sentido?

"Para mim não faz sentido os jogadores crescerem a perderem. Prefiro o modelo Aurélio, um modelo mais livre. Acho que temos de avaliar infraestruturas e investir. Scouting. Os miúdos, até aos sub-16, têm de estar todos no Sporting. Apostar no jogador português. No Mundial sub-17 estava um jogador do Sporting. Os sub-16 treinam a meio-campo. Você dividiu a área profissional da área de formação. Os jogadores nem se cruzam. Que investimento tem feito na Academia? Diga-me. Trocou os colchões...".

Modalidades

"Estarmos a falar das modalidades, onde o doutor Frederico Varandas raramente aparece... Também tenho aqui uma série de coisas. É esta a postura do doutor Frederico nas modalidades. Parece que está a fazer um frete. Sempre a olhar para o relógio. Se falarmos do jogo do andebol do ano passado em que o Rui Borges estava presente... O meu projeto é liderar pela presença. Já falei com uma série de presidentes de câmara, temos de desenvolver o ecletismo do Sporting, desenvolver academia das modalidades... Tem de se liderar pela presença e temos de dar um salto. Investir no departamento comercial, premiar os títulos. Se o doutor Frederico Varandas, no meio dos seus auto-aumentos... Pretendo liderar pela presença, investir na academia das modalidades. Será desenvolvido um apoio constante aos pais das modalidades, à formação das modalidades, aos atletas. Tem noção de que o Sporting em casas para os jogadores gasta mais de 500 mil euros? À volta dos 800 mil euros... Não posso revelar alguma coisa, mas se o doutor não fechar o clube e voltar a abrir o departamento comercial, sabe de quem estou a falar. Mas ele não pode ter medo que eles queiram ser presidentes do Sporting. Tem de haver rigor. O andebol e o futsal, passámos de competir para ganhar títulos europeus. Mas o Sporting tem quatro ou cinco pessoas no departamento comercial, o rival tem 30". 

Desporto feminino

"O futebol feminino tem de ser estruturado. Nos últimos 6 anos, passámos de ser pioneiros para ter um título. Ainda ontem tivemos mais um resultado que não nos orgulha. Gostava de saber o plano para a modalidade. Deixámos de ser pioneiros. Temos de reestruturar a formação, captar apoios... Gostava de saber o plano do doutor Frederico Varandas. Acabou com o futsal feminino... O meu plano? Captar investimento, voltar a estruturar, apostar na formação e no scouting. Tem muito a ver com o estruturar e uma cabeça para pensar o projeto. E ultimamente não tem havido. Terá de haver um diretor-desportivo, um plano. Em seis anos tivemos um título e éramos os pioneiros".

Mensagem final

"O meu debate era esclarecer, apresentar propostas. Obviamente nunca temos oportunidade de debater no Sporting. O Sporting tornou-se num clube fechado. Era muito importante apelar ao voto. Ganhe o doutor Frederico Varandas ou eu, é muito importante não dar carta branca a esta direção. O doutor fala no passado, o importante é o presente e o futuro. Acredito que posso ganhar, tratar bem toda a gente, voltar a recuperar os sócios que estão tristes, que não se sentem parte da família. O doutor quer um clube para todos mas quer liderar só alguns. O doutor quer um clube de clientes, ele quer de sócios. Eu sou altruísta, ele está a revelar altivez. Ele quer um hub de entertainment, eu quero um clube desportivo. Eu espero tomar posse, e se não for agora, quero ser vigilante nos próximos quatro anos. Acredito que posso ganhar, estou preparado e espero ganhar na segunda-feira. Espero terça-feira já ser presidente, dar a volta à eliminatória com o Bodo/Glimt e depois abraçar todos os sócios e ser o presidente de todos os sócios do Sporting Clube de Portugal".


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Adeptos do Sporting reagem ao preço da nova camisola para 2026/27: "Levem a minha carteira"

Equipamento mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada

novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios do Sporting
novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios do Sporting

14 Jul 2026 | 09:50 |

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O Sporting apresentou oficialmente a camisola principal para a temporada 2026/27, revelando um equipamento que presta homenagem aos 120 anos de história do Clube. O novo modelo já se encontra à venda nas plataformas oficiais, com um preço de 100 euros para o público em geral e de 90 euros para os Sócios.


Nas redes sociais, os adeptos verdes e branco aprovaram o novo kit, mas manifestaram-se quanto ao preço do mesmo: "Levem já a minha carteira de vez" e "Bom, lá se vai o subsídio de férias e de Natal" ou "É lindíssima, vou ter mesmo de comprar" são alguns dos exemplos.


A nova camisola mantém as tradicionais listas horizontais verdes e brancas, mas apresenta algumas novidades em relação à época passada. O verde surge num tom mais escuro, o equipamento estreia o novo símbolo do Sporting e inclui detalhes dourados que assinalam o 120.º aniversário. O conjunto fica completo com calções pretos e meias verdes e brancas às riscas.


O Sporting destacou o simbolismo do novo equipamento e a ligação às raízes do Clube: “Listas que carregam o peso de 120 anos de história. Listas que contam a história de quem somos. De quem as eternizou. De um caminho de vitórias e derrotas: A quem nada foi dado e tudo foi conquistado. As tuas listas. As listas que representam quem tu és. Que te representam. Um legado. Listas que não têm fim. A próxima começa agora”, escreveu o Clube na mensagem que acompanhou o lançamento.

O equipamento marca também uma nova fase na história dos leões, sendo o primeiro a exibir o recente símbolo apresentado pelos leões. A camisola será utilizada pela equipa de Rui Borges ao longo da temporada 2026/27 e assinala oficialmente o início das comemorações dos 120 anos.



Clube

Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas

Decisão foi anunciada pelo próprio grupo através de um comunicado, no qual explica os motivos que levaram a rejeitar proposta

Diretivo Ultras XXI recusou assinar o protocolo apresentado pela Direção do Sporting para a criação da Curva Sul no Estádio José Alvalade
Diretivo Ultras XXI recusou assinar o protocolo apresentado pela Direção do Sporting para a criação da Curva Sul no Estádio José Alvalade

10 Jul 2026 | 10:59 |

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O Diretivo Ultras XXI recusou assinar o protocolo apresentado pela Direção do Sporting, liderada por Frederico Varandas, para a criação da Curva Sul no Estádio José Alvalade. A decisão foi anunciada pelo grupo, no qual explica os motivos que levaram a rejeitar a proposta apresentada.


“A nossa posição foi, desde o primeiro momento, simples e transparente. Nunca procurámos privilégios. Nunca procurámos benefícios financeiros. Nunca procurámos viver à custa do Sporting. Pelo contrário”, pode ler-se no comunicado.


O Diretivo Ultras XXI revelou ainda que sempre se mostrou disponível para suportar todos os custos associados à sua atividade: “Propusemos pagar as Gameboxes exatamente ao mesmo preço de qualquer sócio, suportar integralmente os custos da nossa atividade — autocarros, carrinhas, materiais e coreografias, bem como da nossa sede”.


Segundo a claque, o único objetivo das conversações passava por garantir a continuidade do apoio à equipa sem abdicar da sua localização habitual no estádio: “O nosso único objetivo foi garantir as condições necessárias para continuar a apoiar a equipa, sem abdicar daquilo que faz parte da nossa identidade há mais de duas décadas: a Curva Norte”, justificou, confirmando que permanecerá nesse setor durante a próxima temporada.

Recorde-se de que a Direção do Sporting pretendia reunir todos os Grupos Organizados de Adeptos na Curva Sul, no âmbito das obras de requalificação do Estádio José Alvalade e do Alvaláxia. Além do Diretivo Ultras XXI, nas reuniões participaram também Brigada Ultras, Juventude Leonina e Torcida Verde, estando entre as medidas propostas um desconto de 30% na Gamebox Curva Sul, que incluiria ainda acesso aos jogos realizados no Pavilhão João Rocha.


Veja a publicação:


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Alvalade vai voltar a viver uma noite histórica! Sporting prepara evento impactante

Recinto leonino vai receber um espetáculo especial em 2027 e a notícia já está a provocar enorme entusiasmo entre o universo verde e branco

 Plutonio, o rapper mais conceituado da música portuguesa e adepto do Sporting, vai atuar em junho do próximo ano no Estádio José Alvalade,
Plutonio, o rapper mais conceituado da música portuguesa e adepto do Sporting, vai atuar em junho do próximo ano no Estádio José Alvalade,

06 Jul 2026 | 15:03 |

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O Estádio José Alvalade prepara-se para voltar a receber um grande espetáculo ao fim de muitos anos. Foi anunciado que Plutonio atuará na casa do Sporting no dia 5 de junho de 2027, num evento que marca o regresso de concertos ao recinto leonino após um longo período sem espetáculos desta dimensão.


A revelação foi feita no final da corrida solidária "Isto aqui não é um 5print", iniciativa que começou no Parque Eduardo VII e terminou precisamente em Alvalade. O destino da prova tinha sido mantido em segredo até ao final, aumentando a surpresa dos participantes quando chegaram ao estádio do Sporting - a sofrer transformações -  e souberam do anúncio oficial.


O concerto terá um significado especial para os leões, já que será o primeiro grande espetáculo realizado no Estádio José Alvalade desde 2009, ano em que os AC/DC atuaram no recinto. Desde então, o estádio inaugurado em 2003 recebeu poucos eventos musicais, ao contrário do antigo Alvalade, que ficou marcado por atuações de nomes históricos como Michael Jackson, U2, Rolling Stones, Pink Floyd e Metallica.


Plutonio, nome artístico de Ricardo de Azevedo, chega a este desafio depois de um crescimento impressionante na música portuguesa. O rapper, também ele adepto do Sporting, editou vários álbuns de sucesso e, em 2024, lançou "Carta de Alforria". No ano passado, esgotou duas datas na MEO Arena, em Lisboa, e agora prepara-se para dar o salto para um estádio com capacidade para cerca de 52 mil espectadores.

A corrida solidária que serviu de palco ao anúncio teve ainda uma vertente social importante. As inscrições esgotaram rapidamente e a receita reverteu a favor das Aldeias de Crianças SOS, instituição que apoia crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. Para os adeptos leoninos, porém, a grande novidade é outra: Alvalade vai voltar a viver uma noite de espetáculo como há muito não acontecia.



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Sporting lança camisola exclusiva e adeptos 'arrasam' o stock
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02 Jul 2026 | 10:41

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