Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futsal
15 Mai 2026 | 16:08 |
O Sporting continua a preparar a próxima temporada no futsal verde e branco e já terá definida mais uma saída no plantel orientado por Nuno Dias. Taynan não aceitou a proposta de renovação apresentada pelos verdes e brancos e prepara-se para deixar o Clube no final da época, numa altura em que recupera de uma grave lesão sofrida em março.
Segundo o jornal Record, os responsáveis leoninos colocaram em cima da mesa um novo contrato válido por mais duas temporadas, mas o internacional cazaque recusou prolongar a ligação ao Sporting. O ala, de 33 anos, termina assim uma segunda passagem verde e branca, depois de ter regressado a Alvalade em 2023.
Apesar dos problemas físicos desta temporada, Taynan vinha a ser um dos jogadores mais influentes da equipa. O futsalista foi o melhor marcador do Sporting na época passada e mantinha um papel importante nas opções de Nuno Dias até sofrer uma rotura de ligamentos no joelho esquerdo, lesão que o afastou das quadras numa fase decisiva da temporada.
Em sentido contrário, Alex Merlim vai continuar de leão ao peito. O italo-brasileiro revelou recentemente, após a conquista da Liga dos Campeões frente ao Palma, que permanecerá no Sporting, sendo que deverá assinar contrato válido por uma temporada, com outra de opção. Os leões continuam, ainda assim, atentos ao mercado para reforçar o plantel.
Além da saída de Taynan e a permanência de Merlim, também Pauleta está de malas feitas, enquanto João Matos deverá colocar um ponto final na carreira no término da presente época, fechando o livro verde e branco após 24 anos.
Confira este golo de Taynan:
Antigo candidato à presidência do Clube de Alvalade repudiou comportamento dos adeptos do rival eterno na Luz, na passada sexta-feira
14 Jun 2026 | 13:34 |
Através das suas redes sociais, Bruno Sá, antigo candidato à presidência do Sporting, condenou os assobios de very light que ouviu no dérbi de futsal entre Benfica e Sporting, que terminou com vitória (2-1) das águias no primeiro jogo da final do campeonato. O empresário marcou presença na Luz para assistir ao encontro e, na conta de Instagram, lamentou algumas situações que diz ter vivenciado.
B. Sá: "Há noites em que o que fica não é o jogo"
"Há noites em que o que fica não é o jogo. É tudo o que aconteceu à volta dele. Ontem foi uma dessas. Voltaram a ouvir-se cânticos a invocar a morte num derby de futsal, no pavilhão do rival. Voltou a haver adeptos a gravar caras e a ameaçar ir a casa de jogadores e de adeptos. E voltaram os dois pesos e duas medidas. Na bancada deles, intimidação sem polícia à vista. E quando são eles a visitar o nosso pavilhão, há lonas e cadeiras a proteger as bancadas adversárias, enquanto os nossos sócios nem de pé se podem manter", começou por apontar.
Na mesma publicação, o empresário de 45 anos denunciou ainda um episódio que terá ocorrido dias antes do dérbi no futsal. "Gosto de rivalidade. Faz parte do jogo. Mas ameaças de morte a jogadores, adeptos e dirigentes não são rivalidade. São crime. E o que aconteceu esta semana, com uma emboscada a jovens de 17 e 18 anos longe de qualquer jogo, devia envergonhar toda a gente que ama o desporto", frisou.
B. Sá: "Protejam quem vai aos estádios e aos pavilhões"
No final, Bruno Sá pediu às autoridades outra atenção no jogo 2 da final de futsal entre Sporting e Benfica, agendado para a próxima terça-feira, dia 16, às 21h15. "Terça-feira há novo derby. Não podemos fingir que não sabemos o que costuma acontecer. Por isso, deixo um apelo às forças de segurança, às autoridades do desporto e às direções dos clubes: protejam quem vai aos estádios e aos pavilhões. Sobretudo os mais novos. Porque o jogo é dentro das quatro linhas. Tudo o resto não pode continuar impune", concluiu.
Vale lembrar que Bruno Sá tinha, recentemente, tinha criticado Varandas pelo falhanço da equipa de futebol do Sporting. "Acabou a época. Zero títulos no futebol e uma derrota no Jamor. No Sporting, a atitude não é negociável. Mas é urgente olhar além das vitórias e derrotas, e sim para o modelo e para o rumo. O Clube está dividido", escreveu na altura.
Veja a publicação:
Treinador da equipa masculina de futsal lamentou derrota no primeiro jogo da final do campeonato frente ao rival encarnado
13 Jun 2026 | 12:20 |
Nuno Dias, treinador do Sporting, lamentou a falta de eficácia da sua equipa na derrota, por 2-1, frente ao Benfica, no primeiro jogo da final da Liga de futsal. O técnico sublinhou de forma crua que a sua equipa dispôs de mais ocasiões de golo no duelo com o Benfica, mas pecou na finalização.
N. Dias: "Falta de competência"
"Não foi pouca sorte na finalização, foi falta de competência na hora de finalizar. O Sporting teve o dobro das ocasiões do Benfica. Em 44 finalizações, acertar apenas nove vezes na baliza acho que é demasiado curto para uma equipa que quer ser campeã nacional", começou por dizer.
O técnico reforçou a sua análise. "Temos de ser mais eficazes, de obrigar o guarda-redes a defender mais e de finalizar melhor frente ao guarda-redes. O Benfica foi melhor do que nós na eficácia, finalizou metade das vezes e acertou mais do que nós. Não há milagres. Defendemos bem, criámos muito, mas não marcámos. Levamos coisas positivas daqui, mas temos de melhorar na finalização. Espero que a equipa melhore no próximo jogo", falou.
N. Dias: "Há coisas impossíveis de treinar"
Nuno Dias afirmou que a equipa vai trabalhar neste capítulo, apesar de haver aspetos que não é possível melhorar. "Cabe-nos treinar. Neste momento, não há muito mais a fazer, mas o treino não reflete tudo. Não reflete o estado emocional, o cansaço (algo que o técnico tinha desvalorizado na antevisão), o adversário. Mas, enfim, temos de melhorar e relembrar que este é o aspecto mais importante do jogo. Tentaremos ao máximo que, em treino, os atletas melhorem os gestos, mas há coisas impossíveis de treinar. Temos de continuar a trabalhar, a criar e a aumentar o aproveitamento", desabafou.
Para finalizar, o treinador do Sporting sabe que não há tempo para fazer muitas mudanças e é preciso ser pragmático. "Cada vez menos. Há sempre um aspecto que podemos ajustar, mas não há muito tempo para estar a fazer mudanças, criar coisas novas e fazer magia. Temos é de ser eficazes. Os números falam por si", concluiu.
Técnico dos verdes e brancos reconhece que os seus comandados terão de dar uma resposta em campo que reflita a qualidade da equipa
12 Jun 2026 | 13:22 |
Nuno Dias, treinador da equipa de futsal do Sporting - que já procura reforços para a próxima temporada-, desvalorizou a sobrecarga dos seus atletas, que nas meias-finais da Liga Placard tiveram de realizar mais uma partida do que o Benfica, frente à equipa do Braga, para garantir uma vaga na final, que arranca hoje à noite no Pavilhão da Luz diante dos encarnados.
Nuno Dias: "Toda a gente quer jogar as finais e estar nos limites"
“O Benfica, além de ter feito menos jogos, ainda jogou um dia antes, portanto já não joga desde quarta-feira. Teve, por isso, mais dias para preparar este jogo do que nós, mas nesta fase da época, isso é um dado a que nós não damos grande importância. Toda a gente quer jogar as finais e estar nos limites e, por isso, às vezes, esse desgaste físico é ultrapassado pela disponibilidade com que os jogadores querem jogar e querem aparecer neste tipo de jogos também”, assegurou.
“Mas quero acreditar que esse fator não vai ser decisivo, que os jogadores estão mais do que habituados a fazer jogos em pouco tempo, que toda a planificação e a forma como nos preparámos e ajustámos os nossos comportamentos vão ter um impacto muito mais positivo do que propriamente esse desgaste físico”, acrescentou Nuno Dias.
Ainda assim, o técnico deixa o aviso: “Em termos emocionais, temos de alertar para os perigos de sairmos do jogo, de nos desfocarmos e temos de perceber que neste tipo de jogos, por vezes, a emoção leva-nos a comportamentos que se calhar não são os mais adequados e que precisamos".
O técnico frisa ainda que, seja em casa ou fora, os verdes e brancos terão de mostrar máxima competência. “No ano passado começámos em casa e perdemos, depois fomos ganhar um jogo à Luz, voltámos a ganhar em casa, depois perdemos na Luz e perdemos a negra em nossa casa. Já nos aconteceu ser campeões lá e em casa, já aconteceu perder na Luz e perder no João Rocha. Independentemente de jogarmos fora ou em casa, temos de fazer o nosso trabalho dentro de campo”, concluiu.