Futebol
Paulo Fonseca traz quatro homens de confiança para o Sporting: Há passagens por Benfica e Porto
05 Nov 2026 | 09:35
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15 Nov 2024 | 13:50 | Por Redação
Geny Catamo pregou um susto dos grandes à equipa técnica do Sporting enquanto está ao serviço de Moçambique. O jogador de João Pereira falhou o último treino da seleção, com o objetivo de ser gerido devido a queixas musculares sentidas previamente.
Apesar disso, no final desde recente treino, Chiquinho Conde acabou por realizar a antevisão ao encontro e referiu que tem todos os jogadores à sua disposição para o próximo encontro, o que acaba por acalmar os ânimos no Clube de Alvalade em relação ao ‘camisola 21’.
Moçambique entra em campo já esta sexta-feira, 15 de novembro, pelas 16h00. O encontro será frente ao Mali e será relativo à qualificação para o CAN 2025. Devido a esta questão, Geny deverá iniciar a partida do banco de suplentes, mas é possível que vá a jogo.
Esta temporada, Geny Catamo – avaliado em 15 milhões de euros – conta com 17 jogos disputados ao serviço do Sporting. Ao longo do total de 1.089 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o canhoto apontou dois golos e realizou três assistências.
Geny Catamo estreou-se pelo Sporting diante do Portimonense, a 29 de dezembro de 2021 – num encontro que terminou com vitória leonina, por 3-2. Desde então, já esteve a empréstimo dos leões no Vitória de Guimarães e no Marítimo. O internacional por Moçambique tem contrato em Alvalade até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.
Treinador foi apresentado como o novo técnico do Clube de Alvalade nesta quarta-feira e continua a dar que falar em França devido à sua decisão
05 Nov 2026 | 12:13 | Por Redação
A saída de Paulo Fonseca do Lyon para assumir o comando técnico do Sporting continua a gerar polémica em França. Cris, antigo capitão e figura histórica do emblema gaulês, mostrou-se desiludido com a decisão do treinador português e, sobretudo, com o momento escolhido para abandonar a equipa.
Cris: "Não é muito respeitoso para com o Lyon, com certeza"
Em declarações ao ‘L’Équipe’, o antigo defesa brasileiro recordou o apoio dado pelo Lyon ao técnico. "Visto de fora, é realmente difícil de compreender. Quando o Paulo apanhou nove meses de suspensão o clube esteve sempre com ele, o clube protegeu-o e fez tudo o que devia ter feito. Ele estava inserido num projeto para terminar a temporada, com jogadores contratados especialmente para isso... Além disso, os resultados eram bons, tudo corria bem no campeonato até ao momento, pelo que ver uma decisão destas da parte dele é muito surpreendente".
Cris admitiu compreender a ligação de Paulo Fonseca ao Sporting, mas criticou a forma como todo o processo foi conduzido. "Não sei se é uma falta de respeito, mas é quase isso. Vi a imprensa, vi as imagens da sua chegada a Lisboa, a sua emoção... Sei que é o clube do coração dele, que sonhava treinar o Sporting, tudo bem, compreendo, mas a maneira como fez isto? Não é muito respeitoso para com o Lyon, com certeza", vincou.
O antigo jogador alertou ainda para o impacto que uma mudança desta dimensão pode provocar a meio da temporada. "Claro que fiquei surpreendido! Não estávamos nada à espera disto. Se tivesse sido na paragem de inverno, em dezembro, no limite... Mesmo aí teria sido complicado, mas teria sido menos brutal, um pouco diferente. Penso nos dirigentes, nos jogadores, na equipa técnica, nos adeptos... Este tipo de acontecimento pode desestabilizar".
Apesar das críticas a Paulo Fonseca, Cris elogiou a forma como a direção do Lyon geriu a saída e garantiu uma compensação financeira. "Disseram que não queriam segurar um treinador que já não tem a cabeça no Lyon e acho isso perfeitamente normal. É como com um jogador: quando decide que quer sair, não vale a pena tentar mantê-lo. Além disso, o clube fez bem em exigir dinheiro, porque isso tem um preço. Penso que os dirigentes tomaram boas decisões".
Treinador deixou o Lyon para ser o sucessor de Rui Borges no comando técnico dos verdes e brancos e salário é um dos temas do momento
05 Nov 2026 | 11:42 | Por Redação
O Sporting vai fazer uma aposta financeira de peso em Paulo Fonseca, novo treinador dos verdes e brancos. O técnico português, que deixou o Lyon para assumir o comando leonino e assinou contrato até junho de 2030, representará um encargo de 6 milhões de euros brutos por temporada para a SAD.
Segundo o jornal A Bola, este vencimento mantém Paulo Fonseca entre os 30 treinadores mais bem pagos do futebol mundial. O técnico passa também a ser um dos dois representantes da Liga portuguesa nesse grupo restrito, juntamente com Marco Silva, atualmente no comando do Benfica.
No caso do treinador das águias, os valores avançados aquando da contratação apontavam para 5 milhões de euros líquidos por temporada, o equivalente a cerca de 10 milhões brutos. A imprensa inglesa chegou ainda a noticiar que Marco Silva recusou uma proposta do Fulham na ordem dos 7,5 milhões de euros líquidos anuais antes de regressar a Portugal.
Paulo Fonseca surge também entre os técnicos portugueses mais bem remunerados da atualidade. O novo treinador do Sporting ocupa o quinto lugar entre os portugueses com maiores vencimentos no futebol mundial, com um salário idêntico ao de Abel Ferreira, juntando-se ainda a nomes como José Mourinho e Ruben Amorim.
Nuno Espírito Santo também fazia parte deste grupo, mas deixou entretanto a lista depois de ter sido despedido do West Ham. Paulo Fonseca entra, assim, em Alvalade com um contrato financeiramente expressivo, reflexo da forte aposta feita pelo Sporting no treinador escolhido para abrir um novo ciclo no futebol leonino.
Astro do futebol mundial deixou um comunicado em vídeo através das suas redes sociais no decorrer da manhã desta quinta-feira, 5 de novembro
05 Nov 2026 | 10:46 | Por Maria Pinto Jorge
Oficial: Cristiano Ronaldo anunciou o adeus à Seleção Nacional, colocando um ponto final num percurso de 23 anos ao serviço de Portugal. Aos 41 anos, o avançado despede-se com 146 golos em 234 internacionalizações, números que fazem dele o jogador com mais jogos e o melhor marcador da história do futebol de seleções.
A decisão foi comunicada através de um vídeo publicado nas redes sociais, no qual Cristiano Ronaldo explicou que chegou o momento de entregar a camisola sete às próximas gerações. O capitão admitiu que a escolha não foi fácil e deixou uma longa mensagem dirigida aos portugueses.
“Aos portugueses, chegou o dia de devolver a camisola sete da seleção de todos nós. Nunca a senti como exclusivamente minha. Mas durante 23 anos tive o privilégio e a responsabilidade de a vestir, de a defender e de a levar comigo para estádios no mundo inteiro. Hoje chegou o momento de entregar ao futuro. Não foi uma decisão fácil, porque há decisões que não se tomam apenas com a cabeça, tomam-se também com o coração”, afirmou Cristiano Ronaldo.
Confira a mensagem na íntegra:
"Aos portugueses, chegou o dia de devolver a camisola sete da seleção de todos nós. Nunca a senti como exclusivamente minha. Mas durante 23 anos tive o privilégio e a responsabilidade de a vestir, de a defender e de a levar comigo para estádios no mundo inteiro. Hoje chegou o momento de entregar ao futuro. Não foi uma decisão fácil, porque há decisões que não se tomam apenas com a cabeça, tomam-se também com o coração.
Termina uma caminhada que começou em agosto de 2003 e mudou a minha vida para sempre. Quando olho para trás e penso em tudo o que vivi na seleção, não vejo apenas jogos, golos, recordes ou troféus. Vejo pessoas. Vejo imigrantes que durante 90 minutos sentiam Portugal um pouco mais perto.
Vejo milhões de portugueses que nunca conheci pessoalmente, mas que fizeram parte da minha vida. Porque no fim de tudo, o futebol é muito maior do que um jogo. O futebol são as pessoas. Durante toda a minha carreira na Seleção, procurei superar os meus limites. Quis ganhar, quis ser o melhor, quis fazer história.
Sempre fui exigente comigo próprio. Sempre quis mais, sempre acreditei que podíamos chegar mais longe. E dei tudo o que tinha por esta camisola. Houve tardes e noites perfeitas, houve vitórias que nunca esquecerei. Houve derrotas que ainda hoje me custa recordar. Também falhei, também sofri, também houve momentos em que não fui capaz de dar aos portugueses aquilo que tanto desejavam. Mas nunca desisti. E acima de tudo, nunca deixei de sentir orgulho por representar Portugal.
Ao longo destes anos aprendi coisas muito simples. Os golos passam, as taças ficam nos museus, os recordes acabam por ser batidos. Mas há algo que o tempo nunca consegue apagar, o lugar que ocupamos no coração das pessoas. Se alguma vez vos fiz feliz, se alguma vez um golo meu vos fez abraçar alguém, esquecer uma preocupação, mas só sentir orgulho no nosso país, então tudo valeu a pena. Porque ser português também é isso. Sofremos juntos, levantamo-nos juntos.
Acreditamos outra vez. Portugal precisará sempre de jovens que sonhem, de jogadores que nunca desistam, de novas gerações que acreditam que é possível chegar onde ninguém chegou. Porque um país que continua a criar novos heróis, é um país que nunca deixa de acreditar em si próprio.
Aos meus companheiros desta estação, quero deixar uma palavra especial. Obrigado por cada corrida, por cada abraço, por cada discussão, por cada silêncio antes de entrar em campo. Por cada vitória que celebramos juntos e por cada derrota que nos tornou mais fortes. Tive o privilégio de ser vosso capitão. Mas nenhum capitão caminha sozinho. E vocês fazem parte da minha história.
A todos os treinadores, dirigentes, médicos, fisioterapeutas, roupeiros, funcionários e a tantas pessoas que trabalharam comigo ao longo destes anos, o meu obrigado. Muitos de vocês nunca apareceram nestas fotografias. Mas sem vocês, nenhuma dessas fotografias teria sido possível.
À minha família, obrigado por terem dividido comigo este sonho. Obrigado por compreender as ausências, sacrifícios e os momentos em que a seleção teve de ocupar um espaço que também vos pertencia. Se cheguei tão longe, foi porque estivemos sempre de mão dada.
E aos portugueses, a todos os portugueses espalhados pelo mundo, quero dizer-vos uma última coisa. Há uma imagem que levarei sempre comigo. O momento em que começa o hino nacional. Olho à minha volta, vejo os meus companheiros, vejo as bancadas, vejo crianças, mães, pais e avós. Vejo portugueses que vieram de tão longe apenas para estar ali. E durante aqueles minutos, deixamos de ser diferentes. Não existem clubes, não existem cores, não existem classes, não existem profissões, não existem opiniões. Existe apenas uma paixão. Portugal.
É este o sentimento que levarei comigo para o resto da vida. Hoje termina a minha caminhada dentro do campo com a Seleção Nacional, saio de cabeça levantada com o orgulho do caminho que fiz e com a consciência de que dei tudo o que tinha por Portugal. Mas nunca deixarei de ser um de vocês, continuarei a sofrer, a vibrar e a celebrar cada vitória de Portugal com o Sim.
Passei a minha vida a trabalhar para ser o melhor jogador do mundo. Hoje percebo que a maior vitória foi ter merecido representar o melhor país do mundo. Obrigado por estes 23 anos. Obrigado por terem acreditado em mim. Obrigado por me terem permitido viver um sonho que começou quando era apenas um menino na Madeira, a correr atrás de uma bola. A camisola sete fica, o orgulho de a ter vestido será meu para sempre. Portugal estará sempre em mim. Até sempre, Cristiano Ronaldo".
O vídeo:
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