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Futebol
06 Nov 2025 | 17:46 |
Cristiano Ronaldo revelou que marcaria os mesmos golos num grande da Premier League, em comparação com o seu registo atual, no Al Nassr. O astro português concedeu uma entrevista a Piers Morgan, onde abordou a sua forma atual, tendo também falado do funeral de Diogo Jota.
"Acho que sempre fui um grande finalizador. Agora se calhar estou mais focado nisso porque com o avançar da idade, perdem-se umas coisas, mas evolui-se noutras. O importante é estar bem mentalmente e é nisso que eu me foco. Tento estar mentalmente bem, fresco, porque o cérebro não envelhece tão rápido quanto o corpo. Eu adapto-me. Claro que nos primeiros três, quatro ou cinco anos, não estive tão bem, mas estive bem", começou por dizer Cristiano Ronaldo.
O jogador formado no Sporting prosseguiu: "Depois dos 25 anos, tenho-me mantido ao mesmo nível. Se perguntarem aos meus colegas e amigos, dirão o mesmo. Se calhar agora estou mais focado porque já não sou extremo. São coisas de instinto e experiência. Aquilo que faz a diferença é que podemos sempre melhorar, mesmo na minha idade. Há muitos jogadores que pensam que sabem tudo e não têm mais nada para a aprender, sobretudo depois dos 30 anos, quando começam a abrandar. Eu sou o oposto, marquei mais depois dos 30. Podem dizer o que quiserem".
Depois, Cristiano Ronaldo rebateu a ideia de que é mais fácil marcar no médio oriente: "São desculpas... São desculpas atrás de desculpas, é sempre o mais simples. Ano atrás de ano, vou somando mais golos. Mesmo num mau ano, marquei 25 golos [24 no regresso ao Manchester United, e 2021/22]. Se eu jogasse na Premier League, numa grande equipa, iria marcar o mesmo que agora. Fácil. [Piers Morgan cita última época completa com 18 golos na Premier e 6 na Champions e diz que qualquer equipa aceitaria um jogador com estes números] Numa boa equipa, com 40 anos, ia marcar o mesmo".
"Não podem falar da liga saudita se nunca aqui estiveram nem jogaram aqui, a correr com 40 graus... Eu só continuo a fazer o meu trabalho e vou repetir: o campeonato saudita é melhor do que a Liga portuguesa, claro, a Liga francesa, que só tem o PSG. A Premier League claro que é a melhor. Todos os números devem contam para os prémios. A Liga saudita não conta para a Bola de Ouro porquê? Vejam a quantidade de jogadores de topo que temos aqui. Perguntem aos outros jogadores o que acham a Liga saudita boa...Eu já joguei em todo o lado, para mim, é mais fácil marcar em Espanha do que na Arábia Saudita", rematou Cristiano Ronaldo.
Internacional português continua a ser um dos maiores desejos dos leões neste mercado, resta agora tratar da parte mais complexa do processo
29 Mai 2026 | 09:44 |
João Palhinha continua a ser uma das grandes prioridades do Sporting para o mercado de verão e as negociações para um possível regresso a Alvalade conheceram novos desenvolvimentos nas últimas horas. O médio de 30 anos é visto pela estrutura leonina como a solução ideal para reforçar o meio-campo de Rui Borges e substituir uma eventual saída de Morten Hjulmand.
De acordo com o jornal A Bola, o Sporting conta com um trunfo importante neste processo: a vontade do próprio jogador. Formado em Alcochete, Palhinha vê com bons olhos o regresso ao Clube onde cresceu e está disposto a fazer um esforço significativo para tornar a operação viável.
Nesse sentido, Sporting e jogador estão muito próximos de alcançar um entendimento total. O internacional português aceita reduzir substancialmente o salário que aufere atualmente para voltar a vestir de verde e branco, um passo considerado fundamental para aproximar as partes.
Ultrapassada essa barreira, a principal dificuldade passa agora pelo Bayern Munique. Os responsáveis leoninos procuram encontrar uma solução financeira capaz de convencer os alemães a libertar um jogador que representou um investimento superior a 50 milhões de euros.
A fórmula preferida pela SAD passa por um empréstimo com opção de compra, cenário que permitiria diluir o esforço financeiro e aumentar as hipóteses de concretizar o negócio. Nesse sentido, os leões já iniciaram contactos para tentar construir uma plataforma de entendimento com o emblema bávaro.
Apesar de o processo continuar a ser complexo, o Sporting acredita que a vontade de Palhinha poderá desempenhar um papel decisivo nas próximas fases das negociações e mantém viva a esperança de garantir um dos regressos mais desejados pelos adeptos leoninos.
Internacional grego ainda não se conseguiu adaptar à realidade dos verdes e brancos, deixando para trás uma época aquém das possibilidades
29 Mai 2026 | 09:21 |
O Villarreal e o Everton estão atentos à situação de Georgios Vagiannidis e acompanham de perto a possibilidade de contratar o lateral-direito do Sporting neste mercado de verão. Os dois clubes já terão procurado recolher informações sobre as condições de um eventual negócio, embora ainda não exista qualquer proposta formal em Alvalade.
O futuro do internacional grego continua em aberto, apesar da vontade do próprio em permanecer no Sporting e lutar por uma afirmação na equipa orientada por Rui Borges. Depois de uma primeira temporada abaixo das expectativas, a continuidade do defesa de 24 anos está longe de ser garantida.
Contratado ao Panathinaikos por 13 milhões de euros no verão passado, Georgios Vagiannidis somou 32 jogos ao serviço dos leões em 2025/26. Ainda assim, as exibições nunca convenceram totalmente a estrutura leonina, que admite ouvir propostas caso surja uma oportunidade interessante.
A SAD do Sporting continua a acreditar nas qualidades do jogador, mas não fecha a porta a uma saída, revela o jornal A Bola. O objetivo passará sempre por recuperar uma parte significativa do investimento realizado há cerca de um ano.
Entre os clubes mais atentos ao processo surgem precisamente Villarreal e Everton, dois emblemas que já seguiam o lateral antes da mudança para Alvalade. O interesse mantém-se e poderá ganhar força ao longo das próximas semanas.
Um regresso ao campeonato grego foi uma hipótese colocada em cima da mesa nos últimos meses, mas acabou rejeitada pelo próprio futebolista. Vagiannidis pretende continuar a competir num contexto mais exigente e mantém a ambição de triunfar no Sporting ou prosseguir carreira numa das principais ligas europeias.
Rui Borges encontra-se a preparar alteração profunda para a próxima temporada e meio-campo dos leões é uma das principais bases
29 Mai 2026 | 08:59 |
O Sporting está a preparar uma profunda remodelação para o meio-campo e uma das características que une praticamente todos os reforços identificados para a nova temporada é a capacidade física. Com as saídas de Hidemasa Morita já confirmada e de Morten Hjulmand cada vez mais provável, além da indefinição em torno do futuro de Daniel Bragança, Rui Borges pretende um setor mais forte nos duelos e mais preparado para responder às exigências da Liga e da Champions.
Segundo o jornal Record, o treinador leonino pediu à estrutura jogadores com maior presença física, quer ao nível da estatura, quer da capacidade de choque, procurando acrescentar robustez ao coração da equipa. A ideia passa por tornar o Sporting mais competitivo em jogos de elevada intensidade, sem perder qualidade na circulação e construção de jogo.
Nesse sentido, os reforços já assegurados ou muito próximos de Alvalade encaixam perfeitamente nesse perfil. Issa Doumbia mede 1,90 metros, Silas Andersen também chega aos 1,90 metros, enquanto Pedro Lima - apresentado quinta-feira - apresenta 1,84 metros de altura. A estes nomes junta-se ainda João Palhinha, alvo prioritário para suceder a Hjulmand e que, tal como o italiano e o dinamarquês, têm igualmente 1,90 metros.
A diferença para o meio-campo da temporada passada é evidente. Entre os jogadores mais utilizados por Rui Borges em 2025/26, apenas Morten Hjulmand ultrapassava a barreira dos 1,80 metros. Já Morita, uma das peças mais importantes da equipa, apresentava características bastante diferentes, com 1,77 metros de altura e 72 quilos.
A estratégia da SAD leonina acompanha assim a visão do treinador para 2026/27. Além da qualidade técnica, o Sporting procura acrescentar dimensão física ao plantel, numa tentativa de construir um meio-campo mais poderoso, capaz de responder aos desafios internos e europeus que se avizinham.