Futebol
Sporting e Porto entram na corrida por ponta de lança compatriota de Irankunda
17 Ago 2026 | 17:07
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17 Abr 2026 | 15:51 |
As declarações de Morten Hjulmand no rescaldo do empate com o Arsenal, que ditou a eliminação do Sporting nos quartos de final da Liga dos Campeões, continuam a dar que falar no universo leonino. O capitão classificou o encontro como "aborrecido" para os espectadores, uma leitura que contrastou com a de Rui Borges na conferência de imprensa.
À margem desse jogo, também o empresário do internacional dinamarquês, Ivan Marko Benes, abordou o futuro do médio em declarações à CMTV. Entretanto, árias vozes ligadas ao Clube comentaram o tema, entre elas Jaime Marta Soares, antigo presidente da Mesa da Assembleia Geral, que deixou críticas ao jogador - mas não só.
"Rui Borges não tem estatuto para o Sporting"
"O Sporting tem mostrado que as coisas estão bem. E tem dedo do treinador, um homem muito humilde, humano, trabalhador e que tem levado água ao seu moinho. Mas não tem estatuto que possa blindar estas atitudes. O que Hjulmand disse foi muito forte e profundo. Pode ser um grande treinador, mas há a questão do estatuto. Nunca pus em causa o profissionalismo, nem honestidade ou competência dele. Mas não tem estatuto para o Sporting. E esta questão do Hjulmand vem confirmar isso, coloca em causa o treinador. É capitão, tem feito coisas como capitão em que já podia ter vindo para a rua com os árbitros, porque às vezes exagera. É um grande capitão e extraordinário jogador, mas não pode ter certas atitudes. Grande parte dos árbitros tem permitido que ele suba e acabe por abusar. O treinador devia dizer-lhe que não é assim. Um capitão deve agir na altura própria, com elegância e trato e respeitando as regras. Por vezes estraga a pintura com as atitudes que toma", afirmou.
"Hjulmand? Não queria ver sair do Sporting. É um jogador extraordinário"
O antigo dirigente abordou ainda a forte possibilidade de saída do médio no final da época, deixando um apelo à estrutura leonina. "Não queria ver sair do Sporting. É um jogador extraordinário. O presidente tem um plano desportivo e passa também pelas finanças do Sporting. Mas deve ser equilibrado para que os bons jogadores e o coração da equipa não vão embora. E muito menos que não seja por valores que não sejam uma recompensa por tudo o que o Sporting fez por ele. Ele também deve ao Sporting, era um jogador desconhecido. Também ninguém conhecia o Gyökeres, chegou cá e foi o Sporting que o valorizou. O Sporting tem de rentabilizar a sua intervenção em todo o processo. Ou é muito bem vendido ou se sai pelo preço que se fala, não percebo. Não deve ser vendido por menos de 70 ou 80 milhões de euros. Financeiramente o Sporting deve conseguir segurar o jogador. Quero acreditar nas pessoas e que o Sporting esteja bem financeiramente, como também a nível desportivo. Saúdo o trabalho que tem vindo a ser feito. Mas não acredito que haja um senão pelo meio, porque espero que as coisas não sejam tão concretas como andam a apregoar em termos financeiros", referiu, lembrando que a cláusula de rescisão do capitão está fixada nos 80 milhões de euros.
Sobre a possibilidade de existir um acordo para facilitar a saída abaixo desse valor, Jaime Marta Soares foi claro: "É um jogador indispensável. Se há um pacto, os sócios devem sabê-lo. São a 'alma mater' da instituição e tem de haver clareza. Não pode haver pactos escondidos nem gatos escondidos com o rabo de fora. Tem de haver honestidade e clareza".
Recorde-se que, tal como o nosso jornal avançou, existe um entendimento entre Hjulmand e a Direção liderada por Frederico Varandas para permitir uma transferência no verão por valores inferiores à cláusula, com a fasquia negocial a apontar para os 40 milhões de euros.
Ainda assim, ao contrário do que aconteceu no passado com Viktor Gyökeres, o antigo presidente da MAG acredita que não haverá nova “novela” em torno do médio dinamarquês. "Temos de aprender com os erros. O Sporting já cometeu alguns erros, desde que havia vários treinadores até à saída mal preparada do Ruben Amorim. Depois houve o caso da saída do Gyö. Há coisas que ninguém entende. Se vier esta situação a seguir [do Hjulmand], é outra que efetivamente não dará para entender. Há que valorizar o ativo. Acordos assim entre as partes são naturais. O treinador também deve definir o planeamento da equipa. As grandes equipas devem ter um grande líder para ir longe. Têm de ter alguém a promover e a levá-las a funcionar. Se há algum negócio de gaveta, é muito mau e é mais uma telenovela que foge da programação", concluiu.
Verdes e brancos querem garantir a contratação de um lateral-esquerdo para poderem fechar o mercado de transferências deste verão
18 Ago 2026 | 09:39 |
Moncef Zekri é o lateral-esquerdo escolhido pelo Sporting para reforçar o plantel de Rui Borges e fechar este mercado. Os leões preparam uma proposta entre 3 e 4 milhões de euros pelo jovem de apenas 17 anos, que pertence ao Mechelen.
De acordo com o jornal A Bola, a oferta formal deverá chegar ao clube belga ainda esta semana. Zekri, que completa 18 anos a 20 de setembro, está identificado como uma das grandes promessas do futebol marroquino e já soma experiência na principal divisão belga, depois de ter realizado 17 jogos pela equipa principal do Mechelen na última época.
A intenção do Sporting passa por garantir desde já uma alternativa a Maxi Araújo, depois da saída de Ricardo Mangas para o Monza. O uruguaio renovou recentemente até 2030 e continua como dono do corredor esquerdo, mas a SAD vê em Moncef Zekri uma solução capaz de crescer na sombra do 'camisola 20' e, futuramente, assumir maior protagonismo.
Internacional sub-17 por Marrocos e campeão africano da categoria em 2025, o lateral nasceu em Bruxelas e fez toda a formação no Mechelen. Ajax e Bayer Leverkusen também já terão demonstrado interesse, mas o jogador acabou por renovar recentemente com o emblema belga até 2028.
Caso o negócio avance, Zekri deverá assinar por cinco temporadas, até 2031, com uma cláusula de rescisão que poderá atingir os 80 milhões de euros. Salvo alguma saída inesperada nesta reta final do mercado, a contratação do lateral-esquerdo deverá fechar o plantel do Sporting para 2026/27.
Depois do atraso devido a questões burocráticas relacionadas com o Fundo de Investimento Público saudita, árabes encontram novo problema
18 Ago 2026 | 09:10 |
Pedro Gonçalves está cada vez mais perto de deixar o Sporting para reforçar o Al Ittihad. A transferência não ficou concluída na última semana devido a questões burocráticas relacionadas com o Fundo de Investimento Público saudita, mas o processo deverá ser desbloqueado nos próximos dias.
De acordo com o jornal A Bola, o negócio deverá render entre 25 e 30 milhões de euros aos cofres leoninos. Existe, contudo, outro problema para resolver: o Al Ittihad ultrapassa atualmente o limite de oito jogadores estrangeiros com mais de 21 anos permitido na ficha de jogo do campeonato saudita.
O emblema agora orientado por Jens Wissing já começou a abrir espaço no plantel. O jornal ‘Arriyadiyah’ avança que o clube rescindiu com Isaías Rodríguez, lateral-esquerdo argentino que tinha apenas mais um ano de contrato, mas deverão ser necessárias novas saídas.
Steven Bergwijn e Moussa Diaby surgem entre os principais candidatos a abandonar o Al Ittihad. O neerlandês tem sido afetado por vários problemas físicos, enquanto o internacional francês estará interessado num eventual regresso ao Bayer Leverkusen.
Pote continua, assim, à espera de luz verde para viajar e concluir a mudança para a Arábia Saudita. O internacional português permanece em Lisboa enquanto Sporting e Al Ittihad tratam dos últimos detalhes de uma operação que deverá colocar um ponto final na sua longa passagem por Alvalade.
Guarda-redes tem continuado a trabalhar normalmente e com total profissionalismo, mas não esconde alguma desilusão, podendo deixar Alvalade
18 Ago 2026 | 03:00 |
João Virgínia está triste por ainda não ter recebido uma verdadeira oportunidade na baliza do Sporting neste arranque de temporada, sabe o Leonino. O guardião entende que poderia ter merecido alguns minutos, sobretudo tendo em conta a forma menos conseguida apresentada por Rui Silva.
Ao que o nosso Jornal apurou, o guarda-redes tem continuado a trabalhar normalmente e com total profissionalismo, mas não esconde alguma desilusão pela forma como a hierarquia se tem mantido inalterada. Rui Borges continua a confiar plenamente no atual titular e, até ao momento, não deu sinais de pretender promover uma mudança e mantém esta 'insistência'.
João Virgínia esperava poder aproveitar eventuais oscilações de rendimento do colega para mostrar serviço, algo que ainda não aconteceu. O português acredita nas suas capacidades e sente que poderia justificar uma oportunidade caso fosse chamado a assumir a baliza verde e branca.
A situação ganha ainda maior relevância numa altura em que o futuro do guardião continua em aberto. João Virgínia tem mercado e já recebeu abordagens para deixar Alvalade, sendo que a falta de minutos poderá pesar na decisão sobre o próximo passo da carreira.
João Virgínia chegou ao Sporting no verão de 2025, a custo zero, depois de terminar contrato com o Everton. Aos 26 anos, considera que este é o momento certo para dar um novo rumo à carreira e encontrar um projeto onde possa jogar com maior regularidade.
Sporting e Porto entram na corrida por ponta de lança compatriota de Irankunda
17 Ago 2026 | 17:07
Marinakis 'engana' Daniel Bragança e Sporting fica com problema em mãos
17 Ago 2026 | 15:54
Problemas financeiros continuam a atrasar adeus de Pote ao Sporting e jogador desespera
17 Ago 2026 | 11:35