Futebol
Houve algo a travar anúncio de Issa Doumbia no Sporting à última da hora
30 Mai 2026 | 11:34
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14 Dez 2024 | 15:50 |
Ruben Amorim trocou o conforto e os elogios recebidos no Sporting pela pressão de treinar o Manchester United, um dos clubes mais exigentes do mundo. Em Alvalade, o treinador conquistou títulos e a admiração dos adeptos, mas em Old Trafford enfrenta o desafio de evitar ser mais uma vítima do "cemitério de treinadores".
Desde a saída de Sir Alex Ferguson em 2013, o Manchester United tem vivido um período de instabilidade. Apesar de um investimento superior a 1,6 mil milhões de euros e de ter apostado em treinadores conceituados, como José Mourinho, os ‘red devils’ não conquistaram mais campeonatos. O desgaste acumulado levou a uma contestação crescente à gestão da família Glazer, que adquiriu o clube em 2005 e foi criticada por endividar o United e por falta de ambição desportiva.
A situação começou a mudar em 2023, quando Jim Ratcliffe adquiriu 25% do clube e assumiu o controlo das operações desportivas. Ratcliffe trouxe novos dirigentes e, após meses de ponderação, substituiu o técnico neerlandês Erik ten Hag por Ruben Amorim.
Os desafios de Ruben Amorim são imensos, num campeonato onde rivais como Manchester City, Liverpool, Arsenal e Chelsea dominam. A ambição de Ratcliffe é recolocar o United no topo, mas o clube está num patamar inferior em várias dimensões. Amorim enfrenta dúvidas sobre a qualidade do plantel e a pressão de apresentar resultados rapidamente, num ambiente onde erros podem ser tolerados, mas não repetidos, como sublinhou o novo proprietário.
O início no Manchester United tem sido cauteloso, com Amorim a usar o seu carisma nas declarações públicas para conquistar a confiança dos adeptos. Apesar de o clube estar atualmente longe dos lugares cimeiros, o técnico tem insistido que o projeto exige tempo e paciência. Com um estilo confiante e pragmático, Ruben Amorim tenta replicar a fórmula de sucesso que o consagrou em Alvalade, enquanto luta para construir bases sólidas num contexto competitivo sem margem para erros.
Treinador português voltou a estar em destaque no futebol internacional, num jogo decisivo que terminou com título, mas também com momentos de grande tensão
30 Mai 2026 | 14:32 |
Ricardo Sá Pinto voltou a celebrar um título no estrangeiro ao conduzir o Pafos à conquista da Taça do Chipre, mas a final frente ao Apollon Limassol, onde atuam os ex Sporting Bruno Gaspar, Lazar Markovic e Pedro Marques, ficou longe de ser apenas uma história de sucesso desportivo. O encontro terminou com uma vitória por 2-0 para a equipa orientada pelo técnico português, num jogo decidido apenas nos instantes finais.
Os golos surgiram já perto do apito final, com Jajá a inaugurar o marcador aos 85 minutos e o português Pêpê a fechar as contas aos 90+2, garantindo assim o segundo troféu da história do clube. No relvado alinharam ainda vários nomes conhecidos do futebol português, como Alexandre Brito, Dani Silva, Domingos Quina e o próprio Pêpê. Porém, a partida ficou marcada por outro momento.
Após o apito final, gerou-se uma enorme confusão entre elementos das duas equipas. O ambiente aqueceu rapidamente no relvado, com discussões e empurrões, situação que acabou por envolver diretamente Sá Pinto, que perdeu a calma numa fase já de grande tensão.
A escalada do conflito levou mesmo à expulsão do treinador português, que acabou por abandonar a zona técnica após os incidentes com elementos do Apollon Limassol, incluindo o jogador Garry Rodrigues, num cenário de grande agitação que surpreendeu os presentes no estádio.
Ainda assim, o Pafos garantiu a conquista da Taça do Chipre, o segundo título da história do clube e o sexto troféu enquanto treinador para Sá Pinto - na qual elogiou Luis Suárez -, que chegou recentemente ao comando da equipa e precisou apenas de seis jogos para conquistar o primeiro título no novo projeto.
Ponta de lança colombiano foi o melhor marcador da Liga Portugal Betclic com 28 golos marcados, um registo notável por parte do dianteiro
30 Mai 2026 | 13:33 |
Depois de ter sido o artilheiro da segunda divisão espanhola em 2024/25 pelo Almería, Luis Suárez bisou em solo português. O internacional pela Colômbia tornou-se no segundo "cafetero" da história a ser o artilheiro do campeonato português, sucedendo a Jackson Martínez – vencedor em 2012/13, 2013/14 e 2014/15. O goleador do Sporting não sabia que o ex Porto tinha sido melhor marcador em Portugal.
Luis Suárez: "É uma honra e um privilégio ter este registo"
"Bem, a verdade é que não sabia que o Jackson Martínez tinha ganho. É uma honra e um privilégio ter este registo do melhor marcador colombiano numa temporada, superando dois grandes jogadores (Jackson e Radamel Falcão) ", revelou, em entrevista exclusiva ao jornal Record.
O atleta de 28 anos disse que nem nos seus pensamentos sonhava com este momento. "Desde criança, nem nos meus sonhos mais loucos, pensaria nisto. A verdade é que é muito gratificante", falou, não escondendo o orgulho por receber tal herança.
Na mesma entrevista, Luis Suárez não fechou a porta a uma eventual mudança no futuro. "O futebol é incerto, como todos sabemos, mas agora a minha cabeça está no Mundial e, posteriormente, em descansar. A partir daí, só tenho isso em mente. Tenho contrato aqui com o Sporting, mas o futuro é incerto" , disse.
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Luis Suárez – avaliado em 30 milhões de euros – esteve em 53 encontros: 32 na Liga Portugal Betclic, 12 na Liga dos Campeões, sete na Taça de Portugal, um na Taça da Liga e outro na Supertaça Cândido de Oliveira. Nos 4.367 minutos que esteve em campo, o ponta de lança marcou 38 golos e fez sete assistências.
Jogador teve um papel 'secundário' no plantel dos verdes e brancos durante toda a temporada desportiva e acabou por fazer o balanço da mesma
30 Mai 2026 | 12:14 |
João Virgínia recorreu às redes sociais para fazer um balanço da temporada 2025/26, deixando uma mensagem marcada pela desilusão pelo desfecho da época, mas também pela vontade de regressar mais forte após o período de férias.
O guarda-redes do Sporting começou por partilhar uma citação de Winston Churchill antes de refletir sobre um ano em que os leões terminaram sem qualquer troféu conquistado. “Success is not final, failure is not fatal: it is the courage to continue that counts”, escreveu o guardião português.
Na restante publicação, João Virgínia assumiu que a equipa ficou aquém dos objetivos traçados: “Esta época ficou longe do que ambicionávamos. Obrigado a todos os que nos apoiaram ao longo da temporada. Os nossos adeptos merecem mais, e nós sabemos disso!”.
O guardião destacou ainda o impacto emocional dos resultados alcançados, garantindo que as dificuldades servirão de motivação para o futuro. “As derrotas deixam marcas, mas também alimentam a ambição. Levo comigo as lições desta época e a certeza de que o trabalho continua”.
Já com o foco apontado à próxima temporada, o jogador mostrou-se determinado em regressar mais forte. “Agora é tempo de descansar, preparar o futuro e voltar ainda mais determinado. Somos da raça que nunca se vergará. 💚🦁”.
Contratado ao Everton, João Virgínia voltou a desempenhar o papel de alternativa na baliza leonina durante 2025/26. O guarda-redes terminou a época com oito partidas realizadas e um total de 810 minutos de utilização ao serviço da equipa orientada por Rui Borges.
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