Futebol
Pote troca Sporting pela Fiorentina e abre o coração: “Nunca imaginei viver isto”
02 Set 2026 | 10:26
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14 Dez 2024 | 15:50 |
Ruben Amorim trocou o conforto e os elogios recebidos no Sporting pela pressão de treinar o Manchester United, um dos clubes mais exigentes do mundo. Em Alvalade, o treinador conquistou títulos e a admiração dos adeptos, mas em Old Trafford enfrenta o desafio de evitar ser mais uma vítima do "cemitério de treinadores".
Desde a saída de Sir Alex Ferguson em 2013, o Manchester United tem vivido um período de instabilidade. Apesar de um investimento superior a 1,6 mil milhões de euros e de ter apostado em treinadores conceituados, como José Mourinho, os ‘red devils’ não conquistaram mais campeonatos. O desgaste acumulado levou a uma contestação crescente à gestão da família Glazer, que adquiriu o clube em 2005 e foi criticada por endividar o United e por falta de ambição desportiva.
A situação começou a mudar em 2023, quando Jim Ratcliffe adquiriu 25% do clube e assumiu o controlo das operações desportivas. Ratcliffe trouxe novos dirigentes e, após meses de ponderação, substituiu o técnico neerlandês Erik ten Hag por Ruben Amorim.
Os desafios de Ruben Amorim são imensos, num campeonato onde rivais como Manchester City, Liverpool, Arsenal e Chelsea dominam. A ambição de Ratcliffe é recolocar o United no topo, mas o clube está num patamar inferior em várias dimensões. Amorim enfrenta dúvidas sobre a qualidade do plantel e a pressão de apresentar resultados rapidamente, num ambiente onde erros podem ser tolerados, mas não repetidos, como sublinhou o novo proprietário.
O início no Manchester United tem sido cauteloso, com Amorim a usar o seu carisma nas declarações públicas para conquistar a confiança dos adeptos. Apesar de o clube estar atualmente longe dos lugares cimeiros, o técnico tem insistido que o projeto exige tempo e paciência. Com um estilo confiante e pragmático, Ruben Amorim tenta replicar a fórmula de sucesso que o consagrou em Alvalade, enquanto luta para construir bases sólidas num contexto competitivo sem margem para erros.
Antigo jogador dos verdes e brancos comentou as saídas de Pedro Gonçalves e Daniel Bragança, mostrando alguma insatisfação com as mesmas
02 Set 2026 | 16:00 |
Carlos Xavier não escondeu a tristeza com as saídas de Pedro Gonçalves e Daniel Bragança do Sporting, respetivamente para Fiorentina e Torino. O antigo médio leonino considera que o processo foi demasiado arrastado e lamenta mais duas despedidas de jogadores importantes.
Carlos Xavier: "Saídas tristes estou eu farto de viver no Clube"
Em declarações à ‘Bola Branca’, Carlos Xavier foi direto. “Saídas tristes estou eu farto de viver no Clube. Não só estes dois”, afirmou, antes de explicar que olha de forma diferente para os dois negócios fechados pelos verdes e brancos.
No caso de Pote, o antigo jogador aceita os valores envolvidos, mas já não pensa o mesmo sobre Bragança. “Acho muito por baixo, pela qualidade que tem”, garantiu. “É um jogador que tem sido manifestamente infeliz com as lesões e quis outros voos, mas vale mais”, acrescentou.
Carlos Xavier acredita, ainda assim, que ambos têm condições para se afirmar na Serie A. “Para quem tem as virtudes técnicas que eles os dois têm, podem brilhar em qualquer campeonato. Veja-se o exemplo do Rodrigo Mora, que está a brilhar na Roma, porque tem grandes atributos técnicos. Pote e Bragança estão na mesma linha”, defendeu.
Quanto ao impacto das duas saídas no Sporting, o antigo internacional português mostra-se tranquilo. Carlos Xavier lembra que os dossiês de Pote e Bragança estavam definidos há algum tempo e considera que a estrutura teve margem para preparar o plantel: “O Clube precaveu-se".
Jogador chegou a ser colocado na rota não só dos leões, mas também do Benfica neste mercado de transferências, mas optou por outra alternativa
02 Set 2026 | 15:22 |
Oficial! Juan Jesus, jogador que esteve referenciado pelo Sporting, já tem novo clube. O defesa-central brasileiro, de 35 anos, foi oficializado pelo Venezia, ex emblema de Issa Doumbia, e assinou um contrato válido até ao final da temporada 2026/27, com possibilidade de renovação por mais uma época mediante o cumprimento de determinados objetivos.
O experiente central chegou a ser apontado como possível alvo do Sporting neste mercado, tal como do Benfica, mas acabou por optar pela continuidade no futebol italiano nesta fase, onde construiu grande parte da carreira europeia.
Juan Jesus representou emblemas como Inter Milão, Roma e Nápoles, acumulando larga experiência na Serie A. A escolha pelo Venezia permite-lhe manter-se no principal escalão transalpino e dar continuidade a um percurso já muito ligado ao futebol daquele país.
O Sporting acabou por seguir outro caminho para reforçar o eixo defensivo, avançando para a contratação de Ibrahima Ba. O central chegou do Famalicão para substituir Ousmane Diomande e integra atualmente as opções de Rui Borges para a nova temporada.
Também o Benfica reforçou a posição neste mercado, garantindo Alessandro Circati ao Parma. Assim, Juan Jesus, que chegou a ser associado aos dois grandes portugueses, acabou por permanecer em Itália e prosseguir a carreira no Venezia.
Estrutura dos verdes e brancos não permitiu a saída destes ativos no atual mercado de preferências apesar do assédio vindo de vários emblemas
02 Set 2026 | 14:41 |
O Sporting entrou neste mercado preparado para promover uma profunda reformulação do plantel, mas havia um princípio definido desde o início: alguns dos principais pilares teriam de ficar. Iván Fresneda, Gonçalo Inácio, Maxi Araújo, Geny Catamo e Luis Suárez faziam parte desse grupo e, apesar das várias investidas, todos permaneceram em Alvalade.
O caso de Suárez foi um dos que mais ruído provocou. Hakan Safi, então candidato à presidência do Fenerbahçe, chegou a anunciar um acordo verbal com o colombiano, mas acabou por perder as eleições. Frederico Varandas manteve sempre a fasquia nos 80 milhões de euros da cláusula e, apesar dos contactos realizados pelo empresário do avançado, nunca chegou qualquer proposta concreta.
Maxi Araújo também despertou forte cobiça depois de uma temporada de elevado nível e de um Mundial em destaque. Manchester United, Manchester City, Chelsea e Juventus estiveram atentos ao uruguaio, mas o Sporting antecipou-se e renovou o contrato até 2030, acompanhado de uma melhoria salarial. Geny Catamo, por sua vez, viu o Sunderland avançar com 30 milhões de euros mais 10 por objetivos, proposta imediatamente recusada.
Fresneda também esteve no radar da Roma, mas os valores colocados em cima da mesa ficaram longe daquilo que a SAD considerava suficiente para negociar. Gonçalo Inácio foi repetidamente associado ao Milan de Ruben Amorim, embora o alegado interesse nunca tenha chegado a transformar-se numa proposta formal pelos serviços do capitão leonino.
Assim, mesmo depois das saídas de figuras como Morten Hjulmand, Pedro Gonçalves, Daniel Bragança e Francisco Trincão, o Sporting conseguiu manter uma base considerada fundamental para Rui Borges. O quinteto deverá continuar de leão ao peito pelo menos esta temporada, ainda que em Alvalade exista a consciência de que segurar Maxi Araújo para lá de junho de 2027 será uma missão particularmente complicada.
Pote troca Sporting pela Fiorentina e abre o coração: “Nunca imaginei viver isto”
02 Set 2026 | 10:26
Oficial! Sporting reforça-se com médio internacional por Inglaterra: "Podem esperar que dê tudo"
02 Set 2026 | 10:14
Pedro Gonçalves ficou ‘pendurado’ por treinador conhecido antes de se despedir do Sporting
02 Set 2026 | 09:45