The Daily Ronaldo
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16 Fev 2026 | 12:47
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The Daily Ronaldo
27 Set 2024 | 16:40 |
Ricardo Sousa, antigo jogador do Porto, é o atual treinador do Al-Ain, clube da Arábia Saudita que milita na segunda divisão. Em entrevista ao jornal A Bola, o técnico, que seguiu os passos de Cristiano Ronaldo rumo ao Médio Oriente, não esconde que enfrentou vários obstáculos no princípio da temporada.
"Tenho de admitir que, numa fase inicial, foi um choque. A decisão de vir para a Arábia Saudita teve que ver com a necessidade de sentir um desafio diferente. Não tem sido fácil, a maneira de trabalhar na Arábia Saudita está muito longe da organização que os clubes europeus têm", começou por dizer.
"Financeiramente é um país super estável, os clubes estão a investir, mas em termos de organização ainda têm de subir uns degraus para conseguirem chegar ao patamar que pretendem. Mas está a ser uma experiência positiva, tenho encontrado um clube que me tem tentado ajudar e fazer aproximar de todos os detalhes que eu vou pedido no dia a dia e que sinto que são necessários para a evolução", disse, falando nas possibilidades de subir de divisão.
"Fomos a equipa que mais tarde começou a trabalhar, só tivemos duas semanas de preparação e com 10 jogadores. Fizemos o primeiro jogo do campeonato com 13 jogadores. Mas estamos muito à frente do expectável. Aquilo que as pessoas do clube me iam dizendo é para eu não me preocupar com as primeiras seis jornadas porque o trabalho começou muito tarde e esses seis jogos iriam ser muito complicados. Por isso, posso garantir que um empate, uma vitória e uma derrota nos primeiros três jogos foi muito positivo perante todas as dificuldades que tivemos".
"Podemos ter cinco estrangeiros, que são jogadores para jogarem e para fazerem a diferença, mas nestes três jogos, por exemplo, jogámos apenas com dois, sendo que um deles, o Fati, que foi meu jogador em Mafra, vem de 10 meses de lesão prolongada, e está a readquirir o ritmo de jogo. Ou seja, basicamente jogámos nestas primeiras jornadas com um estrangeiro e meio. Subir de divisão não faz parte das ideias deste clube. O orçamento que temos não permite competir com outros orçamentos. Mas se financeiramente não vamos conseguir lutar contra outras equipas, taticamente vamos conseguir porque temos trabalhado muito", concluiu Ricardo Sousa.
Ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que avançado português se adaptasse a uma nova dinâmica tática
17 Fev 2026 | 16:30 |
A relação conturbada entre Cristiano Ronaldo e Erik ten Hag no Manchester United continua a dar que falar. A rutura consumou-se em 2022, com a rescisão de contrato antes de rumar ao Al Nassr, mas os bastidores desse divórcio continuam a ser revelados. O ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que o avançado se adaptasse a uma nova dinâmica tática.
Em declarações no programa “The Good, The Bad and The Football”, Steve McClaren, então adjunto de Ten Hag, explicou que o treinador foi claro quanto às funções pretendidas para o jogador: "Havia muitas batalhas no campo de treino. Tudo o que ele quer que faças é isto, isto e isto. Ronnie, este é o teu trabalho".
S. McClaren sobre C. Ronaldo: "Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”
A situação agravou-se quando o português começou a perder espaço no onze: “Tudo o que ele quer que faças é ser o primeiro a pressionar, fazer uma corrida, talvez duas, e depois voltar para o meio. Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”.
Apesar da tensão, Ten Hag manteve-se firme nas suas convicções: “Era um impasse, e quem iria vencer? Erik manteve-se firme. A maioria dos treinadores acomodaria a situação. Mas ele não”, frisou, evidenciando que a coerência do treinador acabou por prevalecer.
Também Benni McCarthy, antigo avançado e membro da equipa técnica, admitiu que o clube poderia ter tirado maior partido do português: “Cristiano é uma grande personalidade. Ele queria um treinador que o compreendesse. Ten Hag tinha a sua filosofia e não o via como parte dela. E foi aí que os problemas começaram” (Recorde AQUI).
Antes de fechar transferência, ex dirigente de clube francês decidiu confirmar impressões junto do Capitão da Seleção Nacional
17 Fev 2026 | 11:44 |
Antes de chegar ao PSG, foi no Mónaco que Luís Campos consolidou a reputação como diretor desportivo mais influente do futebol europeu. Contratado em 2013 por Vadim Vasilyev, então diretor-geral do clube, o português foi decisivo na mudança de paradigma no principado, especialmente quando as restrições do fair-play financeiro obrigaram o Mónaco a abandonar a política de estrelas e a apostar forte na deteção e valorização de jovens talentos.
A nova estratégia implicava também um treinador alinhado com a visão do projeto e foi aí que surgiu o nome de Leonardo Jardim. Após a redução a três ou quatro nomes, a escolha recaiu no então treinador do Sporting, que vinha de uma época marcante em Portugal ao orientar uma equipa jovem até ao segundo lugar da Liga.
V. Vasilyev: “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”
Antes de fechar a decisão, Vadim Vasilyev decidiu confirmar impressões junto de uma voz particularmente autorizada: Cristiano Ronaldo (que foi elogiado por uma estrela da NBA): “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”, revelou o dirigente ao L’Équipe.
O técnico madeirense aceitou o desafio mesmo após vendas milionárias, sem apontar o dedo à estrutura, consolidando um “triângulo” de confiança entre treinador, diretor desportivo e administração. O sucesso culminaria no título francês de 2017, com uma equipa construída de raiz por Luís Campos e liderada por Leonardo Jardim. O telefonema a Cristiano Ronaldo ajudou a selar uma das decisões mais marcantes do projeto monegasco.
Lembrar que Leonardo Jardim orientou o Sporting na temporada desportiva de 2013/2014, atingindo o segundo posto do Campeonato Nacional. Pelo emblema verde e branco, o técnico somou 23 vitórias, oito empates e quatro derrotas em 35 jogos disputados. Rumou ao Mónaco por 3 milhões de euros.
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16 Fev 2026 | 17:17 |
Benni McCarthy, antigo jogador do Porto, recordou os tempos no Manchester United, onde foi adjunto de Erik ten Hag durante duas temporadas e trabalhou com Cristiano Ronaldo. O atual selecionador do Quénia pensa que tinha todo o direito de ensinar algo a Cristiano Ronaldo.
B. McCarthy: "Estou na terra há mais tempo do que ele"
"Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo, ainda podia ensinar-lhe algo que ele não sabia, porque eu estou nesta terra há mais tempo do que ele e já o fiz antes dele, então havia algo que ele poderia aprender comigo. Então, por que devo sentir wow?', disse, em entrevista à Creamer TV.
O sul-africano ainda voltou a reforçar este tema com toda a convicção. "Admirá-lo porque é o Ronaldo e estar aqui para aprender. Não, estou aqui para retribuir, e essa era a minha mentalidade, e é por isso que sinto que tive sucesso", concluiu.
De lembrar que, em outubro, Benni McCarthy disse que a saída de CR7 nos "red devils", em 2022/2023, não foi digna. "A forma como saiu não foi digna de um jogador tão extraordinário e de classe mundial como ele", disse, na altura, a um site de apostas.
Na sua segunda passagem por Old Trafford, Cristiano Ronaldo - avaliado em 12 milhões de euros - realizou 54 partidas oficiais. Nesse período, o ponta de lança marcou 27 golos e somou cinco assistências, sem conquistar nenhum título.
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16 Fev 2026 | 12:47
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