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16 Fev 2026 | 12:47
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The Daily Ronaldo
10 Out 2025 | 09:03 |
Marcelo Rebelo de Sousa esteve presente no Portugal Football Summit e, num longo discurso, o Presidente da República Portuguesa acabou por dar o mote a Cristiano Ronaldo e companhia para o Mundial 2026, mas foram vários os nomes que foi abordando nas suas palavras.
Marcelo Rebelo de Sousa: "Vamos ser melhores no nosso futuro"
"Muito obrigado pelo convite e parabéns pela semana. Caro amigo Alexander [Ceferin], amigo há tanto tempo. É tão bom tê-lo aqui. Recebemos todos em nome de Portugal. Bem-vindos a Portugal, um país maravilhoso e único no Mundo. Estava a pensar o que é que iria dizer no caminho para cá. E lembrei-me de repente que comecei como adepto de futebol aos 5 anos, como dirigente da Federação Portuguesa de Futebol aos 24 anos, diretor da Federação Portuguesa de Futebol, em representação da Associação de Futebol de Angra do Heroísmo, que eu não conhecia, mas que pediu para representá-la em 74 a 76, no meio da Revolução. E nunca mais deixei de ficar ligado ao futebol. E é tão bom ter uma Cimeira que olha para o passado, mas olha sobretudo para o futuro. Nós somos ótimos no nosso passado, melhores ainda no nosso presente, e vamos ser melhores no nosso futuro. Recordamos de repente o futebol a importância que teve na nossa vida", começou por dizer.
"Um homem de quem se falou depois pouco, mas que esteve na seleção do resto da Europa contra o Reino Unido, José Travassos, em 1955. Depois Eusébio, uma vez o melhor do mundo. Depois Luís Figo, uma vez o melhor do mundo. Depois o melhor dos melhores. Até agora, cinco vezes o melhor do mundo, Cristiano Ronaldo. E como ele é passado, presente e futuro, pois será muitas vezes mais o melhor do mundo. E olhar para esse futuro, vinha a pensar, o tempo em todo o Mundo está a acelerar na nossa vida. É mais rápido. O futebol tem de se adaptar ao novo tempo. O futebol enquanto competição. O futebol enquanto organização. O futebol enquanto indústria. O futebol enquanto paixão. Podemos dizer, o tempo exige um futebol diferente. Mas o espaço exige um futebol diferente", atirou ainda.
Marcelo Rebelo de Sousa: "Temos de os conquistar"
De seguida, Marcelo Rebelo de Sousa abordou o Campeonato do Mundo, apesar de Portugal ainda não ter garantido a sua presença na competição: "Temos uma ocasião para o ano única, que é conquistar os Estados Unidos da América, o Canadá e o México. Temos de os conquistar. Está a faltar-nos essa parte do continente americano. Tem que se juntar à Europa, juntar à América Latina, tem que se juntar à África. E falta-nos conquistar uma parte da Ásia, a China e a Índia. E o Japão, a Oceania, a Austrália. Já temos uma força enorme nos países árabes. Nós, Portugal, temos para o ano de conquistar os Estados Unidos e o Canadá. E ao mesmo tempo alargar na Ásia para sermos ainda mais globais".
Marcelo Rebelo de Sousa: "Cristiano Ronaldo é o melhor dos melhores do mundo"
"E Portugal é bem escolhido para discutir isto, para fazer isto é de hoje até 2030. Conquistamos até 2030 as Américas todas e as Ásias todas ou então ficamos aquém das nossas metas e em 2030 cá está Portugal com Espanha e com Marrocos, mas cá está Portugal para se afirmar no Mundo. E até lá, para o ano, lá estará Portugal para se afirmar e afirmar o futebol nos Estados Unidos da América, no Canadá e no México, onde ele já existe. É um grande desafio. Mas nós temos os melhores. O Cristiano Ronaldo é o melhor dos melhores do mundo. Mas temos uma seleção que é das melhores das melhores do mundo. Em treinadores, e eu não posso deixar de dizer isto senão o Mourinho mata-me, também ele foi uma vez o melhor treinador do mundo. Isto para dizer o seguinte: nós temos todas as condições para daqui até 2030 e já começar no ano que vem estarmos na primeira linha do novo tempo e do novo espaço do futebol. É para isso esta cimeira. Em nome de Portugal, venho agradecer o contributo que Portugal uma vez mais dá, com excelência, para o mundo do futebol. Que o mesmo quer dizer para o mundo que queremos conquistar, para aquilo, como foi dito, é mais do que um desporto. É uma paixão, é uma maneira de sermos mulheres e homens neste mundo, construindo um futuro melhor", concluiu.
Ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que avançado português se adaptasse a uma nova dinâmica tática
17 Fev 2026 | 16:30 |
A relação conturbada entre Cristiano Ronaldo e Erik ten Hag no Manchester United continua a dar que falar. A rutura consumou-se em 2022, com a rescisão de contrato antes de rumar ao Al Nassr, mas os bastidores desse divórcio continuam a ser revelados. O ponto central do conflito terá sido a exigência do técnico neerlandês para que o avançado se adaptasse a uma nova dinâmica tática.
Em declarações no programa “The Good, The Bad and The Football”, Steve McClaren, então adjunto de Ten Hag, explicou que o treinador foi claro quanto às funções pretendidas para o jogador: "Havia muitas batalhas no campo de treino. Tudo o que ele quer que faças é isto, isto e isto. Ronnie, este é o teu trabalho".
S. McClaren sobre C. Ronaldo: "Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”
A situação agravou-se quando o português começou a perder espaço no onze: “Tudo o que ele quer que faças é ser o primeiro a pressionar, fazer uma corrida, talvez duas, e depois voltar para o meio. Se não conseguires fazer isso, não vais jogar”.
Apesar da tensão, Ten Hag manteve-se firme nas suas convicções: “Era um impasse, e quem iria vencer? Erik manteve-se firme. A maioria dos treinadores acomodaria a situação. Mas ele não”, frisou, evidenciando que a coerência do treinador acabou por prevalecer.
Também Benni McCarthy, antigo avançado e membro da equipa técnica, admitiu que o clube poderia ter tirado maior partido do português: “Cristiano é uma grande personalidade. Ele queria um treinador que o compreendesse. Ten Hag tinha a sua filosofia e não o via como parte dela. E foi aí que os problemas começaram” (Recorde AQUI).
Antes de fechar transferência, ex dirigente de clube francês decidiu confirmar impressões junto do Capitão da Seleção Nacional
17 Fev 2026 | 11:44 |
Antes de chegar ao PSG, foi no Mónaco que Luís Campos consolidou a reputação como diretor desportivo mais influente do futebol europeu. Contratado em 2013 por Vadim Vasilyev, então diretor-geral do clube, o português foi decisivo na mudança de paradigma no principado, especialmente quando as restrições do fair-play financeiro obrigaram o Mónaco a abandonar a política de estrelas e a apostar forte na deteção e valorização de jovens talentos.
A nova estratégia implicava também um treinador alinhado com a visão do projeto e foi aí que surgiu o nome de Leonardo Jardim. Após a redução a três ou quatro nomes, a escolha recaiu no então treinador do Sporting, que vinha de uma época marcante em Portugal ao orientar uma equipa jovem até ao segundo lugar da Liga.
V. Vasilyev: “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”
Antes de fechar a decisão, Vadim Vasilyev decidiu confirmar impressões junto de uma voz particularmente autorizada: Cristiano Ronaldo (que foi elogiado por uma estrela da NBA): “Liguei para Cristiano Ronaldo, que confirmou tudo o que pensávamos: Jardim encaixava-se no nosso projeto”, revelou o dirigente ao L’Équipe.
O técnico madeirense aceitou o desafio mesmo após vendas milionárias, sem apontar o dedo à estrutura, consolidando um “triângulo” de confiança entre treinador, diretor desportivo e administração. O sucesso culminaria no título francês de 2017, com uma equipa construída de raiz por Luís Campos e liderada por Leonardo Jardim. O telefonema a Cristiano Ronaldo ajudou a selar uma das decisões mais marcantes do projeto monegasco.
Lembrar que Leonardo Jardim orientou o Sporting na temporada desportiva de 2013/2014, atingindo o segundo posto do Campeonato Nacional. Pelo emblema verde e branco, o técnico somou 23 vitórias, oito empates e quatro derrotas em 35 jogos disputados. Rumou ao Mónaco por 3 milhões de euros.
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16 Fev 2026 | 17:17 |
Benni McCarthy, antigo jogador do Porto, recordou os tempos no Manchester United, onde foi adjunto de Erik ten Hag durante duas temporadas e trabalhou com Cristiano Ronaldo. O atual selecionador do Quénia pensa que tinha todo o direito de ensinar algo a Cristiano Ronaldo.
B. McCarthy: "Estou na terra há mais tempo do que ele"
"Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo, ainda podia ensinar-lhe algo que ele não sabia, porque eu estou nesta terra há mais tempo do que ele e já o fiz antes dele, então havia algo que ele poderia aprender comigo. Então, por que devo sentir wow?', disse, em entrevista à Creamer TV.
O sul-africano ainda voltou a reforçar este tema com toda a convicção. "Admirá-lo porque é o Ronaldo e estar aqui para aprender. Não, estou aqui para retribuir, e essa era a minha mentalidade, e é por isso que sinto que tive sucesso", concluiu.
De lembrar que, em outubro, Benni McCarthy disse que a saída de CR7 nos "red devils", em 2022/2023, não foi digna. "A forma como saiu não foi digna de um jogador tão extraordinário e de classe mundial como ele", disse, na altura, a um site de apostas.
Na sua segunda passagem por Old Trafford, Cristiano Ronaldo - avaliado em 12 milhões de euros - realizou 54 partidas oficiais. Nesse período, o ponta de lança marcou 27 golos e somou cinco assistências, sem conquistar nenhum título.
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