Futebol
CIES coloca Sporting entre melhores formadores do mundo; Leões à frente do Real Madrid
21 Out 2026 | 16:30
Receba, em primeira mão, as principais notícias do Leonino no seu WhatsApp!
Futebol
02 Mar 2024 | 18:10 |
Os números que Viktor Gyokeres tem alcançado ao longo da presente temporada já lhe valeram inúmeros recordes e comparações a lendas do futebol. O desempenho não passou despercebido aos adeptos, que já tornaram o sueco um dos favoritos nas bancadas de Alvalade.
São já vários os clubes internacionais que têm mira apontada ao avançado verde e branco. O golo ao Benfica na Taça de Portugal - o sexto que marcou em seis jogos para a prova rainha - vieram reforçar a atenção em Gyokeres e confirmar, uma vez mais, a continuação de um registo impecável por parte do jogador.
Na sequência do dérbi em Alvalade, o jornal Record consultou especialistas de mercado acerca da possibilidade de o Sporting conseguir manter na equipa o 'camisola nove'. O objetivo de ficar com o leão para lá do fim desta época revela-se uma missão cada vez mais difícil.
O empresário Artur Fernandes diz, a este respeito: “Creio que existem dois handicaps: um é a questão do orgulho inglês que, a promover o regresso dele, estaria a legitimar um erro de scouting; e outro é o próprio valor da cláusula, porque estamos a falar de 100 milhões de euros. Mas é um jogador que valoriza a cada semana que passa. Até ao verão ainda muito pode acontecer mas tem tudo para ser uma transferência de sonho”.
Com a convicção de que Gyokeres será bem sucedido na meta que estabeleceu, Paulo Rodrigues concorda com o empresário: “Em janeiro creio que ele também não quis forçar a saída mas no verão acho que será impossível ao Sporting segurá-lo, a partir dos 80 milhões de euros”.
Até ao momento, Viktor Gyokeres – avaliado em 45 milhões – leva 34 encontros realizados (2.787 minutos), 31 golos e 10 assistências, sendo a grande figura da temporada até ao momento. O avançado tem contrato com o Sporting até junho de 2028 e uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros.
Técnico marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação dos leões na terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões
22 Out 2026 | 09:23 |
Após o desaire por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação do Sporting na terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, admitindo que a equipa esteve aquém do esperado e que faltou intensidade, energia e inspiração para evitar a derrota.
Depois de tudo que foram as últimas exibições, já consegue identificar aqui o que é que faltou? Foi uma questão de encaixe e intensidade?
"Faltou-nos um pouco mais de intensidade, uma energia que tínhamos pedido nos jogos com o Braga e com o Lens, não tivemos hoje a mesma energia, claramente, depois faltou-nos muito de inspiração, de forma geral, tirando isso, depois vamos tentar tirar outras ilações, mais a frio, com mais calma, perceber de que forma é que podemos crescer no futuro. Tínhamos a obrigação de ter feito mais, claramente, mesmo dando mérito àquilo que foi a estratégia e a qualidade do adversário, principalmente num momento que sabíamos que eles eram muito fortes e perigosos, contra-ataques, ataques rápidos e fizeram três golos com perdas de bola nossa, em espaços que não devemos perder a bola, em coisas muito simples que não temos necessidade, mas há jogos assim, há jogos que falhámos mais".
Teme que esta derrota possa trazer algumas instabilidade e contestação, alguns fantasmas que já pairaram sobre a equipa?
"Não, fantasmas não, foi um jogo menos conseguido, de forma geral, da nossa equipa, acredito que todos querem dar outra resposta, outra imagem daquilo que somos, daquilo que queremos, daquilo que fomos. Hoje, por mérito do adversário, muitas vezes, por demérito nosso, não fomos capazes de ser uma equipa competente no momento ofensivo, lá está, houve muita desinspiração, muita perna de bola desnecessária e temos de crescer nesse sentido. que estes erros sirvam da aprendizagem individual e coletiva, para um futuro bom, sem ter medo".
O Sporting acusou alguma pressão? Vai pedir desculpa aos sportinguistas?
"Não tenho de pedir desculpa a ninguém. Tenho de dizer que não fomos capazes e tínhamos a obrigação de ter feito mais, simplesmente isso, obrigação de fazer mais, independente do adversário ter pontos ou não. Não fomos capazes de ter feito mais, e, no futuro, teremos de fazer muito mais, se queremos ganhar jogos na Liga dos Campeões, a pressão é sempre a mesma e a vontade é a mesma, que é ganhar. Faremos sempre tudo para ganhar, por isso, não tem nada a ver com jogos do campeonato, são coisas distintas".
O Sporting viu-se com algumas dificuldades de bater o homem a homem e no último terço do terreno perdeu algumas bolas. Taticamente como analisa esses erros?
"Sabemos que, quando estávamos homem a homem estávamos um pouco expostos, pela capacidade atlética dos jogadores da frente do LASK, acho que nos faltou, na primeira parte, sermos um bocadinho mais proativos, era algo que sabíamos que em alguns momentos poderíamos estar expostos, mas nem foi por isso que nos causaram o perigo. Não ganhámos tantas bolas quanto queríamos, principalmente na primeira parte também. Falhámos e assumimos, com toda a humildade, acho que nos faltou ser mais equilibrados no momento com a bola, no homem a homem, enquanto estávamos com o bloco alto, porque aí não nos causaram grande perigo, causaram-nos perigos".
Já disse aqui que o Sporting teve alguma dificuldade em concentrar-se. A verdade é que já não é a primeira vez que, a ganhar, acaba por sofrer uma reviravolta. Qual é que acha que é a raiz deste problema?
"Acho que cada jogo tem a sua história, como é lógico. O grande perigo destes jogos é que com meio erro saímos penalizados, e sabemos isso, estamos super avisados para isso, os jogadores estão super avisados para isso. Dentro daquilo que foi a desinspiração, individual e coletiva, que foi um pouco geral, estamos num crescimento também diário nesse sentido, para termos em alguns momentos melhores posicionamentos, porque estamos num processo ofensivo e sofremos golos que não poderíamos sofrer, temos de ser mais equilibrados. Às vezes a nossa ambição, em alguns momentos do jogo até hoje, de querer ir à procura do golo da vitória, fazemos tudo um bocadinho mais à pressa".
O Sporting teve alguns problemas a lidar com a pressão alta do LASK, pelo menos na primeira linha da pressão dos austríacos, o número 9 a tocar com 11. Porque é que eles ganhavam muitas das primeiras bolas?
"Houve falta de ligação na primeira fase da construção, claramente tivemos essa circunstância, como já disse, essa ligação, mas o jogo foi muito parecido, muito sinceramente. Acho que com melhores comportamentos, em termos de corredores, não acompanhando tanto o homem à profundidade, os médios a buscar o corredor central, nos deixava ligar tão à frente com o Luis, por exemplo. Sofremos um pouco o impacto do primeiro golo, acho que foi notório, além daquilo que foi a falta de inspiração, de forma geral, a energia também não estava ao nível que tivemos nos últimos dois jogos, claramente não estava. Este jogo acabou por se tornar tão exigente como os outros dois a nível físico e não tínhamos capacidade para acompanhar essa fisicalidade".
No início da época falou em dores de crescimento. Nos dois últimos jogos houve duas boas exibições e vitórias consistentes, agora uma derrota, São as tais dores de crescimento?
"As dores de crescimento leva-nos a sermos mais consistentes, mais regulares, mas os jogos têm histórias diferentes e exigências diferentes. Agora, como já disse, acho que este jogo levou-nos para um patamar de fisicalidade que, se calhar, não esperávamos. Depois disso, tivemos de ter outras capacidades diferente no jogo de hoje, por exemplo em relação ao jogo com o Lens. Tivemos mais momentos com bola em organização ofensiva, com mais tempo instalados no meio-campo do adversário, faltando um pouco mais nesse crescimento de equipa grande, talvez. Num momento com bola termos mais paciência, não falhar tantos passes como falhávamos. Acredito que hoje tem muito a ver com a desinspiração e com essa falta de energia, é a minha opinião. Mais do que as dores de crescimento acho que teve muito a ver com isso".
Apesar das expetativas depositadas no jogador, afirmação com Rui Borges acabou por nunca acontecer de uma forma consistente
22 Out 2026 | 03:00 |
O Sporting está a tentar chegar a acordo para rescindir o contrato de João Muniz, sabe o Leonino. O jogador não entra nos planos da estrutura e os responsáveis verdes e brancos procuram agora encontrar uma solução para fechar o dossiê do jovem futebolista.
Aos 21 anos, o central canhoto encontra-se ligado ao Clube de Alvalade desde 2020. O potencial demonstrado levou os responsáveis a renovar o seu vínculo em agosto de 2023, prolongando o contrato até junho de 2028 e fixando uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.
Apesar das expetativas depositadas no jogador, a afirmação na equipa A acabou por não acontecer de forma consistente. João Muniz integrou os trabalhos do plantel principal em 2023/24, época em que o Sporting conquistou o Campeonato Nacional, mas continuou a dividir o seu percurso entre os diferentes escalões da formação e a equipa B, onde procurou somar minutos e ganhar experiência competitiva.
Em 2024/25, o defesa central foi cedido ao Rio Ave, mas a experiência em Vila do Conde não correu como esperado. O jogador regressou a Alvalade em janeiro de 2025 e voltou a representar os bês leoninos, tendo realizado 23 partidas na Segunda Liga em 2025/26. Na equipa principal, somou ainda uma estreia oficial na Taça da Liga, com seis minutos de utilização.
A possibilidade de rescisão surge agora como uma das soluções que o Sporting procura para resolver a situação do defesa. Depois de ter sido apontado a uma saída definitiva e de o cenário de uma transferência para o estrangeiro ter ganho força no verão, o futuro de João Muniz continua por definir.
Leões até começaram melhor e chegaram à vantagem nos primeiros minutos, mas a formação austríaca voltou a fazer estragos
21 Out 2026 | 22:01 |
O Sporting sofreu, esta quarta-feira, a primeira derrota na presente edição da Liga dos Campeões, ao perder por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade. Os leões até começaram melhor e chegaram à vantagem nos primeiros minutos, mas a formação austríaca voltou a fazer estragos em Lisboa, repetindo o triunfo alcançado em outubro de 2020.
Luis Suárez abriu o marcador logo aos cinco minutos, na conversão de uma grande penalidade conquistada por Irankunda. A resposta do LASK não tardou e, aos 15 minutos, Christoph Lang restabeleceu a igualdade com um remate rasteiro à entrada da área.
Na segunda parte, o Sporting entrou determinado a recuperar a vantagem, mas acabou por ser surpreendido pelos austríacos. Aos 63 minutos, Sasa Kalajdzic aproveitou um contra-ataque rápido para bater Kaique Pereira e consumar a reviravolta. Cinco minutos depois, Krystof Danek voltou a castigar a defesa leonina e fez o 3-1.
Luis Suárez - que bateu mais um recorde - ainda deu esperança aos adeptos ao bisar aos 89 minutos, reduzindo a desvantagem para 3-2, mas o Sporting já não conseguiu evitar o desaire perante o conjunto austríaco. Seis anos depois do triunfo alcançado em Alvalade (4-1), o LASK voltou a deixar marcas. Os leões mantêm seis pontos e ocupam o 12.º lugar, em zona de acesso ao play-off. O próximo desafio europeu está marcado para 3 de novembro, frente ao Shakhtar.
O emblema verde e branco volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 25 de outubro, frente ao Académico de Viseu. O encontro, a contar para a 9.ª jornada da Liga portuguesa, diante da turma orientada por Bruno Pinheiro, jogar-se-á às 20h30, em Alvalade.
CIES coloca Sporting entre melhores formadores do mundo; Leões à frente do Real Madrid
21 Out 2026 | 16:30
Árbitro que não viu falta arrepiante de Veiga sobre Hjulmand vai apitar Sporting - Académico
21 Out 2026 | 16:43
Régis Le Bris acena com milhões e quer levar titular do Sporting para Inglaterra em janeiro
21 Out 2026 | 15:26