Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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10 Nov 2022 | 12:28 |
Em contagem decrescente para a paragem reservada ao Mundial do Qatar, o Sporting prepara a visita a Famalicão, no domingo, 9 de novembro, para aquele que será o último compromisso da Liga Portugal Bwin antes do Natal - depois desta jornada, haverá apenas jogos da Taça da Liga.
Ainda privado de Daniel Bragança, Luís Neto e Nuno Santos, sendo este último o único que ainda pode recuperar e ser opção (Saiba mais AQUI), Rúben Amorim voltou a conceder oportunidades a jogadores da formação.
Além de repetir a chamada de Diogo Travassos, um lateral-direito que também pode jogar à esquerda, também Renato Veiga, de 19 anos, foi chamado e tem sido preparado para o lugar de defesa-central, de modo a fazer face às baixas ao longo da época.
Contudo, os jovens da casa têm vindo, de facto, a perder brilho sucessivamente desde a entrada do técnico. Na época de 2019/20, nos seus 11 jogos no banco do Sporting, Amorim deu 44,2% dos minutos possíveis a jovens da formação (como Matheus Nunes e Nuno Mendes). Em 2020/21, baixou para 38,32% e em 2021/22, outra ligeira descida, até 33,19%. Nesta temporada, até à data, o valor caiu para 15,73%.
A pesquisa do jornal “Record” confirma a tendência relativamente ao arranque da Era Amorim. Na reta final de 2019/20, o técnico apresentou cinco titulares ‘made in Alcochete’ em seis de 11 jogos e chegou a seis representantes. Em 2020/21, lançou quatro nomes da Academia em 20 dos 42 encontros e nunca ficou abaixo dos dois. Em 2021/22, em 22 de 53 jogos, apostou em três jogadores da ‘casa’ na equipa inicial. Nesta época, até então, não foi além de quatro (em Arouca), criando um ponto controverso: frente ao Estoril, na 5.ª jornada, em que o Sporting não tinha qualquer jogador da formação no onze inicial.
Ainda assim, a ausência prolongada de Neto obrigou a repensar a decisão e o técnico já passou das palavras aos atos. Amorim iniciou o já referido jogo em Arouca com quatro titulares da formação, pela primeira e única vez em 2022/23, dois deles com relativa surpresa (Nazinho e Essugo). Mateus Fernandes junta-se a essa dupla e está encontrada a base a partir da qual Amorim quer construir o novo ciclo. Isto sem esquecer Marsà, Fatawu, Rodrigo Ribeiro, Diogo Travassos ou Renato Veiga, que já treinam com a equipa A.
Existem dois nomes em maior evidência e um deles em fase de ascensão. Depois de Marsà ter assumido protagonismo, quando foi titular na vaga de Coates, frente ao Gil Vicente, agora é a vez de Nazinho marcar pontos com o treinador, aproveitando neste caso a baixa de Nuno Santos. Já com 221 minutos de jogo na equipa principal em 2022/23, Nazinho foi titular em Arouca e com o Vitória SC, além de se ter estreado na Liga dos Campeões. O momento é de crescimento, como acontece ainda com Essugo ou Mateus Fernandes.
Os verdes e brancos folgam hoje e regressam ao trabalho amanhã, sexta-feira, dia 11 de novembro.
O grupo de Amorim é, ao momento, o quinto classificado do Campeonato Nacional, com 22 pontos em 12 jornadas e um saldo de golos de 24 marcados e 12 sofridos. À frente dos leões seguem o Casa Pia (23 pontos), Braga (25), o Porto (26) e o Benfica (34).
O jogo diante dos famalicenses, equipa que ocupa a 14.ª posição da Liga Portugal Bwin, com 11 pontos, tem pontapé de saída marcado para as 20h30 do próximo domingo, dia 13 de novembro.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
Antigo dirigente do Clube e Alvalade aponta as dificuldades atuais da equipa, ao justificar o desaire contra o Vitória SC na Taça da Liga
08 Jan 2026 | 16:44 |
Bruno Mascarenhas: “A equipa está desfalcada de jogadores que fazem muita falta”
Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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08 Jan 2026 | 16:13
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08 Jan 2026 | 14:55