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Futebol

Antiga glória do Sporting foi visto em Alvalade durante o dérbi

Jogador que passou três temporadas com a Listada verde e branca e marcou quase 50 golos assistiu à vitória dos leões sobre o Benfica

Leonino - Onde o Sporting é notícia
Leonino - Onde o Sporting é notícia

30 Dez 2024 | 11:53 |

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O Sporting venceu o Benfica no último domingo, dia 29 de dezembro, por 1-0, e conseguiu recuperar o primeiro lugar do campeonato. Nas bancadas, foi visto Paulinho Cascavel, antigo ponta de lança dos leões e uma das grandes glórias do Clube no final dos anos 80.


O avançado brasileiro chegou a Alvalade em 1987, depois de ter sido o melhor marcador do campeonato pela equipa do Vitória de Guimarães na temporada 1986/87. Com a camisola dos leões, Paulinho Cascavel apontou 48 golos em 110 jogos.


A presença do jogador - que foi duas vezes o melhor marcador do campeonato português - nas bancadas do Estádio José Alvalade não passou despercebida pelos adeptos, que viram mais uma vez Geny Catamo dar a vitória ao Sporting sobre o eterno rival.


Geny Catamo, ao marcar pelo segundo jogo consecutivo contra o Benfica no reduto leonino, consolidou o seu nome entre os melhores marcadores em dérbis frente às águias neste século. Este feito coloca-o apenas atrás de Liedson, que foi uma referência histórica nos embates entre Sporting e Benfica.

Com esta vitória, o Sporting entra no novo ano em primeiro lugar, em igualdade pontual com o Porto, ambos com 40 pontos. Por outro lado, o Benfica desceu para a terceira posição, mantendo os mesmos 38 pontos que tinha antes deste confronto decisivo no Estádio de Alvalade.



Futebol

João Quadros arrasa dois jogadores do Sporting e não perdoa: "Miserável"

Humorista reagiu ao desaire dos verdes e brancos através das redes sociais, apontando dedo a dois jogadores dos leões em particular

João Quadros não ficou indiferente à derrota do Sporting frente ao LASK Linz, por 3-2, em Alvalade, e deixou críticas e Issa Doumbia e João Simões
João Quadros não ficou indiferente à derrota do Sporting frente ao LASK Linz, por 3-2, em Alvalade, e deixou críticas e Issa Doumbia e João Simões

22 Out 2026 | 10:43 |

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João Quadros não ficou indiferente à derrota do Sporting frente ao LASK Linz, por 3-2, em Alvalade, e deixou críticas duras à exibição do meio-campo leonino. O humorista reagiu ao desaire dos verdes e brancos através das redes sociais, apontando o dedo a dois jogadores em particular.


Numa publicação após o encontro da terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, o adepto dos leões mostrou-se bastante crítico em relação ao rendimento de Issa Doumbia e João Simões, considerando que a prestação ficou muito aquém do esperado.


J. Quadros: "Que jogo miserável do meio campo. Issa Doumbia e João Simões... zero"


"Que jogo miserável do meio campo. Issa Doumbia e João Simões... zero", escreveu na rede social Instagram, numa mensagem em que destacou negativamente os dois jogadores do Sporting, que foram lançados no onze inicial de Rui Borges.

A derrota frente ao conjunto austríaco agravou a noite dos leões, que sofreram três golos e não conseguiram evitar o primeiro desaire nesta edição da prova milionária. Apesar dos dois golos de Luis Suárez, o Clube de Alvalade acabou por sair de Alvalade sem qualquer ponto.


No final da partida, Rui Borges também reconheceu que o Sporting tinha obrigação de fazer mais, admitindo que faltaram intensidade, energia e inspiração. As palavras de João Quadros juntam-se, assim, às reações críticas à exibição.


Futebol

Técnico apontado ao Sporting ganha 4-3 nos penáltis e vai à final da Libertadores

Apesar de ter vencido por 2-1 na primeira mão, treinador perdeu por 1-0, acabando por assegurar qualificação através das grandes penalidade

Palmeiras, de Abel Ferreira, técnico que tem sido apontado ao Sporting, garantiu a presença na final da Taça Libertadores
Palmeiras, de Abel Ferreira, técnico que tem sido apontado ao Sporting, garantiu a presença na final da Taça Libertadores

22 Out 2026 | 09:55 |

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O Palmeiras, de Abel Ferreira, técnico que tem sido apontado ao Sporting, garantiu a presença na final da Taça Libertadores, depois de eliminar o Fluminense nas meias-finais. Apesar de ter vencido por 2-1 na primeira mão, a formação paulista perdeu por 1-0 no segundo encontro, acabando por assegurar a qualificação através do desempate por grandes penalidades, por 5-4.


O único golo do encontro surgiu aos 82 minutos, com Hércules a colocar o Fluminense em vantagem. Como o resultado se manteve inalterado durante o prolongamento, a decisão seguiu para a marca dos 11 metros, onde o Palmeiras acabou por levar a melhor.


Maurício, Gustavo Gómez, Ramón Sosa, Joaquín Piquerez e Marlon Freitas converteram os respetivos remates para o conjunto de Abel Ferreira. Do lado do Fluminense, Thiago Silva Hércules e Guilherme Arana também marcaram, mas Nonato não conseguiu ultrapassar Carlos Miguel, guarda-redes que defendeu uma das tentativas adversárias.


Com esta qualificação, Abel Ferreira alcança a quarta final da competição internacional ao serviço do Palmeiras. O técnico português, de 47 anos de idade, conquistou a competição em 2020 e 2021, tendo perdido a final de 2025 para o Flamengo.

O adversário será conhecido após o duelo precisamente entre Flamengo, orientado por Leonardo Jardim, e Estudiantes, marcado para a madrugada de sexta-feira. Depois do empate sem golos na primeira mão, na Argentina, as duas equipas discutem a última vaga na final, agendada para 28 de novembro, em Montevideu, no Uruguai.



Futebol

Não pede desculpa, desinspiração e fisicalidade; Tudo o que disse Rui Borges após Sporting - LASK

Técnico marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação dos leões na terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões

Após o desaire por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação do Sporting
Após o desaire por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação do Sporting

22 Out 2026 | 09:23 |

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Após o desaire por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação do Sporting na terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, admitindo que a equipa esteve aquém do esperado e que faltou intensidade, energia e inspiração para evitar a derrota.


Depois de tudo que foram as últimas exibições, já consegue identificar aqui o que é que faltou? Foi uma questão de encaixe e intensidade? 


"Faltou-nos um pouco mais de intensidade, uma energia que tínhamos pedido nos jogos com o Braga e com o Lens, não tivemos hoje a mesma energia, claramente, depois faltou-nos muito de inspiração, de forma geral, tirando isso, depois vamos tentar tirar outras ilações, mais a frio, com mais calma, perceber de que forma é que podemos crescer no futuro. Tínhamos a obrigação de ter feito mais, claramente, mesmo dando mérito àquilo que foi a estratégia e a qualidade do adversário, principalmente num momento que sabíamos que eles eram muito fortes e perigosos, contra-ataques, ataques rápidos e fizeram três golos com perdas de bola nossa, em espaços que não devemos perder a bola, em coisas muito simples que não temos necessidade, mas há jogos assim, há jogos que falhámos mais".


Teme que esta derrota possa trazer algumas instabilidade e contestação, alguns fantasmas que já pairaram sobre a equipa?

"Não, fantasmas não, foi um jogo menos conseguido, de forma geral, da nossa equipa, acredito que todos querem dar outra resposta, outra imagem daquilo que somos, daquilo que queremos, daquilo que fomos. Hoje, por mérito do adversário, muitas vezes, por demérito nosso, não fomos capazes de ser uma equipa competente no momento ofensivo, lá está, houve muita desinspiração, muita perna de bola desnecessária e temos de crescer nesse sentido. que estes erros sirvam da aprendizagem individual e coletiva, para um futuro bom, sem ter medo".


O Sporting acusou alguma pressão? Vai pedir desculpa aos sportinguistas? 

"Não tenho de pedir desculpa a ninguém. Tenho de dizer que não fomos capazes e tínhamos a obrigação de ter feito mais, simplesmente isso, obrigação de fazer mais, independente do adversário ter pontos ou não. Não fomos capazes de ter feito mais, e, no futuro, teremos de fazer muito mais, se queremos ganhar jogos na Liga dos Campeões, a pressão é sempre a mesma e a vontade é a mesma, que é ganhar. Faremos sempre tudo para ganhar, por isso, não tem nada a ver com jogos do campeonato, são coisas distintas".

O Sporting viu-se com algumas dificuldades de bater o homem a homem e no último terço do terreno perdeu algumas bolas. Taticamente como analisa esses erros?

"Sabemos que, quando estávamos homem a homem estávamos um pouco expostos, pela capacidade atlética dos jogadores da frente do LASK, acho que nos faltou, na primeira parte, sermos um bocadinho mais proativos, era algo que sabíamos que em alguns momentos poderíamos estar expostos, mas nem foi por isso que nos causaram o perigo. Não ganhámos tantas bolas quanto queríamos, principalmente na primeira parte também. Falhámos e assumimos, com toda a humildade, acho que nos faltou ser mais equilibrados no momento com a bola, no homem a homem, enquanto estávamos com o bloco alto, porque aí não nos causaram grande perigo, causaram-nos perigos".

Já disse aqui que o Sporting teve alguma dificuldade em concentrar-se. A verdade é que já não é a primeira vez que, a ganhar, acaba por sofrer uma reviravolta. Qual é que acha que é a raiz deste problema?

"Acho que cada jogo tem a sua história, como é lógico. O grande perigo destes jogos é que com meio erro saímos penalizados, e sabemos isso, estamos super avisados para isso, os jogadores estão super avisados para isso. Dentro daquilo que foi a desinspiração, individual e coletiva, que foi um pouco geral, estamos num crescimento também diário nesse sentido, para termos em alguns momentos melhores posicionamentos, porque estamos num processo ofensivo e sofremos golos que não poderíamos sofrer, temos de ser mais equilibrados. Às vezes a nossa ambição, em alguns momentos do jogo até hoje, de querer ir à procura do golo da vitória, fazemos tudo um bocadinho mais à pressa".

O Sporting teve alguns problemas a lidar com a pressão alta do LASK, pelo menos na primeira linha da pressão dos austríacos, o número 9 a tocar com 11. Porque é que eles ganhavam muitas das primeiras bolas?

"Houve falta de ligação na primeira fase da construção, claramente tivemos essa circunstância, como já disse, essa ligação, mas o jogo foi muito parecido, muito sinceramente. Acho que com melhores comportamentos, em termos de corredores, não acompanhando tanto o homem à profundidade, os médios a buscar o corredor central, nos deixava ligar tão à frente com o Luis, por exemplo. Sofremos um pouco o impacto do primeiro golo, acho que foi notório, além daquilo que foi a falta de inspiração, de forma geral, a energia também não estava ao nível que tivemos nos últimos dois jogos, claramente não estava. Este jogo acabou por se tornar tão exigente como os outros dois a nível físico e não tínhamos capacidade para acompanhar essa fisicalidade".

No início da época falou em dores de crescimento. Nos dois últimos jogos houve duas boas exibições e vitórias consistentes, agora uma derrota, São as tais dores de crescimento?

"As dores de crescimento leva-nos a sermos mais consistentes, mais regulares, mas os jogos têm histórias diferentes e exigências diferentes. Agora, como já disse, acho que este jogo levou-nos para um patamar de fisicalidade que, se calhar, não esperávamos. Depois disso, tivemos de ter outras capacidades diferente no jogo de hoje, por exemplo em relação ao jogo com o Lens. Tivemos mais momentos com bola em organização ofensiva, com mais tempo instalados no meio-campo do adversário, faltando um pouco mais nesse crescimento de equipa grande, talvez. Num momento com bola termos mais paciência, não falhar tantos passes como falhávamos. Acredito que hoje tem muito a ver com a desinspiração e com essa falta de energia, é a minha opinião. Mais do que as dores de crescimento acho que teve muito a ver com isso".


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