Futebol
Rui Borges comenta nova lesão de jogador do Sporting: "Pode ter alguma gravidade"
06 Jan 2026 | 23:17
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Futebol
18 Fev 2025 | 10:39 |
Cristián Alexis Borja González, nascido a 18 de fevereiro de 1993 em Quibdó, na Colômbia, atuou no Sporting durante duas épocas e meia e, numa delas, assumiu mesmo o papel de titular, tendo realizado 30 jogos.
Borja começou a jogar futebol no Internacional Palmira, no seu país natal, e em janeiro de 2016 mudou-se para o Santa Fe. Ainda nesse ano, fez parte da seleção colombiana de sub-23 que participou nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Em 2017, o lateral-esquerdo foi comprado pelo Toluca, do México, por cerca de 675 mil euros, e as boas exibições no campeonato mexicano chamaram a atenção do futebol europeu, com o Sporting a garantir a sua contratação em junho de 2018, a troco de 3,2 milhões de euros, numa altura em que já se havia estreado pela seleção principal da Colômbia.
Na primeira época em Alvalade, Borja viveu na sombra de Jefferson e Acuña, totalizando apenas 14 jogos de leão ao peito, mas foi no ano seguinte que, com a transferência do brasileiro para os suíços do Lugano, o internacional colombiano viveu a melhor fase com a listada verde e branca.
Na temporada 2018/19, Borja jogou 30 partidas, com uma assistência para golo, até a chegada de Ruben Amorim, já na reta final, ter ditado a sua saída. Com cinco jogos no arranque da nova época e sem convencer o novo treinador, transferiu-se para o Sporting de Braga e lá fez 17 jogos no seu primeiro ano.
Acabou emprestado, em 2021/22, ao Alanyaspor, da Turquia, e os 33 jogos (com um golo e uma assistência), mostraram ao Braga que merecia uma oportunidade. Assim, e de regresso a Portugal na época seguinte, fez 23 jogos em 2022/22, mais 43 no seu quinto ano em terras lusas.
Atualmente, Cristián defende as cores do Club América, do México, e já leva um golo e uma assistência em 24 jogos. Tem sido uma peça importante nesta equipa, contribuindo, até, para a conquista da Liga MX Apertura e da Campeones Cup, ambos em 2024.
*Atualizado a 18 de fevereiro de 2025https://www.transfermarkt.pt/cristian-borja/profil/spieler/356099
Verdes e brancos vão permitir a saída de um dos portugueses do plantel principal e o seu próximo destino parece já estar definido
07 Jan 2026 | 03:00 |
Henrique Magalhães pode vir a deixar o Sporting no final da temporada 2025/26 e já tem destino praticamente definido, sabe o Leonino. Apesar de ter estendido a sua ligação com o Clube de Alvalade em outubro deste ano, a estrutura pretende continuar a renovar o plantel de hóquei em patins e o jogador deverá prosseguir a sua carreira na Oliveirense.
A verdade é que, segundo fonte próxima do processo contou ao nosso Jornal, o internacional português, de 34 anos, esteve até para se despedir do Sporting no final da época transata, mas as saídas de pesos pesados - como Ângelo Girão, Matías Platero, João Souto e Toni Pérez -, fizeram com que os verdes e brancos aguardassem, para que a formação dos leões não perdesse todas as suas referências e jogadores com mais experiência.
Apesar de continuar a ser opção regular para Edo Bosch, os leões acreditam que o trajeto de Henrique Magalhães em Alvalade está no fim e até tem o seu substituto definido. Assim sendo, o jogador poderá regressar a uma casa que bem conhece - aliás, esteve duas temporadas na Oliveirense antes de assinar com o Sporting pela segunda vez.
Na última temporada, o hoquista português realizou 45 partidas oficiais, onde registou um total de nove golos. No Sporting desde 2021/22, Henrique Magalhães já conquistou mais de uma dezena de títulos, entre os quais duas Ligas dos Campeões, um Campeonato Nacional e um Mundial de Clubes.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo na próxima quinta-feira, dia 8 de janeiro, novamente frente ao Benfica. O encontro diante da turma liderada por Edu Castro, a contar para a quarta jornada da Liga dos Campeões, jogar-se-á às 16h00, no Pavilhão João Rocha.
Treinador do Clube de Alvalade analisou derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga
07 Jan 2026 | 00:00 |
Rui Borges analisou a derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga. O treinador lamentou a eliminação do emblema verde e branco, mas acredita que o Clube de Alvalade ainda vai ser muito feliz até ao final da presente temporada desportiva.
R. Borges: "Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira"
"Vamos tentar lutar por tudo aquilo que ainda podemos, a Taça de Portugal e o campeonato. Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira. Quem vai à frente está a fazer um campeonato fora do normal. Estamos focados e concentrados naquilo que queremos. Queremos muito disputar a final da Taça de Portugal, tal como queríamos disputar esta, mas temos de dar o mérito ao adversário, que acreditou sempre".
O treinador justificou a derrota: "Nós fomos perdendo alguns ressaltos, algumas bolas, é notório que em termos coletivos não temos tanta energia e, aqui e ali, não fomos tão competentes em alguns lances. É natural que os adeptos não estejam contentes, porque este Clube quer estar sempre na disputa dos títulos e hoje não conseguimos. A tristeza é deles e é nossa".
R. Borges: "Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado"
Rui Borges nega que tenha faltado atitude aos seus pupilos: "Não, não, nada disso. Podíamos ter feito o 2-0 e não fizemos, tal como com o Gil Vicente. Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado".
Relativamente às alterações tácticas, após lesão de Fotis Ioannidis, o técnico explicou: "A capacidade individual de cada um é diferente. Metemos o Francisco Trincão para dentro, um pé esquerdo, e metemos um pé direito a jogar largura, o que não é o nosso hábito, mas o Alisson dá-nos o um para um no corredor. Faltou-nos talvez o ataque à profundidade que o Fotis nos dá, porque o Trincão é um jogador de apoio, mas em termos tácticos nada mudou, apenas aquilo que cada um dá à equipa".
Técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou lesões de futebolista do emblema verde e branco para duelo diante do Casa Pia
06 Jan 2026 | 23:45 |
Depois do afastamento nas meias-finais da Taça da Liga, Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio Dr. Magalhães Pessoa para fazer a análise à partida frente ao Vitória de Guimarães (derrota por 2-1). O técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou as lesões de Eduardo Quaresma e Fotis Ioannidis para o próximo jogo do Sporting.
R. Borges: "Por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada"
"É difícil. É algo que parece de estudo. Hoje pela primeira vez sinto e acredito que a equipa sinta também: por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada. Não serve de desculpa, atenção, num jogo onde podíamos ter feito o 2-0, mas o adversário acaba a acreditar no tempo de compensação e é feliz. Apenas isso", começou por dizer.
O técnico acredita que a equipa vai reagir: "A pressão é diária no Sporting, independentemente de conseguirmos ou não os objetivos e resultados. A pressão é a de ser melhor e ganhar. Mais do que os resultados, acredito que tudo aquilo que tem acontecido mexa com os jogadores. Nós, como equipa técnica, temos de encontrar forma de os levantar. Temos de seguir e focar naquilo que falta jogar na época: falta a segunda volta inteira e temos de fazer melhor do que na primeira, porque só assim podemos alcançar os nossos objetivos".
R. Borges: "A minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo"
Rui Borges recusa refugiar-se nas lesões para justificar a eliminação: "Não são as lesões musculares que têm afastado os jogadores. Por mais que seja otimista e não me agarre a isso, a minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo. Chega a um ponto em que é impossível não o sentirmos. Mas não temos assim tantas lesões musculares quanto isso. São sobretudo traumáticas, coisas que acontecem e temos de seguir caminho".
O treinador confessou algum desgaste nos jogadores e aborda ida ao mercado: "Há cansaço acumulado, sente-se isso e hoje notou-se na energia coletiva. Tanta lesão devia ser um caso de estudo. É inacreditável, não sei o que mais nos pode acontecer. Novos jogadores? O Sporting vive da formação e se tivermos de nos agarrar a eles, vamos fazê-lo. Não podemos ir 'assim' ao mercado, senão daqui a dois meses temos quarenta jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos e avaliar se há alguma necessidade específica, mas à formação vamos agarrar-nos sempre", apontou.