Futebol
Rui Borges comenta nova lesão de jogador do Sporting: "Pode ter alguma gravidade"
06 Jan 2026 | 23:17
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22 Jul 2024 | 14:25 |
Daniel Carriço considera que o Sporting de Rúben Amorim pode vir a sentir a falta de Sebastián Coates e Luís Neto. Todavia, o antigo capitão dos leões mostra-se confiante na capacidade de Morten Hjulmand, Daniel Bragança e Nuno Santos em liderar a turma de Alvalade.
"Creio que o Hjulmand, o Daniel Bragança e o Nuno Santos, que têm muitos anos de casa, vão assumir esse papel e dar o passo em frente, tomando as rédeas da liderança. No entanto, sei que o Sporting perdeu peças fundamentais, pois o Coates e o Neto tinham muita experiência no futebol. Não será fácil", atira Daniel Carriço.
"Há características que alguns jogadores possuem, muitas delas inatas, que fazem com que os outros companheiros de equipa os revejam como líderes. Quando as coisas apertam nos momentos mais complicados é preciso que estes jogadores sejam como a referência e o exemplo a seguir", afirma o antigo capitão do Sporting.
Relativamente ao jogo da Supertaça frente ao Porto, Daniel Carriço mete alguma água na fervura: "uma final e um clássico é sempre de 50-50. O Porto acaba por mudar a equipa técnica, mas manteve-se o elo de ligação com o plantel pois os jogadores já conhecem Vítor Bruno e as suas ideias na forma de liderar. Era o braço direito do Sérgio Conceição e não será uma mudança tão drástica como se mudassem toda a equipa técnica”.
“O Porto vai ter de vender jogadores para se reestruturar desportiva e financeiramente, mas é um clássico que ambos vão querer ganhar. Espero que o Sporting mantenha a dinâmica do ano passado. Que não se repita a final da Taça de Portugal em que o Sporting jogou com menos um jogador quase 70 minutos. Neste tipo de encontros terminar com 11 jogadores é determinante", finalizou Daniel Carriço.
Com a camisola do Sporting, entre 2006 e 2013, Daniel Carriço contabilizou 152 partidas, marcou cinco golos e fez duas assistências, tendo, ainda, conquistado uma Taça de Portugal (2006/07) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2008).
Verdes e brancos vão permitir a saída de um dos portugueses do plantel principal e o seu próximo destino parece já estar definido
07 Jan 2026 | 03:00 |
Henrique Magalhães pode vir a deixar o Sporting no final da temporada 2025/26 e já tem destino praticamente definido, sabe o Leonino. Apesar de ter estendido a sua ligação com o Clube de Alvalade em outubro deste ano, a estrutura pretende continuar a renovar o plantel de hóquei em patins e o jogador deverá prosseguir a sua carreira na Oliveirense.
A verdade é que, segundo fonte próxima do processo contou ao nosso Jornal, o internacional português, de 34 anos, esteve até para se despedir do Sporting no final da época transata, mas as saídas de pesos pesados - como Ângelo Girão, Matías Platero, João Souto e Toni Pérez -, fizeram com que os verdes e brancos aguardassem, para que a formação dos leões não perdesse todas as suas referências e jogadores com mais experiência.
Apesar de continuar a ser opção regular para Edo Bosch, os leões acreditam que o trajeto de Henrique Magalhães em Alvalade está no fim e até tem o seu substituto definido. Assim sendo, o jogador poderá regressar a uma casa que bem conhece - aliás, esteve duas temporadas na Oliveirense antes de assinar com o Sporting pela segunda vez.
Na última temporada, o hoquista português realizou 45 partidas oficiais, onde registou um total de nove golos. No Sporting desde 2021/22, Henrique Magalhães já conquistou mais de uma dezena de títulos, entre os quais duas Ligas dos Campeões, um Campeonato Nacional e um Mundial de Clubes.
O Clube de Alvalade volta a entrar em campo na próxima quinta-feira, dia 8 de janeiro, novamente frente ao Benfica. O encontro diante da turma liderada por Edu Castro, a contar para a quarta jornada da Liga dos Campeões, jogar-se-á às 16h00, no Pavilhão João Rocha.
Treinador do Clube de Alvalade analisou derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga
07 Jan 2026 | 00:00 |
Rui Borges analisou a derrota com o Vitória de Guimarães (2-1) e consequente eliminação da Taça da Liga. O treinador lamentou a eliminação do emblema verde e branco, mas acredita que o Clube de Alvalade ainda vai ser muito feliz até ao final da presente temporada desportiva.
R. Borges: "Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira"
"Vamos tentar lutar por tudo aquilo que ainda podemos, a Taça de Portugal e o campeonato. Ainda falta muito, há muitos pontos em disputa, e temos de fazer uma segunda volta ainda melhor do que a primeira. Quem vai à frente está a fazer um campeonato fora do normal. Estamos focados e concentrados naquilo que queremos. Queremos muito disputar a final da Taça de Portugal, tal como queríamos disputar esta, mas temos de dar o mérito ao adversário, que acreditou sempre".
O treinador justificou a derrota: "Nós fomos perdendo alguns ressaltos, algumas bolas, é notório que em termos coletivos não temos tanta energia e, aqui e ali, não fomos tão competentes em alguns lances. É natural que os adeptos não estejam contentes, porque este Clube quer estar sempre na disputa dos títulos e hoje não conseguimos. A tristeza é deles e é nossa".
R. Borges: "Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado"
Rui Borges nega que tenha faltado atitude aos seus pupilos: "Não, não, nada disso. Podíamos ter feito o 2-0 e não fizemos, tal como com o Gil Vicente. Temos apenas de perceber como controlar melhor a fase final dos jogos, mesmo com este cansaço acumulado".
Relativamente às alterações tácticas, após lesão de Fotis Ioannidis, o técnico explicou: "A capacidade individual de cada um é diferente. Metemos o Francisco Trincão para dentro, um pé esquerdo, e metemos um pé direito a jogar largura, o que não é o nosso hábito, mas o Alisson dá-nos o um para um no corredor. Faltou-nos talvez o ataque à profundidade que o Fotis nos dá, porque o Trincão é um jogador de apoio, mas em termos tácticos nada mudou, apenas aquilo que cada um dá à equipa".
Técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou lesões de futebolista do emblema verde e branco para duelo diante do Casa Pia
06 Jan 2026 | 23:45 |
Depois do afastamento nas meias-finais da Taça da Liga, Rui Borges esteve presente na sala de conferências do Estádio Dr. Magalhães Pessoa para fazer a análise à partida frente ao Vitória de Guimarães (derrota por 2-1). O técnico mostrou-se desiludido com o desaire e confirmou as lesões de Eduardo Quaresma e Fotis Ioannidis para o próximo jogo do Sporting.
R. Borges: "Por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada"
"É difícil. É algo que parece de estudo. Hoje pela primeira vez sinto e acredito que a equipa sinta também: por mais otimistas que sejamos, custa ver tanta gente de fora, lesionada. Não serve de desculpa, atenção, num jogo onde podíamos ter feito o 2-0, mas o adversário acaba a acreditar no tempo de compensação e é feliz. Apenas isso", começou por dizer.
O técnico acredita que a equipa vai reagir: "A pressão é diária no Sporting, independentemente de conseguirmos ou não os objetivos e resultados. A pressão é a de ser melhor e ganhar. Mais do que os resultados, acredito que tudo aquilo que tem acontecido mexa com os jogadores. Nós, como equipa técnica, temos de encontrar forma de os levantar. Temos de seguir e focar naquilo que falta jogar na época: falta a segunda volta inteira e temos de fazer melhor do que na primeira, porque só assim podemos alcançar os nossos objetivos".
R. Borges: "A minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo"
Rui Borges recusa refugiar-se nas lesões para justificar a eliminação: "Não são as lesões musculares que têm afastado os jogadores. Por mais que seja otimista e não me agarre a isso, a minha maior tristeza é sair daqui hoje sem dois jogadores para o próximo jogo. Chega a um ponto em que é impossível não o sentirmos. Mas não temos assim tantas lesões musculares quanto isso. São sobretudo traumáticas, coisas que acontecem e temos de seguir caminho".
O treinador confessou algum desgaste nos jogadores e aborda ida ao mercado: "Há cansaço acumulado, sente-se isso e hoje notou-se na energia coletiva. Tanta lesão devia ser um caso de estudo. É inacreditável, não sei o que mais nos pode acontecer. Novos jogadores? O Sporting vive da formação e se tivermos de nos agarrar a eles, vamos fazê-lo. Não podemos ir 'assim' ao mercado, senão daqui a dois meses temos quarenta jogadores para treinar. Temos de ser cautelosos e avaliar se há alguma necessidade específica, mas à formação vamos agarrar-nos sempre", apontou.