Futebol
Trauma repete-se e Sporting volta a perder com o LASK Linz em Alvalade
21 Out 2026 | 22:01
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18 Set 2024 | 22:24 | Por Redação
Zeno Debast foi titular e jogou os 90 minutos do embate entre Sporting e Lille, na Liga dos Campeões. O belga fechou o placard do jogo (2-0) com um golaço, coroando uma excelente exibição defensiva. Luís Mateus acredita que o 'camisola 6' só jogou porque "não havia mais ninguém"
"É engraçado que o Rúben dá aqui um passo atrás. Ele justificou a saída do Debast do onze com o Diomande e agora fala de uma 'bola de neve' criada com a situação da Supertaça. Na altura (apontar o dedo), talvez tivesse sido algo negativo, mas escolheu proteger o jogador", começou por dizer, n'A Bola TV.
"Agora dá conta do que pareceu a toda a gente, em que terá sentido que o Debast não estava ainda preparado o suficiente para jogar e depois manteve a condição de suplente porque a resposta que foi dando em alguns momentos e inclusive na seleção, acabaram por não justificar a reentrada no onze. Entrou agora porque foi uma situação de lesão (Eduardo Quaresma) e há uma situação de indefinição permanente com St. Juste e não havia mais ninguém", terminou Luís Mateus.
Esta temporada, com a camisola do Sporting, Zeno Debast - avaliado em 18 milhões de euros - cumpriu o total de seis encontros. Nos 321 minutos que esteve dentro das quatro linhas, o central fez uma assistência, diante do Nacional, e um golo frente ao Lille.
O jogador chegou ao Sporting oriundo do Anderlecht, a troco de 15,5 milhões de euros, a que se podem juntar mais 5,5 milhões de euros, caso atinja determinados objetivos desportivos. O central tem contrato até junho de 2029 e uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros.
Assista às declarações de Luís Mateus:
Apesar de ter vencido por 2-1 na primeira mão, treinador perdeu por 1-0, acabando por assegurar qualificação através das grandes penalidade
22 Out 2026 | 09:55 | Por Redação
O Palmeiras, de Abel Ferreira, técnico que tem sido apontado ao Sporting, garantiu a presença na final da Taça Libertadores, depois de eliminar o Fluminense nas meias-finais. Apesar de ter vencido por 2-1 na primeira mão, a formação paulista perdeu por 1-0 no segundo encontro, acabando por assegurar a qualificação através do desempate por grandes penalidades, por 5-4.
O único golo do encontro surgiu aos 82 minutos, com Hércules a colocar o Fluminense em vantagem. Como o resultado se manteve inalterado durante o prolongamento, a decisão seguiu para a marca dos 11 metros, onde o Palmeiras acabou por levar a melhor.
Maurício, Gustavo Gómez, Ramón Sosa, Joaquín Piquerez e Marlon Freitas converteram os respetivos remates para o conjunto de Abel Ferreira. Do lado do Fluminense, Thiago Silva Hércules e Guilherme Arana também marcaram, mas Nonato não conseguiu ultrapassar Carlos Miguel, guarda-redes que defendeu uma das tentativas adversárias.
Com esta qualificação, Abel Ferreira alcança a quarta final da competição internacional ao serviço do Palmeiras. O técnico português, de 47 anos de idade, conquistou a competição em 2020 e 2021, tendo perdido a final de 2025 para o Flamengo.
O adversário será conhecido após o duelo precisamente entre Flamengo, orientado por Leonardo Jardim, e Estudiantes, marcado para a madrugada de sexta-feira. Depois do empate sem golos na primeira mão, na Argentina, as duas equipas discutem a última vaga na final, agendada para 28 de novembro, em Montevideu, no Uruguai.
Técnico marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação dos leões na terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões
22 Out 2026 | 09:23 | Por Redação
Após o desaire por 3-2 frente ao LASK Linz, em Alvalade, Rui Borges marcou presença na conferência de imprensa para analisar a prestação do Sporting na terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, admitindo que a equipa esteve aquém do esperado e que faltou intensidade, energia e inspiração para evitar a derrota.
Depois de tudo que foram as últimas exibições, já consegue identificar aqui o que é que faltou? Foi uma questão de encaixe e intensidade?
"Faltou-nos um pouco mais de intensidade, uma energia que tínhamos pedido nos jogos com o Braga e com o Lens, não tivemos hoje a mesma energia, claramente, depois faltou-nos muito de inspiração, de forma geral, tirando isso, depois vamos tentar tirar outras ilações, mais a frio, com mais calma, perceber de que forma é que podemos crescer no futuro. Tínhamos a obrigação de ter feito mais, claramente, mesmo dando mérito àquilo que foi a estratégia e a qualidade do adversário, principalmente num momento que sabíamos que eles eram muito fortes e perigosos, contra-ataques, ataques rápidos e fizeram três golos com perdas de bola nossa, em espaços que não devemos perder a bola, em coisas muito simples que não temos necessidade, mas há jogos assim, há jogos que falhámos mais".
Teme que esta derrota possa trazer algumas instabilidade e contestação, alguns fantasmas que já pairaram sobre a equipa?
"Não, fantasmas não, foi um jogo menos conseguido, de forma geral, da nossa equipa, acredito que todos querem dar outra resposta, outra imagem daquilo que somos, daquilo que queremos, daquilo que fomos. Hoje, por mérito do adversário, muitas vezes, por demérito nosso, não fomos capazes de ser uma equipa competente no momento ofensivo, lá está, houve muita desinspiração, muita perna de bola desnecessária e temos de crescer nesse sentido. que estes erros sirvam da aprendizagem individual e coletiva, para um futuro bom, sem ter medo".
O Sporting acusou alguma pressão? Vai pedir desculpa aos sportinguistas?
"Não tenho de pedir desculpa a ninguém. Tenho de dizer que não fomos capazes e tínhamos a obrigação de ter feito mais, simplesmente isso, obrigação de fazer mais, independente do adversário ter pontos ou não. Não fomos capazes de ter feito mais, e, no futuro, teremos de fazer muito mais, se queremos ganhar jogos na Liga dos Campeões, a pressão é sempre a mesma e a vontade é a mesma, que é ganhar. Faremos sempre tudo para ganhar, por isso, não tem nada a ver com jogos do campeonato, são coisas distintas".
O Sporting viu-se com algumas dificuldades de bater o homem a homem e no último terço do terreno perdeu algumas bolas. Taticamente como analisa esses erros?
"Sabemos que, quando estávamos homem a homem estávamos um pouco expostos, pela capacidade atlética dos jogadores da frente do LASK, acho que nos faltou, na primeira parte, sermos um bocadinho mais proativos, era algo que sabíamos que em alguns momentos poderíamos estar expostos, mas nem foi por isso que nos causaram o perigo. Não ganhámos tantas bolas quanto queríamos, principalmente na primeira parte também. Falhámos e assumimos, com toda a humildade, acho que nos faltou ser mais equilibrados no momento com a bola, no homem a homem, enquanto estávamos com o bloco alto, porque aí não nos causaram grande perigo, causaram-nos perigos".
Já disse aqui que o Sporting teve alguma dificuldade em concentrar-se. A verdade é que já não é a primeira vez que, a ganhar, acaba por sofrer uma reviravolta. Qual é que acha que é a raiz deste problema?
"Acho que cada jogo tem a sua história, como é lógico. O grande perigo destes jogos é que com meio erro saímos penalizados, e sabemos isso, estamos super avisados para isso, os jogadores estão super avisados para isso. Dentro daquilo que foi a desinspiração, individual e coletiva, que foi um pouco geral, estamos num crescimento também diário nesse sentido, para termos em alguns momentos melhores posicionamentos, porque estamos num processo ofensivo e sofremos golos que não poderíamos sofrer, temos de ser mais equilibrados. Às vezes a nossa ambição, em alguns momentos do jogo até hoje, de querer ir à procura do golo da vitória, fazemos tudo um bocadinho mais à pressa".
O Sporting teve alguns problemas a lidar com a pressão alta do LASK, pelo menos na primeira linha da pressão dos austríacos, o número 9 a tocar com 11. Porque é que eles ganhavam muitas das primeiras bolas?
"Houve falta de ligação na primeira fase da construção, claramente tivemos essa circunstância, como já disse, essa ligação, mas o jogo foi muito parecido, muito sinceramente. Acho que com melhores comportamentos, em termos de corredores, não acompanhando tanto o homem à profundidade, os médios a buscar o corredor central, nos deixava ligar tão à frente com o Luis, por exemplo. Sofremos um pouco o impacto do primeiro golo, acho que foi notório, além daquilo que foi a falta de inspiração, de forma geral, a energia também não estava ao nível que tivemos nos últimos dois jogos, claramente não estava. Este jogo acabou por se tornar tão exigente como os outros dois a nível físico e não tínhamos capacidade para acompanhar essa fisicalidade".
No início da época falou em dores de crescimento. Nos dois últimos jogos houve duas boas exibições e vitórias consistentes, agora uma derrota, São as tais dores de crescimento?
"As dores de crescimento leva-nos a sermos mais consistentes, mais regulares, mas os jogos têm histórias diferentes e exigências diferentes. Agora, como já disse, acho que este jogo levou-nos para um patamar de fisicalidade que, se calhar, não esperávamos. Depois disso, tivemos de ter outras capacidades diferente no jogo de hoje, por exemplo em relação ao jogo com o Lens. Tivemos mais momentos com bola em organização ofensiva, com mais tempo instalados no meio-campo do adversário, faltando um pouco mais nesse crescimento de equipa grande, talvez. Num momento com bola termos mais paciência, não falhar tantos passes como falhávamos. Acredito que hoje tem muito a ver com a desinspiração e com essa falta de energia, é a minha opinião. Mais do que as dores de crescimento acho que teve muito a ver com isso".
Apesar das expetativas depositadas no jogador, afirmação com Rui Borges acabou por nunca acontecer de uma forma consistente
22 Out 2026 | 03:00 | Por Redação
O Sporting está a tentar chegar a acordo para rescindir o contrato de João Muniz, sabe o Leonino. O jogador não entra nos planos da estrutura e os responsáveis verdes e brancos procuram agora encontrar uma solução para fechar o dossiê do jovem futebolista.
Aos 21 anos, o central canhoto encontra-se ligado ao Clube de Alvalade desde 2020. O potencial demonstrado levou os responsáveis a renovar o seu vínculo em agosto de 2023, prolongando o contrato até junho de 2028 e fixando uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.
Apesar das expetativas depositadas no jogador, a afirmação na equipa A acabou por não acontecer de forma consistente. João Muniz integrou os trabalhos do plantel principal em 2023/24, época em que o Sporting conquistou o Campeonato Nacional, mas continuou a dividir o seu percurso entre os diferentes escalões da formação e a equipa B, onde procurou somar minutos e ganhar experiência competitiva.
Em 2024/25, o defesa central foi cedido ao Rio Ave, mas a experiência em Vila do Conde não correu como esperado. O jogador regressou a Alvalade em janeiro de 2025 e voltou a representar os bês leoninos, tendo realizado 23 partidas na Segunda Liga em 2025/26. Na equipa principal, somou ainda uma estreia oficial na Taça da Liga, com seis minutos de utilização.
A possibilidade de rescisão surge agora como uma das soluções que o Sporting procura para resolver a situação do defesa. Depois de ter sido apontado a uma saída definitiva e de o cenário de uma transferência para o estrangeiro ter ganho força no verão, o futuro de João Muniz continua por definir.
Trauma repete-se e Sporting volta a perder com o LASK Linz em Alvalade
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