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Adeptos do Sporting reagem ao preço da nova camisola para 2026/27: "Levem a minha carteira"
14 Jul 2026 | 09:46
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07 Mar 2020 | 18:30 |
“Era tudo à grande”. No Museu da Cerveja “era tudo à grande”. As palavras são de um dos comensais que um delegado da Liga da região centro convidou para irem “gastar a prenda”, também palavras dele, ofertada pelo SL Benfica. A prenda eram os quatro vouchers que cada delegado da Liga recebia por jogo no Estádio da Luz ou no Seixal, nos jogos da equipa principal e equipa B, respetivamente. Se muitos dos árbitros estavam condicionados em utilizar as ofertas que, sabe-se agora, passavam os limites permitidos por lei (LER AQUI), por serem conhecidos do grande público e porque eticamente não se sentiam confortáveis, outros profissionais não tinham essa restrição, pelo menos de serem figuras mediáticas. Havia convidados que ao utilizar os vouchers, para lá do jantar bem guarnecido e bebido ainda levavam comida para casa, em especial os pastéis de bacalhau com recheio de queijo da serra. As caixas para a viagem ficavam na conta do SL Benfica. Durante anos, o nosso rival ofereceu 28 jantares por jogo, sem qualquer restrição, através do kit Eusébio. Os vouchers não tinham qualquer restrição. Amigos, colegas e família juntavam-se no Terreiro do Paço para o banquete (LER AQUI). Agora, Ministério Público e Polícia Judiciária encontraram faturas resultantes das ofertas que ascendem a 600 euros, o que ultrapassa em muito os limites impostos pela UEFA para cortesias. Manter a coerência Em outubro de 2015, a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga (CIIL) abriu uma averiguação ao caso dos vouchers e enviou perguntas aos árbitros e assistentes, que aconselhados pela Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) responderam com uma minuta-tipo às questões da CIIL. No mesmo dia que foi enviada a resposta-tipo, o documento chegou ao assessor jurídico Paulo Gonçalves. Faltavam quatro dias para Luís Filipe Vieira prestar depoimento na CIIL no âmbito desse processo. O trabalho do Ministério Público é independente das averiguações e conclusões que os órgãos desportivos deliberaram sobre o caso, por isso aguardam-se novos desenvolvimentos da investigação.
Fotografia de LPFP
Clube de Alvalade deu um passo importante nas negociações para reativar os protocolos com os grupos organizados de adeptos
24 Jul 2026 | 17:49 |
O Sporting deu um passo importante nas negociações para reativar os protocolos com os grupos organizados de adeptos. Depois de um período de alguma resistência, a Juve Leo terá chegado a um entendimento com a Direção, aproximando-se de um acordo que visa melhorar o ambiente de apoio à equipa em Alvalade.
O objetivo da administração, liderada por Frederico Varandas, passa por reunir novamente os diferentes grupos de adeptos na Curva Sul, recuperando a atmosfera que durante anos marcou os jogos do Sporting em casa. As conversações entre as partes têm registado avanços nas últimas semanas.
Entre as condições apresentadas pelo Clube está a atribuição de uma Gamebox com 30% de desconto aos membros das claques, incluindo acesso aos jogos disputados no Pavilhão João Rocha. O protocolo prevê ainda a possibilidade de aquisição da Gamebox Curva Sul e a reserva de um número específico de bilhetes para os encontros realizados fora de casa.
Em contrapartida, os Grupos Organizados de Adeptos terão de desocupar as respetivas sedes, conhecidas como "casinhas". A medida está relacionada com o projeto de requalificação do Estádio José Alvalade, que contempla intervenções nessa zona, à semelhança do que aconteceu anteriormente com outras instalações do Clube.
Com o entendimento alcançado entre o Sporting e a Juve Leo, segundo o jornal 'A Bola', o processo de aproximação entre a Direção e as claques ganha novo impulso, numa altura em que o clube procura recriar um ambiente de maior união e apoio nas bancadas durante a nova temporada.
Proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais nacionais
17 Jul 2026 | 16:52 |
O Sporting apresentou a proposta de orçamento para a temporada 2026/27, documento que será levado a votação numa Assembleia Geral marcada para 25 de julho. Entre os vários pontos em análise pelos sócios surge a possibilidade de atualização dos valores das quotas mensais, uma medida que tem gerado discussão.
A principal alteração diz respeito à categoria A, destinada aos sócios adultos, que poderá passar dos atuais 13 euros para 14 euros por mês. Caso seja aprovada, esta quota ficará acima dos valores praticados por Benfica e Porto, sendo que também as restantes categorias de associados, como a B, C e D, poderão sofrer aumentos.
A proposta já motivou algumas reações negativas nas redes sociais, sobretudo pela diferença em relação aos principais rivais. A contestação surge numa altura em que o Sporting atingiu um novo máximo histórico de sócios pagantes, ultrapassando os 125 mil associados.
Segundo a Direção, liderada por Frederico Varandas (que viu a Justiça dar-lhe razão num processo contra o Porto), a revisão dos preços das quotas surge como resposta ao atual contexto económico, marcado pelo aumento generalizado dos custos e pela subida das taxas de juro. O Clube considera que estes ajustes são necessários para assegurar a continuidade e evolução das várias atividades e projetos em curso.
O documento apresentado contempla ainda a criação de uma nova categoria de associado, denominada “sócio base”. A modalidade terá menos direitos do que os sócios tradicionais, não permitindo votar, participar em AG's ou integrar processos eleitorais, mas possibilitando o acesso a benefícios como descontos, eventos e atividades promovidas pelo Clube.
Ambiente em torno dos leões aquece antes da nova temporada e um dossiê sensível está a provocar forte agitação no Clube de Alvalade
15 Jul 2026 | 12:24 |
O Sporting enfrenta um novo foco de tensão fora das quatro linhas. Quando parecia existir margem para aproximar a administração liderada por Frederico Varandas dos grupos organizados de adeptos, o cenário sofreu uma reviravolta e o entendimento ficou seriamente comprometido, deixando um dos projetos mais ambiciosos da SAD praticamente sem efeito.
A proposta apresentada pelo Clube para criar um novo protocolo com as claques encontrou forte resistência. Segundo as informações do jornal Record, Directivo Ultras XXI, Juventude Leonina e Torcida Verde deverão rejeitar o acordo proposto pela SAD, sendo que apenas a Brigada Ultras Sporting estará disponível para assinar o documento.
A intenção da administração passava por recuperar a histórica Curva Sul do Estádio José Alvalade, através da criação de uma Gamebox específica, do apoio financeiro às deslocações dos grupos organizados de adeptos e ainda da implementação de uma zona de safe standing, com lugares em pé protegidos.
Entre os principais motivos para a rejeição estão a obrigatoriedade da identificação através da zona ZCEAP (Cartão do Adepto) e a situação das sedes das claques. Enquanto a Brigada já recebeu ordem para abandonar o espaço que ocupava no estádio, as sedes da Juventude Leonina, Torcida Verde e Directivo continuam envolvidas em processos judiciais, sem que tenha sido encontrada uma solução considerada satisfatória pelos adeptos.
Assim, o objetivo de Frederico Varandas de reunir novamente os grupos organizados na Curva Sul fica, para já, longe de se concretizar. Salvo uma alteração inesperada nas negociações, apenas a Brigada deverá formalizar o protocolo com a administração leonina.
Adeptos do Sporting reagem ao preço da nova camisola para 2026/27: "Levem a minha carteira"
14 Jul 2026 | 09:46
Claque do Sporting recusa assinar acordo e deixa forte recado a Varandas
10 Jul 2026 | 10:59
Alvalade vai voltar a viver uma noite histórica! Sporting prepara evento impactante
06 Jul 2026 | 09:52