Futebol
Souleymane Faye vai ser reforço do Sporting! Conheça os detalhes do negócio
08 Jan 2026 | 16:13
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21 Ago 2025 | 03:01 |
José Eduardo analisou alguns dos reforços do Sporting para a temporada 2025/26. Nesta entrevista, em Exclusivo para o nosso Jornal, o antigo jogador do Clube de Alvalade elogia Luis Suárez, que se estreou a marcar de leão ao peito, no passado encontro frente ao Arouca (6-0), e diz ter ficado surpreendido por muitos adeptos terem achado que Ricardo Mangas não tinha qualidade para jogar nos leões.
José Eduardo: "Luis Suárez? Parece-me bem, acho que tem condições para fazer um bom trabalho"
“Parece-me que a contratação do Luis Suárez foi muito positiva, pelos indícios que está aqui a apresentar. Por aquilo que eu vejo, ele tem condições. Agora, depende muito porque há dois lugares numa equipa de futebol que estão muito muito dependentes, que são os guarda-redes e os avançados finalizadores”, revela o defesa que representou os leões entre 1979 e 1983.
“Se a equipa não carburar, é óbvio que o avançado se ressente disso. Igualmente no caso dos guarda-redes, se a equipa não defender, o guarda-redes é sempre a vítima preferencial. Mas, parece-me bem, acho que tem condições para fazer um bom trabalho”, diz José Eduardo em relação a Luis Suárez.
José Eduardo: "Ricardo Mangas? Não me surpreende nada o rendimento dele"
De seguida, o antigo jogador que se sagrou campeão pelo Sporting falou da chegada de Ricardo Mangas e confessou ter ficado admirado com o que se disse antes da sua contratação: “O Ricardo Mangas é um jogador que eu já conhecia. Fiquei admirado por criticarem-no, dizendo que ele não era jogador para o Sporting. E eu fiquei assim ‘Mas não o viram a jogar no Vitória de Guimarães?'. Ele jogava sempre a um alto nível. Não me surpreende nada o rendimento dele”.
José Eduardo fala ainda como a competitividade na posição entre Mangas e Araújo pode beneficiar o Sporting: “Se o treinador souber suportar o desconforto daquele que não for titular e souber fazer esse tipo de rotação e essa gestão, a equipa ganha, o Clube ganha e os jogadores não perdem nada. Pelo contrário, valorizam-se”, conclui.
Treinador português analisou ainda a vaga de lesões no Clube de Alvalade, destacando os principais problemas com que o técnico dos leões se depara de momento
08 Jan 2026 | 18:02 |
O crescente número de lesões no Sporting continua a marcar a atualidade leonina e foi alvo de análise por Paulo Robles, em comentário no canal d’A Bola. O treinador começou por destacar a postura de Rui Borges na conferência de imprensa após a derrota no encontro com o Vitória de Guimarães (2-1).
“Quem assistiu à conferência de imprensa depois do Vitória SC, viu que o semblante do Rui Borges era realmente diferente dos últimos jogos. E quase que, não digo que deu pena, mas compreende-se o novo posicionamento do treinador em relação a esta situação. Realmente leva a que existam muitas dificuldades do ponto de vista de apresentar uma equipa condizente e consistente, porque a consistência também depende da regularidade dos jogadores que jogam”, frisou Robles.
O mesmo fez ainda questão de diferenciar os tipos de problemas físicos que têm afetado o plantel: “Há lesões traumáticas, mas também há lesões musculares e essas lesões musculares, nesse ponto de vista, embora Rui Borges tenha dito que é um caso estudo, é também um caso estudo interno no sentido de perceber o que é que está a acontecer para que estas lesões tenham voltado”.
No plano desportivo, o eixo central defensivo é apontado como o setor que mais preocupa Rui Borges e Paulo Robles não escondeu a realidade, também apontando o nome do jovem brasileiro, Rômulo Júnior: “Acho que o eixo central defensivo é, sem dúvida, neste momento, o setor onde o Rui Borges tem mais preocupações. O Rômulo, que tem feito um bom desempenho na equipa B, não esteve ao nível da exigência, o que é normal. De repente dizemos que o jogador não tem essa qualidade. Há jogadores que são integrados e que demonstram, óbvio e claramente, que têm essa condição e a partir daí ganham um pulso”.
“O Sporting terá tempo para poder-se preparar para o próximo jogo para o campeonato, penso que será também determinante para serenar um pouco os ânimos, para voltar à terra e para não fazer cair as expectativas dos adeptos do Sporting”, Robles concluiu apelando claramente à serenidade no universo leonino.
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08 Jan 2026 | 16:44 |
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Apesar de ter direito a 13,8 milhões de euros pela rescisão com os red devils, o técnico português verá o valor final encolher drasticamente
08 Jan 2026 | 16:20 |
A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United, confirmada na última segunda-feira, ficou marcada não apenas pelo impacto desportivo, mas também por um desfecho financeiro bastante menos favorável do que os números iniciais indicavam. Embora o treinador português ainda tivesse a receber cerca de 13,8 milhões de euros relativos ao que faltava cumprir do contrato, o montante líquido será substancialmente inferior.
De acordo com cálculos divulgados pelo Manchester Evening News, a elevada tributação aplicada no Reino Unido fará com que o antigo treinador do Sporting consiga reter 'apenas' 6,3 milhões de euros. Entre impostos sobre o rendimento e outros encargos obrigatórios, o fisco britânico absorverá uma fatia significativa da compensação, reduzindo de forma drástica o ganho real do técnico.
O impacto financeiro não se limita, no entanto, ao treinador português. O Manchester United também sai penalizado com esta rescisão, uma vez que terá de pagar cerca de 1,7 milhões de euros adicionais em contribuições obrigatórias enquanto entidade empregadora. Assim, a separação representa um processo dispendioso para ambas as partes, num contexto já sensível para o clube inglês.
Este desfecho encerra um ciclo de pouco mais de um ano de Ruben Amorim em Inglaterra. O técnico chegou a Old Trafford em novembro de 2024, após uma passagem altamente bem-sucedida pelo Sporting, onde conquistou títulos e se afirmou como um dos treinadores mais promissores do futebol europeu.
Ao serviço dos red devils, Amorim orientou a equipa em 63 jogos oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. Apesar de alguns momentos positivos, a irregularidade dos resultados e a pressão constante acabaram por ditar o seu despedimento.
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08 Jan 2026 | 14:55