Futebol
No meio do caos, Rita Garcia Pereira gostou da exibição de reforço do Sporting: "Destaque positivo"
26 Out 2026 | 13:12
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Futebol
20 Mar 2020 | 17:06 |
Fábio Rochemback, detentor de um pontapé canhão, é a escolha da redação do Leonino para esta edição da rubrica Onde Anda o Leão. Já retirado do futebol profissional, o médio somou 100 jogos de leão ao peito, tendo feito o gosto ao pé em 14 ocasiões.
O internacional brasileiro em sete ocasiões chegou ao Sporting CP na temporada de 2003/2004, por empréstimo do Barcelona, e por cá ficou duas temporadas. Marcou presença na fatídica final da Taça UEFA, em 2005, frente ao CSKA de Moscovo, e também no jogo que haveria de tirar o título aos leões, em 2005, diante do SL Benfica. Nessa mesma época, somou 38 jogos com a listada verde e branca e marcou cinco golos. No ano seguinte, ainda realizou três jogos, mas acabou por rumar ao Middlesbrough.
Todavia, a história de Fábio Rochemback no Sporting CP teve um segundo capítulo. Em 2008/2009, voltou a Alvalade e alcançou algo que não havia conseguido na primeira passagem: conquistou um título. No dia 16 de agosto de 2008, o brasileiro registou os 90 minutos na partida diante do FC Porto, para a Supertaça Cândido de Oliveira, que os leões venceram por 2-0, com um bis de Yannick Djaló. Nessa temporada, Rochemback registou 32 jogos e marcou um golo.
Em 2009/2010, muito por culpa das lesões, atuou apenas em dois jogos e não marcou qualquer golo. Consequentemente, haveria de sair do Clube para rumar ao futebol brasileiro, mais concretamente para o Grémio, onde esteve três temporadas. Por fim, naquele que foi o último destino da sua carreira, passou pelo Dalian Aerbin, da China. No continente asiático, esteve duas temporadas, tendo somado 51 jogos e marcado dois golos.
Os adeptos do Sporting CP terão na memória alguns dos pontapés canhão do brasileiro, bem como, por vezes, alguma agressividade excessiva. Apesar de só ter conquistado um título de leão ao peito, Fábio Rochemback dificilmente será esquecido pela massa adepta verde e branca.
Duelo da nona jornada da Liga Portugal Betclic continua a dar que falar; Antigo juiz internacional avaliou encontro entre leões e viritatos
26 Out 2026 | 16:21 |
A arbitragem do encontro entre Sporting e Académico de Viseu continua a dar que falar. Miguel Nogueira assinalou uma grande penalidade a favor da equipa leonina aos 45 minutos, acompanhada de cartão amarelo ao guarda-redes Ewerton, mas acabou por reverter a decisão depois de ser chamado pelo VAR, Luís Ferreira, para rever o lance.
Iturralde González, antigo árbitro internacional espanhol, considera que a decisão inicial deveria ter sido mantida. O especialista entende que a intervenção do guarda-redes do Académico de Viseu foi demasiado perigosa, apesar de este ter tocado primeiro na bola.
"Ainda que o guarda-redes toque a bola, para mim, é penálti e cartão amarelo para o guarda-redes, porque uma coisa é tocar a bola na sequência de uma saída normal. Sais de entre os postes de uma forma normal, tocas a bola e, de seguida, derrubas o avançado, não é penálti. Mas, aqui, ele sai com os joelhos para a frente, à altura da cabeça do avançado e acaba por acertar-lhe. A entrada é temerária. Apesar de ter tocado primeiro na bola, não deixa de ser uma entrada temerária", explicou.
O antigo juiz considerou que o VAR não deveria ter interferido. Na sua perspetiva, a forma como Ewerton saiu dos postes e colocou os joelhos na direção do adversário foi determinante para justificar a grande penalidade e a advertência disciplinar.
I. González: "É penálti"
"Mas, na minha opinião, é uma jogada muito temerária do guarda-redes, por sair com os joelhos para a frente, quando tal não era necessário. Pode sair, afastar a bola e chocar de forma natural com o avançado, que não é penálti. Mas, a forma como disputa a bola, para mim, é penálti, porque é demasiado temerária", reforçou Iturralde González.
Desaire com o Académico de Viseu aumentou a contestação dos adeptos, que assobiaram treinador e exibiram lenços brancos ao técnico
26 Out 2026 | 15:26 |
Rui Borges orientou o treino do Sporting em Alcochete esta segunda-feira, mas atravessa uma fase delicada no comando técnico dos leões. O desaire com o Académico de Viseu aumentou a contestação dos adeptos, que assobiaram o treinador e exibiram lenços brancos ao técnico.
Com a continuidade do treinador a ser cada vez mais discutida, o mercado de técnicos sem clube ganha particular interesse. Apesar de várias opções estarem atualmente comprometidas com outras equipas, existe uma lista alargada de treinadores disponíveis, entre portugueses com experiência no futebol nacional.
Entre os portugueses, Sérgio Conceição é um dos nomes mais mediáticos. O treinador deixou o Al Ittihad em junho de 2026 e reúne o apoio de alguns adeptos leoninos, embora não faça parte dos planos de Frederico Varandas, tendo em conta a tensão entre ambos durante o período em que orientou o Porto. Vítor Pereira também está livre, depois de deixar o Nottingham Forest no final da última temporada. Luís Castro é outra possibilidade disponível, após ter sido despedido do Grémio em setembro, depois de passagens por clubes como Shakhtar Donetsk, Botafogo e Al Nassr.
A lista inclui ainda treinadores com passado em Alvalade. Paulo Bento esteve quatro temporadas e meia à frente da equipa principal leonina, conquistando duas Taças de Portugal e duas Supertaças, antes de assumir o comando da Seleção. Também Carlos Carvalhal, que treinou os leões em 2009/10, está sem clube após deixar o Famalicão. Entre os restantes técnicos portugueses disponíveis estão Rui Faria, antigo adjunto de José Mourinho, e Pedro Caixinha, que construiu grande parte da carreira no estrangeiro, sobretudo no México.
No panorama internacional, as alternativas também são numerosas. Thomas Frank, antigo treinador do Tottenham, Thiago Motta, que passou pela Juventus, Kasper Hjulmand, ex-Bayer Leverkusen, Marcelino Toral, Ernesto Valverde, Stefano Pioli e Domenico Tedesco figuram entre os nomes referidos. Há ainda antigos selecionadores como Didier Deschamps, Gareth Southgate e Vincenzo Montella.
Funcionário da Media Livre comentou a relação entre o técnico mirandelense e o presidente do Clube de Alvalade, dando uma opinião polémica
26 Out 2026 | 14:51 |
O Sporting voltou a sofrer uma derrota em casa, desta vez frente ao Académico de Viseu por 2-1, na nona jornada da Liga. Com o futuro de Rui Borges em risco, Mário Figueiredo lembrou que o técnico não é "amigo" de Frederico Varandas, aludindo às declarações do timoneiro sobre fazer parte da solução.
M. Figueiredo: "Rui Borges tem de perceber que Frederico Varandas não é amigo dele. É o seu patrão"
"Rui Borges tem de perceber que Frederico Varandas não é amigo dele. É o seu patrão. O Rui Borges acha que é amigo do presidente, mas não é. Quando Varandas achar que o treinador não está a atingir os seus objetivos, despede-o", disse, no canal NOW.
Recorde-se que esta segunda-feira, a Academia Cristiano Ronaldo será o palco de uma reunião crucial entre o presidente leonino, Frederico Varandas, e Rui Borges. Em cima da mesa estará a discussão em torno do futuro do comando técnico e a definição da continuidade do treinador em Alvalade.
Após o encontro com o Académico de Viseu, o treinador não procurou desvalorizar a reação dos adeptos, reconhecendo que a pressão faz parte da realidade de um clube como o Sporting. "É natural, compreendo-a (insatisfação), mas lido bem com ela. Mau era se não houvesse insatisfação", disse, na sala de imprensa.
Embora admita legitimidade no desagrado, o técnico evitou alimentar a discussão sobre a sua continuidade. Questionado diretamente sobre se ainda sente ter condições para permanecer no comando técnico, voltou a apontar ao trabalho imediato. "Estou focado no treino de amanhã (hoje) porque tenho jogo com o Marítimo", respondeu, focando-se na partida da Taça da Liga.