Futebol
Ruben Amorim toma decisão! Ex técnico do Sporting é destaque em Inglaterra
05 Fev 2026 | 11:49
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12 Nov 2024 | 15:36 |
Gonçalo Pereira fez grande parte da sua caminhada profissional como treinador de futebol no norte da europa, e conhece como poucos o futebol da Escandinávia. O treinador deu uma entrevista ao ‘Desporto ao Minuto’ em que abordou o estado do futebol nórdico, e algumas das estrelas do Sporting.
“Se formos ver os jogadores escandinavos de há 10 a 15 anos que andavam na alta roda do futebol, o perfil é muito diferente daquele que é hoje. O Gyokeres é um jogador um pouco mais físico. O Hjulmand é um jogador também ele físico, mas tem uma grande qualidade de passe e receção”, partilhou, sobre o sueco e o dinamarquês do Sporting.
Falou também das comparações entre Gyokeres e Haaland, sem convicção de que o jogador do Sporting seja o melhor dos dois: “Tenho as minhas reticências em relação a isso. Joguei contra o Haaland e sigo-o há muito tempo. Acho-o um jogador excepcional. É completo, faz tudo, quer seja em transição, quer seja organização. É dos melhores finalizadores do mundo, certamente. O Gyokeres está, neste momento, a relançar a sua carreira depois de ter saído da Suécia e está a fazê-lo muito bem. Certo é que são dois pontas de lança incríveis que têm apresentado números, que é o mais importante para o treinador. Olhas para eles e vês que são jogadores em quem tu podes confiar”.
O treinador também falou sobre as características e evolução do futebol nórdico: “Uma das coisas que me tem surpreendido é a qualidade do jogador. O jogador escandinavo tem bastante qualidade. Temos o exemplo do Aursnes, Gyokeres e do Hjulmand. Será um dos mercados a explorar. A grande diferença acaba por ser naquele que é o entendimento no jogo. O jogador português é muito mais culto taticamente, consegue-se adaptar muito mais facilmente”.
Terminou, expandido sobre o tema anterior: “Temos a tendência para achar que o jogador é muito físico. O jogador português é muito mais físico. Um jogo em Portugal tem muito mais duelos e contacto físico do que qualquer jogo na Escandinávia. A questão que está a ser ultrapassada agora, é que, por exemplo, na Noruega o jogo acabava por ser muito mais vertical, o que o leva a ter mais esticões e muito mais ações de alta intensidade. Antigamente, o jogo era muito baseado na cultura do 'kick and rush' inglês dos anos 90, mas felizmente agora acaba por estar a mudar um bocado. Por outro lado, o futebol sueco e finlandês é mais de posse e isso vai acabar por influenciar aquilo que é o perfil dos jogadores escandinavo”.
Após cinco renovações fechadas só nesta temporada, em que a do extremo é a mais recente, Clube apresenta base sólida no que toca ao futuro
05 Fev 2026 | 13:51 |
O Sporting continua a consolidar o seu projeto desportivo a médio e longo prazo. Depois de Pote, Gonçalo Inácio e Ousmane Diomande, é agora Francisco Trincão a juntar-se ao lote de jogadores com vínculo prolongado até 2030, numa estratégia clara de estabilidade e valorização dos principais ativos do plantel principal.
O extremo, de 26 anos, chegou recentemente a acordo para estender o contrato que terminava em 2027. A cláusula de rescisão mantém-se nos 60 milhões de euros e o jogador passa a integrar o teto salarial do grupo. A oficialização do entendimento deverá acontecer antes do clássico frente ao Porto, confirmando a confiança da SAD num dos atletas mais utilizados e regulares das últimas épocas.
Desde que chegou a Alvalade, Trincão soma 186 jogos oficiais, com 44 golos marcados e 39 assistências, assumindo um papel constante no ataque leonino. A disponibilidade física também tem sido um fator valorizado internamente, numa época marcada por várias ausências no plantel.
A renovação de Trincão enquadra-se numa linha seguida pela SAD nos últimos meses. Pote prolongou contrato a 6 de outubro de 2025, Gonçalo Inácio fê-lo a 11 de dezembro do mesmo ano e Diomande renovou a 23 de janeiro de 2026. Ainda assim, há um nome que continua fora deste grupo e cujo dossiê permanece em aberto: Geny Catamo.
Rui Borges já deixou clara a importância do camisola 17 no coletivo. Sobre a renovação, o treinador afirmou: "Acho que é extraordinário. Ficarei muito feliz se acontecer a renovação. Por ele, por nós e pelo Sporting. Liderança? Não precisa de usar braçadeira. Tem dado sempre resposta, é dos poucos que não tido lesões longas. Tem dado a cara sempre pela equipa, mesmo nas dificuldades, não se esconde".
Em comentário ao Clássico, que se jogará na próxima semana, a contar para a Liga Portugal Betclic, algumas vozes familiares expressaram a sua opinião
05 Fev 2026 | 13:05 |
Dias antes da visita do Clássico, em jogo da 21.ª jornada da Liga Portugal Betclic (segunda-feira, 20h45), dois adeptos conhecidos, expressaram as suas perspetivas em relação à partida. Por um lado, Marco Chagas, antigo ciclista ligado ao Sporting, não deixa que a recente sorte "o cegue", por outro, Fernando Rocha, humorista e aficionado dos dragões, acredita no "2-0 do Porto".
Marco Chagas: "Sou do Sporting, mas não deixo que a camisola me cegue"
"As coisas têm sido favoráveis para o Sporting, mas em termos de exibições, nem tanto. Sou do Sporting, mas não deixo que a camisola me cegue. As coisas têm saído bem, mais pelo querer do que pela exibição em si. O último jogo é exemplo disso, o Sporting não jogou bem, conseguimos ganhar no último tempo com a pontinha de sorte, que o vencedor acaba sempre por precisar", frisou a lenda do ciclismo português, em de declarações ao jornal Record.
"O jogo de segunda decide o título de campeão. Apesar de não podermos descartar totalmente o Benfica, a partida pode decidir o tricampeonato. Se o Sporting perder, o título está dado. Em caso de empate, fica muito por decidir e em aberto para as próximas jornadas", afirmou Marco Chagas.
Fernando Rocha: "Acredito no 2-0 para o Porto"
Contudo, Fernando Rocha está confiante na vitória caseira. "Nestas coisas, não consigo separar-me da parte pragmática da emocional, a minha opinião está condicionada pelo meu gosto clubístico. Acredito no 2-0 para o Porto", admitiu o humorista que deixou uma mensagem a Farioli, aos jogadores e à equipa técnica: "Não se deixem influenciar pelo que as notícias têm dito nos últimos dias, que a crise está instalada no clube: bloqueiem e protejam-se."
Concluindo, o humorista realçou a boa fase que se tem vivido no Porto, sem tirar mérito à formação de Alcochete. "O Sporting está a passar por uma fase muito positiva. É como a ondulação do mar, as ondas nem sempre estão no seu pico e a maré tem estado virada para o Sporting nos últimos tempos", também em declarações ao jornal Record.
Em análise do mesmo, relativamente à conferência de imprensa focada no jogo frente ao AFS, técnico leonino foi alvo de críticas face às suas declarações
05 Fev 2026 | 12:39 |
Com base na conferência de imprensa da passada quarta-feira, esta relativa ao jogo frente ao AFS para os quartos-de-final da Taça de Portugal, Rui Borges disse que "a sorte dá trabalho", ao abordar as últimas quatro vitórias do Sporting nos momentos finais de cada jogo. Contudo, apesar de Hugo Vasconcelos dar razão ao técnico leonino, o jornalista não deixa de parte que, por isso mesmo, o Clube "anda a viver sobre o arame".
"Este Sporting anda a viver sobre o arame"
"A sorte dá muito trabalho, e não se deve tirar o mérito à capacidade do leão de vencer jogos com golos na compensação. Mas não deixa de ser sorte. «Acabamos por ser felizes em marcar, mas a felicidade é tanta no início como no último minuto», disse também o treinador... e aí já não consigo concordar. Na verdade, este Sporting anda a viver sobre o arame — tem mostrado um equilíbrio tremendo para não cair, mas está muito menos seguro do que se tivesse os dois pés assentes na terra", destacou.
"Que a equipa de Rui Borges tenha conseguido chegar aos triunfos aos 90' ou depois disso é um ótimo sinal — dá conta da resiliência, da convicção, da força psicológica da equipa. Mas o que o treinador tem de questionar é: porque é que isso tem sido necessário?; porque é que o Sporting, nos últimos quatro jogos, chegou aos 89' sem estar a vencer?", sublinhou o jornalista.
"Em Arouca e frente ao Nacional a produção ofensiva terá ficado aquém das expetativas"
"E se contra PSG e Athletic Bilbao, atendendo à força dos adversários, não é difícil compreendê-lo (embora a qualidade, ou falta dela, da exibição na primeira parte no País Basco não deixe de ser preocupante), já em Arouca ou diante do Nacional a produção ofensiva do leão terá ficado bem aquém das expectativas, considerando as diferenças na classificação da Liga", disse Hugo Vasconcelos.
"Por isso, sim, tem havido mérito mas também sorte na forma como o Sporting tem conseguido ganhar ao cair do pano. Mas mais que isso: esse mérito, e essa sorte, não devem servir para esconder o que está menos bem", concluiu assim o jornalista, ao dizer que os leões não se devem debruçar tanto sobre a sorte.
Ruben Amorim toma decisão! Ex técnico do Sporting é destaque em Inglaterra
05 Fev 2026 | 11:49
Pote procura dar continuidade a marco histórico no Sporting e tem Porto na mira
05 Fev 2026 | 11:21
Alisson Santos ainda agora deixou o Sporting e já faz das suas no Nápoles
05 Fev 2026 | 10:42